Universidade Interamericana de Pedro Juan Caballero no Sul-Americano de Clubes de Handebol 2026

A Delegação da Universidad Interamericana, sediada em Pedro Juan Caballero, recebeu o convite oficial para representar o Paraguai no Torneio Sudamericano de Clubes Balonmano 2026. A competição será realizada entre os dias 22 e 27 de julho, no Ginásio Poliesportivo Pelezão, localizado no município de Três Corações, estado de Minas Gerais, Brasil. A delegação segue nesta terça-feira, 21, saindo do Centro Tecnológico em ônibus cedido pela Interamericana. A equipe recebe todo apoio logístico e de estrutura para a viagem do CEO da Universidade Interamericana, Carlos Bernardo. O convite foi emitido pela Embaixada do Brasil Handebol, sob chancela da Fundação Sudamericana Internacional de Balonmano, assinado pelo Embaixador Sudamericano Brasil, Kadú Ferrarini. A nota oficial convida expressamente o CEO Carlos Bernardo e suas equipes de handebol — nas categorias adulto masculino e feminino — para a disputa do certame, com o objetivo de fortalecer a integração esportiva e os laços de amizade entre as nações participantes. Sob o lema “Tradição, paixão e união em cada lançamento”, a edição brasileira do torneio reunirá delegações de seis países sul-americanos: Brasil (País-sede), Paraguai, Argentina, Chile, Equador e Peru. Para viabilizar e apoiar a presença da delegação paraguaia, a organização concedeu uma série de benefícios incentivando a presença da equipe da Universidade Interamericana na competição. O evento faz parte da programação Sulamericana de Clubes Balonmano (handebol) 2026 (Edição Brasil)

PF prende dois homens com 375 kg de composto à base de cianeto

Boa Vista/RR. A Polícia Federal prendeu em flagrante, nessa terça-feira (21/7), dois homens que transportavam e armazenavam insumos químicos destinados ao garimpo ilegal em Roraima. A ação foi realizada após trabalho de inteligência identificar a movimentação irregular dos materiais, que teriam como destino áreas de exploração mineral ilegal na Terra Indígena Raposa Serra do Sol. Durante a abordagem, os policiais localizaram, aproximadamente, 375 kg de composto químico com características compatíveis com cianeto e 1.250 kg de carvão ativado, materiais utilizados no processo de beneficiamento de ouro. Parte da carga já havia sido descarregada em uma residência em Boa Vista. As investigações apontam que os insumos seriam destinados ao abastecimento da cadeia logística da atividade ilegal no estado. Comunicação Social da Polícia Federal em RoraimaWhatsApp: (95) 98407-9833E-mail: cs.srrr@pf.gov.br   Fonte: Polícia Federal

