Prorrogado prazo para submissão em edital de projetos de extensão
Foi prorrogado, até 18 de setembro, o prazo para submissão de proposta referente ao Edital nº 5/2026, que trata da seleção de projetos de extensão voltados ao acesso, à permanência e ao êxito de estudantes nas instituições que compõem a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. Podem participar da chamada pública os institutos federais, o Colégio Pedro II, os Centros Federais de Educação Tecnológica e as escolas técnicas vinculadas às universidades federais. O investimento do Ministério da Educação (MEC) para apoiar os projetos é de R$ 30 milhões e as inscrições devem ser feitas pelas instituições por meio de formulário eletrônico disponível no portal. Conforme o edital, a avaliação das propostas será realizada por comissão composta por especialistas em Acesso, Permanência e Êxito (APE). Os projetos de extensão submetidos devem estar envolvidos com a inclusão social, a arte, a cultura, o esporte, a diversidade, a sustentabilidade, a ciência, a tecnologia, o cooperativismo e o desenvolvimento local. Além destes critérios, os projetos inscritos devem estimular a participação dos estudantes, a interação entre instituições e comunidades e o desenvolvimento de atividades de produção e disseminação de conhecimento na Rede Federal. Fatores como impacto social, protagonismo estudantil, viabilidade técnica e operacional, diversidade, inclusão e alcance social, articulação com núcleos de inclusão e diversidade, além de produtos e potencial de disseminação também serão considerados na análise dos projetos. Confira os novos prazos do edital: Inscrições: até 18 de setembro Resultado final: até 30 de outubro Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Setec f Fonte: Ministério da Educação
Prazo para declaração do Censo Escolar encerra em 31 de julho
O prazo para a declaração do Censo Escolar da Educação Básica encerra no dia 31 de julho. O Ministério da Educação (MEC) orienta os gestores a observarem o prazo e preencherem as informações referentes aos estudantes da educação especial, seguindo as orientações do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), disponíveis na página do Instituto. As estatísticas resultantes são utilizadas para o planejamento das políticas públicas e para o cálculo dos repasses destinados à oferta do Atendimento Educacional Especializado (AEE), inclusive. O preenchimento das informações é realizado no Educacenso, sistema eletrônico de coleta de dados da pesquisa. Mais informações sobre a pesquisa estão disponíveis no portal do Inep. Gestores e profissionais da educação podem acessar o Guia para Identificação e Declaração do Público da Educação Especial no Censo Escolar: orientações para as redes de ensino sobre procedimentos educacionais de identificação e registro de estudantes público da educação especial, disponibilizado pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), com orientações complementares sobre os procedimentos de identificação educacional e registro dos estudantes da educação especial na pesquisa. Outros documentos são o Decreto nº 12.686/2025 e a Portaria do MEC nº 421/2026, que estabelecem diretrizes para a identificação dos estudantes da educação inclusiva no Brasil, que se consolida com a Política Nacional de Educação Especial Inclusiva (Pneei), e na Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva (Reneei). Elas estabelecem que o laudo médico não é determinante para a identificação dos estudantes com necessidade especial, mas sim o laudo pedagógico. O Censo Escolar já não adota o laudo médico como único documento de referência para a informação da deficiência, do transtorno do espectro autista (TEA) e das altas habilidades ou superdotação, ao Censo Escolar desde 2014. O que assegura o empenho efetivo dos recursos e previne a subnotificação dos alunos que necessitam de atenção especial. O guia complementa as normativas vigentes do MEC e do Inep, sendo destinado a gestores, equipes pedagógicas, professores da sala comum e do Atendimento Educacional Especializado (AEE), bem como de técnicos educacionais, para apoiarem no preenchimento das informações que serão encaminhadas ao Censo Escolar. A identificação dos estudantes da educação especial é utilizada para subsidiar a organização das respostas educacionais necessárias à permanência, participação e aprendizagem dos estudantes, além de contribuir para a distribuição de recursos às redes de ensino do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Com essas informações, as escolas e redes de ensino podem planejar a oferta de recursos de acessibilidade, serviços, apoios e estratégias pedagógicas compatíveis com a necessidade de superação das barreiras identificadas no contexto educacional. Sobre o Censo – O Censo Escolar da Educação Básica é a principal pesquisa estatística da educação básica brasileira e subsidia o planejamento, o monitoramento e a avaliação das políticas públicas educacionais. Preencha o Censo Escolar da Educação Básica. Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi e do Inep Fonte: Ministério da Educação
