Vereadores levam à Sejusp pedido de reforço na segurança pública para Ponta Porã e distritos

Parlamentares enfatizaram que a demanda por mais segurança tem sido uma das principais reivindicações apresentadas pela população Em busca de melhorias para a segurança pública de Ponta Porã e dos distritos da região de fronteira, uma comitiva de vereadores do município participou, na manhã desta quarta-feira (3), de uma audiência com o secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública de Mato Grosso do Sul, Antonio Carlos Videira. Na ocasião, os parlamentares entregaram oficialmente um documento solicitando reforço no efetivo policial e investimentos na estrutura das forças de segurança que atuam na região. A reunião foi coordenada pelo presidente da Câmara Municipal, vereador Jelson Bernabé, que liderou a comitiva formada pelos vereadores Reinaldo Jalasca, Edinho Quintana, Natália Velasques, Carlos Bordão e Biro-Biro. Também participaram do encontro o vereador licenciado e subprefeito do distrito de Sanga Puitã, Kleber Ortiz, e o superintendente da Secretaria Municipal de Obras, Vanderley Avelino. Durante a audiência, os representantes do Legislativo municipal destacaram a necessidade urgente de fortalecimento das estruturas das Polícias Civil e Militar, além da ampliação do efetivo das corporações que atuam em Ponta Porã e nos distritos. Os vereadores enfatizaram que a demanda por mais segurança tem sido uma das principais reivindicações apresentadas pela população, especialmente diante das características da região de fronteira, que exige atenção permanente das autoridades. No documento entregue ao secretário Antonio Carlos Videira, os parlamentares ressaltaram a importância de investimentos em infraestrutura, equipamentos e recursos humanos para garantir melhores condições de trabalho aos agentes de segurança e ampliar a capacidade de atendimento à comunidade. O presidente da Câmara Municipal, Jelson Bernabé, afirmou que a audiência representa mais uma iniciativa do Poder Legislativo voltada para atender as necessidades da população. Segundo ele, a busca por soluções para fortalecer a segurança pública é uma pauta prioritária da Câmara, que tem mantido diálogo constante com órgãos estaduais em defesa dos interesses da comunidade fronteiriça. “Estamos levando ao Governo do Estado uma reivindicação legítima da população de Ponta Porã. Nossa cidade possui características específicas por estar localizada na faixa de fronteira, o que torna ainda mais importante o fortalecimento das forças de segurança. Precisamos garantir condições adequadas para que as corporações possam desempenhar seu trabalho com eficiência e proporcionar mais tranquilidade aos cidadãos”, destacou o presidente. Os vereadores também enfatizaram que a solicitação contempla não apenas a área urbana de Ponta Porã, mas também os distritos e comunidades rurais, que igualmente necessitam de maior presença policial e ações preventivas de combate à criminalidade. A expectativa da comitiva é que as reivindicações sejam analisadas pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública e possam resultar em novos investimentos para a região, fortalecendo o policiamento ostensivo e ampliando a sensação de segurança da população. Fonte: Câmara Municipal de Ponta Porã  

Ministro Luiz Marinho participa da 114ª Conferência Internacional do Trabalho, em Genebra

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, participa, na semana que vem, da 114ª Conferência Internacional do Trabalho (CIT), realizada pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), em Genebra, na Suíça. O evento teve início em primeiro de junho e seguirá até o dia 12 deste mês. Considerado o principal fórum global sobre o mundo do trabalho, o encontro reúne delegações tripartites de diversos países para discutir temas como direitos trabalhistas, regulação do trabalho em plataformas digitais, impactos da inteligência artificial e promoção do trabalho decente. Durante a programação, o ministro Marinho cumpre agenda com reuniões multilaterais, bilaterais e participação em sessões plenárias, além de encontros de alto nível sobre cooperação internacional e transição justa. Destaques da agenda Participação em reuniões do Grupo de Países da América Latina e Caribe (GRULAC) e articulações diplomáticas Discurso em sessões plenárias da Conferência Reuniões bilaterais com países como Suíça, Peru e México Participação em reunião ministerial sobre Transição Justa Atuação em iniciativas de cooperação sul-sul e economia social e solidária Serviço Evento: Participação do ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, na 114ª Conferência Internacional do Trabalho (OIT)Data: 8 a 11 de junho de 2026Local: Genebra, Suíça Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

