Parcerias do MDS com Natura e Gerando Falcões podem alcançar mais de 3 milhões de pessoas do CadÚnico

O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) formalizou, nesta terça-feira (02.06) em São Paulo, parcerias com a Natura, a Bluma e o Instituto Gerando Falcões para beneficiar famílias do Cadastro Único (CadÚnico). As parcerias, assinadas pelo ministro Wellington Dias, são no âmbito do Programa Acredita no Primeiro Passo, iniciativa do Governo do Brasil que une qualificação profissional, emprego, empreendedorismo e crédito produtivo orientado. Na parceria com a Natura e a Bluma, será iniciado um projeto-piloto em São Paulo e Salvador, com potencial para alcançar mais de 3 milhões de pessoas. O Protocolo de Intenções entre o MDS e as duas empresas, assinado em Cajamar (SP), prevê capacitação gratuita em empreendedorismo e beleza, além da possibilidade de atuação como Consultores de Beleza Natura e Avon ou como especialistas da plataforma Bluma. Para o ministro Wellington Dias, quando governo, setor privado e sociedade trabalham juntos, oportunidades são geradas e vidas são transformadas. “Precisamos ampliar oportunidades, gerar emprego, fortalecer o empreendedorismo e criar condições para que mais brasileiros tenham acesso à renda e à autonomia econômica. É nesse ponto que parcerias com empresas comprometidas com o desenvolvimento social, como a Natura, fazem toda a diferença”, frisou. O público do CadÚnico terá acesso a treinamentos gratuitos em formato digital, com aulas gravadas e transmissões ao vivo. Após a formação, poderá ingressar em oportunidades de geração de renda oferecidas pelas empresas parceiras, além de acessar instrumentos de crédito e apoio ao empreendedorismo por meio do Programa Acredita no Primeiro Passo. “Precisamos ampliar oportunidades, gerar emprego, fortalecer o empreendedorismo e criar condições para que mais brasileiros tenham acesso à renda e à autonomia econômica”, disse Wellington Dias Aos 47 anos, Elizabete Maria da Silva foi beneficiária do Bolsa Família e hoje é consultora de Beleza Natura e Avon. Ela encontrou no trabalho com cosméticos a oportunidade de mudar de vida. “Trabalhar como consultora mudou a minha vida. Com o dinheiro das vendas, consegui ajudar minha família, pagar as contas de casa e crescer aos poucos. Hoje, tenho um estoque de mais de R$ 15 mil em produtos, comprei uma moto para facilitar meu trabalho e, junto com meu marido, consegui comprar uma segunda casa, que nos ajuda com uma renda de aluguel. Eu também já recebi o Bolsa Família, que foi muito importante quando mais precisei, mas conseguimos seguir em frente e deixar o benefício para outras famílias que precisam”, conta. “Ao dar acesso ao modelo de consultoria de beleza, estabelecemos uma estrutura de suporte e capacitação para que cada pessoa que integra o CadÚnico amplie as possibilidades de empreender e construa sua independência financeira”, afirmou a vice-presidente de Sustentabilidade, Jurídico e Reputação Corporativa da Natura, Ana Costa. Gerando Falcões Na Região Metropolitana de São Paulo, o ministro Wellington Dias participou da assinatura do Protocolo de Intenções entre o MDS e o Instituto Gerando Falcões. A parceria prevê ações conjuntas voltadas à qualificação profissional, à geração de renda, à empregabilidade, ao empreendedorismo e à disseminação de metodologias de inclusão produtiva em territórios vulneráveis. Com a adesão ao Programa Acredita no Primeiro Passo, a organização passa a integrar a rede de parceiros que atuam na promoção da autonomia financeira e da inclusão socioeconômica de pessoas inscritas no Cadastro Único. A iniciativa fortalece a estratégia do Governo do Brasil de ampliar oportunidades para famílias em situação de vulnerabilidade social por meio da articulação entre o poder público, a iniciativa privada e as organizações da sociedade civil. Para o fundador e CEO da Gerando Falcões, Edu Lyra, a cooperação amplia a capacidade de transformar políticas públicas em oportunidades concretas para a população das periferias e favelas. “Superar a pobreza no Brasil exige coragem para criar soluções inovadoras que consigam transformar vulnerabilidade em oportunidade e dignidade em escala. Essa parceria institucional com o MDS representa um passo importante porque une forças complementares: a capacidade de alcance das políticas públicas e a vivência prática de quem atua diariamente nos territórios, ouvindo as comunidades e desenvolvendo soluções conectadas à realidade das favelas.” Edu Lyra acrescentou que a superação da pobreza exige a integração entre proteção social, acesso a direitos e inclusão socioeconômica, abrindo caminhos concretos para autonomia, geração de renda e estímulo ao empreendedorismo. “Nossa expectativa é contribuir para acelerar o caminho da população das favelas e periferias para a dignidade, ampliando horizontes de milhões de brasileiros”, afirmou. Segundo o ministro Wellington Dias, a construção de soluções mais efetivas passa pela aproximação entre poder público e iniciativas que já atuam diretamente nos territórios vulneráveis. “É preciso ultrapassar a linha da pobreza com dignidade, combinando transferência de renda, qualificação profissional, emprego, empreendedorismo, cooperativismo e crédito assistido para que a pessoa saia da fome, chegue à classe média e nunca mais volte à miséria”, afirmou. Assessoria de Comunicação – MDS Fonte: Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome

Painel do Sinisa permite acompanhamento da coleta de dados do saneamento

O período de coleta de dados para o ciclo de 2026 do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (Sinisa) está aberto, mas não são apenas os prestadores e municípios que participam deste processo. A população já pode acompanhar, em tempo real, o andamento da coleta por meio de um painel atualizado do Sinisa, que oferece transparência para a etapa e permite que cidadãos, gestores públicos, prestadores de serviços, pesquisadores e demais interessados monitorem a participação de quem deve submeter as informações ao levantamento nacional. Iniciada em 13 de maio, a coleta seguirá aberta até 3 de setembro. Os dados reunidos pelo Sinisa são fundamentais para subsidiar políticas públicas, orientar investimentos e acompanhar a evolução dos serviços de saneamento básico em todo o território brasileiro. Além de ampliar a transparência, o Painel de Acompanhamento da Coleta fortalece o controle social sobre o setor. A ferramenta permite verificar quais municípios e prestadores já iniciaram ou concluíram o preenchimento dos módulos, incentivando a participação da sociedade no acompanhamento do processo. Dentro do sistema é possível ver números por região, estado, um resumo por população e até um recorte das capitais do país. A atualização periódica das informações do Sinisa é uma obrigação prevista na legislação federal. Os municípios e prestadores responsáveis que não encaminharem os dados dentro do prazo ficam inadimplentes junto ao sistema, o que pode impedir o acesso a recursos federais destinados a ações e investimentos em saneamento básico. Por isso, o Ministério das Cidades incentiva que a população acompanhe o andamento da coleta e dialogue com gestores locais sobre a importância do envio das informações. O monitoramento social contribui para ampliar a adesão ao sistema e fortalecer a qualidade dos dados utilizados no planejamento do setor. “É importante que os municípios e prestadores dos serviços se mobilizem e preencham as informações referentes a abastecimento de água, esgotamento sanitário, drenagem e resíduos sólidos para que continuem acessando recursos e fortalecendo as políticas públicas com informações”, destacou o ministro das Cidades, Vladimir Lima. Coleta em ação pelo Brasil Em menos de três semanas desde a abertura do período de coleta, os responsáveis pelo preenchimento dos cinco módulos estão engajados no processo e inserindo as informações necessárias na plataforma. Até o momento, o módulo de abastecimento de água está com 61,59% dos municípios com o preenchimento dos dados em andamento, enquanto 38% ainda não iniciaram o processo. Outros 18 registros já foram finalizados. Em esgotamento sanitário, 1.567 dos 2.991 registros estão em preenchimento, correspondendo a 52,39%, e 13 já concluíram o envio das informações. Os módulos de águas pluviais e resíduos sólidos estão com 26,6% e 31,6% em andamento, respectivamente, ainda com menos de 3,4% de conclusão em cada. Novidade desde o lançamento do Sinisa, no ano passado, o módulo de gestão municipal já tem 1.846 municípios em processo e 201 finalizados. Sobre o Sinisa Principal base nacional de dados do saneamento básico brasileiro, o Sinisa dá continuidade ao legado do SNIS, incorporando novas metodologias e ampliando a integração das informações do setor. O sistema atende às determinações da Lei nº 11.445/2007, atualizada pelo novo Marco Legal do Saneamento, e é parte fundamental rumo à meta de universalização dos serviços. A coleta de dados é realizada anualmente junto aos titulares e prestadores de serviços de saneamento básico, permitindo o acompanhamento dos indicadores do setor e contribuindo para a formulação de políticas públicas, planejamento de investimentos e monitoramento das metas de universalização. É importante notar que nos módulos de abastecimento de água e de esgotamento sanitário há ambientes separados para prestadores regionais (atendem mais de um município) e locais (somente um município), enquanto o de gestão municipal deve ser preenchido pela prefeitura de todos os municípios. O período de coleta dos dados do ciclo 2026, referente ao ano-base 2025, vai até 3 de setembro, conforme estabelecido na Portaria MCID nº 1.069. A próxima etapa é o envio da versão preliminar das informações, com prazo até 3 de novembro, e manifestações ou validação da versão preliminar poderão ser feitas até o dia 17 do mesmo mês. Por fim, a publicação dos indicadores e a divulgação do certificado de adimplência serão realizados até 31 de dezembro. A Secretaria Nacional de Saneamento realizou uma série de transmissões ao vivo para tirar dúvidas sobre o processo de coleta e os materiais seguem disponíveis no YouTube. Foram cinco apresentações, uma referente a cada módulo, com objetivo de orientar os prestadores para o fornecimento de informações. Veja a página de acompanhamento da coleta do Sinisa. Acesse a área do prestador e municípios. Confira mais informações na página oficial do Sinisa. Acesse a Central de Conteúdos e as Redes Sociais do Ministério das Cidades Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério das CidadesAtendimento à ImprensaTelefone: (61) 2034-4282E-mail: imprensa@cidades.gov.br Fonte: Ministério das Cidades

