Lia Nogueira leva acolhimento, inclusão e R$ 700 mil em investimentos para Deodápolis
Com diálogo, acolhimento e troca de experiências, a deputada estadual Lia Nogueira (PSDB) participou de uma roda de conversa no distrito de Porto Vilma em Deodápolis que reforçou o vínculo construído com a população. O encontro reuniu mulheres, mães atípicas, lideranças e moradores para discutir inclusão, investimentos e melhorias para o distrito, além de apresentar ações já realizadas pelo mandato. Um dos principais assuntos debatidos foi a construção do refeitório no CEI Maísa Pereira de Arruda. O encontro também abriu espaço para um bate-papo sobre os desafios enfrentados por mães atípicas, orientações sobre laudos e acesso aos serviços de apoio. Durante a conversa, Lia compartilhou sua maternidade atípica com o filho João Victor, emocionando participantes ao falar sobre a importância do acolhimento e da inclusão. Desde o início do mandato, a deputada já destinou R$ 700 mil em emendas parlamentares para Deodápolis. Os recursos foram aplicados principalmente nas áreas da saúde, educação e assistência social, fortalecendo serviços públicos e atendendo demandas importantes da comunidade. Somente neste ano, foram destinados R$ 300 mil em emendas. A primeira-dama Isis Sartori destacou a relação construída entre a deputada e os moradores do município. “A Lia já construiu um vínculo muito especial com as pessoas de Deodápolis, inclusive dos distritos, principalmente com as mulheres. O mais bonito é ver como as pessoas se sentem à vontade com ela, pela forma espontânea, simples e autêntica com que conversa e se aproxima de cada um”, afirmou. A mãe atípica Zenilda da Silva ressaltou a importância de ter mulheres sensíveis e comprometidas ocupando espaços na política. “Eu sempre admirei a Lia quando era jornalista e agora ainda mais, pois ela é uma mulher que luta pelos direitos, que tem palavra e honra o que diz”, pontuou ao comentar sobre a atuação da parlamentar. A vereadora Fernandinha Cazuza (PSD) também destacou a parceria entre o município e a deputada estadual. Segundo ela, a presença constante da parlamentar tem contribuído diretamente para o fortalecimento de áreas essenciais em Deodápolis. “Ter uma parlamentar atuante, que ouve as demandas da população e está presente nos municípios, faz toda a diferença. A destinação dessas emendas representa mais investimentos e oportunidades para nossa comunidade”, declarou. Ao final do encontro, Lia Nogueira reforçou que seu compromisso com Deodápolis vai além dos investimentos. “Política precisa de presença, escuta e sensibilidade. Meu compromisso é continuar perto das pessoas, ouvindo e trabalhando por mais dignidade e oportunidades para as famílias do nosso Estado”, afirmou a deputada.
MEC cria comissão para implantar a Unind
Logo após a sanção da lei de criação da Universidade Federal Indígena (Unind) pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ocorrida na última quinta-feira, 28 de maio, o Ministério da Educação (MEC) publicou, nesta segunda-feira, 1º de junho, a Portaria MEC nº 501/2026, que cria a comissão de implantação da nova instituição de educação superior. Leia mais: Governo do Brasil cria Universidade Federal Indígena A comissão terá papel decisivo e atuará nas fundações estruturais da Unind. Entre as suas competências, a comissão deverá realizar debates e estudos técnicos, além de ser responsável por elaborar documentos essenciais, como o estatuto, o regimento geral e o projeto pedagógico institucional. A equipe também definirá toda a estrutura acadêmica e organizacional e vai propor o modelo de governança da 70ª universidade federal brasileira. Composição plural e representativa – Para garantir que a implantação atenda às necessidades dos povos originários e conte com a expertise do meio acadêmico, a comissão será formada por representantes titulares e suplentes de diferentes esferas. A composição estabelecida pela portaria conta com: MEC: seis representantes, incluindo a Secretaria-Executiva (SE), a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) e a Secretaria de Educação Superior (Sesu), que exercerá a secretaria-executiva do grupo. Oito membros indicados pelo Fórum