Tecnologia social apoiada pelo MMA é uma das vencedoras do 13º Prêmio da Fundação BB

O “Projeto Fitoterápicos: Uso Sustentável e Inovador de Recursos da Biodiversidade” foi um dos grandes vencedores do 13º Prêmio da Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social. A cerimônia de premiação ocorreu na última sexta-feira (29/05), no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília. Apoiada e coordenada tecnicamente pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), a iniciativa foi reconhecida por seu alto impacto socioambiental e garantiu um prêmio de R$ 200 mil para investimento na tecnologia social. Desenvolvido pela organização Humana Brasil no bioma Mata Atlântica entre 2022 e 2024, o projeto foi viabilizado a partir de um edital lançado pelo MMA, em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e o Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF). O projeto espelha a estratégia nacional de transição ecológica, articulando conservação ambiental, geração de renda e valorização de saberes tradicionais. As ações incluíram desde assistência técnica até a implantação de quintais produtivos e sistemas agroflorestais com espécies nativas da Mata Atlântica e plantas medicinais. A Secretária Nacional de Bioeconomia do MMA, Carina Pimenta, explica que o reconhecimento reforça a missão de saúde e bem-estar do Plano Nacional de Desenvolvimento da Bioeconomia e mostra que o caminho para uma bioeconomia forte e soberana no Brasil passa obrigatoriamente pela valorização das comunidades tradicionais e da agricultura familiar. “Esta tecnologia social prova que a conservação ambiental e a geração de renda não são excludentes, mas sim interdependentes. Por exemplo, os fitoterápicos estão no PNDBIO como forma de promover saúde por meio da inovação e da valorização do patrimônio genético brasileiro O papel do MMA é justamente induzir e apoiar esses modelos replicáveis, que mantêm a floresta em pé e transformam a sociobiodiversidade em soluções sustentáveis de desenvolvimento para o país”, declarou Carina. O trabalho atendeu e fortaleceu organizações comunitárias em quatro estados: a Associação Comunitária dos Agricultores Familiares Quilombolas de Cangula (Bahia), a Cooperativa de Produção e Comercialização de Plantas Medicinais (Cooplantas), de São Paulo, a Associação de Agricultura Orgânica do Paraná (AOPA) e a Associação dos Pequenos Agricultores do Oeste Catarinense (APACO), de Santa Catarina. O projeto investiu em equipamentos, infraestrutura, capacitação técnica e fortalecimento organizacional, além da criação de redes de colaboração entre produtores. A premiação coroa uma metodologia com alto potencial de replicação no país. Isso ocorre porque o projeto sistematizou um modelo flexível e adaptável a diferentes biomas: a iniciativa une o conhecimento tradicional das comunidades à assistência técnica especializada para o plantio sustentável. Ao criar um passo a passo claro — que vai desde a implantação de quintais produtivos até a organização comunitária para a geração de renda a partir da produção de fitoterápicos —, o formato torna-se uma solução modelo para ser aplicada em outros territórios brasileiros que buscam fortalecer a economia da sociobiodiversidade. As iniciativas implementadas pelo projeto integram conservação ambiental, saúde e geração de renda, reconhecendo o papel central dos povos indígenas, povos e comunidades tradicionais e agricultores familiares. A 13ª edição do Prêmio da Fundação Banco do Brasil contou com mais de mil inscrições e etapas rigorosas de avaliação, que incluíram defesa técnica perante jurados e votação popular. O prêmio é considerado a principal vitrine do país para a identificação e certificação de soluções inovadoras que representam efetivas alternativas para a transformação social no Brasil. Sobre o Projeto Fitorerápicos O “Projeto Fitoterápicos: Uso Sustentável e Inovador de Recursos da Biodiversidade” é uma iniciativa coordenada tecnicamente pela Secretaria Nacional de Bioeconomia do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), implementada pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), com financiamento do Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF). Seu objetivo é ampliar os benefícios da biodiversidade brasileira a partir do uso sustentável, acessível e inovador de plantas medicinais, fortalecendo cadeias de valor de fitoterápicos com base no conhecimento tradicional de povos indígenas, povos e comunidades tradicionais e agricultores familiares. O projeto atua em conformidade com o regime de Acesso e Repartição de Benefícios (ARB) e com critérios de sustentabilidade ecológica, conectando conservação ambiental, geração de renda e valorização de saberes tradicionais em diferentes biomas do país. Assessoria Especial de Comunicação Social do MMAimprensa@mma.gov.br(61) 2028-1227/1051Acesse o Flickr do MMA Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