ITA abre inscrições para vestibular com vagas para o Ceará

O Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) divulgou, nesta terça-feira, 2 de junho, o edital do vestibular para ingresso em 2027, com inscrições abertas até 12 de julho. Para o próximo ano, haverá aumento no número de vagas, totalizando 200 candidatos aprovados, o maior quantitativo já oferecido pela instituição em sua história. O aumento no número de vagas acompanha o processo de expansão do ITA, com a abertura de um novo campus na cidade de Fortaleza.  Outra novidade do processo seletivo de 2027 é a ampliação das vagas destinadas às políticas afirmativas, com a inclusão de vagas para candidatos indígenas e quilombolas. Serão oferecidas 140 vagas para ampla concorrência, 50 para candidatos negros (pretos e pardos), seis para indígenas e quatro para quilombolas.  O processo seletivo seguirá sendo composto por três etapas. A primeira será realizada em 27 de setembro, com questões objetivas. A segunda ocorrerá entre os dias 20 e 23 de outubro, com perguntas discursivas e redação. Já a terceira etapa consiste em inspeção de saúde, comprovação documental e procedimento de heteroidentificação para os candidatos inscritos nas políticas afirmativas, em data e local que serão divulgados ao longo do processo seletivo.  Com o início efetivo da nova unidade no Ceará, o instituto passa a oferecer oito cursos de graduação, sendo eles: engenharia aeronáutica; engenharia eletrônica; engenharia mecânica-aeronáutica; engenharia civil-aeronáutica; engenharia da computação; engenharia aeroespacial; engenharia de sistemas; e engenharia de energia.  O reitor do Instituto Tecnológico de Aeronáutica, o professor doutor Antonio Guilherme de Arruda Lorenzi, destaca que “a ampliação do número de vagas e o fortalecimento das políticas afirmativas refletem o compromisso do ITA com a excelência acadêmica, a inclusão e a expansão do ensino de engenharia no Brasil. Este novo momento do nosso instituto acompanha o processo de crescimento da instituição e amplia as oportunidades para estudantes de diferentes regiões e realidades do país”, acrescentou.  Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do ITA  Fonte: Ministério da Educação