Prefeito destaca força do agronegócio e reforça apoio à 49ª EXPORÃ

O prefeito Eduardo Campos destacou que a 49ª Exposição Agropecuária de Ponta Porã (EXPORÃ) – que será realizada de 12 e 16 de agosto, no Parque de Exposições Alcindo Pereira – simboliza a força do agronegócio local e regional e integra a história dos grandes eventos da fronteira. Na semana passada, ele recebeu em seu gabinete o presidente do Sindicato Rural de Ponta Porã, Guilherme Cabral de Jesus, e a vice-presidente da entidade, Malena May Strieder, quando reafirmou o apoio da Prefeitura à realização da feira. Durante o encontro, que contou com a participação da secretária municipal de Desenvolvimento Integrado, Raquel Lageano Quintino, o prefeito garantiu o suporte do município na preparação do Parque de Exposições Alcindo Pereira, local que sediará a programação da EXPORÃ. Os shows da feira serão realizados com recursos provenientes de emenda parlamentar da senadora Soraya Tronicke, destinada especificamente para essa finalidade, além de investimentos do Governo de Mato Grosso do Sul, por meio da Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura (SETESC) e da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul. Entre as ações confirmadas pela Prefeitura estão a poda de árvores, pintura de meios-fios, limpeza e recolhimento de resíduos durante o evento, além da disponibilização de uma ambulância para atendimento durante as competições de rodeio. A Prefeitura de Ponta Porã também marcará presença na 49ª EXPORÃ com a participação de diversas secretarias municipais. A estrutura contará com um espaço dedicado ao Parque Tecnológico Internacional (PTIn) e seus parceiros, área reservada para os artesãos, que representam um importante segmento da economia criativa do município, além da Tenda Lilás, voltada às ações de conscientização e enfrentamento à violência contra a mulher, e estandes com campanhas e serviços de promoção da saúde à população. “A EXPORÃ é um dos grandes eventos da nossa fronteira, representa a pujança do campo e, dentro das nossas condições, vamos contribuir para que a população possa participar com conforto e segurança”, afirmou o prefeito Eduardo Campos. Considerada uma das principais feiras agropecuárias da região de fronteira, a Exporã reúne produtores rurais, expositores, empresários e visitantes, movimentando a economia local e valorizando o potencial do agronegócio, além de oferecer atrações culturais, técnicas e de entretenimento com entrada gratuita ao público. A EXPORÃ 2026 é uma realização do Sindicato Rural de Ponta Porã, com a organização da OPA Organização e Eventos, com o apoio do Governo de Mato Grosso do Sul, por meio da SETESC e da Fundação de Cultura, além da Prefeitura de Ponta Porã, da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/MS).

PM de Nova Itamarati apreende quatro veículos carregados com mercadorias irregulares

Na madrugada desta quarta-feira (22), a Polícia Militar de Nova Itamarati interceptou um comboio de veículos que transportavam mercadorias de origem estrangeira sem a documentação fiscal exigida. A ação foi realizada na área urbana do distrito, durante a Operação Young Warrior, no trecho entre Ponta Porã e Campo Grande. Os policiais avistaram os automóveis trafegando em alta velocidade e, diante da fundada suspeita, realizaram a abordagem dos quatro veículos. Durante a fiscalização, foi constatado que todos transportavam produtos oriundos do Paraguai introduzidos no país sem a regular comprovação de importação. O primeiro veículo, um Fiat Uno, transportava três volumes de perfumaria, três volumes de óculos e um equipamento de internet via satélite Starlink em funcionamento. O segundo veículo, um Fiat Fiorino, levava 49 garrafas térmicas, 11 bules, um volume contendo patins e 24 bombas para tereré. No terceiro veículo, um Hyundai HB20, os policiais encontraram dois volumes de perfumaria, 12 bolinhas revestidas com capa de pelúcia, três aparelhos celulares da marca POCO, sete aparelhos Redmi Note 15 e um equipamento Starlink em funcionamento. Já no quarto veículo, outro Fiat Uno, foram apreendidos duas caixas de perfumes, um volume de óculos, um tablet Redmi, uma sacola contendo sete perfumes, três aparelhos celulares da marca POCO e oito aparelhos celulares Redmi 15. De acordo com os ocupantes dos veículos, toda a carga tinha como destino a cidade de Campo Grande, onde seria entregue mediante pagamento pelo frete. Após a contabilização das mercadorias, a equipe da Polícia Militar de Nova Itamarati entrou em contato com a Polícia Federal, que orientou o encaminhamento dos quatro veículos e de toda a carga apreendida à Receita Federal. As quatro ocorrências foram registradas como contrabando/descaminho, e os veículos, juntamente com todas as mercadorias apreendidas, permanecerão à disposição da Receita Federal para a adoção das medidas administrativas e legais cabíveis. Assessoria de Comunicação Social do 4° BPM/CPA 4

HUMAP-UFMS promove evento em alusão ao Julho Verde sobre prevenção e diagnóstico precoce do Câncer de Cabeça e Pescoço

O Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian (HUMAP-UFMS), vinculado à Rede Ebserh e ao Ministério da Educação, realiza no próximo dia 23 de julho de 2026 um evento especial voltado à conscientização, prevenção e ao cuidado integral do Câncer de Cabeça e Pescoço, campanha alusiva ao Julho Verde. A iniciativa é aberta a pacientes, colaboradores, preceptores, residentes, acadêmicos e à comunidade em geral. O encontro tem como foco central disseminar informações de que “o que começa na boca pode afetar todo o seu corpo”, reforçando que a prevenção é o melhor caminho e que diagnosticar cedo é salvar vidas.  Informações do Evento Data: 23 de julho de 2026 (quinta-feira) Horário: Às 13h Local: Ambulatório Geral (Recepção da Ginecologia) – HUMAP-UFMS  Programação Científica e de Conscientização O evento contará com palestras e painéis conduzidos por profissionais especialistas de diversas áreas da saúde: Prevenção do Câncer de Cabeça e Pescoço Dr. Fábio Posse (Cirurgião-dentista especialista em Estomatologia) Tratamento do Câncer de Cabeça e Pescoço Dr. Daniel Nakamura (Médico especialista em Cirurgia de Cabeça e Pescoço) Reabilitação dos Pacientes Vanessa Ponsano (Fonoaudióloga) Fluxo de Navegação do Paciente Oncológico no SUS Enfermeira Mayara Mota (Apresentação do fluxo de navegação do paciente no Sistema Único de Saúde) Relato de Caso: A Experiência do Paciente Dra. Janayna Paiva (Compartilhamento de perspectiva humanizada sobre a vivência do paciente oncológico)  Juntos, podemos transformar informação em cuidado e vida A ação busca integrar aprendizado e conscientização, mostrando que a informação, a prevenção e o suporte multidisciplinar salvam vidas. O evento faz parte das ações institucionais do HUMAP-UFMS e da Rede Ebserh em prol da saúde pública e do bem-estar da comunidade sul-mato-grossense. Rede HU Brasil   O Humap-UFMS integra a Rede HU Brasil desde 2013. Criada por meio da Lei nº 12.550/2011 e vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a estatal nasceu tendo como nome oficial Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). É responsável pela administração de 47 hospitais universitários federais em 25 unidades da federação. 

PF combate o tráfico de drogas em Alagoas com apoio da FICCO/SE

Maceió/AL. A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (22/7), a 4ª fase da Operação Metamorfo, com o objetivo de reprimir organização criminosa estruturada para traficar drogas e realizar a lavagem de dinheiro do tráfico. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Sergipe (FICCO/SE) prestou apoio tático à operação.  As investigações tiveram início em Alagoas, no ano de 2024, quando os policiais descobriram que um criminoso estaria fazendo uso de falsa identidade. A PF constatou, então, que ele havia sido preso na Paraíba justamente por uso de documento falso e corrupção por tentativa de suborno aos agentes de segurança daquele estado. Mesmo preso, o criminoso continuava operando o esquema de tráfico e movimentava valores em contas bancárias abertas com a identidade falsa. A primeira fase da Operação Metamorfo foi deflagrada em de abril de 2025, quando os policiais federais deram cumprimento a mandados de prisão temporária e de busca e apreensão nos Estados de Alagoas, Sergipe, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e São Paulo, com o objetivo de angariar evidências do esquema de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, bem como descobrir integrantes da organização. As demais fases foram cumpridas em dezembro de 2025 e abril de 2026. Na fase atual, a Polícia Federal, com o apoio de policiais da CORE/Polícia Civil, do BOPE/PM do GOPE/GTOP da Polícia Penal do Estado de Sergipe, prendeu e realizou buscas e apreensões com o objetivo de desarticular a ramificação da organização criminosa em Sergipe. As forças policiais cumpriram, em fases anteriores, 16 mandados de prisão e 17 mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça de Alagoas. Na fase atual, são cumpridos 15 mandados de busca e apreensão, a maioria na região metropolitana de Aracaju. Outras diligências são cumpridas em Tobias Barreto/SE, Guarulhos/SP e Blumenau/SC. Assessoria de Comunicação da Polícia Federal em AlagoasContato: (82) 3216-6723/6823E-mail: imprensa.al@pf.gov.br   Fonte: Polícia Federal