MMA apresenta avanços da política nacional de OMECs em debate latino-americano sobre conservação da biodiversidade

O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) apresentou, na última terça-feira (20), os avanços do Brasil na construção da política nacional de reconhecimento de Outras Medidas Eficazes de Conservação (OMECs), durante mesa-redonda realizada no XII Seminário de Áreas Protegidas e Inclusão Social (SAPIS) e VII Encuentro Latinoamericano de Áreas Protegidas y Conservación Comunitaria (ELAPIS), em Brasília.   Com o tema “Avanços e panorama latino-americano sobre as áreas conservadas – OMECs e sua contribuição com a Meta 3”, a atividade reuniu representantes de governos, organizações da sociedade civil e especialistas de diferentes países da América Latina discutir experiências, desafios e estratégias de implementação do instrumento. O evento foi promovido pela Wildlife Conservation Society Brasil (WCS Brasil), The Nature Conservancy Brasil (TNC Brasil) e WWF-Brasil.   As OMECs são reconhecidas internacionalmente como instrumento complementar às áreas protegidas, permitindo identificar e valorizar territórios e iniciativas que já geram resultados efetivos para a conservação da biodiversidade. Entre os exemplos estão territórios indígenas, áreas de povos e comunidades tradicionais, propriedades privadas, assentamentos da reforma agrária e áreas públicas sob diferentes formas de gestão. Durante o debate, o chefe de gabinete da Secretaria Nacional de Biodiversidade, Florestas e Direitos Animais do MMA, Carlos Eduardo Marinelli, o processo de construção da política nacional de reconhecimento de OMECs. Segundo ele, a iniciativa vem sendo desenvolvida de forma participativa e já mobiliza 113 instituições representativas dos diversos setores da sociedade, dos biomas brasileiros e da zona marinho-costeira, além de 13 ministérios do governo federal. O representante do MMA ressaltou ainda que a política em construção busca fortalecer uma abordagem de conservação inclusiva, valorizando o papel histórico desempenhado por povos indígenas, comunidades tradicionais, agricultores familiares, pescadores artesanais, extrativistas, produtores rurais e outros atores sociais na proteção da biodiversidade brasileira. A integração das OMECs com políticas públicas nacionais também foi destacada durante a apresentação. Entre os instrumentos relacionados está a Estratégia e Plano de Ação Nacionais para a Biodiversidade (EPANB 2025-2030), que prevê ações voltadas ao fortalecimento da conectividade ecológica, da conservação comunitária e da valorização dos povos e comunidades tradicionais. No painel internacional, Carolina Hazin, da TNC Internacional e copresidente do Grupo de Especialistas sobre OMECs da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), apresentou perspectivas para a agenda global e os esforços em curso para consolidar diretrizes e referências comuns para o reconhecimento dessas áreas. Também foi apresentado o panorama regional no âmbito da Agenda Colaborativa OMEC LAC 2025-2030. Johanna Dezza, especialista do WWF-USA em áreas protegidas e conservadas, destacou que o número de OMECs reconhecidas globalmente passou de cerca de 50 para mais de 7 mil entre 2021 e 2025. Segundo ela, a América Latina tem se consolidado como uma das regiões mais ativas na implementação do instrumento, com Colômbia, Peru e Equador já somando aproximadamente 15,1 milhões de hectares reportados à base global de dados de OMECs. A experiência colombiana também foi apresentada durante a mesa-redonda. Alexandra Areiza, da WCS Colômbia, compartilhou os avanços do país na construção de uma política baseada em governança compartilhada entre Estado e sociedade civil, envolvendo instituições públicas, organizações ambientais e centros de pesquisa. De acordo com Marinelli, as lições aprendidas pela Colômbia contribuíram para a criação, pelo MMA, de cinco grupos temáticos de especialistas responsáveis por discutir critérios e parâmetros de avaliação das OMECs sob diferentes abordagens ecossistêmicas, abrangendo ambientes terrestres, de águas doces e marinho-costeiros. O representante do MMA destacou ainda que o Brasil vem desenvolvendo mecanismos inovadores para cadastramento, análise automatizada de dados, elaboração de relatórios e divulgação das futuras OMECs reconhecidas no país, com apoio de ferramentas de inteligência artificial. Estudo de caso Outro destaque da programação foi a apresentação do relatório “Do potencial à ação: OMECs e conservação inclusiva na América Latina”, coordenado pela Equipe Global de Ciências da Rede WWF. A publicação reúne seis estudos nacionais e um relatório síntese regional, incluindo o estudo brasileiro elaborado a partir de entrevistas, revisão bibliográfica e análises de casos em diferentes territórios do país. Saiba mais sobre a publicação aqui Para Marinelli, o avanço da agenda de OMECs na América Latina depende da cooperação entre os países e da troca de experiências entre governos, instituições de pesquisa e organizações da sociedade civil. “Embora cada país avance a partir de seus próprios contextos políticos, ambientais e sociais, as experiências se fortalecem coletivamente e se complementam na construção de estratégias regionais de conservação inclusiva”, afirmou.  OMECs no SAPIS-ELAPIS   As discussões sobre OMECs integraram a programação temática “Outras Medidas Eficazes de Conservação (OMECs), Biodiversidade, Corredores Ecológicos e Coexistência” do SAPIS-ELAPIS e reforçaram o compromisso dos países latino-americanos com a Meta 3 do Marco Global da Biodiversidade de Kunming-Montreal, que prevê a conservação de pelo menos 30% das áreas terrestres e marinhas do planeta até 2030. O SAPIS e o ELAPIS são eventos técnico-científicos que promovem o intercâmbio de conhecimentos e o debate sobre conservação da biodiversidade, áreas protegidas e inclusão social no Brasil e na América Latina. Assessoria Especial de Comunicação Social do MMAimprensa@mma.gov.br(61) 2028-1227/1051Acesse o Flickr do MMA Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