PF incinera 3,6 toneladas de drogas no Amazonas

Manaus/AM. A Polícia Federal realizou, nesta terça-feira (2/6), a incineração de 3,6 toneladas de drogas apreendidas em diferentes operações e procedimentos investigativos conduzidos pela PF no estado do Amazonas. A medida integra as ações permanentes de enfrentamento ao tráfico de drogas e ao crime organizado, promovendo a retirada definitiva de entorpecentes de circulação após autorização judicial. A incineração foi realizada em conformidade com os procedimentos legais e observando os protocolos de segurança aplicáveis. Comunicação Social da Polícia Federal no AmazonasCs.sram@pf.gov.br(92) 3655-1563 Fonte: Polícia Federal

EUA atacam Pix para favorecer empresas de pagamentos estadunidenses

Segundo a recomendação da conselheira jurídica geral do USTR, Jennifer Thornton, o Brasil favorece, por meio de políticas, sua “campeã nacional, o Pix”, criado pelo Banco Central (BC). O escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) atacou o Pix brasileiro, acusando a tecnologia nacional de prejudicar “injustamente” as empresas estadunidenses que prestam serviços de pagamento eletrônico. Entre as empresas prejudicadas estariam a MasterCard, Visa e o Whatsapp Pay.   “Os atos, políticas e práticas do Brasil relacionados ao tratamento preferencial concedido ao Pix são injustos e discriminatórios. É injusto exigir que os concorrentes ofereçam vantagens ao Pix, como disponibilidade, visibilidade e limites de tarifas, e o Brasil discrimina os fornecedores de serviços de pagamento eletrônico dos EUA ao conceder essas vantagens apenas à empresa líder nacional [o Pix]”, diz o documento. Segundo a recomendação da conselheira jurídica geral do USTR, Jennifer Thornton, o Brasil favorece, por meio de políticas, sua “campeã nacional, o Pix”, criado pelo Banco Central (BC). “O papel duplo do Banco Central do Brasil como regulador e proprietário/operador do Pix cria um conflito de interesses, na ausência de salvaguardas processuais adequadas. O banco agiu para prejudicar os provedores de serviços de pagamento eletrônico dos EUA e dar preferência ao Pix”, acrescenta o documento.  O relatório, publicado na noite dessa segunda-feira (1º), é resultado de uma investigação iniciada há um ano no governo de Donald Trump contra supostas “práticas desleais” do Brasil no comércio com os EUA. O relatório sugere, entre outras ações, a taxação de 25% sobre parte dos produtos brasileiros.  Agora, o governo brasileiro e empresas prejudicadas poderão se manifestar sobre o relatório final da USTR até o dia 15 de julho, quando os EUA poderão passar a adotar “medidas corretivas” contra o Brasil. O professor do Instituto de Economia da Unicamp Pedro Paulo Zahluth Bastos avalia que a ação do governo Trump busca disputar o mercado de pagamentos eletrônicos do Brasil e usar o caso como “efeito demonstração” para que outros países não busquem criar mecanismos que prejudiquem empresas dos EUA.  “O problema é que o PIX já é um sistema soberano, público e gratuito, que oferece uma alternativa a essas redes privadas, que geram muitos lucros, que são controlados pelos EUA”, explicou o especialista. Zahluth rejeitou o argumento dos EUA de que haja uma discriminação contra as empresas do país norte-americano.   “O PIX mostrou que uma infraestrutura pública pode deslocar o modelo privado. que extrai tarifas. E esse modelo está se espalhando, como na Índia. O interesse dos EUA é essa renda de intermediação que os comerciantes pagam entre 2% a 5% na transação dos cartões de crédito”, completou. Ele lembra que o Pix tem movimentado mais recursos que cartões dos EUA como Visa e Mastercad.  “O Pix não está impedindo a operação dos cartões. Ele compete, claro, oferecendo um bem público, gratuito e que funciona. Não existe nenhuma proibição de que um bem público não possa ser oferecido por um Estado soberano”, disse o professor.  Pix como alvo O relatório da USTR cita que o Banco Central exige o uso do Pix por instituições financeiras com mais de 500 mil contas, além de que o mecanismo de pagamento gratuito seja exibido nos sites e aplicativos dos bancos e empresas financeiras com destaque semelhante a qualquer outro tipo de transferência. “Além disso, o Banco Central incentiva o uso do Pix em detrimento de outros serviços, exigindo que as instituições participantes (incluindo as instituições que ela exige para participar do mecanismo) ofereçam o Pix gratuitamente a indivíduos”, afirma a investigação dos EUA. Para a conselheira Jennifer Thornton, o Pix representa um ônus ou uma restrição ao comércio dos EUA, “impondo custos aos provedores de serviços americanos e forçando-os a promover sua concorrente brasileira sem qualquer compensação”. Segundo o professor da Unicamp Pedro Paulo Zahluth Bastos, a ação dos EUA contra o Pix busca assegurar os lucros dos monopólios das empresas estadunidenses, formando parte de uma disputa distributiva pela renda dos brasileiros.  “A sociedade brasileira está querendo evitar que o capital financeiro estrangeiro absorva rendas monopólicas e, ainda por cima, usando o Estado para impor isso contra outro Estado que é soberano. É mais uma expressão do imperialismo americano que o Trump está implementando”, disse o economista. Um ano de investigação A ação contra o Pix brasileiro começou nos Estados Unidos (EUA) em 15 de julho de 2025, quando o governo Donald Trump anunciou a abertura de investigação sobre supostas práticas comerciais desleais do Brasil. As críticas ao sistema de pagamento brasileiro podem ser explicadas pela concorrência do Pix com o Whatsapp Pay e bandeiras de cartão de crédito norte-americanas (como Visa e MasterCard), e por ter se tornado uma alternativa ao dólar em algumas transações internacionais.  A agência de notícias dos EUA Bloomberg, especializada em economia e finanças, tem divulgado que as bandeiras de cartões de crédito como Visa e MasterCard, além das big techs, grandes empresas de tecnologia, tem pressionado o governo de Donald Trump para agir contra o Pix brasileiro. Fonte: Agenciabrasil

MS avança no aleitamento e lei de Lia Nogueira reforça cuidado que começa no colo

Dados de 2026 colocam MS entre os melhores índices do país e reforçam a atualidade da lei de Lia Nogueira sobre cuidado, acolhimento e mamanalgesia Mato Grosso do Sul alcançou, em 2026, um dos melhores índices de aleitamento materno exclusivo do país. Segundo dados do SISVAN divulgados pela Secretaria de Estado de Saúde em maio deste ano, 64% das crianças menores de seis meses no Estado recebem exclusivamente leite materno, percentual acima da média nacional, de 57%. O resultado representa o 3º melhor desempenho do Brasil. O dado reforça a importância de políticas públicas que valorizem a amamentação não apenas como alimento, mas também como cuidado, vínculo e proteção nos primeiros meses de vida. Essa atenção à primeira infância também está presente na Lei 6.149 de 2023, de autoria da deputada estadual Lia Nogueira (PSDB), que instituiu em Mato Grosso do Sul a Semana de Conscientização e Incentivo à Mamanalgesia. A prática consiste no uso do aleitamento materno para ajudar a reduzir dores e desconfortos em bebês durante procedimentos como vacinação, aplicação de medicamentos e coleta de sangue. Na rotina das famílias, uma orientação simples como essa pode tornar o atendimento mais acolhedor para a mãe e menos sofrido para a criança. Para Lia Nogueira, os índices positivos do Estado mostram avanços importantes, mas também reforçam a necessidade de manter a informação chegando às mães e aos profissionais de saúde. “O leite materno alimenta, protege e acolhe. Quando falamos em mamanalgesia, falamos de uma prática simples, mas que pode fazer diferença na vida do bebê e também na segurança da mãe durante o atendimento. É informação que vira cuidado na ponta”, afirmou a deputada. A lei prevê ações de conscientização, campanhas educativas e debates com especialistas sobre os benefícios da mamanalgesia para mães, bebês e profissionais de saúde. “Quando Mato Grosso do Sul aparece entre os melhores do país, nós temos motivos para comemorar. Mas também temos a responsabilidade de levar mais orientação e acolhimento às mães, aos bebês e aos profissionais de saúde. Cuidar da primeira infância começa nos detalhes”, destacou a parlamentar. Fonte: Assessoria

PF cumpre mandado de busca e apreensão contra organização criminosa investigada por lavagem de dinheiro

