Igor Thiago se emociona ao falar da primeira Copa e destaca papel no ataque da Seleção

A poucos dias da estreia do Brasil na Copa do Mundo de 2026, Igor Thiago vive a expectativa de disputar o primeiro Mundial da carreira. Convocado por Carlo Ancelotti, o atacante do Brentford falou com emoção sobre a chance de representar a Seleção Brasileira em um momento que classificou como o mais marcante de sua trajetória. Em entrevista coletiva nesta quarta-feira, o jogador disse que a convocação supera o sonho de infância e simboliza a maior realização pessoal e profissional da vida. Ele também destacou a responsabilidade de vestir a camisa amarelinha diante de milhões de brasileiros. Mesmo com a forte concorrência no setor ofensivo, Igor Thiago afirmou que está pronto para ajudar a equipe em qualquer função. Para ele, o mais importante é estar à disposição do grupo, seja como titular ou saindo do banco. O atacante também comentou a convivência com os jovens Endrick e Rayan, reforçando que a disputa por espaço no ataque acontece de forma saudável e contribui para o crescimento de todos no elenco. Segundo ele, essa troca traz confiança e conforto dentro da Seleção. Ancelotti confirma seleção titular para amistoso do Brasil contra o Panamá no Maracanã Vice-artilheiro da Premier League com 22 gols pelo Brentford, Igor Thiago avaliou ainda que suas características se encaixam bem no estilo pedido por Ancelotti. O centroavante disse se reconhecer como um camisa 9 de combate, mas também com capacidade para atuar como segundo atacante quando necessário. Ao relembrar a própria trajetória, o jogador destacou a persistência e a fé como elementos fundamentais até chegar à Copa do Mundo. Ele afirmou que superar as dificuldades desde os tempos de Cruzeiro foi parte de um processo difícil, mas decisivo para estar no momento atual da carreira. Enquanto isso, a Seleção Brasileira segue concentrada em Nova Jersey na reta final de preparação para o Mundial. O grupo realizou o primeiro treino em solo norte-americano nesta semana e volta as atenções para o amistoso contra o Egito, marcado para sábado, às 19h, antes da estreia na Copa diante do Marrocos, no dia 13 de junho, em East Rutherford. Fonte: Esportes

SNE avança com instalação da Comissão Tripartite

A primeira reunião ordinária da Comissão Intergestores Tripartite da Educação (Cite), realizada na terça-feira, 2 de junho, marcou mais uma etapa da implementação do Sistema Nacional de Educação (SNE), instituído pela Lei Complementar nº 220/2025. O SNE concretiza o regime de colaboração previsto na Constituição Federal e passa a atuar com instância de articulação interfederativa, fortalecendo a coordenação das políticas educacionais e o alcance dos objetivos e das metas do novo Plano Nacional de Educação (PNE).  A Cite é a principal instância de articulação, negociação e pactuação entre gestores da educação das três esferas federativas e está prevista na Lei do SNE. Entre suas competências estão a pactuação dos padrões mínimos de qualidade da educação básica e a definição da metodologia de cálculo do Custo-Aluno Qualidade (CAQ), instrumento fundamental para garantir condições adequadas de oferta educacional em todo o país.  O Secretário de Articulação Intersetorial e com os Sistemas de Ensino, Gregório Grisa, pontuou que o SNE existe para dar cumprimento aos desafios de Estado que o PNE traz em seus objetivos e metas. “Destaco, com grande ênfase, as estratégias e os desafios de implementação concreta de ações e políticas de cada ente federado. Então, ali está esse espírito de que a estruturação do SNE é fundamental para coordenar esforços e definir as prioridades da educação para o alcance das metas, dos objetivos e das estratégias do Plano Nacional de Educação. Portanto, há uma retroalimentação e uma interdependência. O Sistema Nacional só faz sentido para cumprimento do PNE que, por sua vez, funciona articulado ao Sistema Nacional. Esta é a novidade que inauguramos hoje aqui”.  Cite – A Comissão Intergestores Tripartite da Educação foi instituída pela Portaria MEC nº 102/2026 e teve seus membros designados pela Portaria MEC nº 426/2026. Com posição paritária entre União, estados, Distrito Federal e municípios, a Cite tem como presidente o ministro de Estado da Educação e garante assento aos presidentes do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e do Conselho Nacional de Secretários de Educação das Capitais (Consec). A comissão tem como pauta inicial a aprovação de seu Regimento Interno, documento que estabelecerá o funcionamento do Plenário, das subcomissões permanentes, das subcomissões temporárias e dos grupos de trabalho responsáveis pela construção técnica das propostas a serem pactuadas.  Para o MEC, a instalação efetiva da Cite representa um passo decisivo para consolidar a governança federativa da educação brasileira. Ao promover o diálogo permanente entre os sistemas de ensino e fortalecer os mecanismos de cooperação entre os entes federativos, a comissão contribuirá para a implementação das estratégias do novo Plano Nacional de Educação e para a garantia do direito à educação com qualidade, equidade e eficiência em todo o país.  SNE – O Sistema Nacional de Educação foi instituído pela Lei Complementar nº 220/2025 para organizar a cooperação entre os sistemas federal, estaduais, distrital e municipais de ensino. O sistema não substitui os sistemas já existentes, mas atua de forma articuladora e coordenadora, promovendo a integração das políticas educacionais e o cumprimento das metas estabelecidas no Plano Nacional de Educação. A Cite constitui sua principal instância de pactuação interfederativa.  Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Articulação Intersetorial e com os Sistemas de Ensino (Sase)  Fonte: Ministério da Educação