MMA recebe secretária do Clima e Meio Ambiente da Noruega e celebra parcerias ambientais

A secretária-executiva do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), Anna Flávia Franco, recebeu a secretária do Clima e Meio Ambiente da Noruega, Astrid Willa Eide Hoem, na última semana, em Brasília (DF). Durante o encontro, foi celebrada a parceria de cooperação internacional entre os países, em projetos como o Fundo Amazônia e o Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF, na sigla em inglês). “Essa relação de cooperação é muito duradoura e tem trazido resultados muito exitosos para o Brasil e, por consequência, também são resultados que agregam ao planeta”, iniciou a secretária-executiva do MMA. Entre os destaques da parceria entre os países está o engajamento para a implementação do TFFF, lançado na COP30, em Belém, no ano passado. Na ocasião, o governo da Noruega anunciou o maior aporte ao fundo, entre os países integrantes da iniciativa: US$ 3 bilhões para os próximos dez anos. “É uma forma inovadora de garantir os fundos necessários para cuidar das florestas que precisamos cuidar. E, para a Noruega, é um compromisso muito forte, um compromisso com todo o governo e também um compromisso pessoal do nosso Primeiro-Ministro”, destacou a secretária do Clima e Meio Ambiente da Noruega. Fundo Amazônia Desde a sua criação, em 2008, a Noruega tem sido um dos principais apoiadores do Fundo Amazônia, mecanismo financeiro internacional concebido pelo Governo do Brasil em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para captar doações e financiar ações de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento, além de promover a conservação e o uso sustentável na Amazônia Legal. O país foi o primeiro doador do Fundo, contribuindo com R$ 3 bilhões entre 2009 e 2018. Em 2023, o país anunciou aporte adicional de R$ 250 milhões. “Nós reduzimos cerca de 50% do desmatamento na Amazônia, em um período curto (2023-2025), e acredito que nós devemos esse resultado, em parte, à cooperação muito valiosa com a Noruega, por meio do Fundo Amazônia”, refletiu Anna Flávia. Transição Energética Astrid Willa Eide Hoem relembrou o trabalho do Governo do Brasil na construção dos mapas do caminho para o fim do desmatamento e para a transição energética dos combustíveis fósseis. “O trabalho que o Brasil está fazendo nos roteiros é muito importante. Enviamos nossas sugestões no início deste ano. A Noruega está fortemente comprometida com a transição energética e, para nós, também é muito importante que ela aconteça tanto na produção quanto no consumo”, comentou a secretária de Estado do Clima e Meio Ambiente da Noruega. Tratado Global sobre Poluição por Plásticos Com a presença do secretário nacional de Meio Ambiente Urbano, Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental do MMA, Adalberto Maluf, também foi discutido o Tratado Global sobre Poluição por Plásticos. A iniciativa está em debate pela Assembleia das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEA, na sigla em inglês), desde 2022. O Brasil tenta avançar no debate internamente. Além disso, a secretária-executiva do MMA mencionou a Declaração do Pantanal, resultado da COP15 das Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres (CMS), realizada em março, em Campo Grande (MS). Apoiado por 20 países até o momento, o documento reforça a importância das zonas úmidas para a conservação das espécies migratórias e faz um chamado para que mais países se tornem membros da Convenção. A representante da Noruega se comprometeu a analisar a Declaração, visando apoiá-la. Participaram da reunião, também, a diretora do Departamento de Oceano e Gestão Costeira do MMA, Ana Paula Prates; o chefe da Assessoria Especial de Assuntos Internacionais do MMA, Carlos Fonseca; e o embaixador da Noruega no Brasil, Kjetil Elsebutangen. Assessoria Especial de Comunicação Social do MMAimprensa@mma.gov.br(61) 2028-1227/1051Acesse o Flickr do MMA Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

Em Hiroshima, MMA participa de reuniões do Tratado da Antártica sobre conservação ambiental