Nacional de Educação Escolar Indígena (FNEEI). Dois representantes do Ministério dos Povos Indígenas (MPI). Dois da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai). Cinco representantes da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes). Funcionamento e prazos – A comissão terá autonomia para escolher sua presidência e vice-presidência, mediante aprovação de maioria simples dos membros. As reuniões do grupo ocorrerão uma vez por mês, podendo haver convocações extraordinárias por parte da presidência. Para enriquecer as discussões, a comissão também poderá convidar especialistas e representantes de outras entidades públicas, privadas, indígenas e indigenistas para contribuir com os debates, atuando sem direito a voto. Um cronograma detalhado de trabalho ainda será estabelecido pelo colegiado e encaminhado ao ministro da Educação, Leonardo Barchini. A comissão terá o prazo de duração de um ano, contado a partir da sanção da lei que criou a Unind, período que poderá ser prorrogado por mais um ano, se necessário. A participação na comissão é considerada prestação de serviço público relevante e seus integrantes não serão remunerados. Unind – A Universidade Federal Indígena tem como objetivos produzir conhecimentos científicos e técnicos voltados ao fortalecimento cultural, à gestão territorial e ambiental e à garantia dos direitos indígenas, em diálogo com os conhecimentos e saberes tradicionais; desenvolver pesquisa nas diversas áreas do conhecimento e promover extensão universitária; valorizar e incentivar as inovações tecnológicas apropriadas aos contextos ambientais e sociais dos territórios indígenas; promover a sustentabilidade socioambiental dos territórios e dos projetos societários de bem viver dos povos indígenas; e valorizar, preservar e difundir os saberes, culturas, histórias e línguas dos povos indígenas do Brasil e da América Latina. A instituição deve iniciar as atividades acadêmicas em 2027, com a oferta de dez cursos de graduação voltados às áreas consideradas estratégicas para os povos indígenas, como gestão ambiental e territorial, gestão de políticas públicas, sustentabilidade socioambiental, promoção das línguas indígenas, saúde, direito, agroecologia, engenharias e tecnologias, formação de professores, além de áreas estratégicas para autonomia e atuação profissional. Os demais cursos e possíveis novos campi deverão ser implementados gradativamente. Histórico – A criação de uma universidade indígena é uma demanda histórica que começou a ser debatida no âmbito da Comissão Nacional de Educação Escolar Indígena (CNEEI) do MEC ainda em 2010. Em 2014, o ministério instituiu um grupo de trabalho para realizar estudos sobre a criação de uma instituição de educação superior intercultural indígena. O debate ganhou novo impulso em 2023, quando o então ministro da Educação, Camilo Santana, e a ministra dos Povos Indígenas à época, Sônia Guajajara, reuniram-se com representantes do FNEEI e pactuaram a retomada da proposta. Em 2024, o MEC criou um novo grupo de trabalho, coordenado pela Secretaria de Educação Superior (Sesu), para elaborar estudos técnicos sobre a viabilidade da instituição. Como parte desse processo, foram realizados 20 seminários de consulta prévia com os povos indígenas, conforme prevê a Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Os encontros ocorreram em todas as regiões do país, reunindo 3.272 participantes entre indígenas, lideranças, pesquisadores e professores universitários. Os seminários resultaram em um relatório consolidado que apontou a viabilidade da criação de uma universidade multicampi e recomendou Brasília como sede inicial da instituição. Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Sesu Fonte: Ministério da Educação
MME estabelece diretrizes para realização dos Leilões de Energia Existente de 2026
