PIX movimenta R$ 35,4 trilhões em 2025 e bate recorde; BC promete novidades para este ano

PIX permitiu bancarização da população, novos modelos de negócios e promete novidades para os próximos anos. O Banco Central (BC) registrou R$ 35,36 trilhões em transferências via PIX em 2025. Um recorde. O volume de valores transferidos cresceu 33,6% na comparação com 2024 — quando as movimentações totalizaram R$ 26,46 trilhões. A quantidade de transações também superou a registrada no ano anterior. Em 2025, foram 79,8 bilhões de operações. Em 2024, o Banco Central contabilizou 63,5 bilhões de transferências. O Banco Central também prevê novidades no principal meio de pagamento dos brasileiros para 2026 Em novembro de 2025, quando o PIX fez aniversário de cinco anos, o diretor de Organização do Sistema Financeiro e Resolução do Banco Central, Renato Gomes, comentou que o país estava próximo, naquele momento, de ter toda a população adulta utilizando a ferramenta. “É essencialmente quase todo adulto no país”, disse o diretor do BC, na ocasião. Ele também afirmou que a velocidade da adoção massiva do PIX pelo povo brasileiro surpreendeu, e que a ferramenta foi responsável por incluir milhares de pessoas no sistema financeiro. Evolução nos últimos anos Reconhecido internacionalmente, a ferramenta de transferência em tempo real do Banco Central evoluiu nos últimos cinco anos. Entre elas: PIX Cobrança: passou a cumprir o papel do boleto, permitindo que empresas e prestadores de serviço emitam e recebam pagamentos de forma mais rápida, com conciliação automática e comunicação direta com o cliente. PIX Saque e PIX Troco: lojas e outros estabelecimentos passaram a funcionar como pontos de saque, o que descentraliza o acesso ao dinheiro e ainda reduz custos para o comércio ao incentivar o uso de pagamentos eletrônicos. PIX Agendado: facilitou pagamentos periódicos e transferências com datas fixas, ganhando relevância entre empregadores, autônomos e profissionais liberais pela previsibilidade e organização financeira. PIX por Aproximação: disponível inicialmente apenas para Android, trouxe a experiência de pagamentos por contato físico, semelhante aos cartões por aproximação, para o ambiente digital. PIX Automático: transforma os pagamentos recorrentes ao democratizar o equivalente ao débito automático, antes concentrado em grandes instituições, e facilitar cobranças de serviços contínuos. Integração com o Open Finance: ampliou o alcance das transações digitais, permitindo iniciar pagamentos por diferentes plataformas, especialmente em compras online e via celular. Golpes, fraudes e a corrida pela segurança A evolução do sistema de pagamentos também trouxe a necessidade de aprimoramento dos mecanismos de segurança da ferramenta. Só em 2024, por exemplo, o BC registrou R$ 6,5 bilhões em perdas por fraudes pelo PIX, um aumento de 80% em relação ao ano anterior. Já neste ano, o BC registrou o maior ataque hacker do país, que desviou R$ 800 milhões de bancos e empresas ligadas ao sistema PIX. Uma das medidas mais recentes é a chamada coincidência cadastral, que exige que os dados das chaves coincidam com as informações da Receita Federal, reduzindo a abertura de contas com identidades falsas. Mais recentemente, o BC passou a exigir que os bancos sigam novas regras para viabilizar a restituição de recursos em casos de fraude e de falha operacional. Antes, a devolução só podia ser feita a partir da conta usada na fraude. No entanto, os golpistas costumam sacar ou transferir rapidamente o dinheiro para outras contas, perdendo a possibilidade de rastreio. Novidades em estudo O Banco Central também prevê novidades para o PIX neste ano. Cobrança Híbrida: inserção no regulamento do PIX da possibilidade de pagamento, por meio do QR code, de uma cobrança que também apresenta a possibilidade de pagamento por meio do arranjo de boleto. Isso já é oferecido de forma facultativa, mas a previsão é de que seja obrigatória a partir de novembro deste ano. Duplicata: funcionalidade para permitir o pagamento de duplicatas escriturais (títulos de crédito) via PIX, facilitando a antecipação de recebíveis, com informações atualizadas em tempo real, reduzindo custos operacionais. Objetivo é que sirva de alternativa aos boletos bancários. Split tributário: adequar a ferramenta, até o fim do ano, ao sistema de pagamento de impostos em tempo real que vem sendo desenvolvido pela Receita Federal no âmbito da reforma tributária sobre o consumo. De 2027 em diante, a CBS (tributo federal sobre o consumo) será paga no ato da compra, desde que seja feita por meio eletrônico. PIX internacional: modalidade que já é aceita em alguns países, como Argentina, Estados Unidos (Miami e Orlando) e Portugal (Lisboa), entre outros. O BC avalia que o formato atual de utilização do PIX, em outros países, é “parcial”, focada em estabelecimentos específicos. A ideia é que os pagamentos transfronteiriços possam ser feitos de forma definitiva, entre países, no futuro. A ideia é interligar sistemas de pagamento instantâneos. PIX em garantia: será um tipo crédito consignado para trabalhadores autônomos e empreendedores do setor privado. A ideia é que esses trabalhadores possam dar, em garantia de empréstimos bancários, “recebíveis futuros”, ou seja, transferências que irão receber por meio do PIX – possibilitando a liberação dos recursos e juros mais acessíveis. PIX por aproximação (modelo offline): ideia é permitir o pagamento por aproximação mesmo que o usuário não esteja com seu dispositivo conectado, ou seja, ligado à rede por Wi-Fi ou 5G. Ao mesmo tempo, o Banco Central segue discutindo o lançamento, no futuro, das regras para o chamado PIX Parcelado, que será uma alternativa para 60 milhões de pessoas que atualmente não têm acesso ao cartão de crédito. O parcelamento por meio do PIX já é ofertado por várias instituições financeiras, uma linha de crédito formal, mas o BC quer padronizar as regras — o que tende a favorecer a competição entre os bancos e queda dos juros. Essa padronização não tem prazo definido. Fonte: G1