O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) participou da 48ª Reunião Consultiva do Tratado da Antártica e da 28ª Reunião do Comitê de Proteção Ambiental, em Hiroshima, no Japão, entre os dias 11 e 21 de maio de 2026. Os debates abrangem as atividades humanas no continente e a sua proteção ambiental. Os encontros são realizados anualmente entre os países signatários do Tratado da Antártica e do Protocolo ao Tratado da Antártica sobre Proteção ao Meio Ambiente. Ambos são destinados ao debate sobre as atividades humanas no continente e sua proteção ambiental. O Tratado, firmado em 1959, visa um continente dedicado à paz, à ciência e à proteção do meio ambiente. Quando foi criado, o mundo estava sob pressão de uma guerra nuclear e o Tratado propôs a destinação pacífica da região, proibindo a realização de testes com armas nucleares no local. Já o Protocolo, criado em 1991, visa à proteção integral do continente durante, pelo menos, 50 anos, ao conceder o status de “Reserva Natural Internacional dedicada à Ciência e à Paz”. Através dele, foi criado o Comitê para a Proteção Ambiental. O Brasil é signatário do Tratado da Antártica desde 1975, e do Protocolo desde 1998. Desde 1982, o governo brasileiro atua no continente por meio da Operação Antártica (OPERANTAR), ligada ao Programa Antártico Brasileiro (PROANTAR) – o projeto fomenta a pesquisa científica na região e é coordenado pelo MMA, Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), e Marinha do Brasil. Dessa forma, a delegação brasileira foi composta, nos encontros internacionais, por representantes do MMA, do MCTI, da Marinha, e também do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), do Ministério das Relações Exteriores (MRE), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Meio ambiente em foco Ao longo dos anos, as questões ambientais têm ocupado lugar de destaque nas reuniões anuais desses foros. Como uma das áreas mais sensíveis do planeta, a Antártica sofre de forma mais acelerada os efeitos da mudança do clima e essas transformações, por sua vez, projetam consequências sobre todo o sistema climático terrestre. A esse quadro soma-se o aumento das atividades humanas no continente, com destaque para o turismo, que tem ampliado as pressões ambientais e os riscos associados. Para enfrentar os desafios climáticos e as transformações ambientais por meio da cooperação internacional, os países participantes dedicaram-se a apresentar, com base na ciência, planos, ações e instrumentos capazes de responder aos problemas ambientais identificados, prevenir os riscos emergentes e preparar respostas para os cenários futuros. Decisões A pauta climática ocupou posição central na reunião do Comitê de Proteção Ambiental do Tratado, com a participação de representantes de quarenta países-membros do Protocolo de Madri, no ano em que se celebra o 35º aniversário de sua assinatura. Na ocasião, foi apresentada a Atualização sobre Mudança do Clima e Meio Ambiente na Antártica, que documenta a redução acelerada do gelo marinho, o retrocesso glacial e os impactos sobre a Península Antártica – região submetida a aquecimento rápido e a eventos meteorológicos extremos. Além disso, o Comitê examinou a proposta de designação do pinguim-imperador como espécie antártica especialmente protegida, com base na reclassificação da espécie como “em perigo” pela Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). A decisão possui alta sensibilidade política e está diretamente relacionada à agenda