Acusado pelos EUA, Brasil é referência no combate ao trabalho forçado

Governo e especialistas classificam ameaça de taxa como protecionismo. Nesta quarta-feira (22), parte dos produtos brasileiros vendidos aos Estados Unidos passa a ser taxada em 25%, resultado de uma decisão unilateral do governo americano, que alega supostas práticas desleais do Brasil no comércio internacional.  Além disso, o governo brasileiro trabalha com a expectativa de uma nova sobretaxa de 12,5%, com a justificativa de que o Brasil, na visão norte-americana, não impede a importação de produtos vindos de países que adotam o trabalho forçado. No entanto, especialistas ouvidos pela Agência Brasil discordam da avaliação americana e vão além: o Brasil é referência no combate ao trabalho forçado e formas análogas à escravidão. Nova rodada de taxas A taxa de 25% anunciada no último dia 15 é justificada pelo governo de Washington que alega que o país falha em combater o desmatamento, a corrupção e utiliza o Pix para prejudicar empresas americanas, entre outras práticas. O governo brasileiro rejeita as acusações e se dispôs a lançar mão da Lei de Reciprocidade, como forma de resposta à taxação, classificada como “injusta”. Enquanto a cobrança não começa, o governo dá como certa nova tarifa de 12,5%. Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo na última sexta-feira (17), o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Fernando Elias Rosa, declarou que a nova punição deve ser publicada na sexta-feira (24). “Vamos saber se ela será cumulativa ou não. O Brasil corre risco de ter uma alíquota de 37,5%”, disse ao jornal. Alegação norte-americana A provável nova taxação é fundamentada em um relatório do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) que investiga 59 países e a União Europeia. O escritório norte-americano aponta que essas economias “falham em impor uma proibição de importação de bens produzidos com trabalho forçado”. Sobre o Brasil, o documento rejeita a argumentação de que acordos internacionais coíbem a importação desses produtos. “Embora o Brasil afirme proibir importações produzidas com trabalho forçado por meio de compromissos assumidos em acordos de investimento e de livre comércio, essas disposições não proíbem juridicamente a importação para o mercado interno de bens produzidos, total ou parcialmente, com trabalho forçado em outro país”, diz o texto do USTR de 2 de junho. Brasil rebate Durante a investigação, o Brasil forneceu à Casa Branca informações técnicas sobre o arcabouço legal nacional para coibir importações de bens produzidos por trabalho forçado. Em 3 de junho, o governo brasileiro manifestou, por meio de nota, “profunda discordância” da conclusão preliminar americana e classificou a medida como “protecionista”, ou seja, uma defesa da economia dos Estados Unidos contra a concorrência internacional. “É lamentável que tema tão relevante como o da proteção de condições dignas para milhões de trabalhadores e trabalhadoras seja desvirtuado para servir de justificativa a medidas  protecionistas unilaterais”, diz o governo brasileiro. O Brasil acrescentou que a Organização Internacional do Trabalho (OIT), agência especializada das Nações Unidas, reconhece há décadas o país como “referência internacional no combate ao trabalho forçado, graças à combinação de fiscalização, responsabilização, cooperação institucional e compromisso político”. O Decreto 12.857, de fevereiro de 2026, formaliza a adesão do Brasil à Convenção nº 29 da OIT sobre o trabalho forçado. De todos os 187 países que fazem parte da organização, apenas seis constam como não signatários da convenção, entre eles os Estados Unidos.  