“Tarado da Motocicleta” é acusado de perseguir e importunar mulher no Jd. Ibirapuera em Ponta Porã

Uma moradora do bairro Jardim Ibirapuera, em Ponta Porã, denunciou ter sido perseguida e vítima de importunação sexual na manhã desta sexta-feira, 6 de junho. O caso teria ocorrido por volta das 7h, quando a mulher caminhava em direção à academia. Segundo relato enviado, o suspeito estava em uma motocicleta e passou a seguir a vítima em um trecho de rua com pouco movimento. “Ali é um lugar de bastante silêncio”, descreveu.A mulher afirma que presenciou a ação enquanto também se deslocava para a academia e que o homem teria praticado ato obsceno contra a mulher que fazia caminhada. Ainda de acordo com o relato, o suspeito foi identificado e já teria sido visto “atacando mulheres pela manhã ” na região. ALERTA À SEGURANÇA PÚBLICA A mulher entrou em contato pedindo ajuda e reforço no policiamento: “Como o senhor tem força na segurança pública, queria pedir”, escreveu na mensagem enviada às 8h03. Ela reforça que o episódio causa insegurança para mulheres que se exercitam no período matutino no bairro. O QUE DIZ A LEI Praticar ato obsceno em lugar público é contravenção penal prevista no Art. 233 do Código Penal, com pena de detenção de 3 meses a 1 ano ou multa. Se configurada importunação sexual, prevista no Art. 215-A, a pena é de 1 a 5 anos de reclusão. ORIENTAÇÃO A Polícia Civil orienta que vítimas de importunação sexual registrem boletim de ocorrência imediatamente. O caso pode ser denunciado pelo 190, 180 ou diretamente na Delegacia de Atendimento à Mulher.

Cresol distribui mais de R$ 480 milhões aos cooperados

A Cresol, instituição financeira cooperativa com mais de um milhão de cooperados, alcançou um marco histórico ao repassar mais de R$ 480 milhões aos cooperados referentes ao exercício de 2025, entre distribuição de resultados e pagamento de juros sobre o capital. O montante representa um crescimento de 72% em relação ao ciclo anterior, quando o total distribuído foi de R$ 279 milhões. O avanço foi impulsionado, principalmente, pelo crescimento de 73,3% no pagamento de juros sobre o capital, que passou de R$ 192,1 milhões, valor de 2024, para R$ 333 milhões em 2025. Houve também o pagamento de R$ 147 milhões em sobras aos cooperados, o que representa uma alta de 69,1% frente aos R$ 86,9 milhões pagos no exercício anterior. “Os números evidenciam um dos principais diferenciais do cooperativismo financeiro, que é fazer com que todos cresçam de forma coletiva. O aumento expressivo dos valores distribuídos reflete a solidez dos negócios e o compromisso de devolver resultados para quem participa ativamente dessa construção”, afirma Cledir Magri, presidente da Cresol Confederação. Critérios e fatores da distribuição de resultados Os critérios para a distribuição dos resultados são definidos pela cooperativa e aprovados democraticamente durante a Assembleia Geral Ordinária (AGO), com participação direta dos cooperados. Entre os fatores considerados estão saldo médio em conta corrente e poupança, aplicações financeiras, operações de crédito e juros pagos ao longo do período. Além dessa definição coletiva, a transparência também é um dos pilares do processo. Ao final de cada exercício, a Cresol apresenta aos cooperados o balanço financeiro, garantindo espaço para perguntas, sugestões e participação nas decisões relacionadas ao destino das sobras líquidas. “Cada cooperado tem voz ativa nesse processo, independentemente do valor que movimenta. E mais do que compartilhar resultados financeiros, o cooperativismo fortalece essa relação de confiança, pertencimento e desenvolvimento conjunto”, complementa o presidente. Fortalecimento da economia local Outro impacto relevante da distribuição de resultados está no fortalecimento das economias locais. Ao receber esse retorno financeiro, os cooperados tendem a reinvestir os recursos em suas próprias comunidades, movimentando o comércio, incentivando pequenos negócios e contribuindo para o desenvolvimento econômico das regiões onde a cooperativa atua. “Enquanto em modelos tradicionais o lucro permanece concentrado, no cooperativismo o resultado circula entre as pessoas e a própria comunidade que ajudaram a construí-lo. É a lógica da cooperação aplicada de forma prática, transparente e coletiva”, conclui Cledir Magri. Formato do pagamento Os valores pagos na distribuição de resultados costumam ser classificados como “Rendimentos isentos e não tributáveis” e podem ser recebidos diretamente na conta-corrente ou em cotas capitais, conforme previsto no estatuto de cada cooperativa singular. As informações do pagamento ficam disponíveis aos cooperados por meio do aplicativo Cresol, Internet Banking e nas agências de relacionamento.  Sobre a Cresol  Com 30 anos de história, mais de 1 milhão de cooperados e 1.000 agências de relacionamento no Brasil, a Cresol é uma das principais instituições financeiras cooperativas do país. Com foco no atendimento personalizado, fornece soluções financeiras para pessoas físicas, empresas e empreendimentos rurais.