Fórum proporciona acordos entre universidades do Brasil e da África

Um dos resultados mais expressivos do I Fórum de Reitores Brasil-África, realizado pelo Ministério da Educação (MEC) em Brasília no final de maio, foi a assinatura de 291 novos acordos de cooperação entre universidades brasileiras e africanas. O volume supera as 235 parcerias que existiam antes do evento.  Os compromissos são voltados ao aprofundamento da cooperação, da mobilidade estudantil, do intercâmbio científico e das pesquisas conjuntas em áreas estratégicas, como agricultura, energias renováveis, mineração, inteligência artificial e ciências humanas. Ruanda liderou o número de acordos firmados durante o evento, que atingiu a marca de 36 assinaturas, seguida pelo Togo, com 26, e a República Democrática do Congo, que obteve 22.  A maior parte dos documentos, viabilizados por encontros bilaterais, consistem em memorandos de entendimento (MoUs) – cerca de 80% –, embora também haja cartas de intenções. O MoU é um instrumento que estabelece os princípios gerais que nortearão uma cooperação, nesses casos, definindo metas e áreas de atuação conjunta entre as universidades e servindo como base para o desenvolvimento de futuras parcerias e projetos de cooperação.  Segundo o assessor de Assuntos Internacionais do MEC, Felipe Heimburger, o Fórum de Reitores Brasil-África, que foi encerrado com a aprovação da Carta de Brasília, “é um marco na cooperação educacional entre o Brasil e a África, pois a parceria estratégica e sinérgica entres as respectivas universidades fortalecerá mutuamente nossas instituições e nossos povos, estimulando uma presença ativa, autônoma, respeitosa e solidária no mundo”.  Leia mais: Fórum de Reitores termina com assinatura da Carta de Brasília  Fórum – O 1º Fórum de Reitores Brasil-África ocorreu de 25 a 27 de maio e buscou consolidar a educação superior como eixo central da relação bilateral entre o Brasil e os países do continente africano.  Segundo o coordenador-geral de Internacionalização da Educação Superior do MEC, Virgílio Pereira de Almeida, o Fórum representou um marco no processo de internacionalização das universidades brasileiras, ao ampliar oportunidades de cooperação acadêmica, científica e institucional entre o Brasil e os países africanos. “O encontro abriu novos horizontes para a construção de parcerias duradouras, fortalecendo redes de pesquisa, mobilidade acadêmica e iniciativas conjuntas voltadas ao desenvolvimento sustentável e à produção compartilhada de conhecimento”, afirmou.  O evento contou com a presença de 66 reitores africanos de mais de 30 países da África, e 70 reitores brasileiros, promovendo o fortalecimento das parcerias entre instituições de ensino superior com vistas à ampliação da colaboração acadêmica e ao incentivo à mobilidade estudantil.  Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Assessoria de Assuntos Internacionais (AI)  Fonte: Ministério da Educação