Saúde como prioridade, Lia Nogueira garante recursos e leva investimento direto aos municípios

A deputada estadual Lia Nogueira (PSDB) iniciou o ano reafirmando um dos principais compromissos do seu mandato: o fortalecimento da saúde pública em Mato Grosso do Sul. Quase R$ 400 mil em emendas parlamentares já estão disponíveis e começam a ser aplicadas em municípios do Estado, garantindo melhorias diretas no atendimento à população. Os recursos, já creditados, têm como objetivo reforçar a estrutura da rede pública de saúde, assegurando melhores condições de trabalho às equipes e mais qualidade no atendimento aos pacientes. Ao destacar a importância dos investimentos, a parlamentar ressaltou o cuidado tanto com os usuários do SUS quanto com os profissionais da área. “Quando destinamos recursos para a saúde, estamos cuidando de duas pontas essenciais: do cidadão que depende do SUS e do profissional que está na linha de frente salvando vidas. Nosso compromisso é garantir dignidade no atendimento para quem precisa e melhores condições de trabalho para médicos, enfermeiros e equipes de saúde. Fortalecer o SUS é respeitar quem é atendido e valorizar quem cuida”, enfatizou Lia Nogueira. Em Dourados, maior município do interior do Estado, a deputada destinou R$ 160 mil para a saúde, voltados à aquisição de materiais permanentes e ao custeio de ações estratégicas, fortalecendo a capacidade de resposta da rede municipal. Já em Naviraí, os investimentos somam R$ 110 mil, enquanto os municípios de Jardim e Angélica receberam R$ 50 mil cada, ampliando o alcance das ações de fortalecimento da saúde pública em diferentes regiões do Estado. Os números reforçam que a saúde segue como um dos principais focos do mandato de Lia Nogueira. Somente em 2025, a deputada já destinou mais de R$ 2,2 milhão em emendas para a área em Mato Grosso do Sul. Desde o início do mandato, mais de R$ 10 milhões em emendas parlamentares foram direcionados exclusivamente para a saúde, garantindo a aquisição de camas hospitalares, equipamentos para postos de saúde, UPAs e hospitais, além do custeio de serviços essenciais. Para a deputada, investir em saúde é investir em dignidade e qualidade de vida. “É uma prioridade permanente do nosso mandato. Saúde não pode esperar, e nosso trabalho é garantir que os recursos cheguem onde as pessoas mais precisam”, destacou.