O Brasil sustenta ainda que as autoridades aduaneiras, que atuam na entrada e saída de mercadorias do país, detêm competência legal para negar a entrada e confiscar qualquer mercadoria estrangeira que seja contrária à moral pública, aos bons costumes, à saúde pública ou à ordem pública. “Qualquer bem produzido no todo ou em parte por trabalho forçado enquadra-se nessa definição”, reforça o comunicado. Reconhecimento internacional Inspeção do trabalho resgata 942 pessoas escravizadas e garante direitos e reparação. Foto: Subsecretaria de Inspeção do Trabalho/ Divulgação O professor de direito internacional Thiago Romero, do Ibmec-SP, faz questão de separar dois fatores “que a narrativa norte-americana funde”. “Existe uma diferença jurídica entre combater o trabalho forçado que ocorre dentro do próprio território e barrar, na alfândega, produtos importados que foram fabricados com trabalho forçado em outro país”, explica. Ele reforça que o Brasil é reconhecido internacionalmente pelo combate do trabalho forçado dentro do país. “É o entendimento da própria OIT, que há décadas trata o modelo brasileiro de combate ao trabalho análogo ao de escravo como uma das melhores práticas do mundo”, diz. Thiago Romero, professor de direito internacional do Ibmec-SP. O professor acrescenta que o país tem uma “arquitetura jurídica bastante sólida para mostrar”. Ele cita o artigo 149 do Código Penal, que criminaliza a redução à condição análoga à escravidão, com uma definição ampla que inclui jornada exaustiva e condições degradantes. “Mais avançada, inclusive, do que a de muitos países desenvolvidos”, qualifica. Ele acrescenta que existem, desde 1995, os Grupos Móveis de Fiscalização do Ministério do Trabalho. De acordo com o Observatório da Erradicação do Trabalho Escravo e do Tráfico de Pessoas, quase 66 mil pessoas foram resgatadas de condição análoga à de escravo. O professor lembra também da chamada “lista suja”, cadastro de empregadores brasileiros flagrados em uso do trabalho forçado. “Um instrumento de transparência que o próprio setor privado usa para cortar relações comerciais e crédito com infratores, mecanismo que a OIT recomenda como modelo”, enfatiza. A versão atual da lista suja divulgada pelo Ministério do Trabalho e Emprego em abril apresenta 568 empresas listadas. Alguns empregadores aparecem mais de uma vez por terem sido responsabilizados em diferentes ações fiscais ou estabelecimentos. Como há atualizações recorrentes, nomes podem ser retirados da relação.  “O Brasil fiscaliza até mesmo o trabalho forçado embarcado em cadeias estrangeiras que operam em solo brasileiro”, aponta Romero.  Outra ferramenta lembrada pelo especialista do Ibmec é o Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo, que reúne grandes empresas e a sociedade civil. USTR Porto do Rio de Janeiro – Tânia Rêgo/Agência Brasil  O professor explica que o USTR se apega a uma lacuna técnica para enquadrar o Brasil. “A crítica americana tem um fundo ‘técnico’ verdadeiro. Quando os Estados Unidos dizem que há muito trabalho escravo no Brasil, eles estão dizendo que o