Entregas do MEC são apresentadas em reunião ministerial

Um balanço das principais ações, investimentos e resultados alcançados pelo Ministério da Educação (MEC) nos últimos dois meses foram apresentados nesta quarta-feira, 3 de junho, durante a segunda reunião ministerial de 2026. O relatório mostra avanços nas entregas da pasta, realizados por intermédio do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), da educação básica à educação superior, bem como a criação do aplicativo MEC Livros e da primeira Universidade Federal Indígena (Unind). O encontro, liderado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, contou com a presença do ministro da Educação, Leonardo Barchini, da ministra-chefe da Casa Civil, Miriam Belchior, e dos demais ministros de Estado.  O presidente Lula iniciou a reunião destacando a importância da soberania brasileira diante de um cenário em que o Brasil se vê sob ameaça de uma nova taxação por parte dos Estados Unidos.   “Nós estamos num momento decisivo para que a sociedade brasileira, e, eu diria, até uma parte da sociedade mundial, reconheça o fortalecimento da democracia em nosso país, assim como a nossa luta para o fortalecimento do multilateralismo, a nossa luta para que este país não seja tratado, em nenhum momento, como se fosse uma republiqueta insignificante. Nós somos muito grandes. Nós temos muita história e nós não podemos aceitar o tratamento que os Estados Unidos deram ao Brasil nesta semana”, ressaltou o presidente.  Leia mais: Em reunião ministerial, Lula defende soberania do Brasil e sequência de diálogo com os EUA  O presidente também afirmou que poucas vezes na história de um país conseguiu ter tantas coisas positivas a seu favor, como o Brasil tem agora. No entanto, segundo ele, muitas vezes há a preocupação de que a sociedade não perceba as ações positivas realizadas pelo governo.   “É um motivo de regozijo para todos saber que o Brasil atingiu a sua maior performance na questão do IDH [Índice de Desenvolvimento Humano]. Não é que a gente tenha o melhor [índice], mas, hoje, fazemos parte do núcleo de países de ponta em questão de qualidade de vida do povo, e é importante lembrar que isso se deve também ao avanço que nós tivemos na educação”, destacou.   Leia mais: Educação permite que Brasil alcance o maior IDHM da história  O ministro da Educação, Leonardo Barchini, apresentou o balanço das ações, entregas e resultados da pasta. “Avançamos com programas como o Pé-de-Meia, o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, Escola em Tempo Integral e Escolas Conectadas. Mas ainda temos muito a entregar para continuar a melhoria da qualidade da educação e garantir mais oportunidades para crianças, jovens e adultos”, afirmou.  Obras – As entregas do governo federal e os resultados das políticas públicas desenvolvidas na atual gestão foram apresentados pela ministra Miriam Belchior. Na área da educação, ela destacou as ações já realizadas por meio do Novo PAC e as entregas previstas para os próximos períodos.  O levantamento mostrou que, nos últimos dois meses, foram entregues 138 creches e 167 escolas de ensino fundamental, de tempo integral e profissionalizante. Também foram concluídas 34 obras em institutos federais, incluindo restaurantes estudantis, bibliotecas e estruturas acadêmicas, distribuídas por 32 municípios de 15 estados. Na educação superior, foram entregues sete obras em universidades federais, entre blocos de salas de aula e laboratórios, beneficiando sete instituições em cinco estados.  Em relação aos institutos federais, a ministra destacou que as próximas entregas incluem sete novas sedes no estado de São Paulo, localizadas nos municípios de Bauru, Cotia, Jundiaí, Mauá, Miracatu, Rio Claro e Santos. Também estão previstas mais 68 obras de restaurantes estudantis, bibliotecas e estruturas acadêmicas, que beneficiarão 63 municípios de 17 estados brasileiros.  “Com isso, não estamos apenas ampliando a rede de institutos federais, mas também fortalecendo sua estrutura para que possam formar estudantes em melhores condições, com laboratórios adequados e mais suporte à permanência”, pontuou Belchior.  Nas universidades federais, a ministra da Casa Civil destacou que estão previstas ainda 11 entregas consideradas estratégicas, incluindo laboratórios, restaurantes estudantis e outras estruturas acadêmicas, em 11 municípios de oito estados.  Lançamentos – Nos últimos meses, outros dois destaques do MEC foram o lançamento dos aplicativos MEC Livros e a criação da Unind. O MEC Livros reúne 25 mil obras e já conta com mais de 860 mil usuários cadastrados.   Leia mais: Governo do Brasil cria Universidade Federal Indígena  Já a Unind, instituída em 28 de maio, será construída em Brasília e será voltada à formação de indígenas nos níveis de graduação e pós-graduação. A instituição terá como base um modelo educacional que fortalece identidades e saberes tradicionais em diálogo com o conhecimento acadêmico não indígena.  Assessoria de Comunicação Social do MEC Fonte: Ministério da Educação