Saiba quem faz aniversário hoje, dia 07/02/26, por Dora Nunes

Você que tem um familiar, namorado ou um amigo aniversariando, pode enviar a foto com nome dessa pessoa para o E-mail: pontaporainforma@gmail.com ou no whatsapp 067 9 9933 3498 que estaremos postando no dia do aniversário. Aproveite e curta nossa fanpage e inscreva-se no nosso canal do youtube https://www.youtube.com/channel/UCa-6u_sK3ekK1mGy3NlD7rw e nossos instagrans https://www.instagram.com/dora.m.nunes/?hl=pt-br e https://www.instagram.com/pontaporainforma/?hl=pt-br. Antonia De Brum Ariane Miranda Camila Centuriao de Souza Carmem Evanir Alves Chamorro Cleusa Tobias Dhonatan Ferreira Daisi Ribeiro Flavio Lima Gabriel Lucas Ivaniés Oliveira Max Lubacheski Jacki Cantero Graciela Caceres Torre Joelsilva Silvacom José Alves Dos Santos Rosangela Brcunha Rose Charão Sandra Mara Sandra Vargas Simone Vasques Thais Mansano Yani Areco Inês de Paula

Apesar de alerta para temporais, calor de até 37°C marca sábado em MS

De acordo com a previsão, os termômetros podem alcançar entre 35°C e 38°C, especialmente nas regiões sul, sudoeste e sudeste, mantendo a sensação de calor intenso ao longo do dia Mato Grosso do Sul terá neste sábado (7) um cenário típico de verão, com sol predominando e variação de nebulosidade em grande parte do estado, além de elevação significativa das temperaturas. De acordo com a previsão, os termômetros podem alcançar entre 35°C e 38°C, especialmente nas regiões sul, sudoeste e sudeste, mantendo a sensação de calor intenso ao longo do dia. No Pantanal, Corumbá registra mínima de 26°C e máxima de 36°C. Já Aquidauana, na região sudoeste, deve variar entre 25°C e 35°C, enquanto Porto Murtinho, no extremo sudoeste, também apresenta mínima de 26°C e máxima de 35°C. No sul do estado, Dourados tem previsão de temperaturas entre 23°C e 36°C, Ponta Porã entre 23°C e 33°C e Iguatemi pode atingir uma das maiores máximas do dia, com variação de 23°C a 37°C. No sudeste, Anaurilândia registra mínima de 23°C e máxima de 36°C. Previsão indica possibilidade de chuva em todo Estado (Imagem: Reproduação) Na região central, Campo Grande terá temperaturas mais amenas em comparação ao sul, com mínima de 21°C e máxima de 30°C, enquanto Camapuã, na região norte, varia entre 22°C e 31°C. Ainda no norte, Coxim apresenta mínima de 23°C e máxima de 31°C. No leste do estado, Paranaíba deve marcar entre 23°C e 31°C, e Três Lagoas entre 24°C e 34°C. Por outro lado, as regiões centro-norte, norte e nordeste do estado seguem sob atenção devido à atuação da ZCAS (Zona de Convergência do Atlântico Sul). Nessas áreas, a previsão indica ocorrência de chuvas intensas e tempestades acompanhadas de raios e rajadas de vento. Os altos acumulados de chuva registrados nos últimos dias aumentam o risco de alagamentos, enxurradas e elevação rápida do nível de rios, sobretudo em áreas urbanas, regiões rebaixadas e locais com drenagem deficiente. Diante desse cenário, a recomendação é de atenção redobrada, especialmente no trânsito. A orientação é evitar áreas alagadas, não atravessar vias inundadas e monitorar pontos considerados vulneráveis, além de acompanhar constantemente as atualizações meteorológicas e os avisos emitidos pelos órgãos oficiais. A previsão também indica que, entre a tarde e a noite deste sábado (7) e ao longo do domingo (8), a aproximação de uma frente fria deve favorecer a formação de instabilidades, principalmente na região sul de Mato Grosso do Sul. Os ventos sopram do quadrante norte, com velocidades entre 40 e 60 km/h, e há possibilidade de rajadas pontuais superiores a 60 km/h, o que reforça a necessidade de cautela da população. Fonte: Campograndenews

Ponta Porã: Secretaria Municipal de Segurança emite nota sobre sinalização em ilha de canalização