PM de Ponta Porã prende homem por violência doméstica após agressão à companheira

A Polícia Militar de Ponta Porã prendeu um homem na madrugada desta quinta-feira (04) por violência doméstica, após agressões praticadas contra sua companheira na região do bairro Flamboyant. A ocorrência teve início após informações repassadas pela Polícia Civil sobre um possível caso de violência doméstica. De acordo com o relato da mulher, por volta das 19 horas de quarta-feira (03), ela encontrou o companheiro em um bar localizado nas proximidades da residência do casal. Segundo a vítima, o homem estava ingerindo bebida alcoólica e abraçado com outra mulher. Diante da situação, ela se aproximou e pediu que ele não retornasse para casa. Horas mais tarde, por volta das 22 horas, a vítima relatou ter encontrado novamente o companheiro em outro bar. Desta vez, ele estaria acompanhado de uma mulher mais jovem, trocando abraços e beijos em público. Após o segundo episódio, a mulher reforçou que não desejava que ele retornasse à residência. Já durante a madrugada de quinta-feira (04), por volta das 2 horas, o homem chegou ao imóvel apresentando sinais de embriaguez. Ao tentar entrar na residência, foi impedido pela companheira, momento em que teve início uma discussão. Conforme o relato da vítima, o autor passou a agredi-la com socos e chutes, causando lesões visíveis na região do rosto, além de outras dores pelo corpo. Após tomar conhecimento dos fatos, a equipe da Polícia Militar realizou diligências e localizou o autor em sua residência. Durante a abordagem, ele confirmou que havia se envolvido em uma discussão com a companheira. Diante das evidências e dos relatos apresentados, os policiais deram voz de prisão ao autor. O homem foi encaminhado à Primeira Delegacia de Polícia de Ponta Porã – MS, juntamente com a vítima, para os procedimentos legais cabíveis. A mulher também foi orientada quanto ao direito de solicitar Medida Protetiva de Urgência, prevista na Lei Maria da Penha. A Polícia Militar reforça que denúncias de violência doméstica podem ser realizadas a qualquer momento pelos canais de emergência, destacando a importância da participação da sociedade no enfrentamento desse tipo de crime. Assessoria de Comunicação Social do 4° BPM/CPA 4

Setor produtivo e bancos vão travar batalha de R$ 130 bilhões semana que vem no Senado