O Ministério de Minas e Energia (MME) publicou, nesta segunda-feira (1º/6), a Portaria nº 135, que trata das diretrizes para a realização dos Leilões de Energia Existente “A-1”, “A-2” e “A-3” de 2026. A medida estabelece novos parâmetros para contratação de energia elétrica, com foco na redução de custos ao consumidor e no fortalecimento da segurança energética do país, buscando aprimorar o funcionamento do setor, com mecanismos que ampliam a previsibilidade e reduzem pressões inflacionárias sobre as tarifas. Para o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, os leilões cumprem papel central na garantia do abastecimento energético e na proteção do consumidor. “Estamos aperfeiçoando a contratação de energia para garantir abastecimento com mais previsibilidade e menor impacto para o consumidor. Ao desindexar esses contratos, reduzimos pressões inflacionárias sobre as tarifas e tornamos o setor elétrico mais eficiente e aderente às condições de mercado”, disse. A previsão é que os certames sejam realizados em novembro deste ano, com contratos com prazo de suprimento de dois anos com início para janeiro de 2027, no caso do “A-1”, janeiro de 2028, para o “A-2”, e janeiro de 2029, para o “A-3”. Os Leilões de Energia Existente viabilizam a contratação de energia gerada por usinas já em operação comercial, assegurando o atendimento da demanda das distribuidoras nos próximos anos com a energia disponível no sistema. A quantidade de energia a ser contratada será definida a partir das Declarações de Necessidade apresentadas pelas distribuidoras ao longo do processo. Diferentemente de outros certames do setor elétrico, os Leilões de Energia Existente não envolvem a contratação de potência, mas sim de energia destinada à recomposição dos portfólios das distribuidoras por meio de novos Contratos de Comercialização de Energia Elétrica no Ambiente Regulado (CCEAR), substituindo os contratos que estão próximos do vencimento. O volume financeiro a ser movimentado também dependerá diretamente da demanda declarada pelas distribuidoras durante as etapas do processo. A publicação estabelece a negociação de produtos por quantidade, por meio de CCEAR, abertos a todas as fontes de geração. Com intuito de manter os preços compatíveis com as práticas de mercado para contratos de curto e médio prazo, uma das principais inovações é a manutenção dos preços sem atualização ao longo de sua vigência, prática já adotada em leilões anteriores. Tal medida representa um passo importante no processo de desindexação das tarifas de energia elétrica no Ambiente de Contratação Regulado (ACR), ou seja, não haverá atualização do preço da energia elétrica durante a vigência dos contratos dos leilões “A-1”, “A-2” e “A-3”. Atualmente, a maior parte dos contratos é reajustada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o que contribui para a propagação da inflação ao longo do tempo. Com a retirada desse mecanismo de correção, reduz-se a chamada inércia inflacionária – fenômeno em que aumentos passados de preços são automaticamente repassados para os períodos seguintes, mesmo sem justificativa nos custos atuais – e os preços da energia passam a refletir de forma mais aderente as condições reais de mercado, especialmente nos contratos de curto e médio prazo. Cronograma para as distribuidoras Para participação nos Leilões de Energia Existente de 2026, os agentes de distribuição deverão apresentar suas Declarações de Necessidade entre os dias 11 e 21 de agosto, conforme orientações a serem divulgadas pelo MME. As declarações devem indicar os volumes de energia elétrica demandados para o atendimento à totalidade de seus mercados consumidores, considerando o início de suprimento em janeiro de cada ano (2027, 2028 e 2029). Assessoria Especial de Comunicação Social – MMETelefone: (61) 2032-5759 | E-mail: imprensa@mme.gov.br Instagram ● Twitter ● Facebook ● YouTube ● Flickr ● LinkedIn Fonte: Ministério de Minas e Energia
UFPE inaugura Museu de Ciências Exatas

Vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) inaugurou, em maio, o +C – Museu de Ciências Exatas. Localizado no Centro de Ciências Exatas e da Natureza (CCEN), o novo equipamento cultural e científico reforça o compromisso da instituição com a difusão do conhecimento e a aproximação estruturada entre a academia e a sociedade. O complexo foi planejado para ir além da observação passiva. Entre os principais atrativos estão um planetário, bancadas de experimentos interativos e exposições distribuídas por todo o CCEN. O grande diferencial do espaço, no entanto, é o modelo de “laboratório de portas abertas”. Em horários programados, os visitantes têm a oportunidade de entrar nos laboratórios da UFPE e acompanhar em tempo real o trabalho de pesquisadores, mestrandos, doutorandos e estudantes de iniciação científica, compreendendo na prática como as pesquisas saem do papel. Para o diretor do +C, professor João Gondim, o foco estratégico é a desmistificação da ciência. “Queremos aproximar os visitantes do cotidiano da prática científica e estimular vocações, por meio de visitas monitoradas, experimentação e sessões no planetário”, destaca. Popularização do conhecimento – O novo museu é fruto da mobilização do professor Antônio Carlos Pavão, referência nacional e internacional em divulgação científica e gestor do renomado Espaço Ciência por três décadas. O projeto também reverencia grandes nomes da ciência brasileira, como o químico pernambucano Ricardo Ferreira, que dá nome ao auditório e ganhou um espaço interativo de convivência no pátio externo, voltado para rodas de conversa e mediação cultural. A estrutura aproveita a arquitetura universitária, integrando os diversos departamentos do CCEN — desde painéis interativos no saguão de entrada até instalações nas áreas abertas. Visitação espontânea: de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h (áreas abertas e painéis). Escolas e excursões: é necessário realizar agendamento prévio por meio do formulário institucional da universidade para garantir o acompanhamento de mediadores. . Este conteúdo é uma produção da UFPE, com apoio da Secretaria de Educação Superior (Sesu/MEC) Fonte: Ministério da Educação
Convênio facilita acordos em ações trabalhistas em Pernambuco
A Advocacia-Geral da União (AGU) e o Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (TRT6) firmaram um Acordo de Cooperação Técnica (ACT), na sexta-feira (29/05), para fortalecer a rotina de conciliações em processos trabalhistas envolvendo autarquias e fundações públicas federais em Pernambuco. A iniciativa busca ampliar a resolução consensual de processos em fase de execução, garantindo maior celeridade processual, redução de litígios e economia de recursos públicos. O acordo, firmado pela Procuradoria Regional Federal da 5ª Região (PRF5), também pretende evitar incidentes processuais e estimular soluções negociadas, em benefício dos trabalhadores e do interesse público. O ato de assinatura do ACT pela procuradora regional federal da 5ª Região, Larissa Suassuna Carvalho Barros, e pelo presidente do TRT6, desembargador Ruy Salathiel de Albuquerque e Mello Ventura, ocorreu durante o Encerramento da Semana Nacional de Conciliação Trabalhista no TRT. O acordo foi assinado também pelo vice-presidente do TRT, Eduardo Pugliesi, coordenador do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Disputas. “A assinatura deste acordo de cooperação reflete a postura da AGU voltada para a construção de consensos e a realização de direitos”, afirma Larissa Suassuna. “Ao viabilizarmos a conciliação nesses processos, estamos devolvendo a dignidade a trabalhadores prejudicados pela insolvência de seus empregadores, garantindo que finalmente recebam os seus créditos após anos de espera no Judiciário”, acrescenta a procuradora. Padronização de cálculos A parceria prevê a adoção de um fluxo conciliatório específico para reclamações trabalhistas relacionadas à responsabilidade subsidiária de autarquias e fundações públicas federais. O procedimento será aplicado, prioritariamente, aos processos com valores de até 60 salários-mínimos e nos quais já tenham sido esgotadas as tentativas de cobrança junto às empresas responsáveis. As conciliações ocorrerão preferencialmente por meio do Centro Judiciário de Métodos Consensuais de Solução de Disputas (Cejusc) da capital pernambucana. O modelo estabelece critérios objetivos para a apresentação das propostas de acordo, além de regras voltadas à padronização dos cálculos, utilização da taxa Selic e observância das decisões do Supremo Tribunal Federal (STF). Resolução de conflitos O acordo também prevê atuação articulada entre as instituições para compartilhamento de boas práticas, realização de cursos e capacitações, além do intercâmbio de conhecimentos técnicos voltados ao aperfeiçoamento da atuação institucional. Segundo a PRF5 e o TRT6, a cooperação representa um avanço na consolidação de mecanismos consensuais de resolução de conflitos na Justiça do Trabalho, contribuindo para tornar mais eficiente a execução processual e fortalecer a cultura da conciliação no âmbito da administração pública federal. O Acordo de Cooperação Técnica terá vigência de 5 anos e não envolve transferência de recursos financeiros entre os partícipes. Assessoria Especial de Comunicação Social da AGU Fonte: Advocacia-Geral da União