climática. Embora a maioria dos membros tenha manifestado firme apoio à designação, não se alcançou o consenso necessário. O grupo também aprovou a revisão do Manual sobre Espécies Não Autóctones e Doenças da Vida Silvestre — atualização que reflete a crescente preocupação com a influenza aviária, confirmada pelo terceiro ano consecutivo no continente antártico. O documento também apresenta diretrizes sobre avaliação de impactos ambientais cumulativos e na descrição do estado ambiental de referência, como base para a Avaliação de Impacto Ambiental (AIA). Além disso, foram criadas duas novas Áreas Antárticas Especialmente Protegidas e os planos de gestão de treze Áreas Antárticas Especialmente Protegidas foram revistos. Para além da agenda oficial, o Grupo de Avaliação Ambiental (GAAm), ligado ao Programa Antártico Brasileiro (PROANTAR) – do qual o MMA faz parte – realizou reuniões bilaterais diversas, com destaque para Reino Unido, Nova Zelândia e Austrália. Nos encontros, foram abordados os projetos de controle ambiental dos respectivos programas antárticos dos países. Marco geopolítico Em 2026, com um contexto internacional marcado por tensões geopolíticas significativas, foi designado para sediar os eventos do Tratado da Antártica e Tratado de Madri o primeiro local a sofrer um ataque com bomba atômica na história. O simbolismo não passou despercebido às delegações, que destacaram o êxito da cooperação multilateral na Antártica, mantida mesmo nos momentos mais sombrios da ordem internacional, como exemplo a ser replicado em outras regiões. No próximo ano, o encontro será realizado entre os dias 17 e 27 de maio de 2027, em Incheon, na Coreia do Sul. Assessoria Especial de Comunicação Social do MMAimprensa@mma.gov.br(61) 2028-1227/1051Acesse o Flickr do MMA Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

FICCO/PR apreende mais de uma tonelada de maconha em Foz do Iguaçu/PR

Foz do Iguaçu/PR. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Paraná (FICCO/PR), em ação conjunta com o Batalhão de Polícia de Fronteira da Polícia Militar do Paraná e a equipe POP do 14º BPM, apreendeu 1.035,200 quilos de maconha, na noite de terça-feira (2/6), em Foz do Iguaçu/PR. A ação teve início após as equipes identificarem movimentação suspeita nos fundos de um estacionamento de caminhões. No local, as equipes encontraram diversos fardos de maconha que seriam colocados no compartimento de carga do caminhão, que transportava também produtos de polipropileno destinados a equipamentos de proteção individual (EPIs) e possuía lacres da Receita Federal do Brasil. Durante a inspeção, foi constatado que a trava da porta havia sido removida sem o rompimento dos lacres, indicando tentativa de ocultação do entorpecente em meio à carga regular. Além da droga, foram apreendidos o conjunto veicular de carga, composto por cavalo mecânico acoplado a semirreboque tipo baú, e a carga comercial transportada. Todos os itens apreendidos foram encaminhados à Delegacia da Polícia Federal para os procedimentos cabíveis. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Paraná (FICCO/PR) é composta pela Polícia Federal (PF), Polícia Militar do Paraná (PMPR), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Secretaria de Estado da Segurança Pública (SESP-PR), Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN). Comunicação Social da Polícia Federal em Foz do Iguaçu/PR – CS/PF/Fozcs.foz@pf.gov.br@pffoz Canal para Denúnciadenuncias.fig.pr@pf.gov.br Fonte: Polícia Federal