A votação do projeto de lei que autoriza a renegociação de dívidas rurais, prevista para a próxima quarta-feira (10.06), tornou-se o ponto central das articulações do setor produtivo em Brasília. Enquanto entidades que representam o campo — como a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e associações de produtores como a Aprosoja — intensificam o trabalho junto ao parlamento para assegurar a aprovação do texto com condições viáveis de pagamento, o sistema bancário iniciou uma ofensiva para limitar o alcance da medida. O setor produtivo argumenta que a renegociação é uma necessidade estratégica para a manutenção da atividade agropecuária no País, diante de um cenário de custos elevados e margens apertadas. A proposta defendida pelos produtores busca um fôlego financeiro essencial para o setor, com prazos de pagamento mais longos e taxas de juros controladas, garantindo que o ciclo produtivo não seja interrompido por desequilíbrios financeiros conjunturais. A mobilização, organizada pelas redes sociais, reflete o peso do setor na economia nacional e o temor de que o crédito rural sofra uma contração ainda maior sem a reestruturação dos passivos. Do outro lado, as instituições financeiras, representadas pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e pela Confederação Nacional das Instituições Financeiras (Fin), buscam apresentar um substitutivo. O sistema bancário argumenta que a amplitude do projeto original, aprovado em comissão na semana passada, poderia gerar riscos à segurança jurídica e à previsibilidade do crédito. A proposta dos bancos para “calibrar” o projeto inclui travar o benefício a um teto de R$ 10 milhões por CPF, restringir o escopo a dívidas de 2024 em diante e reduzir drasticamente o período de suspensão de vencimentos. A disputa técnica centra-se no impacto financeiro e na governança dos contratos. Enquanto os bancos alegam complexidade operacional e riscos de “estímulos indevidos à inadimplência” com os prazos de até 13 anos e juros de 7,5%, os representantes do campo defendem que as regras de enquadramento devem ser amplas o suficiente para atender quem realmente precisa, excluindo apenas situações sem relação direta com a atividade econômica financiada. A articulação política no Senado segue intensa. O setor produtivo aguarda a definição da pauta para esta semana, ciente de que o texto final poderá sofrer ajustes para acomodar as pressões do sistema bancário, mas mantendo a defesa de que a funcionalidade do sistema de crédito rural não deve ser usada como pretexto para impedir o socorro necessário ao produtor que movimenta a economia brasileira. Leia Também: Retrospectiva 2023: relembre alguns acontecimentos importantes para o agronegócio Fonte: Pensar Agro

Deborah Secco relembra momentos especiais e se despede de maio na web

A atriz Deborah Secco usou as redes sociais para se despedir de maio e compartilhou uma série de cliques que marcaram os últimos dias. Em uma publicação repleta de registros pessoais e profissionais, a artista mostrou momentos de sua rotina. Na legenda da postagem, Deborah resumiu o sentimento em poucas palavras: “Valeu, Maio”. A mensagem acompanhou uma seleção de fotos que reuniu diferentes momentos vividos ao longo do mês. Arrascaeta celebra batizado do filho Milano e compartilha momento emocionante Conhecida por compartilhar detalhes de sua rotina com os fãs, a atriz recebeu diversos elogios nos comentários. Muitos seguidores também desejaram um mês de junho repleto de conquistas para a artista. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Deborah Secco (@dedesecco) Fonte: TOP FAMOSOS

Expoara deve movimentar R$ 200 milhões e consolidar polo regional

Araguaína (cerca de 380 km da capital, Palmas) em Tocantins, sedia a 58ª Exposição Agropecuária (Expoara 2026), evento que projeta superar a marca de R$ 200 milhões em volume de negócios registrada na edição anterior. A feira, que segue até o próximo dia 13 no Parque de Exposições Dair José Lourenço, reafirma seu papel como o principal motor econômico do Norte do Tocantins ao concentrar investimentos em genética de ponta, maquinário agrícola e parcerias estratégicas para o campo. O impacto econômico do evento transcende os limites do parque, com reflexos diretos na rede hoteleira, no setor de alimentação e na prestação de serviços locais. Em 2025, a exposição foi responsável pela geração de cerca de 2 mil empregos temporários e atraiu um público superior a 100 mil pessoas. Para 2026, a organização aposta na manutenção desse fluxo de capital para impulsionar a economia regional e oferecer aos produtores um ambiente de transação fundamentado em tecnologia e segurança jurídica. o estado de rondônia Os leilões agropecuários e a Semana Tecnológica, realizados em parceria com o Sebrae, consolidam a Expoara como um espaço de referência para a difusão de inovações no manejo e na sanidade animal. Ao reunir mais de 100 expositores, a feira busca fortalecer a competitividade do rebanho tocantinense e atrair novos investimentos para a infraestrutura produtiva da região, alinhando a tradição rural aos modelos de gestão exigidos pelo mercado atual. Serviço 58ª Exposição Agropecuária de Araguaína (Expoara 2026) Data: De 4 a 13 de junho de 2026 Local: Parque de Exposições Dair José Lourenço, Araguaína (TO) Destaques: Leilões de elite, exposição de máquinas e implementos agrícolas, palestras técnicas de difusão tecnológica e eventos de integração da cultura rural Objetivo: Fomento ao agronegócio regional, comercialização de genética bovina e estímulo à rede de serviços e comércio da região Norte do Tocantins Fonte: Pensar Agro