Thaynara OG comemora 10 anos de carreira na internet e celebra conexão: ‘Orgulhosa’

A influenciadora Thaynara OG celebrou um marco importante em sua trajetória ao completar 10 anos de carreira na internet. Em uma publicação especial nas redes sociais, ela compartilhou uma mensagem de gratidão e relembrou a caminhada construída ao lado dos fãs ao longo da última década. “São 10 anos de internet, mas, principalmente, 10 anos de amor, conexão e gratidão. Quem diria que caminharíamos juntos até aqui, né? O passado se move, o presente sorri… e o futuro? Está só começando… KIU!!!”, escreveu ela. Paolla Oliveira reflete sobre descanso e celebra retorno à rotina após férias No campo de comentários, os fãs deixaram diversas mensagens de carinho e otimismo. “Do Maranhão para o Mundo!! A verdadeira Mito! Parabéns e muito mais sucesso!”, escreveu um. “Que vídeo emocionante! Muito orgulhosa por ti e pela tua trajetória”, declarou outra. Confira: Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por @thaynaraog Fonte: TOP FAMOSOS

Nova vacina pneumocócica 20 começa a ser disponibilizada no SUS para crianças

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou nesta quarta-feira (3) o início da vacinação com a pneumo 20 para crianças de até 5 anos. O imunizante, novidade no SUS, protege contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, principal causadora de doenças graves, como pneumonia e meningite, responsáveis por hospitalizações, sequelas e óbitos. Esse é o quarto imunobiológico incorporado para crianças durante a gestão — na rede privada, o custo chega a mais de R$ 500. “Já tomamos todos os passos necessários, inclusive com a publicação da nota técnica e o início da distribuição para estados e municípios. A expectativa é que, a partir da segunda quinzena de junho, as crianças possam receber a vacina nas unidades básicas de saúde”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. O ministro também afirmou que o país seguirá fortalecendo a vacinação e a confiança da população no Programa Nacional de Imunizações, além de combater o negacionismo e os movimentos antivacina. A distribuição das primeiras 514 mil doses já começou. A vacinação será iniciada à medida que os estados receberem os imunizantes e concluírem o envio aos municípios. A previsão do Ministério da Saúde é disponibilizar mais de 6,1 milhões de doses ainda este ano. O diferencial da nova vacina é a ampliação da proteção imunológica, relacionadas aos sorotipos que mais causam pneumonia invasiva, especialmente os tipos 3, 6A e 19A, sendo mais abrangente do que as formulações anteriores. A vacina também atua contra a otite média, condição que pode levar à perda auditiva e infecção generalizada quer pode levar à morte. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a doença pneumocócica é a maior causa de mortalidade infantil por doença prevenível. No Brasil, entre 2023 e 2025, foram registrados 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e 1,4 mil óbitos no Brasil, o que representa uma taxa de letalidade superior a 30%. Entre crianças menores de 5 anos, foram 616 casos e 188 mortes no mesmo período. Além de reduzir a incidência e a mortalidade pela doença pneumocócica, a vacinação em larga escala deve aliviar significativamente os custos do SUS com internações, tratamentos em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), manejo de sequelas e processos de reabilitação. Entre 2024 e outubro de 2025, o SUS registrou mais de 34 mil atendimentos relacionados a doenças causadas pela bactéria responsável por infecções graves, como pneumonia e meningite. Somente em 2025, as internações de crianças de até cinco anos chegaram a 365 casos. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro da vacina em dezembro de 2023. As primeiras doses começaram a ser aplicadas na rede privada em 2025, mas com acesso restrito devido ao alto custo. Com a incorporação ao SUS, a vacina passa a ser ofertada gratuitamente à população, ampliando o acesso a uma tecnologia avançada, reduzindo desigualdades no acesso à proteção contra doenças graves. A medida reforça o compromisso do Ministério da Saúde com o fortalecimento do Programa Nacional de Imunizações (PNI) e a ampliação da cobertura vacinal no país. Novo esquema vacinal e substituição das vacinas anteriores O SUS oferece as vacinas conjugadas pneumo10 e pneumo13 (com proteção mais robusta e duradoura), e também a polissacarídica 23 (que amplia a cobertura contra mais tipos da bactéria). As formulações atualmente utilizadas estão alinhadas às diretrizes internacionais e apresentam uma relação custo-benefício comprovada para as políticas de saúde pública. Com a incorporação da pneumo 20, o Ministério da Saúde iniciará uma transição gradual para substituir esses imunizantes, já que a nova vacina amplia a proteção contra um número maior de sorotipos da bactéria pneumococo, aumenta o potencial de prevenção de casos graves. A pneumo 20 será ofertada aos seguintes grupos prioritários: Crianças menores de 5 anos; Povos indígenas maiores de 5 anos de idade (sem histórico vacinal com pneumo conjugada); Idosos com 60 anos ou mais acamados e/ou institucionalizados; Pessoas com condições clínicas especiais, atendidas nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE). Durante o período de transição, o esquema vacinal básico para a criança seguirá o seguinte modelo: uma dose da pneumo 20 aos 2 meses de idade; uma dose da pneumo 10 aos 4 meses, e uma dose de reforço da pneumo 20 aos 12 meses, respeitando o intervalo mínimo de 60 dias entre a segunda dose e o reforço. As vacinas VPC13 e VPP23 serão utilizadas em estratégias diferenciadas até a finalização dos estoques. Essa estratégia será mantida até o término dos estoques da Pneumo 10. Após o esgotamento dessas doses, o esquema vacinal passará a utilizar exclusivamente a Pneumo 20. Por meio da Caderneta Digital de Saúde da Criança, disponível no aplicativo Meu SUS Digital, pais, mães e responsáveis podem acompanhar, em tempo real, o histórico de vacinação. Histórico de resultados Desde a introdução da pneumo 10 no Programa Nacional de Imunizações (PNI), em 2010, o Brasil registrou reduções expressivas na incidência da doença pneumocócica invasiva causada por sorotipos vacinais: entre 55% e 60% em crianças menores de 2 anos e queda superior a 65% nos casos de meningite pneumocócica nessa mesma faixa etária. Entre adultos com 60 anos ou mais, a redução variou de 20% a 30%. Nos últimos três anos, o Ministério da Saúde recuperou todas as coberturas vacinais infantis, revertendo a tendência de queda observada até 2022. A vacinação contra doenças pneumocócicas acompanhou esse avanço, com a cobertura do esquema básico passando de 90,01% em 2023 para 93,22% em 2024 e 93,45% em 2025. Em 2026, a cobertura parcial acumulada até o momento já alcança 86,33%, mantendo a trajetória de proteção da população infantil. A vacinação permanece a estratégia mais eficaz para reduzir a ocorrência das formas graves das doenças pneumocócicas invasivas e suas consequências mais severas, como hospitalização, sequelas e óbito. João Vitor MouraMinistério da Saúde Fonte: Ministério da Saúde

MME acompanha implementação do Gás do Povo em Roraima e reforça atendimento à população