A Secretaria Municipal de Segurança vem a público esclarecer informações que vêm sendo divulgadas de forma incorreta a respeito da sinalização implantada em determinado ponto da via urbana, especialmente no que se refere à pintura de sinalização horizontal com a indicação de PARE. Esclarece-se que o dispositivo em questão não se trata de uma rotatória, mas sim de uma ilha de canalização, implantada com a finalidade de organizar os fluxos de tráfego, reduzir a velocidade dos veículos e aumentar a segurança viária no local. Diferentemente das rotatórias nas quais há circulação contínua e prioridade para quem já se encontra no anel, ilhas de canalização não possuem esse conceito operacional, sendo plenamente permitido, conforme os Manuais Brasileiros de Sinalização de Trânsito e o Código de Trânsito Brasileiro, o uso de sinalização de parada obrigatória (PARE) como forma de controle do tráfego. A implantação do referido dispositivo seguiu critérios técnicos de engenharia de tráfego, levando em consideração o volume de veículos, o histórico do local e a necessidade de acalmamento do trânsito, visando prevenir acidentes e preservar vidas.Reconhece-se que a semelhança visual entre ilhas de canalização e rotatórias pode gerar dúvidas na população. Por esse motivo, a Secretaria reforçará a sinalização vertical e as orientações educativas, de modo a garantir melhor compreensão por parte dos condutores. Por fim, a Secretaria reafirma seu compromisso com a segurança viária, a transparência e o respeito à população, destacando que decisões técnicas são tomadas com base em normas, estudos e responsabilidade pública. Saiba mais sobre a Ilha de canalização: Uma ilha de canalização é um dispositivo de sinalização viária (físico ou apenas pintura) posicionado na pista para ordenar fluxos de trânsito, separar movimentos e proteger áreas. Geralmente zebrada em branco (mesmo sentido) ou amarelo (sentidos opostos), a transposição ou circulação sobre ela é uma infração gravíssima.  Detalhes Principais: Função: Organizar bifurcações, retornos, acessos e evitar conflitos de tráfego. Tipos: Pode ser uma “ilha física” (canteiro) ou “marcas de canalização” (pintura zebrada no asfalto). Cores e Significado: Branca: Separa fluxos no mesmo sentido ou protege áreas. Amarela: Separa fluxos de sentidos opostos. Infração (CTB Art. 193): Transitar ou estacionar sobre marcas de canalização é considerada uma infração gravíssima, com multa multiplicada por 3, totalizando R$ 880,41 e 7 pontos na CNH.  Cuidados: Motoristas não devem utilizar essa área para ultrapassar, fazer retornos proibidos ou “cortar caminho” em conversões. 

Motorista morre em colisão frontal de Gol e carreta na MS-386

O acidente aconteceu na tarde desta sexta-feira (6), no trecho entre Amambai e Ponta Porã Na tarde desta sexta-feira 06, O Corpo de Bombeiros de Amambai foi acionado, para atender um acidente de trânsito ocorrido na MS-386, entre Amambai e Ponta Porã, nas proximidades da Fazenda Cascata. O acidente envolveu uma colisão frontal entre uma carreta e um veículo Volkswagen Gol. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o motorista da carreta não sofreu ferimentos. Já o condutor do Gol, identificado como Idecir Lima Moura, de 55 anos, natural de Sanga Puitã, morreu no local. Ainda segundo os bombeiros, foi necessário o uso do desencarcerador e de outras ferramentas para a retirada da vítima das ferragens do veículo. As causas do acidente ainda estão sendo apuradas. A Polícia Civil e a perícia estiveram no local para os procedimentos necessários. Fonte:Amambainoticias

Idosa de 77 anos morre ao ser atropelada a cerca de 30 metros de casa

Ponta Porã News – Notícias de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero Morreu na noite desta sexta-feira (6/2), ao ser atropelada por uma caminhonete L200 Triton, Maria dos Anjos Lima, de 77 anos, na Rua S11, no Bairro Canaã 4, em Dourados. A idosa estava na esquina de casa e foi atingida ao tentar atravessar a via.  Conforme informações preliminares, o condutor da caminhonete seguia pela Rua […] (Idosa de 77 anos morre ao ser atropelada a cerca de 30 metros de casa)

PL que restringe acesso de menores de 16 anos às redes reacende debate sobre proteção digital