AGU obtém decisão favorável ao Ibama em disputa sobre Reserva Legal
A Advocacia-Geral da União (AGU) conseguiu manter na Justiça embargos ambientais aplicados pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) a propriedades rurais no oeste da Bahia. A controvérsia envolvia a transferência de áreas de Reserva Legal para imóveis diferentes daqueles onde ocorre a atividade produtiva. Por maioria, a 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) negou recurso apresentado por produtor rural que tentava suspender os efeitos dos embargos para retomar atividades agrícolas nas áreas afetadas. O autor também buscava suspender a exigência de apresentação do Projeto de Recuperação de Área Degradada (PRAD). Em sua defesa, alegava que a realocação havia sido autorizada pelo Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Bahia (Inema) e que a medida teria resultado em ganho ambiental. O TRF1, no entanto, considerou incompatíveis a legislação estadual e as regras previstas no Código Florestal para áreas de Reserva Legal. Segundo a defesa apresentada no processo, as áreas transferidas estariam localizadas em regiões mais preservadas do Cerrado baiano. A AGU, porém, demonstrou que a legislação federal estabelece, como regra geral, que a Reserva Legal deve permanecer no próprio imóvel rural. Sustentou, ainda, que a norma editada pelo Inema criou hipótese de realocação não prevista no Código Florestal e reforçou que o Ibama tem o poder e dever de fiscalizar e adotar medidas para prevenir danos ambientais, mesmo quando existem autorizações emitidas por órgãos estaduais. Incompatibilidade O tribunal acolheu os argumentos apresentados pela AGU e pelo Ibama e concluiu que a Portaria Inema nº 22.078/2021 é incompatível com as regras previstas no Código Florestal (Lei nº 12.651/2012). O acórdão destacou que a legislação admite exceções apenas em situações específicas de compensação de Reserva Legal previstas em lei. Segundo os desembargadores, o fato de a legislação federal não prever a transferência da Reserva Legal para outro imóvel não representa uma omissão, mas uma escolha do próprio legislador federal. Por isso, normas estaduais não podem ampliar hipóteses que não foram autorizadas pela legislação nacional de proteção ambiental. A decisão também ressaltou que o licenciamento ambiental estadual não impede a atuação fiscalizatória do Ibama e que medidas de compensação ambiental não podem ser utilizadas para viabilizar a abertura de novas áreas para uso alternativo do solo, conforme prevê o Código Florestal. O julgamento ainda considerou informações produzidas em apurações conduzidas pelo Ibama com apoio do Ministério Público do Estado da Bahia, que identificaram indícios de irregularidades em imóveis rurais com áreas de Reserva Legal realocadas em desacordo com a legislação federal. A procuradora federal Tainã Cirilo Carvalho Fallot, coordenadora do Núcleo de Gerenciamento de Atuação Prioritária da Procuradoria-Regional Federal da 1ª Região (NGAP/PRF1), destacou que a atuação da AGU buscou demonstrar a incompatibilidade da norma estadual com as regras previstas no Código Florestal e reforçar a competência fiscalizatória do Ibama. “Nos memoriais apresentados à Turma, demonstramos a violação das regras de compensação previstas na legislação federal e a necessidade de observância das normas gerais da União em matéria ambiental”, afirmou. Segundo a procuradora, a decisão também fortalece a atuação do órgão ambiental federal em casos semelhantes. “O entendimento reafirma a competência fiscalizatória do Ibama e a necessidade de aplicação da legislação federal quando ela assegura maior proteção ao meio ambiente”, completou. Processo de referência: nº 1043077-03.2025.4.01.0000 Assessoria Especial de Comunicação Social da AGU Fonte: Advocacia-Geral da União