O Ministério de Minas e Energia (MME) realizou, nesta semana, uma série de atividades em Boa Vista (RR) para acompanhar a implementação do Programa Gás do Povo no estado. A agenda integrou a ação do Governo do Brasil na Rua e teve como foco o monitoramento da execução da política pública, o diálogo com parceiros locais e o atendimento direto à população. No primeiro dia, a equipe do MME se reuniu com o secretário de Estado do Trabalho e Bem-Estar Social de Roraima, Raimundo Nonato Mesquita, para apresentar o programa e discutir os principais desafios e avanços da operacionalização no estado. Também foram realizadas visitas a quatro revendas credenciadas no Gás do Povo, com o objetivo de ouvir os revendedores sobre a execução da iniciativa, avaliar a adequação do preço de referência praticado na unidade federativa e identificar eventuais dificuldades ou pontos de atenção relacionados ao atendimento dos beneficiários. Em seguida, durante a ação Governo do Brasil na Rua, a equipe prestou suporte informativo no estande do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e da Caixa Econômica Federal. Os atendimentos esclareceram dúvidas da população sobre a disponibilidade dos vales, periodicidade e datas de liberação do benefício, locais de retirada dos botijões e atualização de dados cadastrais, como o número de telefone utilizado para o recebimento do código de validação. A agenda também permitiu a articulação com outros órgãos federais presentes no evento para avaliar oportunidades de integração entre o Gás do Povo e outras políticas públicas voltadas à inclusão social. A iniciativa reforça o compromisso do Governo do Brasil com o acompanhamento permanente do programa, buscando aprimorar sua execução e ampliar o acesso das famílias brasileiras ao gás de cozinha. Governo do Brasil na Rua Coordenado pela Secretaria-Geral da Presidência da República (SGPR), o Governo do Brasil na Rua reúne ministérios, órgãos federais, instituições financeiras públicas, governos estaduais e parceiros locais em uma força-tarefa voltada à ampliação do acesso a serviços públicos, à promoção da inclusão social e à garantia de direitos. A iniciativa leva atendimentos diretamente às comunidades, reduzindo barreiras de acesso e fortalecendo a presença do Estado nos territórios. Nesse contexto, o Gás do Povo integra as ações voltadas ao combate à pobreza energética, em articulação com outras políticas públicas voltadas à segurança alimentar e nutricional e à proteção social das famílias brasileiras. Assessoria Especial de Comunicação Social – MMETelefone: (61) 2032-5759 | Email: imprensa@mme.gov.br Instagram ● Twitter ● Facebook ● YouTube ● Flickr ● LinkedIn Fonte: Ministério de Minas e Energia

​Fórum internacional debate ações e ferramentas de proteção para mulheres viajantes

