Senad destruye alrededor de 18 toneladas de marihuana en Bella Vista Norte

Agentes especiales de la Secretaría Nacional Antidrogas (Senad) de la Regional 10 de Bella Vista Norte destruyeron este viernes alrededor de 18 toneladas de marihuana. Agentes Especiales de la Secretaría Nacional Antidrogas (Senad) de la Regional 10 de Bella Vista Norte, Amambay, realizaron un operativo de destrucción de plantaciones de marihuana y un centro de acopios en la reserva forestal de la colonia Cascada, donde erradicaron alrededor de 18 toneladas de marihuana. Bajo la dirección del fiscal antidrogas Celso René Morales en medio de los intervinientes localizaron una plantación de aproximadamente seis hectáreas cultivadas. Además desmantelaron campamentos precarios utilizados para procesar y coordinar la producción de la droga en el lugar. Por orden del fiscal antidrogas Celso René Morales, las parcelas y las cosechas en bolsas al igual que los campamentos fueron destruidos con fuegos en el lugar. Fonte: Ultima Hora

Tarifaço dos EUA entra na campanha e vira nova frente de disputa entre Lula e Flávio

Enquanto governo deve reforçar o discurso de soberania nacional, oposição tende a atribuir as tarifas a falhas da política externa. À medida que o calendário eleitoral se aproxima, a escalada das tensões comerciais entre Brasil e Estados Unidos começa a ganhar contornos políticos. Em menos de 24 horas, o USTR (Escritório de Comércio dos Estados Unidos) recomendou a aplicação de duas novas sobretaxas sobre produtos brasileiros — uma de 25% por supostas práticas comerciais desleais e outra de 12,5% por alegadas falhas no combate ao trabalho forçado. As medidas, que ainda dependem de decisão final do governo norte-americano, acendem o alerta para possíveis impactos na economia brasileira e podem se transformar em um novo campo de disputa política às vésperas das eleições. Especialistas ouvidos pelo R7 avaliam que o impacto eleitoral das novas tarifas dependerá menos das medidas em si e mais da forma como governo e oposição conseguirão enquadrar o episódio perante a opinião pública. Enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tende a reforçar o discurso de defesa da soberania nacional, a oposição deve associar as sanções a falhas na condução da política externa e econômica do governo. O cientista político Gabriel Amaral avalia que as tarifas serão incorporadas pelas duas campanhas, mas por caminhos distintos. Segundo ele, Lula terá a oportunidade de construir uma narrativa de defesa da soberania nacional, apresentando as medidas norte-americanas como uma tentativa de pressionar economicamente o Brasil em um momento de reposicionamento internacional. “Para Lula, a estratégia deve ser deslocar o debate do campo comercial para o campo político, apresentando o país como um ator que busca preservar sua autonomia diante de interesses externos”, afirma. Na avaliação de Amaral, a oposição, por sua vez, tentará enquadrar o episódio como consequência de uma deterioração das relações entre Brasília e Washington. “A oposição tende a argumentar que decisões diplomáticas possuem custos econômicos e que o Brasil estaria pagando parte dessa conta. Mais do que discutir tarifas, as campanhas deverão disputar a interpretação do fato. A questão central não será o que aconteceu, mas o que esse acontecimento revela sobre a capacidade de liderança de cada projeto político”, diz. Tarifaço dos EUA aprofunda guerra de narrativas entre Lula e BolsonaroRicardo Stuckert/PR- 26.10.2025 Para o cientista político Márcio Coimbra, o anúncio tende a aprofundar a polarização e a transformar o chamado “tarifaço” em munição eleitoral para ambos os lados. “O governo petista tentará capitalizar o episódio por meio de um discurso nacionalista, buscando responsabilizar a oposição conservadora por supostamente sabotar o país no exterior e estimular retaliações contra instrumentos nacionais, como o Pix”, afirma. Segundo Coimbra, a campanha de Flávio Bolsonaro seguirá o caminho oposto, utilizando a medida norte-americana como evidência da ineficiência da diplomacia brasileira e dos efeitos negativos de uma agenda considerada intervencionista. “A narrativa será a de que governar de costas para grandes potências econômicas prejudica o setor produtivo e contribui para o isolamento do Brasil no cenário internacional”, acrescenta. Impacto eleitoral Apesar da disputa de narrativas, Amaral avalia que os efeitos eleitorais dependerão da forma como a sociedade interpretará o episódio. “Caso a narrativa predominante seja a de uma pressão externa contra interesses brasileiros, o governo poderá encontrar espaço para mobilizar apoio político. Se prevalecer a interpretação de que o episódio decorre de falhas na condução das relações internacionais, a oposição tende a ser beneficiada”, afirma. O cientista político ressalta, porém, que ambos os lados enfrentam desafios. “O governo possui o ônus de administrar as consequências concretas do problema. A oposição, por sua vez, enfrenta o desafio de criticar o governo sem transmitir a imagem de alinhamento com uma medida que pode gerar prejuízos para setores econômicos brasileiros. Isso cria uma situação na qual ambos possuem oportunidades políticas, mas também riscos consideráveis”, diz. Márcio Coimbra vê um cenário mais desfavorável para o governo no médio e longo prazo. Segundo ele, o desgaste decorrente de possíveis perdas econômicas e comerciais tende a recair sobre quem ocupa o Palácio do Planalto. “Embora o Planalto tente desgastar Flávio Bolsonaro com narrativas de ‘traição à pátria’, o relatório da Seção 301 do governo americano aponta preocupações relacionadas à insegurança jurídica, ao protecionismo cambial e à intervenção estatal sobre o comércio digital e os meios de pagamento. Como o governo está no exercício do poder, tende a absorver os custos políticos caso haja impactos econômicos concretos”, avalia. Eleitorado Para Amaral, o eleitor médio tende a analisar a disputa de forma mais pragmática do que as lideranças políticas. “A discussão sobre culpabilidade pode ter alcance limitado. Em momentos de tensão econômica, o eleitor normalmente faz uma pergunta mais simples: quem demonstra maior capacidade de proteger os interesses do país? A avaliação tende a se concentrar menos em quem provocou a crise e mais em quem parece capaz de conduzir o país diante dela”, afirma. Na mesma linha, Coimbra avalia que os eleitores mais alinhados ideologicamente devem absorver as narrativas de seus respectivos grupos políticos, mas acredita que o centro do eleitorado observará principalmente os efeitos concretos da disputa comercial. “Para as classes médias urbanas e os setores produtivos diretamente impactados, o jogo de empurra costuma ter eficácia limitada. O impacto eleitoral dependerá menos da retórica de culpabilização e mais de como o bolso do cidadão e o ambiente de negócios sentirão os efeitos práticos dessa disputa tarifária”, conclui. Fonte: R7

Instituciones del Estado vestirán la Albirroja en redes sociales durante el Mundial

Durante la fiesta deportiva mundial, organismos y entidades del Estado incorporarán los colores de la albirroja en sus perfiles y portadas de redes sociales como muestra de apoyo, orgullo y compromiso con los colores que representan al país. El Gobierno del Paraguay acompaña a la Albirroja en cada desafío, impulsando una iniciativa que une a las instituciones públicas bajo los colores de la selección nacional. A través de esta iniciativa, los organismos del Estado se suman simbólicamente a cada desafío que enfrenta la selección durante la cita mundialista. En ese sentido, el Ministerio de Tecnologías de la Información y Comunicación (MITIC) puso a disposición los materiales a fin de que las instituciones puedan actualizar sus canales digitales con el sentimiento albirrojo. La propuesta se desarrolla principalmente en las redes sociales institucionales, donde las distintas entidades públicas adecuan temporalmente sus imágenes de perfil y portadas para transmitir un mensaje unificado de apoyo a la selección paraguaya. De esta forma, los colores de la Albirroja estarán presentes en las plataformas institucionales como símbolo de acompañamiento y aliento a la selección nacional. Fonte: hoy

Desenrola Rural vai até 20 de dezembro. Saiba aqui como renegociar

Produtores rurais têm até o próximo dia 20 de dezembro para regularizar débitos do Pronaf e fundos constitucionais sob as regras do Desenrola Rural. Com o semestre final se aproximando, especialistas alertam que a demora na busca pela agência bancária pode significar a perda de condições especiais de parcelamento e descontos de até 96%. A medida, que visa dar fôlego financeiro aos produtores em um cenário de custos elevados e impacto climático na safra, é uma tentativa de estancar a inadimplência no setor, que já ultrapassa a marca de 8%, segundo dados da Serasa Experian. O programa foca na regularização de débitos de pequenos produtores, permitindo descontos que chegam a 96% sobre encargos e prazos de até 10 anos para o pagamento. O benefício não é universal. A regra vale exclusivamente para contratos de crédito rural firmados entre 2012 e 2022, especificamente nas operações do Pronaf e nos financiamentos via Fundos Constitucionais (FCO, FNO e FNE). O enquadramento ignora o tamanho da propriedade, focando estritamente na natureza da dívida. Ao formalizar a adesão, o produtor tem o nome retirado dos cadastros de restrição ao crédito, o que devolve a capacidade de tomar novos financiamentos para a safra — peça-chave para a sobrevivência da atividade agrícola. O principal gargalo para o sucesso do programa está na ponta do atendimento bancário. Especialistas em Direito Agrário alertam que instituições financeiras costumam ignorar a política pública para oferecer “pacotes internos” de renegociação, que frequentemente carecem das vantagens garantidas pelo programa federal. A recomendação para o produtor ir à agência bancaria munido dos contratos e exigir, expressamente, a aplicação das regras do Desenrola Rural. Aceitar soluções genéricas oferecidas pelo banco sem comparar com as condições federais é um erro que pode custar a rentabilidade da propriedade e o acesso ao crédito no longo prazo. O Desenrola Rural, contudo, ignora o médio e o grande produtor, que também sofrem com a crise de rentabilidade do setor. Sem uma política pública universal, esse perfil de produtor depende da aplicação rigorosa do Manual de Crédito Rural (MCR) para a reestruturação de suas dívidas. Na prática, a falta de flexibilidade voluntária dos bancos tem forçado esses produtores a buscar o Poder Judiciário para garantir o direito de repactuar débitos sem colocar em risco a viabilidade do negócio. Guia prático Para garantir o direito à renegociação sob as regras do Desenrola Rural e evitar as armadilhas dos “pacotes genéricos” dos bancos, a preparação documental é o passo mais estratégico. O produtor deve encarar a ida à agência não como um pedido de favor, mas como uma formalização de direito garantido pelo programa federal. Antes de comparecer à agência, o produtor deve organizar um dossiê completo. A falta de um único documento pode ser usada como justificativa pelo gerente para negar o enquadramento ou direcionar o cliente para outras linhas de crédito com juros mais altos. Documentação essencial Identificação Pessoal: RG e CPF (ou CNH) atualizados do titular do crédito. Comprovação da Propriedade: Matrícula atualizada do imóvel rural, além do Certificado de Cadastro de Imóvel Rural (CCIR) e a última declaração do Imposto Territorial Rural (ITR). Esses documentos atestam a regularidade da área e são fundamentais para o histórico de crédito junto à instituição. Cédula de Crédito Rural ou Contrato: Este é o documento central. É ele que prova a origem da dívida (se Pronaf ou Fundos Constitucionais como FCO, FNO ou FNE) e o período de contratação (entre 2012 e 2022). Caso o documento original tenha sido extraviado, o produtor deve solicitar formalmente uma cópia autenticada ou declaração detalhada à própria agência antes da data da renegociação. Extrato atualizado da dívida: Levar o demonstrativo do débito facilita a identificação imediata da operação na tela do gerente e evita divergências de valores na simulação do acordo. Leia Também: Brasil produz 85% da soja certificada do mundo. Metade é de Mato Grosso Postura no atendimento O advogado Gian Tozini, especialista em Direito Agrário, reforça que a documentação serve como escudo contra ofertas pouco vantajosas. Exija o enquadramento: Ao apresentar os documentos, o produtor deve solicitar expressamente a aplicação das condições do Desenrola Rural. Se o gerente informar que “o sistema não libera”, o produtor deve pedir uma justificativa por escrito ou o número de protocolo do atendimento. Não assine sem conferir: É comum que instituições ofereçam renegociações internas, que raramente trazem os descontos de até 96% previstos pelo programa federal. O produtor deve recusar qualquer proposta comercial que não apresente as condições estabelecidas pela norma do governo. Formalize a recusa: Caso a agência insista em ignorar o programa, o produtor tem o direito de registrar uma reclamação no Banco Central, munido do protocolo de atendimento negado. A organização prévia destes documentos é o que define se a renegociação será uma solução eficiente para o fluxo de caixa da propriedade ou apenas uma postergação de um problema financeiro. O prazo final para essa regularização é 20 de dezembro de 2026. Fonte: Pensar Agro

Ancelotti vai testar Paquetá e Igor Thiago em amistoso contra Egito

O técnico italiano Carlos Ancelotti revelou que deve testar Lucas Paquetá e Igor Thiago como titulares da seleção brasileira no último amistoso antes da Copa do Mundo hoje sábado (6). Concentrada em Nova Jersey, a seleção embarcou para Cleveland às 17h (horário de MS) de ontem sexta (5)  O Brasil encara o Egito hoje sábado (6), às 18h MS, no no estádio Huntington Bank Field. O atacante Neymar permanecerá em Nova Jersey, em tratamento intensivo para se recuperar de um lesão na panturrilha. Outras novidades em relação ao time que goleou o Panamá (6 a 2) no último sábado (30) serão Douglas Santos na lateral-equerda e o goleiro Weverton, que não chegou a entrar em campo contra os panamenhos. Embora tenha optado por não anunciar a escalação do Brasil, Ancelotti disse que seguirá com mudanças na equipe ao longo do duelo contra o Egito. No planejamento de Ancelotti, Paquetá e Igor Thiago jogarão nas posições de Matheus Cunha e Luiz Henrique, respectivamente. Quem também será testado neste sábado (6) é o lateral-esquerdo Douglas Santos, que iniciará como titular no de Alex Sandro. Ancelotti revelou que vai poupar o zagueiro Gabriel Magalhães, que defendeu o Arsenal contra o Paris Saint-Germain (PSG) na final da Liga dos Campeões no último sábado (30). “Ele voltou um pouco cansado (da final da Champions League), amanhã [sábado] não vai jogar. Vai se recuperar bem para o primeiro jogo (da Copa do Mundo)”, salientou. Em tratamento intensivo para se recuperar de uma lesão na panturrilha, Neymar não viajará para Cleveland, onde o Brasil encara o Egito, em último amistoso antes da estreia na Copa – Rafael Ribeiro/CBF/Direitos Reservados Neymar fará ressonância na segunda (8) O técnico da seleção está otimista quanto à recuperação de Neymar. O atacante passará por nova ressonância magnética na próxima segunda (8) – a primeira foi realizada em 28 de maio, quando ele se apresentou na Granja Comary, em Teresópolis (RJ). Na ocasião, o exame identificou uma lesão muscular de grau 2 na panturrilha. Em tratamento intensivo desde então, Neymar não viajará com a seleção para Cleveland esta noite. “Acho que a situação é bastante clara. Está fazendo um ótimo trabalho individual. Depois do fim de semana ele vai fazer uma ressonância e, se tudo estiver bem, poderá treinar com o grupo na próxima semana”, projetou Ancelotti. Estreia do Brasil no Mundial A abertura da Copa do Mundo será na próxima quinta (11), às 16h, no México. A seleção anfitriã medirá forças com a África do Sul, no estádio Azteca, no primeiro duelo do Grupo A, que inclui ainda República Tcheca e Coreia do Sul. A seleção brasileira estreará contra Marrocoas, em 13 de junho (um sábado), às 19h, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. O Brasil está no Grupo C, que tem ainda Haiti e Escócia. Fonte: Agência Brasil

Ex-BBBs e famosos participam de jantar oficial antes do São João da Thay: ‘Alegria’

O encontro reuniu convidados e celebridades que participam da programação do São João da Thay 2026, último compromisso antes da grande festa promovida por Thaynara OG. Após dias de experiências pela Chapada das Mesas e passeios por cenários naturais do Sul do Maranhão, os convidados retornaram a Imperatriz para a noite especial de confraternização. A programação antecede o festival, que neste ano acontece pela primeira vez na cidade e busca ampliar a visibilidade turística e cultural da região. Denílson se derrete por Luciele e elogia trabalho da esposa em entrevistas na Copa Além de reunir nomes conhecidos do entretenimento e influenciadores digitais, o jantar também destacou iniciativas sociais apoiadas pelo projeto. O São João da Thay mantém seu compromisso com ações de impacto social e beneficente, uma das marcas do evento criado por Thaynara OG, que une cultura, turismo e solidariedade em uma celebração das tradições nordestinas. Mari Gonzalez exibe etapa do congelamento de óvulos com ajuda de Pipo Marques < Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por JONΛS SULZBΛCH A+ (@jonassulzbach) /div> Fonte: TOP FAMOSOS

Brasil projeta mercado de R$ 705 bilhões com integração entre agronegócio e floresta

O estudo “O Protagonismo das Florestas Brasileiras na Agenda Climática Global” — que balizará a posição oficial do Brasil nas três Conferências das Partes (COPs) da ONU em 2026 — projeta um novo modelo de negócio para o campo: a integração entre lavoura e floresta como ativo financeiro, e não apenas como obrigação legal. O levantamento, produzido por especialistas e centros de estudos climáticos, indica que o país pode ampliar sua cobertura florestal de 517 milhões para 525 milhões de hectares até 2035, transformando 8 milhões de hectares de áreas improdutivas em ativos econômicos capazes de movimentar R$ 705 bilhões até 2050. Para o produtor, o valor não vem da preservação estática, mas da exploração de subprodutos. O mercado de restauração florestal (créditos de carbono, bioenergia e biomassa) ainda é incipiente, mas projeta uma escala agressiva. A oportunidade imediata reside em 2,6 milhões de hectares de pastagens degradadas — identificadas em 8 mil propriedades rurais — que podem ser convertidas em florestas comerciais ou de restauração. A conta é simples: a floresta plantada (eucalipto ou pinus) deixa de ser um custo de “Reserva Legal” e passa a ser uma commodity de energia. A conexão com o milho A relação entre floresta e etanol de milho, que parece distante, é puramente energética. O processo de destilação do milho exige volumes massivos de calor. Para reduzir o custo operacional e elevar a nota de sustentabilidade (o que garante acesso a financiamentos mais baratos), as usinas de etanol de milho substituíram combustíveis fósseis por biomassa florestal. Em 2025, o Brasil produziu cerca de 8,2 milhões de metros cúbicos de etanol de milho. A meta para 2035 é de 22,55 milhões. Cada litro extra de etanol de milho precisa de um volume correspondente de biomassa para ferver as caldeiras. É aí que entra o eucalipto do produtor: a usina compra a lenha/cavaco da floresta plantada na borda da propriedade para gerar o calor necessário à produção do etanol. A floresta vira, portanto, o combustível da fábrica de etanol. Dados de mercado O Brasil fechou 2025 consolidando sua posição como potência agroindustrial e, no primeiro quadrimestre de 2026, os indicadores de produção mantêm o ritmo. A economia gerada pelos “serviços climáticos” das florestas — como o transporte de umidade (rios voadores) que sustenta a safra do Centro-Oeste e Sul — foi precificada pelo estudo em R$ 100 bilhões anuais em produtividade agrícola evitada. Em termos práticos, se o regime de chuvas fosse alterado pela perda de cobertura, o custo para o produtor manter a produtividade seria, no mínimo, esse valor em perdas e insumos de adaptação. Leia Também: Plantio da soja atinge 88%, mas segue atrasado por conta do clima O desafio agora, segundo os autores, é o financiamento. O produtor tem a terra e a exigência de restauração, mas falta o crédito de longo prazo para cobrir o custo de implantação da floresta comercial. A estratégia proposta às COPs é a criação de garantias governamentais que destravem o capital privado, permitindo que a árvore plantada na área de baixa aptidão agrícola sirva de lastro para crédito de investimento na própria lavoura. O objetivo não é ambientalismo abstrato, mas elevar a rentabilidade da propriedade rural ao transformar passivo ambiental em fonte de energia para a indústria de transformação. Fonte: Pensar Agro

Exportações de carne suína superam R$ 7,7 bilhões no acumulado do ano

As exportações brasileiras de carne suína bateram recorde para o mês de maio, com 129,4 mil toneladas embarcadas, um volume que gerou receita de R$ 1,51 bilhão. O resultado reforça a força do produto no mercado internacional, que acumulou 661,7 mil toneladas exportadas entre janeiro e maio, com faturamento total de R$ 7,73 bilhões. Santa Catarina permanece como o maior exportador do país, respondendo por 62,5 mil toneladas no mês. Enquanto o exterior absorve volumes crescentes, a realidade dentro do país é de pressão sobre as margens de quem produz. O mercado doméstico atravessa um desequilíbrio entre a oferta elevada e o consumo lento, o que tem forçado a baixa nas cotações. A média nacional do quilo do animal vivo recuou para R$ 5,36 nesta semana, com os frigoríficos mantendo cautela nas compras e os preços de carcaça estacionados em R$ 8,83 no atacado. O reflexo dessa pressão é sentido em todas as principais regiões produtoras, com quedas pontuais nas cotações do animal vivo. Em São Paulo, a arroba recuou para R$ 101,00, enquanto no Rio Grande do Sul e Santa Catarina o mercado independente viu os preços baixarem para R$ 5,10 e R$ 5,00 o quilo, respectivamente. Especialistas apostam que a melhora do consumo dependerá da maior competitividade do produto frente à carne bovina e da entrada de salários na economia nas próximas semanas, o que poderia ajudar a destravar as vendas no varejo e aliviar a pressão sobre as margens do produtor. Fonte: Pensar Agro

Exportação de frango bate recorde e receita mensal ultrapassa R$ 5 bilhões

As exportações brasileiras de carne de frango ultrapassaram a marca de R$ 5 bilhões em receita mensal em maio. Com o desempenho aquecido, os embarques de carne de frango, tanto na versão fresca quanto na processada, renderam R$ 5,045 bilhões, montante 36% superior aos R$ 3,706 bilhões registrados no mesmo período do ano passado. Esse resultado foi sustentado por um volume recorde de 509,9 mil toneladas enviadas ao exterior, superando em quase 30% as 393,4 mil toneladas embarcadas um ano antes, quando o setor lidava com os efeitos dos casos isolados de gripe aviária em granjas do Rio Grande do Sul. No acumulado dos cinco primeiros meses de 2026, a receita total chegou a R$ 23,57 bilhões, ante R$ 21,17 bilhões nos mesmos meses de 2025, enquanto o volume total subiu para 2,45 milhões de toneladas. O Paraná mantém o posto de maior exportador do país, respondendo por 213,9 mil toneladas enviadas apenas em maio. A China segue como a principal compradora, com alta de 34,7% nas aquisições. Especialistas do mercado avaliam que a diversificação dos destinos, alcançando desde mercados exigentes na Ásia e Europa até novas fronteiras em países emergentes, é o que garante esse fôlego ao setor, permitindo que a oferta interna se mantenha equilibrada. No mercado doméstico, a carne de frango se consolida como a proteína mais competitiva na cesta do consumidor, especialmente em um cenário onde a carne bovina permanece em patamares elevados e o poder de compra das famílias segue contido. A estabilidade de preços observada na última semana indica um mercado ajustado. Contudo, o setor faz um alerta importante aos produtores: a disciplina na produção é essencial. Especialistas destacam que, embora a demanda externa esteja firme, o aumento excessivo de alojamentos de pintinhos pode gerar um descompasso entre oferta e demanda, pressionando os preços para baixo nos próximos meses. A estabilidade também é verificada nos preços dos principais cortes. No atacado de São Paulo, o peito congelado é negociado a R$ 8,80, enquanto na distribuição o valor sobe para R$ 9,00. A coxa congelada custa R$ 7,00 no atacado e R$ 7,20 na distribuição, enquanto a asa é comercializada a R$ 11,00 no atacado e R$ 11,30 no segmento de distribuição. Os cortes resfriados seguem a mesma linha, com o peito cotado a R$ 8,90 no atacado e R$ 9,10 para o distribuidor, a coxa a R$ 7,10 no atacado e R$ 7,30 na distribuição, e a asa a R$ 11,10 no atacado e R$ 11,40 na distribuição. Leia Também: Sobe para 154 o número de casos de gripe aviária no Brasil No mercado de aves vivas, o cenário regional mostra contrastes. Enquanto no Sul e Sudeste as cotações seguem estáveis — com o frango vivo sendo cotado a R$ 5,20 em São Paulo, R$ 4,75 no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, R$ 4,60 no Oeste do Paraná, R$ 5,30 no Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal, e R$ 5,40 em Minas Gerais e Goiás —, o Nordeste enfrenta uma realidade diferente. A menor oferta na região impulsionou os preços, com altas expressivas que levaram o quilo a R$ 6,80 no Ceará, R$ 7,00 em Pernambuco e R$ 7,20 no Pará. Fonte: Pensar Agro

PF atua em cooperação internacional que resulta na prisão de foragido brasileiro na Guiana

Belém/PA. A Polícia Federal atuou em cooperação policial internacional que resultou na prisão de um brasileiro foragido da Justiça brasileira na República Cooperativa da Guiana. O investigado possuía Difusão Vermelha da INTERPOL, com base em mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça do Estado do Pará. A partir do compartilhamento de informações entre as autoridades envolvidas, foi possível localizá-lo em território guianense e viabilizar sua captura. Segundo as investigações, o preso é apontado como integrante de grupo criminoso envolvido em roubo ocorrido no município de Tailândia/PA, em 2025, mediante grave ameaça e restrição da liberdade das vítimas. As investigações conduzidas pela Polícia Civil do Estado do Pará contribuíram para a identificação e localização do foragido, permitindo sua inclusão nos mecanismos internacionais de busca. Exercendo as atribuições da INTERPOL no Brasil, a Polícia Federal coordenou as ações de cooperação policial internacional que possibilitaram a prisão do investigado na Guiana e sua posterior transferência ao país. A operação contou ainda com a colaboração da Polícia Civil de Roraima e da Polícia da Guiana. O preso foi entregue às autoridades brasileiras para os procedimentos legais cabíveis e permanecerá à disposição da Justiça. Comunicação Social da Polícia Federal em Roraima(95) 3621-4747cs.srrr@pf.gov.br Comunicação Social da Polícia Federal no Parács.srpa@pf.gov.br@pf.para Fonte: Polícia Federal