Exames descartam ebola em imigrante da República Democrática do Congo
Homem de 37 anos testou positivo para meningite meningocócica A Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo informou na manhã desta segunda-feira (1º) que o homem de 37 anos internado no Emílio Ribas, na capital paulista, não está contaminado com ebola. Exames feitos no paciente não detectaram material genético do vírus na amostra coletada. O paciente é imigrante da República Democrática do Congo, esteve recentemente por no país de origem e apresentou sintomas compatíveis com a doença. Exames já haviam detectado quadro de meningite meningocócica. Ao chegar ao Emílio Ribas, o homem estava em estado grave, com diarreia, desorientação e piorando rapidamente, o que exigiu intubação. O paciente está internado em isolamento na unidade de referência, seguindo os protocolos de biossegurança previstos para esse tipo de ocorrência. Casos suspeitos Representantes do Ministério da Saúde, da Secretaria Estadual da Saúde e do Emílio Ribas estão analisando caso. O Ministério informou que foi notificado, neste sábado (30), sobre dois casos suspeitos de ebola, um em São Paulo e o outro no Rio de Janeiro. No Rio de Janeiro, o caso é de um viajante que veio de Uganda, estava hospedado no bairro de Vila Isabel, e apresentou quadro de calafrios, tosse e diarreia. Os exames foram feitos no Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e confirmaram resultado positivo para malária. Ele está sob cuidados do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz), unidade de referência para doenças infecciosas, aguardando resultado definitivo sobre a infecção por ebola. Risco De acordo com o Ministério da Saúde, o risco de transmissão do ebola no Brasil e na América do Sul é considerado baixo. “O país dispõe de protocolos de vigilância, assistência e resposta para a identificação, investigação e manejo oportuno de casos suspeitos”, diz a pasta em nota.. A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou, no dia 17 de julho de 2019, Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPII) por ebola na República Democrática do Congo, medida prevista no Regulamento Sanitário Internacional. Neste momento, a OMS considera o risco elevado apenas no país afetado e nos que fazem fronteira. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), no surto atual de ebola na República Democrática do Congo e em Uganda, são 18 mortes confirmadas em 134 casos confirmados, com uma taxa de 13% de mortalidade. Esse número está bem abaixo da média histórica. Outras 223 mortes e 906 casos estão em investigação. Há 15 dias, a OMS declarou surto de ebola nos dois países. Fonte: Agência Brasil
Corrida Águia da Fronteira reúne milhares de pessoas em comemoração aos 39 anos do DOF
A programação começou nas primeiras horas da manhã, com a realização da Corrida Kids, destinada a crianças de 4 a 14 anos. A 3ª Corrida Águia da Fronteira reuniu milhares de pessoas, na manhã deste domingo (31), em Dourados, durante as comemorações dos 39 anos de criação do DOF (Departamento de Operações de Fronteira). O evento foi realizado em frente à Base Coronel Adib Massad, no Jardim Guaicurus, e contou com a participação de atletas, crianças, familiares, servidores da segurança pública e comunidade em geral. A programação começou nas primeiras horas da manhã, com a realização da Corrida Kids, destinada a crianças de 4 a 14 anos. Em seguida, os atletas participaram das provas de 5 km, 10 km e da caminhada de 5 km, em um percurso preparado para receber corredores de diferentes idades e níveis de experiência. Além da competição, que contou com mais de 1.200 inscritos, a corrida marcou um momento de integração entre o DOF e a sociedade. Uma ampla estrutura foi montada no local, com exposição de materiais utilizados pela unidade e do helicóptero Harpia, onde o público pôde registrar fotos e conhecer um pouco mais sobre o trabalho desenvolvido pelo Departamento. O evento também contou com espaço kids, brinquedos, pintura recreativa, pipoca, passeio de trenzinho, praça de alimentação, sorteio de brindes, premiações e show ao vivo. Empresas parceiras também estiveram presentes com a apresentação de serviços e produtos ao público. A 3ª Corrida Águia da Fronteira fez parte das atividades alusivas ao aniversário de 39 anos do DOF, criado em 28 de maio de 1987. Ao longo de quase quatro décadas, a unidade se consolidou como referência nacional no combate aos crimes transfronteiriços, com atuação estratégica na faixa de fronteira de Mato Grosso do Sul. Para o diretor do DOF, tenente-coronel Wilmar Fernandes, o evento simboliza a união entre a instituição e a população. “A Corrida Águia da Fronteira é um momento de celebração, integração e reconhecimento. O DOF completa 39 anos com uma história construída por homens e mulheres comprometidos com a segurança da sociedade sul-mato-grossense”, destacou. A corrida foi organizada por policiais do DOF, por meio do Grêmio Águia da Fronteira, em parceria com a Track&Field Dourados, e contou com o apoio de diversos parceiros, entre eles Maxi Popular, Aço Telha, São Bento Urbanismo, Salve, Lubifil Caminhões, Ideal Guincho, Unigran, Smart Fit Dourados, Corpore, Prefeitura de Dourados, Fundesport e Governo do Estado. Fonte: DOF
Casal é preso com 328 quilos de maconha
Um casal transportava a droga com duas crianças, de 4 e 9 anos, no veículo. APolícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 328 quilos de maconha, neste sábado (30), em Mundo Novo (MS). Um casal transportava a droga com duas crianças, de 4 e 9 anos, no veículo. O flagrante ocorreu após os policiais darem ordem de parada a um Kia/Sportage. O motorista seguiu alguns metros até parar e descer do veículo, confessando que transportava drogas. No veículo, que também era ocupado por três passageiros, a esposa do motorista e os dois filhos do casal, de 4 e 9 anos, foram encontrados os tabletes de maconha e 3 quilos de skunk. O casal confessou ter recebido a droga em Aral Moreira (MS) e que viajaram até Florianópolis (SC). Eles foram presos e encaminhados à Polícia Civil em Mundo Novo. O Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar as crianças. Fonte: PRF MS
CGU promove capacitação sobre tratamento de denúncias
A Controladoria-Geral da União (CGU), por meio da Ouvidoria-Geral da União (OGU), promoverá, nos dias 10 e 11 de junho, a capacitação “Tratamento de Denúncias’’. A iniciativa tem como objetivo orientar e esclarecer os principais aspectos a serem observados no tratamento de denúncias recebidas no âmbito do Sistema de Ouvidorias do Poder Executivo Federal, contribuindo para a prevenção de inconsistências e o fortalecimento da conformidade dos procedimentos. Conduzida pela Coordenação-Geral de Monitoramento e Supervisão do Sistema de Ouvidorias da OGU, a capacitação abordará conceitos fundamentais, fluxos operacionais e boas práticas relacionadas à análise e à resposta de denúncias, além de espaço para interação e esclarecimento de dúvidas do público participante. Além da transmissão ao vivo, todo o conteúdo da capacitação estará disponível no Moodle da CGU (ead.cgu.gov.br), ambiente virtual de aprendizagem da Controladoria-Geral da União. O acesso à plataforma é realizado por meio do login Gov.br. No primeiro acesso, caso ainda não possua cadastro na plataforma Moodle, o usuário deverá criar uma conta. A formação permanecerá disponível posteriormente no Moodle, permitindo que as pessoas inscritas acessem o conteúdo sempre que necessário. O certificado de participação também será emitido exclusivamente por meio da plataforma, para quem concluir a capacitação. Em caso de dúvidas, entre em contato pelo e-mail: oguprofoco@cgu.gov.br. ServiçoTratamento de DenúnciasData: 10 e 11 de junhoHorário: 14h30 às 16h30 Público-alvo: unidades setoriais de ouvidoria do Sistema de Ouvidorias do Poder Executivo Federal (SisOuv)Instrutores: Herold Ahrens, Gabrielle Fernandes Cerqueira e Isabella Braun SanderInscrições: plataforma Moodle EadCGU (https://ead.cgu.gov.br/course/view.php?id=1486) Links de Transmissão: 10/06 – https://www.youtube.com/watch?v=iij_iTIn9JY 11/06 – https://www.youtube.com/watch?v=inS36TzNYIk Fonte: Controladoria-Geral da União