A segurança continua sendo o fator preponderante na escolha de destinos para mulheres que viajam sozinhas: seis em cada dez brasileiras já desistiram de uma viagem por receio de violência ou assédio. O cenário desafiador norteou os debates do painel “Segurança Turística da Mulher”, realizado nesta quarta-feira (3), durante o Fórum Internacional de Mulheres no Turismo, em João Pessoa (PB). O encontro focou na consolidação de ferramentas de proteção e no papel do Guia para Mulheres que Viajam Sozinhas — desenvolvido em parceria com a UNESCO — para reverter esses indicadores. ​A publicação foi estruturada a partir de uma pesquisa nacional inédita com 2.712 brasileiras, conduzida pela jornalista e consultora Anelise Zanoni. “O Guia é um avanço e mostra que existe um caminho importante para garantir que a liberdade de viajar seja exercida plenamente por todas as mulheres”, afirmou a especialista. ​O levantamento detalhou que o sentimento de proteção supera critérios tradicionais de consumo, como o preço, na escolha de um destino. O estudo mapeou que os eixos de maior vulnerabilidade ocorrem justamente nos deslocamentos de chegada e partida, como em terminais e transportes por aplicativo, servindo de alerta para a urgência de qualificação no atendimento dessas redes. ​Segundo a especialista, os dados reais não servem para desanimar as viajantes, mas para subsidiar o poder público e o trade na criação de destinos preparados. O guia orienta diretamente hotéis, bares e receptivos a adotarem protocolos claros de suporte. “Isso mostra a importância de destinos preparados, profissionais capacitados e canais acessíveis para acolher e orientar quem precisa de ajuda”, afirmou. ​Mais de 80% das mulheres consideram indispensável que os estabelecimentos saibam acolher e orientar a turista, transformando a estrutura do setor privado em uma rede de proteção ativa. Zanoni lembrou que a publicação também estimula o fim do silêncio, já que 64,8% das vítimas de incidentes relataram não ter buscado ajuda por falta de canais confiáveis. ​A primeira-dama da Paraíba, Camila Mariz, defendeu que a discussão seja tratada como uma pauta transversal, interligando inteligência, mobilidade urbana e o setor de hospedagem. ​Segundo ela, pesquisas baseadas em evidências dão visibilidade a demandas que antes ficavam invisíveis. “O desafio do poder público, marchando junto com a iniciativa privada, é construir um ambiente onde a mulher exerça sua autonomia com tranquilidade, sem precisar se manter em estado de alerta constante durante os seus momentos de lazer ou de trabalho”, afirmou. ​A especialista em gestão estratégica, risco e operações, Coronel Jousilene de Sales Tavares, destacou que a sensação de segurança é um dos fatores mais determinantes para que as mulheres decidam viajar e aproveitar plenamente os destinos turísticos. Segundo ela, a construção de ambientes mais seguros depende de planejamento, análise de dados e atuação integrada entre segurança pública, setor turístico, comércio e poder público. ​Ao apresentar experiências desenvolvidas na Paraíba, a coronel explicou que o uso de inteligência e monitoramento tem permitido identificar padrões de ocorrências, áreas mais vulneráveis e horários de maior risco. Essas informações orientam ações preventivas e ajudam a direcionar investimentos em tecnologia e policiamento para os locais mais sensíveis. ​Jousilene também chamou a atenção para a importância da denúncia e do fortalecimento dos canais de acolhimento. Segundo ela, o enfrentamento da violência contra a mulher exige resposta das forças de segurança, mudança cultural e capacitação permanente