Figueira centenária é incendiada em Três Lagoas e assusta moradores 

Incêndio aconteceu na madrugada desta quarta-feira Na madrugada desta quarta-feira (3), uma figueira foi incendiada no bairro Vila Piloto, em Três Lagoas. A dimensão do fogo assustou moradores da região e mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros Militares para controlar as chamas. A situação ocorreu por volta das 00h30, quando militares do 1º Subgrupamento de Bombeiros Militar (1º SGBM) do 5º Grupamento de Bombeiros Militar (5º GBM) foram acionados para atender uma ocorrência na Rua 36, no bairro Vila Piloto. Na ocasião, o fogo teria sido provocado por indivíduos ainda não identificados. As equipes do Corpo de Bombeiros atuaram rapidamente no combate ao incêndio, utilizando aproximadamente 600 litros de água para extinguir as chamas e evitar que o fogo se propagasse. Apesar dos danos causados à árvore, não houve registro de vítimas. Fonte: Midiamax

Após fuga, motorista abandona Dodge/Ram com 863 quilos de maconha

Na caminhonete os policiais encontraram os tabletes de maconha e documentos pessoais do suspeito de transportar a droga. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 863 quilos de maconha, nesta quarta-feira (3), em Bataguassu (MS).  Durante fiscalizações na BR-267, os policiais deram ordem de parada a uma Dodge/Ram, porém o condutor não obedeceu e iniciou fuga. Durante a fuga o motorista da caminhonete passou em alta velocidade por uma passagem elevada e danificou as rodas e pneus do veículo, em seguida, o motorista abandonou o veículo e empreendeu fuga a pé, não sendo localizado.  Na caminhonete os policiais encontraram os tabletes de maconha e documentos pessoais do suspeito de transportar a droga. A droga e o veículo foram encaminhados à Polícia Civil em Bataguassu (MS).  Fonte: PRF MS

CGU destaca papel da atividade correcional na promoção da segurança jurídica e da confiança nas instituições

A corregedora-geral da União da Controladoria-Geral da União (CGU), Fernanda Alvares da Rocha, destacou que a normatização correcional desempenha papel fundamental na promoção da segurança jurídica, assegurando previsibilidade, coerência e confiança nos processos administrativos, ao participar de evento promovido pela Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional do Distrito Federal (OAB/DF) e pelo Sindifisco Nacional – Delegacia Sindical de Brasília, no dia 29 de maio.  Durante o seminário “A Atividade Correcional no Estado de Direito”, a corregedora ressaltou que a legislação vigente e os normativos produzidos pela CGU têm contribuído para a consolidação de procedimentos mais claros e uniformes, oferecendo maior segurança aos agentes públicos e fortalecendo a credibilidade das instituições.    “A atividade correcional é um instrumento essencial para garantir a integridade da Administração Pública, prevenir abusos e promover decisões pautadas pela legalidade, pela transparência e pela segurança jurídica”, enfatizou Fernanda Alvares da Rocha.  O evento reuniu representantes da advocacia, especialistas e profissionais que atuam na área correcional para debater os desafios e as contribuições da atividade disciplinar para o fortalecimento do Estado de Direito.  O seminário também proporcionou um espaço de diálogo sobre os desafios contemporâneos da atuação correcional e a importância da cooperação entre órgãos de controle, entidades representativas e sociedade civil. A corregedora frisou que essa articulação é fundamental para o aprimoramento das práticas de integridade e para o fortalecimento da confiança da sociedade nas instituições públicas.  A participação da CGU no evento reforça o compromisso da instituição com o aperfeiçoamento contínuo dos mecanismos de integridade, responsabilização e governança pública, contribuindo para uma gestão pública cada vez mais transparente, eficiente e alinhada aos princípios do Estado Democrático de Direito. Fonte: Controladoria-Geral da União