O projeto de lei protocolado nesta quinta-feira (5), na Câmara dos Deputados, pelo deputado federal Renan Ferreirinha, que propõe restringir o acesso de jovens de até 16 anos às redes sociais, reacende um debate cada vez mais presente nas famílias brasileiras: até que ponto crianças e adolescentes estão preparados para circular livremente em ambientes digitais criados para adultos. O tema dialoga diretamente com o livro Aconteceu com Minha Filha (Geração Editorial), Paulo Zsa Zsa, que relata a experiência vivida com a própria filha e os impactos profundos do uso excessivo e desprotegido das redes sociais na adolescência. A obra parte de uma vivência pessoal para discutir saúde mental, responsabilidade das plataformas e o papel das famílias e do poder público na proteção de jovens no ambiente digital. Para o autor, iniciativas legislativas como a proposta de Ferreirinha colocam luz sobre um problema que, por muito tempo, ficou restrito ao âmbito doméstico. > “Esse projeto de lei toca num ponto central: crianças e adolescentes estão sendo expostos muito cedo a ambientes digitais que não foram pensados para eles. O que relato em Aconteceu com Minha Filha é o que acontece quando o mundo virtual ultrapassa qualquer limite de proteção.” Paulo Zsa Zsa destaca que o debate não deve ser tratado como censura, mas como uma medida de cuidado diante de um cenário em que algoritmos, hiperexposição e validação constante afetam diretamente o desenvolvimento emocional dos jovens. “Não se trata de demonizar a tecnologia, mas de reconhecer que adolescentes ainda estão em formação. O acesso irrestrito às redes pode trazer consequências sérias, muitas vezes silenciosas, para a saúde mental. Legislar sobre isso é assumir uma responsabilidade coletiva. Se já existisse uma lei, minha filha não teria passado pelo que passou”, afirma o autor.

Brasil e Rússia fortalecem laços educacionais

A cooperação bilateral entre Brasil e Rússia foi reforçada na quinta-feira, 5 de fevereiro, com a realização da VIII Reunião da Comissão de Alto Nível Brasil-Rússia (CAN). A comissão, presidida pelo vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, e pelo primeiro-ministro russo, Mikhail Mishustin, é o mais alto mecanismo de coordenação bilateral entre os dois países e tem importante papel na definição de estratégias e diretrizes para o relacionamento entre as nações.   Durante a reunião, o Ministério da Educação (MEC) apresentou o status da cooperação educacional e os temas identificados como prioritários para o aprofundamento da parceria. O MEC destacou o avanço consistente da cooperação, incluindo a negociação de acordo para permitir a participação de alunos russos no Programa Estudantes-Convênio (PEC), com a oferta de vagas gratuitas em universidades brasileiras nos níveis de graduação e pós-graduação.   “O cenário é bastante favorável para o fortalecimento da cooperação educacional entre Brasil e Rússia. Esperamos que a troca de experiências em áreas cruciais como a educação básica, a educação profissional e tecnológica, e a aprendizagem de idiomas, além da cooperação interuniversitária, tragam resultados concretos e mutuamente benéficos para os países”, afirmou Rodolfo Cabral, secretário-executivo adjunto da pasta.  A cooperação em educação superior entre Brasil e Rússia tem ganhado destaque nos últimos anos, com grande aproximação entre institutos de pesquisa e universidades dos países. Em 2024, foi criada a Liga de Universidades do Brasil, Rússia e Bielorrússia, que se reuniu no ano passado, no Rio de Janeiro, resultando na criação de novas iniciativas de cooperação interinstitucionais.   Os dois países também têm colaborado na área de educação profissional e tecnológica, como parte da Aliança de Cooperação pela Educação Profissional e Tecnológica do BRICS (BRICS-TCA), formalizada durante a presidência brasileira no bloco, bem como na coordenação de estudos comparativos sobre os sistemas dessa modalidade de ensino em seus países.    Grupo de Trabalho – A pauta da cooperação foi enriquecida pelos resultados da 13ª Reunião do Grupo de Trabalho Brasil-Rússia de Cooperação Educacional, Científica e Tecnológica, realizada na terça-feira (3), no Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas, no Rio de Janeiro.    A reunião, coordenada em conjunto pelo MEC e pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), permitiu revisar o andamento das diferentes iniciativas em curso e definir os próximos passos para o fortalecimento dessa cooperação estratégica.   Durante essa reunião do GT, também foram assinados novos acordos entre a Universidade Federal do Rio de Janeiro, a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e a Universidade Federal de Minas Gerais e suas contrapartes russas. Os instrumentos preveem a cooperação acadêmica em áreas como biologia marinha, agroquímica e outros temas estratégicos para os dois países.  Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Assessoria Internacional Fonte: Ministério da Educação