Rio de Janeiro/RJ. Nesta terça-feira (2/6) a Polícia Federal deflagrou uma operação com o objetivo de apurar a atuação de uma organização criminosa voltada à lavagem de dinheiro. Policiais federais da Unidade de Investigações Sensíveis da Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários (UIS/DELEFAZ) cumpriram um mandado de busca e apreensão na na cidade do Rio de Janeiro. Na noite dessa segunda-feira (1º/6), um mandado de prisão preventiva também relacionado à investigação foi cumprido por policiais da Delegacia de Repressão a Drogas (DRE), no Aeroporto Internacional do Galeão. As medidas judiciais foram expedidas pela 2ª Vara Federal de Campos dos Goytacazes/RJ. As investigações tiveram início após ação realizada em março de 2026, em Niterói/RJ, ocasião em que foram apreendidos cerca de R$ 800 mil em espécie, além de armas de fogo, durante uma abordagem a integrantes do grupo criminoso. Segundo as apurações, o alvo da busca realizada nesta terça-feira (2/6) exercia função de comando operacional e financeiro da organização, sendo responsável pelo recrutamento de pessoas para o transporte e a escolta de valores e pela coordenação de movimentações financeiras, que estariam relacionadas à lavagem de capitais. A medida tem como objetivo reunir informações que contribuam para o aprofundamento das investigações, a identificação de outros envolvidos e o entendimento da estrutura financeira da organização criminosa. Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa armada, lavagem de dinheiro e porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, sem prejuízo de eventuais outros delitos que possam ser identificados no curso das investigações. Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiroscs.srrj@pf.gov.br(21) 2203-4404 Fonte: Polícia Federal

Programa Time Brasil amplia rede de cooperação com novas adesões de Apoiadores Institucionais

O Programa Time Brasil registrou, nos meses de abril e maio, novas adesões de Apoiadores Institucionais, ampliando a rede de cooperação voltada à promoção da integridade, da transparência e da boa governança no setor público. Passam a integrar oficialmente a rede de Apoiadores Institucionais do Time Brasil as seguintes entidades: Federação das Associações de Municípios da Paraíba (FAMUP); Consórcio Intermunicipal Multifinalitário da Região da AMUNESC (CIM-AMUNESC); Conselho Regional de Contabilidade do Maranhão (CRCMA); Controladoria-Geral do Estado do Rio Grande do Norte (CONTROL/RN); Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul (MPMS); Conselho Nacional de Controle Interno de Santa Catarina (CONECI-SC); Tribunal de Contas dos Municípios do Estado de Goiás (TCM-GO); Controladoria-Geral do Estado de Goiás (CGE-GO); Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC); e Ministério Público do Estado do Acre (MPAC). As adesões reforçam o compromisso do Programa com a construção de parcerias estratégicas e com o avanço de iniciativas voltadas à prevenção da corrupção e ao aperfeiçoamento da gestão pública. A formalização ocorre por meio da assinatura de Termo de Compromisso com a Controladoria-Geral da União (CGU), consolidando a atuação colaborativa entre as instituições participantes e o Programa Time Brasil. Entre as atribuições dos Apoiadores Institucionais estão o incentivo à adesão de estados e municípios ao Programa, a divulgação das ações do Time Brasil em seus respectivos âmbitos de atuação e o apoio à implementação das medidas previstas na Matriz de Integridade.  A expansão da rede reafirma o caráter cooperativo do programa, promovendo maior integração entre instituições públicas e entidades parceiras comprometidas com a consolidação de uma cultura de integridade no país. Adesão Podem atuar como Apoiadores Institucionais: órgãos e entidades públicas; instituições privadas sem fins lucrativos; sindicatos; associações de classe; e serviços sociais autônomos.  As instituições interessadas em aderir ao Programa ou obter mais informações devem entrar em contato com a Controladoria-Regional da União do seu respectivo estado ou pelo e-mail timebrasil@cgu.gov.br. Fonte: Controladoria-Geral da União

Travessia Urbana de Juazeiro entra em operação e beneficia mais de 42 mil veículos por dia

A primeira etapa da Travessia Urbana de Juazeiro, na Bahia, foi entregue nesta terça-feira (2) pelo ministro dos Transportes, George Santoro. A liberação marca o início da operação das estruturas já concluídas nas BRs-235/407/BA. Com investimento de R$ 229,8 milhões, a previsão é de que a obra seja finalizada integralmente ainda em 2026. “Essa é uma obra que estava parada e foi retomada na atual gestão. Hoje estamos entregando a primeira etapa de um projeto estruturante que vai melhorar a mobilidade e fortalecer uma região que é exemplo para o Brasil pela sua capacidade de produzir, gerar emprego e impulsionar o desenvolvimento”, afirmou o ministro. O projeto, que já alcançou 86% de execução, visa reorganizar o tráfego médio diário de aproximadamente 42.910 veículos e fortalecer a ligação rodoviária entre o município e a divisa com Pernambuco, em Petrolina (PE). . Na BR-407/BA, quatro viadutos estão prontos e o quinto, com 560 metros de extensão, segue em curso. Ao todo, já foram pavimentados 8,08 quilômetros de vias interligando as estruturas, sendo 3,34 quilômetros de pista duplicada e 4,74 quilômetros de marginais e rotatórias. Já na BR-235/BA, estão concluídos 2,3 quilômetros de restauração da estrada e a demolição da antiga banca existente no local. Além disso, novos sistemas de drenagem nos riachos Macarrão e Malhada estão em uso para ajudar a evitar alagamentos e ampliar a durabilidade da rodovia. Qualidade de vida O prefeito de Juazeiro, Andrei Gonçalves, celebrou os impactos positivos que o empreendimento trará para a região. A expectativa é de melhores condições de tráfego, redução de conflitos urbanos e mais segurança para motoristas e pedestres. “Essa é uma obra que está mudando a história de Juazeiro. A cidade vive uma transformação, e a parceria entre o Governo do Brasil, o Governo do Estado e o município tem sido fundamental para viabilizar esses investimentos. Estamos deixando para trás problemas históricos de mobilidade e construindo um futuro com mais desenvolvimento e qualidade de vida para a população”, destacou o prefeito. As intervenções se somam a outros investimentos voltados à melhoria da mobilidade no Vale do São Francisco. Entre eles está a ampliação da capacidade da Ponte Presidente Dutra, principal ligação entre Juazeiro (BA) e Petrolina (PE), que recebe diariamente mais de 40 mil veículos e concentra um dos principais gargalos viários da região. As obras contam com investimentos de R$ 316 milhões nos dois municípios. Morador de Juazeiro, o auxiliar administrativo Aruanã Gabriel, de 23 anos, acompanha diariamente os impactos do trânsito na cidade e acredita que as melhorias vão transformar a rotina de quem circula pela região. “Nos horários de pico, principalmente ao meio-dia e no fim da tarde, fica muito difícil passar por aqui. Tem congestionamento quase todos os dias e a gente perde muito tempo no trânsito. Com as melhorias na BR e na ponte, a expectativa é de uma mudança grande. Vamos ganhar tempo no deslocamento e ter mais segurança para seguir viagem”, pontuou. Trabalho além da divisa Ao finalizar a passagem pelo Nordeste, a comitiva ministerial cruzou a divisa da Bahia com Pernambuco e vistoriou o andamento da Travessia Urbana de Petrolina (PE). A intervenção recebeu investimento de R$143,3 milhões e contempla a adequação de 11,3 quilômetros da via, com a duplicação de um trecho de dois quilômetros e a implantação de um viaduto. Com cerca de 420 mil habitantes, Petrolina é o terceiro município mais populoso de Pernambuco. Considerada uma das principais intervenções urbanas do Sertão nordestino, a obra registra avanço de 70% e busca adequar a infraestrutura viária ao fluxo de veículos que passam pela cidade, com redução de congestionamentos e facilitação da circulação de mercadorias na região. Assessoria Especial de ComunicaçãoMinistério dos Transportes Fonte: Ministério dos Transportes

Brasil passa a integrar grupo que vai definir estratégias globais para monitoramento dos oceanos