Scheila Carvalho exibe corpo definido em dia de descanso a bordo de embarcação

Scheila Carvalho, de 52 anos, aproveitou um dia de descanso e compartilhou um registro nas redes sociais mostrando como curtiu a folga. Nos Stories do Instagram, a influenciadora apareceu a bordo de uma embarcação, com uma cerveja na mão e o mar ao fundo, usando um biquíni fio-dental que destacou seu físico definido. “Tarde boa”, escreveu a eterna Morena do Tchan na publicação. Conhecida por compartilhar sua rotina fitness, Scheila se apresenta nas redes como influenciadora de lifestyle 50+. Recentemente, ela também publicou imagens de um treino, exibindo os braços musculosos, o abdômen definido e as pernas torneadas. Confira cliques abaixo: < Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por TONY SALLES (@tonysallescantor) /div> Fonte: TOP FAMOSOS
PF prende quatro pessoas e apreende 1,5 tonelada de cocaína
Cuiabá/MT. A Polícia Federal, em ação conjunta com o Gefron/MT, deflagrou, nesta quinta-feira (23/7), mais uma operação de combate ao tráfico de drogas nos municípios de São Félix do Xingu/PA e Tucumã/PA. A ação resultou na apreensão de mais de 1,5 tonelada de cocaína e na prisão de quatro pessoas. A cocaína foi localizada no teto de um caminhão baú. No momento da abordagem, o caminhão se deslocava de São Félix do Xingu/PA para o município de Tucumã/PA; contudo, a ação rápida e coordenada das forças de segurança interceptou o veículo e interrompeu mais uma tentativa de transporte de grande quantidade de entorpecentes. A droga, os suspeitos e os veículos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Federal em Redenção/PA para a adoção dos procedimentos de polícia judiciária. Os investigados, o entorpecente e demais veículos permanecerão à disposição do Poder Judiciário. Comunicação Social da Polícia Federal em Mato GrossoE-mail: cs.srmt@pf.gov.brContato: (65) 99218-6164 Fonte: Polícia Federal
Cachaça de alambique do Circuito das Águas Paulista recebe Indicação Geográfica
O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) concedeu, nesta terça-feira (21), o registro de Indicação Geográfica (IG), na modalidade Indicação de Procedência, para a cachaça de alambique do Circuito das Águas Paulista. O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), por meio da Superintendência Federal de Agricultura em São Paulo (SFA-SP), prestou orientações técnicas aos produtores sobre os procedimentos relacionados ao reconhecimento da Indicação Geográfica e sobre a legislação aplicável à produção, ao registro, à inspeção e à fiscalização de bebidas. A Indicação de Procedência abrange os municípios de Águas de Lindoia, Amparo, Holambra, Jaguariúna, Lindoia, Monte Alegre do Sul, Pedreira, Serra Negra e Socorro. Na região, a produção de cachaça de alambique está associada ao turismo rural e é realizada, em sua maioria, em pequena escala e por produtores de tradição familiar, característica que a distingue da produção industrial. Os primeiros registros documentados da produção local datam de 1929, quando Giuseppe Benedetti produziu a primeira cachaça registrada na região. Segundo a publicação do Inpi, “essa herança passou de geração em geração, consolidando a área como uma região produtora por excelência”. Atualmente, o Circuito das Águas Paulista reúne mais de 350 alambiques e produtores de cachaça. Além das práticas tradicionais de produção, a bebida apresenta características relacionadas às condições naturais da região, como solo, clima e disponibilidade de água. Em recente Concurso Paulista de Cachaça de Alambique, duas das três cachaças mais bem classificadas do Estado foram produzidas na região. Em maio deste ano, o Circuito das Águas Paulista também obteve o reconhecimento de Indicação Geográfica para o café. Com esse registro, o Estado de São Paulo passa a contar com 16 indicações geográficas reconhecidas, das quais 11 estão relacionadas a produtos do agronegócio. Informações à imprensaimprensa@agro.gov.br Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária
Em Bonito, tráfego de ponte da MS-345 sobre o Rio Miranda será interditado
A Seilog (Secretaria de Infraestrutura e Logística) fará, no próximo dia 28 de julho (terça-feira), a interrupção total do tráfego da ponte sobre o Rio Miranda, na MS-345, no período das 6h às 18h. A ponte fica na divisa dos municípios de Anastácio e Bonito e vem passando por obras de recuperação estrutural, gerenciadas pela Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul). Os serviços incluem reforço estrutural, recondicionamento de pontos estratégicos e adequações técnicas para restabelecer a estabilidade da ponte. O bloqueio é necessário para a segurança dos trabalhadores e usuários. Após a interdição, a ponte volta a operar com as restrições já adotadas no trecho: sistema pare e siga, tráfego em meia pista e circulação limitada a veículos leves, caminhonetes e caminhões de pequeno porte, com peso máximo de até 10 toneladas e passagem de um veículo por vez. A orientação é para que motoristas e transportadores acompanhem os avisos oficiais, programem os deslocamentos com antecedência, respeitem os limites de velocidade e redobrem a atenção ao trafegar pela região. A continuidade do cronograma depende de condições técnicas e climáticas favoráveis. Comunicação Seilog Fonte: Governo MS
FICCO/RS investiga grupo suspeito de vínculo com organização criminosa
Porto Alegre/RS. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Rio Grande do Sul (FICCO/RS) deflagrou, nesta quinta-feira (23/7), a Operação Assídua, com o objetivo de aprofundar as investigações sobre uma célula vinculada a uma organização criminosa com atuação na região do Vale dos Sinos/RS. Durante a ação, foram cumpridos cinco ordens judiciais que resultaram na apreensão de celulares e de substâncias entorpecentes nos municípios de Campo Bom/RS e de Montenegro/RS, expedidos pelo 1º Juízo da 2ª Vara Estadual de Processo e Julgamento dos Crimes de Organização Criminosa e Lavagem de Dinheiro. A investigação apura a atuação da célula criminosa na prática de tráfico de drogas, crimes violentos e lavagem de dinheiro, bem como a possível participação em um grupo responsável por homicídios relacionados à disputa e ao controle de atividades ilícitas na região. As diligências têm como objetivo reunir novos elementos de prova, identificar outros integrantes da organização criminosa e subsidiar o prosseguimento das investigações. A FICCO/RS é composta pela Polícia Federal, pela Polícia Rodoviária Federal, pela Secretaria Nacional de Políticas Penais, pela Brigada Militar, pela Polícia Civil e pela Polícia Penal do Rio Grande do Sul. Comunicação Social da Polícia Federal no Rio Grande do SulFone: (51) 3235-9006@policiafederal Fonte: Polícia Federal
PF deflagra operação para combater o tráfico transnacional de drogas e lavagem bilionária de capitais
Rio de Janeiro/RJ. Nesta quinta-feira (23/7), a Polícia Federal deflagrou a Operação Commodity, para desarticular organização criminosa de caráter transnacional e dedicada ao tráfico internacional de drogas e à lavagem de capitais em escala bilionária. A operação foi desenvolvida no contexto da Missão Redentor II e contou com o apoio da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) nos estados de SP e MG. Na ação desta data, policiais federais e estaduais cumprem 13 mandados de prisão preventiva e 44 de busca e apreensão simultaneamente em quatro estados da Federação: São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina e Espírito Santo. A Justiça também determinou o cumprimento de medidas cautelares diversas da prisão, além do sequestro de ativos e bloqueio de bens até o limite de R$ 1 bilhão, em desfavor de pessoas físicas e jurídicas investigadas. As apurações revelaram que o grupo criminoso estruturou uma rede logística com ramificações na América do Sul, na Europa e na Ásia, focada na exportação marítima de cocaína para o continente europeu. As investigações também apontaram que, desde 2021, a organização enviou cerca de 6,5 toneladas de cocaína para diversos países da Europa, bem como mantinha vínculos operacionais com duas organizações criminosas em atuação no Brasil. Para ocultar o entorpecente em contêineres e para burlar a fiscalização alfandegária, os investigados utilizavam como método a camuflagem da droga em sacos de café, cimento e argamassa, além da adulteração química de substâncias. O grupo criminoso é suspeito de movimentar valores bilionários mediante diferentes formas de ocultação patrimonial, que incluíam empresas de fachada, cripto-doleiros, bens de luxo e imóveis. Os investigados responderão, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de organização criminosa transnacional, tráfico internacional de drogas e lavagem de capitais, sem prejuízo de eventuais outros delitos que possam ser revelados no decorrer das apurações. Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiroscs.srrj@pf.gov.br(21) 2203-4404 Fonte: Polícia Federal
Novo crédito de R$ 18,5 bilhões contra tarifaço inclui agro e cooperativas

Agricultura, pecuária, florestas plantadas, pesca, aquicultura, fertilizantes e parte da agroindústria estão entre os setores que poderão acessar as linhas do Brasil Soberano 3, pacote de R$ 18,5 bilhões anunciado pelo governo federal para reduzir os efeitos das novas barreiras comerciais dos Estados Unidos. Cooperativas e associações ligadas à produção e à exportação também foram incluídas. O programa poderá financiar capital de giro, compra de máquinas e equipamentos, modernização das atividades, inovação, adaptação de produtos e abertura de novos mercados. O anúncio ocorreu na quarta-feira (22), quando entrou em vigor a tarifa adicional de 25% aplicada pelos Estados Unidos sobre parte dos produtos brasileiros. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), a medida alcança aproximadamente 15% das exportações nacionais destinadas ao mercado norte-americano. Dos R$ 18,5 bilhões previstos, R$ 13,5 bilhões virão do Tesouro Nacional e R$ 5 bilhões serão disponibilizados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Os valores serão oferecidos na forma de financiamentos, com obrigação de pagamento, e não como repasses a fundo perdido. A inclusão do agro não significa que todo produtor terá acesso automático ao crédito. O atendimento será direcionado principalmente a exportadores, agroindústrias, cooperativas, associações e empresas atingidas pelas tarifas ou consideradas estratégicas para o comércio exterior. Os critérios de enquadramento, os prazos e a distribuição dos recursos entre os setores ainda serão regulamentados. O BNDES ficará responsável por elaborar o plano de aplicação, que deverá ser submetido a um conselho interministerial antes da abertura das linhas para contratação. As taxas anunciadas variam conforme a finalidade e o porte da empresa. O custo poderá partir de 3% ao ano em projetos ligados à transformação de minerais críticos e chegar a 9,8% no capital de giro contratado por grandes companhias. Para micro, pequenas e médias empresas exportadoras, a taxa indicada para capital de giro é de 8,3% ao ano. No agro, os recursos também poderão ser utilizados em adaptações sanitárias, fitossanitárias, ambientais e de rastreabilidade exigidas por compradores internacionais. A possibilidade interessa principalmente a frigoríficos, indústrias de alimentos, cooperativas, empresas florestais e exportadores que precisam adequar processos para alcançar outros destinos. A diversificação de mercados é uma das prioridades. Empresas poderão buscar financiamento para adaptar produtos, obter certificações, participar de negociações comerciais e reduzir a dependência dos Estados Unidos. O agronegócio já teve participação relevante na primeira etapa do Brasil Soberano. Levantamento com base no relatório de execução do BNDES mostra que as cadeias de alimentos, madeira, agropecuária e couro receberam pelo menos R$ 7,7 bilhões em 2025, equivalentes a 39,5% dos R$ 19,6 bilhões aprovados. A fabricação de produtos alimentícios concentrou R$ 4,159 bilhões, distribuídos em 260 operações. O setor de madeira recebeu R$ 1,854 bilhão, enquanto agricultura, pecuária e serviços relacionados ficaram com R$ 917 milhões. A cadeia de couros e artefatos somou outros R$ 804 milhões. O volume destinado ao agro pode ter sido maior. O balanço não permite identificar com precisão empresas ligadas ao setor que aparecem em categorias mais amplas, como comércio atacadista, indústria química e fabricação de máquinas e equipamentos. O comércio atacadista, no qual estão enquadradas diversas tradings, recebeu R$ 1,987 bilhão. Isan Rezende A maior parte do dinheiro contratado na primeira fase serviu para dar liquidez às empresas. A