Leite nacional busca ganho de eficiência em meio à pressão de importações

Com o setor sob desafio de custos elevados e concorrência externa, a Mega Leite 2026, que está sendo realizada no Parque de Exposições da Gameleira, em Belo Horizonte destaca o papel da genética e da inovação tecnológica como pilares para a sustentabilidade da produção no País O setor leiteiro brasileiro, que movimenta a base produtiva de 1,1 milhão de propriedades rurais e produz 35 bilhões de litros anuais, vive um momento de contraste: enquanto busca profissionalização técnica e genética de ponta, enfrenta um cenário macroeconômico adverso. O gargalo mais crítico no momento reside na concorrência desleal com países do Mercosul, como Argentina e Uruguai. Segundo a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), práticas de dumping — com margens de subfaturamento que alcançam 60% nos produtos argentinos — pressionam a rentabilidade do produtor nacional, levando o setor a monitorar medidas compensatórias junto ao governo federal. Para mitigar esses impactos, o foco dos produtores tem recaído sobre a produtividade extrema. A busca pela eficiência é o tema central da Mega Leite 2026, que ocorre até aeste sábado (06.06). Em um ambiente onde o custo de produção é um limitador, a inovação em manejo e a seleção genética tornaram-se as principais ferramentas de sobrevivência. O evento, que celebra o Dia Mundial do Leite, reflete o protagonismo de Minas Gerais como maior polo produtor do País. Além da performance animal, o rigor sanitário é tratado como um dos pilares da segurança alimentar. A implementação de protocolos rígidos de vacinação e monitoramento é vista não apenas como requisito de qualidade, mas como uma barreira necessária para manter a competitividade e o acesso a mercados mais exigentes, minimizando riscos em toda a cadeia até o consumidor final. Serviço Mega Leite 2026 Data: Até sábado, 6 de junho de 2026 Local: Parque de Exposições da Gameleira, Belo Horizonte (MG) Destaques: Inovações em genética, sanidade animal e tecnologias de manejo para a pecuária leiteira. Expectativa: O evento estima gerar um volume de R$ 400 milhões em negócios, consolidando-se como ponto de encontro entre produtores, empresas de tecnologia e especialistas do setor. Fonte: Pensar Agro

Novo indicador de preços traz segurança a mercado de R$ 2,5 bilhões

O mercado pecuarista gaúcho passa a contar, a partir da próxima terça-feira (09,06), com um novo referencial oficial de preços. A expansão do indicador da Datagro para o Rio Grande do Sul, articulada em parceria com o Programa Carne Angus Certificada, centraliza a precificação da arroba em dados auditados, encerrando a dependência histórica de cotações informais na região. A oficialização ocorre na sede da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul  (Farsul), em Porto Alegre, e integra o Estado a uma rede que já cobre os principais polos produtores do País, como São Paulo, Mato Grosso e Goiás. A ferramenta é o principal termômetro do setor no Brasil, monitorando transações reais que compreendem mais de 60% do abate nacional. Ao utilizar o índice como lastro para contratos futuros na bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo, a “B3” (Brasil, Bolsa, Balcão), o produtor gaúcho ganha a capacidade de travar preços antes mesmo do abate, protegendo a margem de lucro contra a volatilidade do mercado físico. Na prática, a adoção do indicador elimina assimetrias, permitindo que indústria e pecuaristas operem sob a mesma lógica de mercado. O peso dessa profissionalização ganha escala pela relevância do Programa Carne Angus Certificada, que lidera o segmento de carnes nobres no País. O programa movimentou R$ 2,5 bilhões em 2025 e, apenas no primeiro quadrimestre de 2026, já registrou R$ 850 milhões em transações. O fluxo financeiro é impulsionado pelo pagamento de ágio — que varia de 5% a 10% sobre a arroba convencional — concedido a produtores que atendem aos rígidos padrões de raça e acabamento da carcaça. Em um cenário onde o Brasil lidera as exportações mundiais de carne bovina, com um rebanho superior a 230 milhões de cabeças, a padronização do mercado gaúcho é vista como um movimento de modernização. Ao substituir o “achismo” por dados concretos, a entrada do índice da Datagro alinha o Rio Grande do Sul às melhores práticas de governança e transparência exigidas pelo mercado financeiro e pela indústria frigorífica atual. Fonte: Pensar Agro

Salarios en Latimoamérica: El haber mínimo en un país es de G. 4.500.000 ¿qué puesto ocupa Paraguay?

En Paraguay se estaría dando un aumento del salario mínimo en G. 69.577, aunque el sector de los trabajadores exige un aumento del 20% (G. 647.021). Lo cierto es que en el ranking salarial de países latinoamericanos, el nuestro no figura en los primeros lugares. En las últimas semanas, se vienen realizando exhaustivas reuniones buscando establecer un nuevo incremento del salario mínimo, basado en la inflación interanual del 2,4% registrada por el Banco Central del Paraguay (BCP), lo que elevaría el monto a aproximadamente G.2.968.625, significando un aumento en G.69.577. Sin embargo, el sector de los trabajadores, que se estuvo manifestando, solicita un aumento salarial del 20%, que representa G.647.021. Mientras que el sector empresarial se mantiene en su postura de que el reajuste sea teniendo en cuenta el IPC. ¿Qué es el salario mínimo?Según la Organización Internacional del Trabajo el salario mínimo es la cantidad más baja que un empleador está obligado por ley a pagar a un trabajador por su trabajo. El objetivo del salario mínimo es proteger a los trabajadores de sueldos demasiado bajos y asegurar que todos reciban un pago digno y justo. También ayuda a reducir la pobreza y la desigualdad, incluyendo las diferencias salariales entre hombres y mujeres. El salario mínimo paraguayo con relación a otros países de la zonaAhora, para conocer en qué nivel se encuentra el salario mínimo vigente en Paraguay, y cuál debería de ser el monto promedio en relación a los demás países de Pero ante, es igualmente importante mencionar que en 2026, los países de Latinoamérica continúan ajustando sus salarios mínimos como respuesta a la inflación, el costo de vida y las dinámicas económicas propias de cada país. Varios países registran aumentan en el salario mínimo para proteger el poder adquisitivo frente a la inflación. Por ejemplo Costa Rica, México y Uruguay lideran el Ranking salarial de Latinoamérica con los niveles más altos en dólares, mientras que Venezuela sigue con el salario más bajo de la región. Los dos mejores salariosCosta Rica: Desde el 1 de enero de 2026, el salario mínimo en Costa Rica registra un incremento del 1,63%. No obstante, algunas categorías laborales recibirán incrementos superiores, entre ellas:Trabajo doméstico: aumento del 3,96%, Técnicos medios en educación diversificada: aumento del 2,50%, Ocupaciones especializadas: aumento del 2,18%. Uruguay: El Salario Mínimo Nacional en Uruguay fue actualizado mediante decreto del Poder Ejecutivo, y se aplica en dos etapas durante este 2026: La primera etapa fue el 1 de enero del corriente, con un 4,1% de aumento, y el segundo regirá a partir del 1 de julio con un aumento adicional del 3,3%. Ranking salarial en Latimoamérica1-Costa Rica 751 US$ (G. 4.571.517)2-Uruguay 648 US$ (G. 3.944.531)3-Chile 597 US$ (G. 3.634.082)4-Guatemala 554 US$ (G. 3.372.330)5-México 533 US$ (G. 3.244.498)6-Colombia 533 (G. 3.244.498)7-Honduras 530 US$ (G. 3.244.498)8-Ecuador 482 US$ (2.934.049)9-Paraguay 476 US$ (G. 2.899.048)10-Rep. Dominicana 475 US$ (G. 2.891.439)11-El Salvador 408 US$ (G. 2.483.593)12-Bolivia 344 US$ (G. 2.094.010)13-Panamá 341 US$ (G. 2.075.748)14-Perú 335 US$ (G. 2.039.225)15-Brasil 295 US$ (G. 1.795.735)16-Nicaragua 241 US$ (G. 1.467.024)17Argentina 233 US$ (G. 1.418.326)

Secretário dos EUA diz que Brasil não pode ‘tirar vantagem’ de empresas americanas

Em audiência, Scott Bessent afirmou ainda que EUA pressionam o Brasil contra a tributação de serviços digitais. governo americano tem pressionado o Brasil e outros parceiros comerciais contra a adoção de tributos sobre serviços digitais, conhecidos como Impostos sobre Serviços Digitais. Durante audiência na Câmara dos Representantes, Bessent citou nominalmente o Brasil ao comentar a estratégia de Washington para enfrentar iniciativas que, na visão dos EUA, afetam de forma desproporcional empresas americanas de tecnologia. “Estamos pressionando, seja na Europa, seja no Brasil, na Índia ou no Canadá, contra esses impostos sobre serviços digitais”, declarou. Segundo o secretário, os EUA defendem os interesses de suas companhias de tecnologia nas negociações comerciais com outros países. “Temos o maior ecossistema de tecnologia e inovação do mundo, e eles não podem tirar vantagem das nossas empresas”, argumentou. Brasil barrou renovação de norma que proibia tarifas Em março deste ano, durante a 14ª Conferência Ministerial da OMC (Organização Mundial do Comércio), o Brasil se colocou contra a prorrogação da moratória que proibia tarifas sobre transmissões eletrônicas desde 1998. A medida acabou expirando no fim daquele mês, visto que era necessário consenso unânime para renovar a moratória. Dessa forma, os países voltaram a tributar transmissões que cruzam suas fronteiras, como streamings, softwares, jogos e serviços em nuvem. Estados Unidos e União Europeia pressionavam por uma prorrogação de longo prazo de cinco anos, mas o Brasil liderou a resistência, defendendo uma renovação máxima de dois anos. Tarifaço dos EUA sobre o Brasil Os comentários de Bessent sobre o Brasil foram feitos dias após os Estados Unidos proporem novas tarifas sobre produtos importados do Brasil. O governo americano sugeriu uma taxa de 25%, sob a alegação de que as práticas comerciais do Brasil são desleais em uma série de questões, desde o comércio digital até o desmatamento ilegal; e outra de 12,5%, por falha no combate ao trabalho forçado. Os Estados Unidos iniciaram uma fase de consulta antes de oficializar as sanções econômicas. O Brasil tem até 15 de julho para adotar medidas “corretivas”, antes de ser alvo das taxas. O Palácio do Planalto lamentou ambas as propostas e manifestou indignação com as conclusões da gestão americana. O Executivo disse que pode adotar a Lei da Reciprocidade, caso seja necessário. “O Brasil se reserva o direito de recorrer aos instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade, aprovada por unanimidade pelo Congresso Nacional, para fazer face a situações de injustiça contra o Estado brasileiro, sem amparo nas regras do comércio internacional.” Onte: R7