Virginia Fonseca celebra inauguração de academia e realiza novo sonho em Goiânia

A influenciadora Virginia Fonseca celebrou nesta terça-feira (21), a inauguração de sua academia, a WeGym, em Goiânia. Nas redes sociais, ela compartilhou registros do evento e comemorou a conquista, que definiu como a realização de mais um sonho. Em uma publicação, Virginia agradeceu a presença de amigos, familiares e convidados que prestigiaram a inauguração. “Mais um sonho que se tornou realidade!! Nossa @wegym_br. Obrigada a todos que foram nos prestigiar nesse dia tão especial e espero todos vocês de Goiânia para treinar lá com a gente”, escreveu. A empresária também fez questão de agradecer a Deus pela nova fase. “Toda honra e glória a Deus. 2026 é nosso”, completou, demonstrando entusiasmo com o novo empreendimento. Confira cliques abaixo: Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Virginia (@virginia) Fonte: TOP FAMOSOS

Tarifaço vigora a partir de hoje e põe o agro no centro de disputa que vai além do comércio

A tarifa adicional de 25% dos Estados Unidos sobre parte dos produtos brasileiros entra em vigor nesta quarta-feira (22.07) colocando cadeias do agronegócio no centro de uma disputa que começou longe das lavouras. Mais do que corrigir supostos desequilíbrios comerciais, a medida é utilizada pelo presidente norte-americano, Donald Trump, como instrumento de pressão política sobre o Brasil, tendo como pano de fundo temas como regulação das plataformas digitais, sistemas de pagamento (o nosso Pix), propriedade intelectual e acesso ao mercado de etanol. A sobretaxa será cobrada dos importadores norte-americanos e se soma às tarifas que já incidiam sobre cada mercadoria. Na prática, o custo adicional pode reduzir a competitividade dos produtos brasileiros, provocar o cancelamento de encomendas e pressionar empresas exportadoras a renegociar preços. A investigação que deu origem à medida foi aberta pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos, o USTR, com base na Seção 301 da legislação comercial norte-americana. O governo dos Estados Unidos acusa o Brasil de adotar práticas que restringiriam o comércio, especialmente no ambiente digital. O próprio documento que oficializou a tarifa, porém, deixa claro que a legislação permite atingir setores que não tenham relação direta com as práticas questionadas. A justificativa é que uma tarifa abrangente amplia o poder de negociação dos Estados Unidos e cria pressão para que o país investigado modifique suas políticas. É nesse ponto que o agronegócio passa a funcionar como instrumento de barganha. Enquanto parte da investigação trata de plataformas digitais e meios de pagamento, segmentos como máquinas agrícolas, papel, açúcar e outros produtos agroindustriais ficaram sujeitos à cobrança. Pedidos para retirar esses setores da medida foram rejeitados, embora não haja relação direta entre a produção dessas mercadorias e as regras brasileiras para empresas de tecnologia. O etanol é a exceção mais evidente, porque aparece diretamente no contencioso comercial. Produtores norte-americanos alegam enfrentar dificuldades de acesso ao mercado brasileiro e pressionam pela redução das tarifas aplicadas pelo Brasil ao biocombustível importado. A sobretaxa sobre o produto brasileiro, portanto, também atende a interesses da indústria de etanol dos Estados Unidos. O desenho das exceções mostra que Washington procurou preservar mercadorias consideradas necessárias à própria economia. Produtos que poderiam causar desabastecimento, pressionar a inflação ou que não são produzidos em quantidade suficiente pelos Estados Unidos foram poupados. Já cadeias nas quais há concorrência com produtores norte-americanos ou capacidade de exercer pressão sobre Brasília permaneceram expostas. Para pesquisadores das áreas de comércio e regulação digital, as críticas às regras brasileiras para plataformas também revelam uma disputa por soberania regulatória. O governo norte-americano sustenta que decisões judiciais e novas obrigações impostas às empresas de tecnologia ameaçam a liberdade de expressão. Especialistas brasileiros contestam essa interpretação e afirmam que o país está estabelecendo responsabilidades semelhantes às já adotadas em outros mercados, especialmente na União Europeia. Nessa leitura, os Estados Unidos procuram proteger empresas de tecnologia sediadas no país contra controles nacionais sobre conteúdo, concorrência, uso de dados e funcionamento dos algoritmos. O Brasil também seria estratégico por seu tamanho e pela influência que suas decisões regulatórias podem exercer sobre outros países da América Latina. Trata-se, contudo, de uma interpretação sobre os interesses envolvidos, e não da justificativa formal apresentada pelo USTR. Leia Também: Distribuidores de insumos agropecuários divulgam nota pedindo isonomia na reforma tributária Para o agro, a consequência mais imediata não é apenas a cobrança na alfândega. A redução das compras norte-americanas pode alcançar indústrias, usinas, fabricantes de máquinas e fornecedores de matérias-primas. Dependendo da duração da medida, o efeito poderá chegar ao produtor por meio de menor demanda, pressão sobre preços e adiamento de investimentos. O governo brasileiro contesta as justificativas apresentadas pelos Estados Unidos e considera que temas internos, como decisões judiciais e regulação de empresas, não devem ser utilizados para impor sanções comerciais. As negociações continuam, mas Washington sinalizou que pretende manter a cobrança enquanto não houver mudanças nas políticas questionadas. A entrada em vigor da tarifa, portanto, é apenas o começo do impasse. O que está em discussão não é somente quanto os Estados Unidos comprarão do Brasil, mas até que ponto o acesso ao maior mercado consumidor do mundo será usado para influenciar decisões regulatórias brasileiras. Nesse confronto, o agronegócio tornou-se um dos principais pontos de pressão — mesmo quando pouco tem a ver com a origem da disputa. Fonte: Pensar Agro

Eleições 2026: Em largada de convenções, PSDB homologa chapas para Câmara e Assembleia

Agir definiu candidatos ao governo e Senado, enquanto Missão terá apenas disputa para deputado federal. O PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira) homologou as chapas de candidatos a deputado federal e deputado estadual na tarde desta terça-feira (21). A reunião ocorreu na sede da legenda, em Campo Grande, apenas para filiados. A convenção geral será no dia 1º de agosto, com os demais partidos da coligação que apoia a reeleição de Eduardo Riedel (PP) ao governo do Estado. Na disputa por vagas na Câmara Federal, o partido confirmou as candidaturas da então vice-prefeita de Corumbá, Bia Cavassa; Puka Valdez, vereador em Ponta Porã; Juari Lopes, vereador em Campo Grande; Natal Gonzaga, de Sidrolândia; Ricardinho Favaro, de Itaquiraí; Capitão Roledo; Cirlene, de Três Lagoas; Victor Rocha e Viviane Luiza. Já para deputado estadual, o PSDB homologou as candidaturas de Adônis Marques, Albi de Urrutia, Andrea Fim, Angelo Guerreiro, Biro Biro, Dheine Martins, Edson Nogueira, Flávio Dias, Flavio Cabo Almi, Izaias Rocha, Janet Córdoba, Eduardo Rocha, Zé da Farmácia, Zé Wilson, Julia News, Laura da Fiel Amigo Lia Nogueira, Nelson Lords, Paulo Duarte, Coletivo de Servidores (Poliana), Dr. Rotterdam, Silvio Pitu, Wagner Pereira. Entre os nomes está também o presidente estadual da sigla, Pedro Caravina, que buscará a reeleição para a Assembleia Legislativa. Também nesta terça-feira, o partido Missão realizou sua convenção estadual. A legenda, liderada nacionalmente pelo pré-candidato à Presidência da República Renan Santos, decidiu lançar apenas candidatos a deputado federal em Mato Grosso do Sul. A chapa foi homologada com seis nomes: as estudantes Kellyanne Correa e Mavi Cunha, o engenheiro Germano Caires, o advogado Rodrigo Correa, o contabilista Mateus Quadros e o técnico em informática Lucas Vendite. O Agir também promoveu convenção nesta terça-feira, em Campo Grande, para homologar candidaturas ao Governo do Estado, Senado e Câmara dos Deputados. A legenda confirmou o jornalista e empresário douradense Jeferson Bezerra como candidato ao governo, tendo como vice o professor e pastor Valdenir Duarte. Para o Senado, foi oficializada a candidatura do jornalista Daniel Rodrigues Junior. Os suplentes serão Alessandro Garcia e Luciene da Silva. O partido também definiu sua chapa de candidatos a deputado federal, composta por Claudinei Farias Leandro, Carol Ajala, Professora Aguilera Guarani, Edna Paixão, Milena Fernandes e Jurandir Machado. Fonte: Campograndenews