linha emergencial de capital de giro respondeu por R$ 10,028 bilhões, enquanto a modalidade destinada à diversificação das exportações movimentou R$ 9,023 bilhões. Somente R$ 348 milhões foram direcionados à compra de equipamentos e a investimentos na adaptação da produção. O resultado mostra que, diante da perda de mercado e da necessidade de manter contratos, as empresas priorizaram caixa e pagamento de despesas. As grandes companhias contrataram R$ 13,309 bilhões em 404 operações. Micro, pequenas e médias empresas reuniram 982 contratos, no valor de R$ 6,275 bilhões. Nas etapas anteriores, o financiamento também foi associado à manutenção ou ampliação dos empregos. Leia Também: Ministro diz que “o momento é de atenção, mas não de crise” A nova rodada ocorre em um cenário no qual agroindústrias exportadoras enfrentam tarifas, conflitos internacionais e exigências crescentes de acesso aos mercados. Para o setor, a efetividade do programa dependerá da rapidez da regulamentação, das condições oferecidas e da capacidade de o crédito chegar às empresas mais expostas às restrições comerciais. O BNDES estima que as barreiras impostas pelos Estados Unidos podem provocar impacto de R$ 93,4 bilhões sobre as exportações e as cadeias de fornecedores brasileiras, além de colocar aproximadamente 340 mil empregos em risco. O Brasil Soberano 3 amplia a oferta de crédito, mas seus efeitos para o agro só poderão ser medidos depois da definição das regras e do início das contratações. O presidente do Instituto do Agronegócio (IA), engenheiro agrônomo Isan Rezende, avaliou como positiva a inclusão do agronegócio, cooperativas e agroindústrias nessa nova etapa do programa. “As tarifas atingem diretamente os exportadores, mas os efeitos percorrem toda a cadeia, chegam ao produtor rural e podem reduzir preços, investimentos e geração de empregos. O crédito ajuda a atravessar esse período, desde que seja liberado com rapidez e alcance quem realmente sofreu perdas”. “Também é importante que os recursos possam financiar adequações sanitárias, ambientais e de rastreabilidade. O Brasil precisa aproveitar esse momento para abrir mercados e diminuir a dependência de poucos compradores. Não podemos tratar a diversificação apenas como uma resposta emergencial ao tarifaço, mas como uma política permanente de fortalecimento das exportações do agro”, afirma o presidente do IA. Para ele, o anúncio de R$ 18,5 bilhões é relevante, mas o resultado dependerá das regras de acesso, dos prazos e das garantias exigidas. “Se a regulamentação for burocrática ou demorar, parte das empresas poderá não conseguir preservar contratos e mercados. O setor precisa de critérios objetivos, taxas compatíveis e atendimento também às cooperativas e às empresas de menor porte”. Fonte: Pensar Agro
Ação educativa do Dia do Motorista terá atividades com foco na saúde e segurança dos condutores profissionais
Na sexta-feira, dia 24 de julho, em alusão ao Dia do Motorista, o Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul (Detran-MS), em parceria com a Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran), SEST/SENAT e o Posto Kátia Locatelli, promove uma ação educativa voltada especialmente para os condutores profissionais e caminhoneiros que circulam pela região. O evento será realizado das 10h às 15h no Posto Kátia Locatelli, idealizador da iniciativa e um dos pontos de abastecimento de maior movimento e fluxo de veículos de carga em Campo Grande. Durante o período, quem passar pelo local terá acesso a uma programação gratuita e diversificada oferecida pelas entidades parceiras: • Educação e conscientização no trânsito: O Detran-MS e a Agetran estarão presentes com a demonstração dos óculos simuladores de embriaguez, sono e uso de drogas, permitindo que os condutores vivenciem de forma prática os riscos e a perda de reflexos ao volante sob o efeito de substâncias ou cansaço extremo. • Cuidados com a saúde: A equipe do SEST/SENAT oferecerá serviços essenciais de atenção ao trabalhador, incluindo aferição de pressão arterial, exames de glicemia, sessões de ginástica laboral e cadastro em cursos de qualificação profissional. • Acolhimento e bem-estar: Para garantir uma pausa agradável na rotina de viagens, o Posto Kátia Locatelli fará a distribuição de frutas frescas, pipoca e brindes aos participantes. Serviço: Dia do Mostorista Dia: 24/07/2026 Local: Posto Kátia Locatelli Hora: 10h às 15h Comunicação Detran-MS Fonte: Governo MS