Webinário apresenta balanço da política de ensino médio

O Ministério da Educação (MEC) promoveu webinário, com transmissão pelo YouTube, para apresentar o balanço da Política Nacional de Ensino Médio (Pnaem), estabelecida por meio da Lei nº 14.945/2024. Uma iniciativa da Secretaria de Educação Básica (SEB), o evento realizado na quinta-feira, 5 de fevereiro, destacou a recomposição da carga horária da formação geral básica e o itinerário formativo de aprofundamento das áreas do conhecimento para essa etapa da educação básica, além de pontuar de que forma a Pnaem incluiu iniciativas voltadas ao acesso e à permanência dos estudantes, por meio de programas como o Pé-de-Meia.   “O Pé-de-Meia é uma política criada para combater a evasão e o abandono escolar nessa etapa de ensino, que era uma situação assustadora. Cerca de 480 mil jovens abandonavam o ensino médio todos os anos, então uma política educacional como o Pé-de-Meia veio para dar um incentivo financeiro para a garantia da permanência desses estudantes. Mas isso só faz sentido se a escola também está preparada para acolher e se nós, gestores, podemos enxergar esse estudante com suas necessidades, nos seus ambientes escolares”, afirmou a titular da SEB, secretária Kátia Schweickardt. O Pé-de-Meia apoia 4 milhões de estudantes anualmente, com investimento de R$ 12,5 bilhões do MEC.   Schweickardt também ressaltou que a Pnaem foi elaborada e está sendo implementada com amplo debate e participação das redes de ensino, educadores e sociedade civil. “Nos colocamos ao lado de quem, de fato, faz a educação básica no coração das redes, tanto apoiando tecnicamente e financeiramente como também construindo e ouvindo todo mundo que faz acontecer, sejam professores, gestores e coordenadores pedagógicos”, completou.   Fruto de amplo debate com a sociedade civil e uma das prioridades do MEC, a Política Nacional de Ensino Médio tem a proposta de garantir uma educação de qualidade e integral para todos os estudantes.    O evento teve a participação dos integrantes da Rede de Apoio à Implementação da Política Nacional de Ensino Médio nos Territórios (REM); das equipes das secretarias estaduais e distrital de educação; de gestores de escolas de ensino médio, professores, profissionais da educação, pesquisadores e membros do Comitê de Monitoramento e Avaliação do Ensino Médio.   Avanços – O documento Política Nacional de Ensino Médio Balanço da Implementação (2023 – 2025), apresentado no webinário, traz os diversos avanços da Pnaem, detalhando as principais ações realizadas pelo MEC em cada um dos eixos da iniciativa.    A política promoveu avanços como a ampliação da carga horária para, no mínimo, 3 mil horas nos três anos do ensino médio, com 2,4 mil horas destinadas à formação geral básica, que inclui português, inglês, arte, educação física, matemática, biologia, física, química, filosofia, geografia, história, sociologia.   Também foram implementados, conforme Diretrizes Curriculares Nacionais de Ensino Médio, os Itinerários formativos de aprofundamento, ligados às áreas do conhecimento, além do itinerário de formação técnica e profissional.    Políticas – Além do Pé-de-Meia, outras políticas educacionais foram criadas pelo MEC para promover trajetórias escolares regulares, com destaque para o programa Escola em Tempo Integral, que fomentou a criação de 184 mil matrículas no ensino médio regular e 55 mil no ensino médio profissional e tecnológico. Foram criadas, ao todo, 965 mil matrículas no primeiro ciclo, com investimento de R$ 3,8 bilhões. Já o Programa de Fomento às Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral (EMTI) conta com 346 mil matrículas, em 1,4 mil escolas de 27 unidades da Federação (UFs), por meio do investimento de R$ 2,6 bilhões.   Já o Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) Ensino Médio, para o ciclo de 2026 a 2029, teve a adesão de 26 UFs, com 97% das escolas estaduais participando das escolhas dos livros e materiais didáticos. Para isso, mais de R$ 1 bilhão foram aportados. O programa prevê a retomada dos livros individuais por disciplina, além da disponibilização de livro inédito de redação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e materiais sobre educação digital e midiática.   Com relação à política de formação docente, o MEC mobilizou diversos processos formativos. O grande destaque é para o curso de especialização em Gestão da Escola Pública de Ensino Médio (Gepem). Além disso, no Portal de Formação Mais Professores, estão disponíveis diversos cursos de aperfeiçoamento da Pnaem.  Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB)  Fonte: Ministério da Educação