dos profissionais envolvidos no atendimento ao público. ​A painelista destacou ainda que grandes eventos representam uma oportunidade para testar e aperfeiçoar estratégias de proteção às mulheres. Como exemplo, citou o trabalho desenvolvido durante o Maior São João do Mundo, em Campina Grande, que reúne milhares de visitantes e conta com monitoramento por câmeras, inteligência integrada e ações voltadas à prevenção de ocorrências em áreas de maior circulação. ​Versão internacional ​O lançamento das versões em inglês e espanhol da publicação foi uma das entregas anunciadas durante o debate. A medida amplia o alcance internacional da iniciativa e reforça o posicionamento do Brasil na construção de políticas voltadas à segurança, à informação e à autonomia das mulheres no turismo. ​As versões do guia podem ser acessadas neste link. ​Programação ​A programação desta quarta-feira (3) incluiu os painéis “Turismo, Futebol e a Copa do Mundo Feminina Brasil 2027”, que discutiu os impactos do Mundial para os destinos brasileiros; e “Ultrapassando Barreiras: Liderança Feminina e Direitos das Mulheres no Turismo”, que reuniu empresárias e lideranças nacionais para debater a presença feminina nos espaços de decisão do setor. ​Na quinta-feira (4), a agenda será encerrada com o painel “Diversidade e Inclusão Turística da Mulher”, dedicado a temas como afroturismo, turismo indígena e turismo voltado ao público 60+, ampliando o debate sobre representatividade e pertencimento nos destinos brasileiros. ​As inscrições podem ser feitas por meio deste formulário eletrônico. ​Por Natália Moraes e Isadora LionçoAssessoria de Comunicação do Ministério do Turismo Fonte: Ministério do Turismo

Ministério dos Transportes garante R$ 50 milhões à ANTT e recompõe limite orçamentário da agência em 90%

Diante do recente bloqueio orçamentário feito pelo Governo Brasil, que afetou as agências reguladoras, o Ministério dos Transportes vai assumir em R$ 50 milhões o corte que seria direcionado à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Esse montante recompõe o limite orçamentário da agência em 90%. Apesar de também ter sofrido contingenciamento em seu próprio orçamento, o Ministério fez uma economia nas despesas de custeio, incluindo as suas vinculadas, a fim de atender a ANTT. O ministro dos Transportes, George Santoro, esclarece que não houve corte de recursos para obras e que priorizar o bom funcionamento da agência é fundamental para garantir os leilões de rodovias e ferrovias até o mês de dezembro. “Temos hoje a maior carteira de projetos de infraestrutura de transportes do mundo e já realizamos o maior ciclo de leilões da história do país. A ANTT é parceira no resultado desses três anos e meio de governo e peça fundamental para batermos a nossa meta”, afirma. Expansão da carteira de concessões Desde 2023, o Ministério dos Transportes já realizou 24 leilões rodoviários, consolidando a maior carteira de concessões da história do setor. Os projetos contratados somam 11.815 quilômetros de rodovias e ampliam a capacidade logística em diferentes regiões do país. Com mais 11 certames previstos até o fim de 2026, o Governo do Brasil deverá alcançar a marca de 35 leilões, com potencial de aproximadamente R$ 396 bilhões em investimentos destinados à ampliação da infraestrutura e ao fortalecimento da logística nacional. Para 2026, estão previstos oito leilões ferroviários, que podem movimentar mais de R$ 600 bilhões em investimentos. Juntos, os projetos abrangem cerca de 9 mil quilômetros de trilhos. Assessoria Especial de ComunicaçãoMinistério dos Transportes Fonte: Ministério dos Transportes

Investimentos tornam rodovias federais mais seguras e elevam qualidade das estradas a nível recorde

Quem trafega pelas rodovias federais brasileiras encontra hoje estradas em condições muito melhores do que se via poucos anos atrás. O avanço é resultado direto do aumento dos investimentos realizados pelo Ministério dos Transportes na recuperação e conservação da infraestrutura rodoviária. Entre 2023 e 2025, a média anual de recursos destinados à manutenção das estradas federais alcançou R$9,9 bilhões, mais que o dobro da média registrada entre 2019 e 2022, que foi de R$4 bilhões. Aporte que levou o Índice de Condição da Manutenção (ICM), do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), ao melhor resultado da série histórica: hoje 75% das rodovias federais são classificadas como boas, ante 52% em 2022. Os avanços também podem ser observados no Painel CNT de Rodovias Perdoam 2025, da Confederação Nacional dos Transportes. De acordo com o estudo, 62,6% da malha rodoviária apresenta índice médio ou alto de capacidade de mitigação dos impactos dos sinistros, percentual superior ao registrado em 2024. Manutenção e segurança A relação entre infraestrutura e segurança viária é tema de estudo elaborado pela Subsecretaria de Fomento e Planejamento do Ministério dos Transportes. A pesquisa “Manutenção das Rodovias e Segurança Viária: Dados e Evidências” aponta que a melhoria da qualidade das pistas reduz a frequência de sinistros e diminui o número de pessoas envolvidas em acidentes. O estudo mostra que os investimentos realizados nos últimos anos permitiram uma melhora consistente das condições do asfalto nas rodovias federais. Entre 2022 e 2025, o indicador utilizado para medir defeitos e irregularidades no pavimento apresentou redução contínua, refletindo o avanço das ações de manutenção executadas pelo Governo do Brasil. De acordo com a subsecretária de Fomento e Planejamento do Ministério dos Transportes, Gabriela Avelino, “investir na conservação da infraestrutura significa reduzir riscos, evitar prejuízos sociais e oferecer mais proteção para quem utiliza diariamente as estradas brasileiras”. Para o secretário Nacional de Trânsito, Adrualdo Catão, a qualidade da infraestrutura é um dos elementos fundamentais para reduzir a violência no trânsito. “A segurança viária depende do comportamento dos condutores, da fiscalização e da educação para o trânsito, mas também passa pela infraestrutura. Rodovias bem conservadas, com pavimento de qualidade e sinalização adequada, oferecem condições mais seguras para a circulação de pessoas e mercadorias”, destaca. Recorde de investimentos O fortalecimento da infraestrutura rodoviária também vem sendo impulsionado pelos investimentos privados atraídos pelos leilões promovidos pelo Ministério dos Transportes. Desde 2023, já foram realizados 24 leilões rodoviários, consolidando a maior carteira de concessões da história recente do setor. Os contratos abrangem 11.815 quilômetros de rodovias e garantem mais de R$ 268,79 bilhões em investimentos ao longo das próximas décadas. Os recursos estão sendo destinados à ampliação da capacidade das estradas, recuperação de pavimentos, implantação de novas faixas, construção de dispositivos de segurança, modernização operacional e melhoria dos serviços prestados aos usuários. Somados aos investimentos públicos em manutenção, esses projetos ampliam a capacidade da infraestrutura brasileira de oferecer viagens mais seguras, eficientes e confortáveis, fortalecendo a logística nacional e contribuindo para a redução dos riscos nas rodovias federais. Assessoria Especial de ComunicaçãoMinistério dos Transportes Fonte: Ministério dos Transportes