O Brasil conquistou um espaço inédito nas discussões internacionais sobre o futuro da ciência oceânica. A diretora de Infraestrutura e Operações do Instituto Nacional de Pesquisas Oceânicas (Inpo), Janice Trotte-Duhá, foi nomeada para o Comitê Internacional da OceanObs29, uma das principais conferências globais dedicadas à observação e ao monitoramento dos oceanos. A nomeação representa uma importante integração brasileira em todas as articulações estratégicas e pensadas no futuro dos oceanos. Esta é a primeira vez que o País integra o comitê, que chega à quarta edição. No momento, o mundo se mobiliza em torno da Década do Oceano (2021-2030), iniciativa da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco). O Brasil sediará a Conferência da Década da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável em 2027, no Rio de Janeiro (RJ). A representante brasileira participou da primeira reunião estratégica do grupo, de 18 a 21 de maio, em Hong Kong, na China. O encontro reuniu especialistas de diferentes países para iniciar o planejamento da edição de 2029 da conferência, que também será sediada na China e deverá definir prioridades internacionais para a próxima década da observação oceânica. Segundo a diretora do Inpo, o primeiro encontro foi marcado por discussões centradas na construção da próxima etapa do programa. “Foi um começo bastante empolgante, que pautará a próxima fase de trabalhos, quando se pretende promover soluções práticas para todos os setores envolvidos e interessados na coleta de dados, a partir de observações oceânicas, para um planeta em transformação”, afirmou Janice Trotte-Duhá. Os sistemas de observação oceânica são responsáveis por gerar dados que ajudam cientistas e governos a compreenderem fenômenos como mudanças climáticas, aumento do nível do mar, eventos extremos, acidificação dos oceanos, segurança marítima e impactos sobre zonas costeiras. A conferência Criada há mais de duas décadas, a OceanObs é reconhecida internacionalmente por reunir pesquisadores, gestores públicos, instituições científicas e organismos internacionais em torno de um objetivo comum: melhorar a capacidade global de observar os oceanos e transformar dados científicos em respostas concretas para desafios ambientais, econômicos e sociais. Janice destaca ainda que a inserção brasileira no grupo marca um avanço importante para o País em um tema cada vez mais central no debate climático global. “É fundamental lembrar da importância que parcerias estratégicas entre governos, empresas e organizações sem fins lucrativos significam para o futuro das observações oceânicas em todo o nosso planeta, incluindo os setores sub-representados, tais como os países que compõem o Sul Global.” A edição de 2029 começa agora a ser desenhada por um grupo de 21 especialistas de diferentes regiões do mundo. O comitê terá a missão de definir os eixos científicos, estratégicos e políticos do evento, além de ampliar a participação internacional em temas ligados à observação oceânica e à cooperação científica. A proposta é ampliar o diálogo entre países em desenvolvimento e fortalecer iniciativas de cooperação voltadas ao compartilhamento de dados, tecnologias e infraestrutura científica para os oceanos. A participação da unidade de pesquisa no planejamento da OceanObs29 também ocorre em um momento de maior atenção internacional diante do avanço das mudanças climáticas. Cientistas consideram os mares fundamentais para a regulação do clima do planeta, absorção de calor e carbono, manutenção da biodiversidade e proteção das populações costeiras. “A sociedade depende do oceano mais do que nunca. Este é o momento de reunir a comunidade científica e os usuários de dados para moldar o sistema de observação oceânica de que precisamos para bem gerenciar os nossos recursos do mar, a partir de dados confiáveis, interoperáveis e produzidos em escala global. O Inpo estará sempre presente, oferecendo toda a expertise que se faz necessária”, concluiu Janice. Global Ocean Submmit 2026 Além da participação do Inpo nas primeiras reuniões estratégicas da OceanObs29, o instituto estava presente no Global Ocean Summit 2026, em Hong Kong. O diretor-geral do Inpo, Segen Estefen, participou do encontro de 18 a 20 de maio, quando ministrou a palestra Marine Energy Contributions to Energy Transition and the Blue Economy, sobre o potencial do oceano como fonte de energia renovável e aliado da transição energética. Durante o evento, ele também participou das discussões para a criação da Global Ocean Research Union (GlORi), iniciativa internacional de cooperação científica, compartilhamento de dados e fortalecimento da pesquisa oceânica global. “A cooperação internacional é essencial para avançarmos em soluções à altura dos desafios que o oceano impõe. O Brasil tem um papel estratégico nesse cenário, tanto pela dimensão do seu território marítimo quanto pela capacidade científica instalada, e o Inpo tem como uma de suas missões estratégicas conectar essas competências ao esforço global”, destacou Segen Estefen durante as discussões sobre a criação da GlORi, em Hong Kong. Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação