MME e EPE divulgam estudos e dados complementares do PDE 2035
Como parte das ações de transparência e ampliação do acesso às informações do planejamento energético nacional, o Ministério de Minas e Energia (MME) e a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) divulgaram, nesta quarta-feira (3/6), estudos e documentos complementares do Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE) 2035. O conjunto reúne materiais que aprofundam e detalham aspectos relevantes do plano, contribuindo para o acompanhamento dos resultados, a compreensão das premissas adotadas e o acesso às informações técnicas utilizadas nos estudos. Entre os documentos divulgados está o Painel de Resultados do PDE 2035, ferramenta interativa que consolida os principais resultados energéticos do plano. O painel contempla informações sobre oferta interna de energia, geração elétrica, capacidade instalada, consumo final de energia, emissões de gases de efeito estufa, investimentos, balanço energético e outros indicadores relevantes para o horizonte decenal de 2026 a 2035. A base de dados pode ser baixada em formato de planilha. Também foi disponibilizada a lista de empreendimentos de transmissão de energia considerados no Plano, com o detalhamento dos projetos de linhas de transmissão e subestações considerados no plano. O material busca conferir transparência a respeito da expansão prevista para a infraestrutura de transmissão e apoiar a compreensão das soluções consideradas para o atendimento ao sistema elétrico nacional. Além disso, a EPE disponibiliza os conjuntos de arquivos dos modelos computacionais utilizados nos estudos de expansão da geração elétrica do cenário de referência do PDE 2035. Foram compartilhados os arquivos referentes aos modelos NEWAVE, Modelo de Decisão de Investimentos (MDI) e Balanço de Potência (BP), utilizados na avaliação da expansão do parque gerador e das condições de atendimento aos critérios de suprimento do sistema elétrico. Para acessar os estudos e documentos complementares do PDE 2035, clique aqui. Assessoria Especial de Comunicação Social – MMETelefone: (61) 2032-5759 | Email: imprensa@mme.gov.br Instagram ● Twitter ● Facebook ● YouTube ● Flickr ● LinkedIn Fonte: Ministério de Minas e Energia
Torneio em Fortaleza promove pesca esportiva e sustentabilidade
O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) participou do I Torneio 12 Horas de Pesca de Praia, realizado na Beira-Mar de Fortaleza (CE). O evento reuniu pescadores esportivos, representantes de entidades do setor e entusiastas da pesca recreativa em uma iniciativa voltada à promoção da prática responsável e sustentável da atividade. Durante o torneio, além do suporte técnico, a equipe do MPA realizou ações de divulgação dos principais instrumentos e políticas públicas voltados à pesca amadora e esportiva. Assim, foram apresentados o Plano Nacional para o Desenvolvimento Sustentável da Pesca Amadora e Esportiva (PNPAE), o Panorama da Pesca Amadora e Esportiva no Brasil, o Painel do Pescador Amador e Esportivo e materiais educativos sobre boas práticas na atividade. De acordo com a chefe de serviço do Desenvolvimento da Pesca Industrial, Amadora e Esportiva, Giovana Curcio, “essas iniciativas integram os esforços do Ministério para ampliar o conhecimento sobre o setor, apoiar a formulação de políticas públicas e incentivar o desenvolvimento sustentável da pesca esportiva em todo o país”. Ela acrescenta que a participação do Ministério no evento reforça seu compromisso com o desenvolvimento sustentável da pesca amadora e esportiva, reconhecendo a atividade como importante ferramenta de lazer, turismo, geração de renda e conservação dos recursos pesqueiros. “O MPA segue trabalhando para ampliar o acesso à informação, fortalecer a governança do setor e incentivar práticas que conciliem o esporte, a educação ambiental e a sustentabilidade”, concluiu. Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura
Aprenda a fazer ostras gratinadas de forma rápida e prática
Essa receita leva apenas 15 minutos e utiliza ingredientes cremosos que combinam perfeitamente com o sabor do mar. Ingredientes (para 6 ostras) 6 ostras frescas 2 colheres de sopa de requeijão cremoso 2 colheres de sopa de creme de leite 1 colher de chá de manteiga 1/2 alho-poró cortado em rodelas bem finas (opcional) Queijo parmesão ralado a gosto (para cobrir) Sal grosso (apenas para firmar as conchas na assadeira) Modo de Preparo Prepare as conchas: Em uma panela com dois dedos de água, coloque as ostras, tampe e deixe no fogo por cerca de 5 minutos até que se abram. Limpeza: Retire as ostras do fogo. Descarte a concha superior (a mais plana) e mantenha a ostra na concha mais funda. Faça o creme: Em uma frigideira pequena, derreta a manteiga e refogue o alho-poró até murchar. Desligue o fogo, adicione o creme de leite e o requeijão cremoso. Misture bem até formar um creme liso. Montagem: Em uma assadeira, faça uma cama de sal grosso (isso ajuda a equilibrar as conchas para o molho não derramar). Acomode as ostras, cubra cada uma com uma porção do creme e polvilhe generosamente com queijo parmesão ralado. Gratinar: Leve ao forno preaquecido a 200 ºC por cerca de 10 minutos, ou até que o queijo esteja dourado e borbulhante Cultivo das ostras A produção de ostras no Brasil (ostreicultura) é o ramo da aquicultura dedicado ao cultivo de ostras em ambientes aquáticos controlados ou manejados, que envolve a produção de ostras desde a obtenção de sementes (juvenis) até o seu crescimento e engorda para comercialização. A ostreicultura vem se consolidando como uma alternativa econômica sustentável para as comunidades do litoral sul do Rio Grande do Norte. O estado se destaca como o maior produtor de ostras nativas do Brasil, de acordo com dados do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), que se adaptam a águas mais quentes e valorizam o seu sabor intenso. Já na região Sul, cidades como Florianópolis (conhecida como a capital nacional da ostra), Palhoça, Bombinhas e Penha possuem águas com temperaturas ideais para o crescimento rápido das ostras do Pacífico. O processo, em Santa Catarina não depende do extrativismo na natureza, as “sementes” (minúsculos moluscos) de ostras são produzidas em laboratórios especializados, como os da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), e vendidas para os produtores. A ostreicultura segue se consolidando como uma importante fonte de renda para as comunidades locais, promovendo o desenvolvimento econômico e ambientalmente sustentável. Élen Gorski Ministério da Pesca e Aquicultura Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura
Ministério da Pesca e Aquicultura alerta para tentativas de golpes envolvendo carteirinha de pescador
O Ministério da Pesca e Aquicultura alerta aos pescadores e pescadoras profissionais sobre tentativas de golpe relacionadas ao Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP). Segundo relatos dos próprios usuários do sistema PesqBrasil, alguns estão recebendo mensagens falsas via aplicativo WhatsApp. O Ministério ressalta que não cobra nenhum tipo de taxa para a regularização da profissão. A situação cadastral do profissional pode ser consultada por meio do site: https://pesqbrasil-pescadorprofissional.mpa.gov.br/acesso-externo. As mensagens falsas informam sobre uma suposta alteração no status da licença de pesca. Assim, pescadores e pescadoras que estão com a licença ativa estão sendo ludibriados a acreditarem que o documento se encontra suspenso ou cancelado. Os golpistas ainda solicitam pagamento para que a situação seja normalizada. Na maioria das vezes, o pescador está com a situação regular e com a carteira ativa. No entanto, ao receber a mensagem, muitas vezes, acredita na informação e realiza o pagamento solicitado pelos golpistas. Após alguns minutos, o status que supostamente aparecia como suspenso, passa aparecer como ativo, porque na verdade nunca houve suspensão ou cancelamento. Na apuração das denúncias, verificou-se que os golpistas fazem o print da tela da consulta pública da Licença e adulteram o documento. FIQUE ATENTO! Essas mensagens não são enviadas pelo MPA ou qualquer outro órgão do governo; O Ministério não solicita NENHUM pagamento para regularizar a situação da carteira de pescador e pescadora profissional artesanal; Nunca forneça dados pessoais ou comprovantes para pessoas desconhecidas. Ao receber qualquer mensagem, consulte imediatamente a situação da sua licença no link de consulta pública do PesqBrasil; Pedimos que todos compartilhem este alerta com outros pescadores para evitar novos golpes. Em caso de dúvida, procure informações apenas pelos canais oficiais. (61) 3276-5073 (WhatsApp) (61) 3276-4437 (61) 3276-4422 Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura
PF e PM/PR apreendem mais de 1,1 tonelada de maconha após fuga fluvial no rio Paraná
Foz do Iguaçu/PR. Em ação conjunta realizada na noite desta terça-feira (2/6), equipes da Polícia Federal e da Polícia Militar/PR apreenderam 1.161 quilos de maconha após uma perseguição fluvial no Rio Paraná, na região do Jardim Jupira, em Foz do Iguaçu. Durante monitoramento, os policiais identificaram uma embarcação motorizada proveniente do Paraguai aproximando-se da margem brasileira. As equipes policiais iniciaram uma operação de interceptação por via fluvial. Ao perceber a aproximação policial, o condutor da embarcação tentou retornar para a margem paraguaia. Durante a fuga, entretanto, a embarcação foi arrastada pela correnteza e colidiu contra pedras nas proximidades da Ilha Acaray, próxima à Ponte Internacional da Amizade, vindo a virar e espalhar diversos fardos de maconha nas águas do Rio Paraná. Após o encerramento das buscas, toda a droga apreendida em território brasileiro foi encaminhada à Delegacia da Polícia Federal em Foz do Iguaçu, onde a pesagem confirmou a apreensão de 1.161 quilos de maconha. Comunicação Social da Polícia Federal em Foz do Iguaçu/PR – CS/PF/Fozcs.foz@pf.gov.br@pffoz Fonte: Polícia Federal
Vereadores levam à Sejusp pedido de reforço na segurança pública para Ponta Porã e distritos
Parlamentares enfatizaram que a demanda por mais segurança tem sido uma das principais reivindicações apresentadas pela população Em busca de melhorias para a segurança pública de Ponta Porã e dos distritos da região de fronteira, uma comitiva de vereadores do município participou, na manhã desta quarta-feira (3), de uma audiência com o secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública de Mato Grosso do Sul, Antonio Carlos Videira. Na ocasião, os parlamentares entregaram oficialmente um documento solicitando reforço no efetivo policial e investimentos na estrutura das forças de segurança que atuam na região. A reunião foi coordenada pelo presidente da Câmara Municipal, vereador Jelson Bernabé, que liderou a comitiva formada pelos vereadores Reinaldo Jalasca, Edinho Quintana, Natália Velasques, Carlos Bordão e Biro-Biro. Também participaram do encontro o vereador licenciado e subprefeito do distrito de Sanga Puitã, Kleber Ortiz, e o superintendente da Secretaria Municipal de Obras, Vanderley Avelino. Durante a audiência, os representantes do Legislativo municipal destacaram a necessidade urgente de fortalecimento das estruturas das Polícias Civil e Militar, além da ampliação do efetivo das corporações que atuam em Ponta Porã e nos distritos. Os vereadores enfatizaram que a demanda por mais segurança tem sido uma das principais reivindicações apresentadas pela população, especialmente diante das características da região de fronteira, que exige atenção permanente das autoridades. No documento entregue ao secretário Antonio Carlos Videira, os parlamentares ressaltaram a importância de investimentos em infraestrutura, equipamentos e recursos humanos para garantir melhores condições de trabalho aos agentes de segurança e ampliar a capacidade de atendimento à comunidade. O presidente da Câmara Municipal, Jelson Bernabé, afirmou que a audiência representa mais uma iniciativa do Poder Legislativo voltada para atender as necessidades da população. Segundo ele, a busca por soluções para fortalecer a segurança pública é uma pauta prioritária da Câmara, que tem mantido diálogo constante com órgãos estaduais em defesa dos interesses da comunidade fronteiriça. “Estamos levando ao Governo do Estado uma reivindicação legítima da população de Ponta Porã. Nossa cidade possui características específicas por estar localizada na faixa de fronteira, o que torna ainda mais importante o fortalecimento das forças de segurança. Precisamos garantir condições adequadas para que as corporações possam desempenhar seu trabalho com eficiência e proporcionar mais tranquilidade aos cidadãos”, destacou o presidente. Os vereadores também enfatizaram que a solicitação contempla não apenas a área urbana de Ponta Porã, mas também os distritos e comunidades rurais, que igualmente necessitam de maior presença policial e ações preventivas de combate à criminalidade. A expectativa da comitiva é que as reivindicações sejam analisadas pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública e possam resultar em novos investimentos para a região, fortalecendo o policiamento ostensivo e ampliando a sensação de segurança da população. Fonte: Câmara Municipal de Ponta Porã
Ministro Luiz Marinho participa da 114ª Conferência Internacional do Trabalho, em Genebra
O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, participa, na semana que vem, da 114ª Conferência Internacional do Trabalho (CIT), realizada pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), em Genebra, na Suíça. O evento teve início em primeiro de junho e seguirá até o dia 12 deste mês. Considerado o principal fórum global sobre o mundo do trabalho, o encontro reúne delegações tripartites de diversos países para discutir temas como direitos trabalhistas, regulação do trabalho em plataformas digitais, impactos da inteligência artificial e promoção do trabalho decente. Durante a programação, o ministro Marinho cumpre agenda com reuniões multilaterais, bilaterais e participação em sessões plenárias, além de encontros de alto nível sobre cooperação internacional e transição justa. Destaques da agenda Participação em reuniões do Grupo de Países da América Latina e Caribe (GRULAC) e articulações diplomáticas Discurso em sessões plenárias da Conferência Reuniões bilaterais com países como Suíça, Peru e México Participação em reunião ministerial sobre Transição Justa Atuação em iniciativas de cooperação sul-sul e economia social e solidária Serviço Evento: Participação do ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, na 114ª Conferência Internacional do Trabalho (OIT)Data: 8 a 11 de junho de 2026Local: Genebra, Suíça Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego
Tecnologia social apoiada pelo MMA é uma das vencedoras do 13º Prêmio da Fundação BB
O “Projeto Fitoterápicos: Uso Sustentável e Inovador de Recursos da Biodiversidade” foi um dos grandes vencedores do 13º Prêmio da Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social. A cerimônia de premiação ocorreu na última sexta-feira (29/05), no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília. Apoiada e coordenada tecnicamente pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), a iniciativa foi reconhecida por seu alto impacto socioambiental e garantiu um prêmio de R$ 200 mil para investimento na tecnologia social. Desenvolvido pela organização Humana Brasil no bioma Mata Atlântica entre 2022 e 2024, o projeto foi viabilizado a partir de um edital lançado pelo MMA, em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e o Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF). O projeto espelha a estratégia nacional de transição ecológica, articulando conservação ambiental, geração de renda e valorização de saberes tradicionais. As ações incluíram desde assistência técnica até a implantação de quintais produtivos e sistemas agroflorestais com espécies nativas da Mata Atlântica e plantas medicinais. A Secretária Nacional de Bioeconomia do MMA, Carina Pimenta, explica que o reconhecimento reforça a missão de saúde e bem-estar do Plano Nacional de Desenvolvimento da Bioeconomia e mostra que o caminho para uma bioeconomia forte e soberana no Brasil passa obrigatoriamente pela valorização das comunidades tradicionais e da agricultura familiar. “Esta tecnologia social prova que a conservação ambiental e a geração de renda não são excludentes, mas sim interdependentes. Por exemplo, os fitoterápicos estão no PNDBIO como forma de promover saúde por meio da inovação e da valorização do patrimônio genético brasileiro O papel do MMA é justamente induzir e apoiar esses modelos replicáveis, que mantêm a floresta em pé e transformam a sociobiodiversidade em soluções sustentáveis de desenvolvimento para o país”, declarou Carina. O trabalho atendeu e fortaleceu organizações comunitárias em quatro estados: a Associação Comunitária dos Agricultores Familiares Quilombolas de Cangula (Bahia), a Cooperativa de Produção e Comercialização de Plantas Medicinais (Cooplantas), de São Paulo, a Associação de Agricultura Orgânica do Paraná (AOPA) e a Associação dos Pequenos Agricultores do Oeste Catarinense (APACO), de Santa Catarina. O projeto investiu em equipamentos, infraestrutura, capacitação técnica e fortalecimento organizacional, além da criação de redes de colaboração entre produtores. A premiação coroa uma metodologia com alto potencial de replicação no país. Isso ocorre porque o projeto sistematizou um modelo flexível e adaptável a diferentes biomas: a iniciativa une o conhecimento tradicional das comunidades à assistência técnica especializada para o plantio sustentável. Ao criar um passo a passo claro — que vai desde a implantação de quintais produtivos até a organização comunitária para a geração de renda a partir da produção de fitoterápicos —, o formato torna-se uma solução modelo para ser aplicada em outros territórios brasileiros que buscam fortalecer a economia da sociobiodiversidade. As iniciativas implementadas pelo projeto integram conservação ambiental, saúde e geração de renda, reconhecendo o papel central dos povos indígenas, povos e comunidades tradicionais e agricultores familiares. A 13ª edição do Prêmio da Fundação Banco do Brasil contou com mais de mil inscrições e etapas rigorosas de avaliação, que incluíram defesa técnica perante jurados e votação popular. O prêmio é considerado a principal vitrine do país para a identificação e certificação de soluções inovadoras que representam efetivas alternativas para a transformação social no Brasil. Sobre o Projeto Fitorerápicos O “Projeto Fitoterápicos: Uso Sustentável e Inovador de Recursos da Biodiversidade” é uma iniciativa coordenada tecnicamente pela Secretaria Nacional de Bioeconomia do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), implementada pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), com financiamento do Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF). Seu objetivo é ampliar os benefícios da biodiversidade brasileira a partir do uso sustentável, acessível e inovador de plantas medicinais, fortalecendo cadeias de valor de fitoterápicos com base no conhecimento tradicional de povos indígenas, povos e comunidades tradicionais e agricultores familiares. O projeto atua em conformidade com o regime de Acesso e Repartição de Benefícios (ARB) e com critérios de sustentabilidade ecológica, conectando conservação ambiental, geração de renda e valorização de saberes tradicionais em diferentes biomas do país. Assessoria Especial de Comunicação Social do MMAimprensa@mma.gov.br(61) 2028-1227/1051Acesse o Flickr do MMA Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima
MMA apresenta avanços da política nacional de OMECs em debate latino-americano sobre conservação da biodiversidade
O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) apresentou, na última terça-feira (20), os avanços do Brasil na construção da política nacional de reconhecimento de Outras Medidas Eficazes de Conservação (OMECs), durante mesa-redonda realizada no XII Seminário de Áreas Protegidas e Inclusão Social (SAPIS) e VII Encuentro Latinoamericano de Áreas Protegidas y Conservación Comunitaria (ELAPIS), em Brasília. Com o tema “Avanços e panorama latino-americano sobre as áreas conservadas – OMECs e sua contribuição com a Meta 3”, a atividade reuniu representantes de governos, organizações da sociedade civil e especialistas de diferentes países da América Latina discutir experiências, desafios e estratégias de implementação do instrumento. O evento foi promovido pela Wildlife Conservation Society Brasil (WCS Brasil), The Nature Conservancy Brasil (TNC Brasil) e WWF-Brasil. As OMECs são reconhecidas internacionalmente como instrumento complementar às áreas protegidas, permitindo identificar e valorizar territórios e iniciativas que já geram resultados efetivos para a conservação da biodiversidade. Entre os exemplos estão territórios indígenas, áreas de povos e comunidades tradicionais, propriedades privadas, assentamentos da reforma agrária e áreas públicas sob diferentes formas de gestão. Durante o debate, o chefe de gabinete da Secretaria Nacional de Biodiversidade, Florestas e Direitos Animais do MMA, Carlos Eduardo Marinelli, o processo de construção da política nacional de reconhecimento de OMECs. Segundo ele, a iniciativa vem sendo desenvolvida de forma participativa e já mobiliza 113 instituições representativas dos diversos setores da sociedade, dos biomas brasileiros e da zona marinho-costeira, além de 13 ministérios do governo federal. O representante do MMA ressaltou ainda que a política em construção busca fortalecer uma abordagem de conservação inclusiva, valorizando o papel histórico desempenhado por povos indígenas, comunidades tradicionais, agricultores familiares, pescadores artesanais, extrativistas, produtores rurais e outros atores sociais na proteção da biodiversidade brasileira. A integração das OMECs com políticas públicas nacionais também foi destacada durante a apresentação. Entre os instrumentos relacionados está a Estratégia e Plano de Ação Nacionais para a Biodiversidade (EPANB 2025-2030), que prevê ações voltadas ao fortalecimento da conectividade ecológica, da conservação comunitária e da valorização dos povos e comunidades tradicionais. No painel internacional, Carolina Hazin, da TNC Internacional e copresidente do Grupo de Especialistas sobre OMECs da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), apresentou perspectivas para a agenda global e os esforços em curso para consolidar diretrizes e referências comuns para o reconhecimento dessas áreas. Também foi apresentado o panorama regional no âmbito da Agenda Colaborativa OMEC LAC 2025-2030. Johanna Dezza, especialista do WWF-USA em áreas protegidas e conservadas, destacou que o número de OMECs reconhecidas globalmente passou de cerca de 50 para mais de 7 mil entre 2021 e 2025. Segundo ela, a América Latina tem se consolidado como uma das regiões mais ativas na implementação do instrumento, com Colômbia, Peru e Equador já somando aproximadamente 15,1 milhões de hectares reportados à base global de dados de OMECs. A experiência colombiana também foi apresentada durante a mesa-redonda. Alexandra Areiza, da WCS Colômbia, compartilhou os avanços do país na construção de uma política baseada em governança compartilhada entre Estado e sociedade civil, envolvendo instituições públicas, organizações ambientais e centros de pesquisa. De acordo com Marinelli, as lições aprendidas pela Colômbia contribuíram para a criação, pelo MMA, de cinco grupos temáticos de especialistas responsáveis por discutir critérios e parâmetros de avaliação das OMECs sob diferentes abordagens ecossistêmicas, abrangendo ambientes terrestres, de águas doces e marinho-costeiros. O representante do MMA destacou ainda que o Brasil vem desenvolvendo mecanismos inovadores para cadastramento, análise automatizada de dados, elaboração de relatórios e divulgação das futuras OMECs reconhecidas no país, com apoio de ferramentas de inteligência artificial. Estudo de caso Outro destaque da programação foi a apresentação do relatório “Do potencial à ação: OMECs e conservação inclusiva na América Latina”, coordenado pela Equipe Global de Ciências da Rede WWF. A publicação reúne seis estudos nacionais e um relatório síntese regional, incluindo o estudo brasileiro elaborado a partir de entrevistas, revisão bibliográfica e análises de casos em diferentes territórios do país. Saiba mais sobre a publicação aqui Para Marinelli, o avanço da agenda de OMECs na América Latina depende da cooperação entre os países e da troca de experiências entre governos, instituições de pesquisa e organizações da sociedade civil. “Embora cada país avance a partir de seus próprios contextos políticos, ambientais e sociais, as experiências se fortalecem coletivamente e se complementam na construção de estratégias regionais de conservação inclusiva”, afirmou. OMECs no SAPIS-ELAPIS As discussões sobre OMECs integraram a programação temática “Outras Medidas Eficazes de Conservação (OMECs), Biodiversidade, Corredores Ecológicos e Coexistência” do SAPIS-ELAPIS e reforçaram o compromisso dos países latino-americanos com a Meta 3 do Marco Global da Biodiversidade de Kunming-Montreal, que prevê a conservação de pelo menos 30% das áreas terrestres e marinhas do planeta até 2030. O SAPIS e o ELAPIS são eventos técnico-científicos que promovem o intercâmbio de conhecimentos e o debate sobre conservação da biodiversidade, áreas protegidas e inclusão social no Brasil e na América Latina. Assessoria Especial de Comunicação Social do MMAimprensa@mma.gov.br(61) 2028-1227/1051Acesse o Flickr do MMA Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima
MMA recebe secretária do Clima e Meio Ambiente da Noruega e celebra parcerias ambientais
A secretária-executiva do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), Anna Flávia Franco, recebeu a secretária do Clima e Meio Ambiente da Noruega, Astrid Willa Eide Hoem, na última semana, em Brasília (DF). Durante o encontro, foi celebrada a parceria de cooperação internacional entre os países, em projetos como o Fundo Amazônia e o Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF, na sigla em inglês). “Essa relação de cooperação é muito duradoura e tem trazido resultados muito exitosos para o Brasil e, por consequência, também são resultados que agregam ao planeta”, iniciou a secretária-executiva do MMA. Entre os destaques da parceria entre os países está o engajamento para a implementação do TFFF, lançado na COP30, em Belém, no ano passado. Na ocasião, o governo da Noruega anunciou o maior aporte ao fundo, entre os países integrantes da iniciativa: US$ 3 bilhões para os próximos dez anos. “É uma forma inovadora de garantir os fundos necessários para cuidar das florestas que precisamos cuidar. E, para a Noruega, é um compromisso muito forte, um compromisso com todo o governo e também um compromisso pessoal do nosso Primeiro-Ministro”, destacou a secretária do Clima e Meio Ambiente da Noruega. Fundo Amazônia Desde a sua criação, em 2008, a Noruega tem sido um dos principais apoiadores do Fundo Amazônia, mecanismo financeiro internacional concebido pelo Governo do Brasil em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para captar doações e financiar ações de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento, além de promover a conservação e o uso sustentável na Amazônia Legal. O país foi o primeiro doador do Fundo, contribuindo com R$ 3 bilhões entre 2009 e 2018. Em 2023, o país anunciou aporte adicional de R$ 250 milhões. “Nós reduzimos cerca de 50% do desmatamento na Amazônia, em um período curto (2023-2025), e acredito que nós devemos esse resultado, em parte, à cooperação muito valiosa com a Noruega, por meio do Fundo Amazônia”, refletiu Anna Flávia. Transição Energética Astrid Willa Eide Hoem relembrou o trabalho do Governo do Brasil na construção dos mapas do caminho para o fim do desmatamento e para a transição energética dos combustíveis fósseis. “O trabalho que o Brasil está fazendo nos roteiros é muito importante. Enviamos nossas sugestões no início deste ano. A Noruega está fortemente comprometida com a transição energética e, para nós, também é muito importante que ela aconteça tanto na produção quanto no consumo”, comentou a secretária de Estado do Clima e Meio Ambiente da Noruega. Tratado Global sobre Poluição por Plásticos Com a presença do secretário nacional de Meio Ambiente Urbano, Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental do MMA, Adalberto Maluf, também foi discutido o Tratado Global sobre Poluição por Plásticos. A iniciativa está em debate pela Assembleia das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEA, na sigla em inglês), desde 2022. O Brasil tenta avançar no debate internamente. Além disso, a secretária-executiva do MMA mencionou a Declaração do Pantanal, resultado da COP15 das Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres (CMS), realizada em março, em Campo Grande (MS). Apoiado por 20 países até o momento, o documento reforça a importância das zonas úmidas para a conservação das espécies migratórias e faz um chamado para que mais países se tornem membros da Convenção. A representante da Noruega se comprometeu a analisar a Declaração, visando apoiá-la. Participaram da reunião, também, a diretora do Departamento de Oceano e Gestão Costeira do MMA, Ana Paula Prates; o chefe da Assessoria Especial de Assuntos Internacionais do MMA, Carlos Fonseca; e o embaixador da Noruega no Brasil, Kjetil Elsebutangen. Assessoria Especial de Comunicação Social do MMAimprensa@mma.gov.br(61) 2028-1227/1051Acesse o Flickr do MMA Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima