Sisu 2026: universidades iniciam convocação de lista de espera

Ponta Porã News – Notícias de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero As instituições públicas de ensino superior participantes do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2026 iniciaram nesta quarta-feira (11) a convocação de candidatos em lista de espera para ocupar vagas eventualmente não preenchidas na chamada regular do Sisu. Os estudantes que manifestaram interesse em participar da lista de espera de apenas um curso de graduação estão […] (Sisu 2026: universidades iniciam convocação de lista de espera)
MTE debate regulamentação da profissão de multimídia com representantes da Fenaj
O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, recebeu, nesta terça-feira (11), representantes da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) para discutir a Lei nº 15.325, de 6 de janeiro de 2026, que instituiu a profissão de trabalhador multimídia e será regulamentada pelo MTE. Durante o encontro, os representantes manifestaram preocupação com a possível sobreposição entre as atribuições do trabalhador multimídia e as atividades já desempenhadas por jornalistas. “Boa parte das atividades descritas na lei já é exercida por jornalistas. Essa sobreposição pode levar à precarização da profissão”, argumentou a primeira-secretária da Fenaj, Renata Maffezoli. O ministro explicou que o processo de regulamentação da lei já está em discussão entre as equipes técnicas do MTE. “Todas as categorias profissionais estarão protegidas”, ressaltou. Luiz Marinho, juntamente com a equipe do ministério, propôs a criação de uma mesa de covalidação, reunindo representantes de trabalhadores, empregadores e entidades sindicais, com o objetivo de definir com clareza as atribuições e codificações de cada categoria profissional. A partir desse diálogo, o MTE deverá elaborar uma proposta de regulamentação para a profissão de trabalhador multimídia. Em estudo preliminar, o MTE já identificou sobreposição de atividades em 50 ocupações da Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), distribuídas em 12 famílias ocupacionais. “A profissão de trabalhador multimídia tem caráter transversal, o que pode gerar conflitos de atribuições com categorias já consolidadas”, destacou a subsecretária de Estatísticas e Estudos do Trabalho, Paula Montagner. Reforçando o compromisso do Ministério com uma regulamentação equilibrada e responsável, a secretária-executiva adjunta, Luciana Vasconcelos Nakamura, destacou que “a proposta regulatória será construída de forma a assegurar a proteção de direitos, sem comprometer a liberdade profissional”. Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego
Novas instalações da STI reforçam transformação digital no Ministério da Agricultura e Pecuária
Nesta quarta-feira (11), foram inauguradas as novas instalações da Subsecretaria de Tecnologia da Informação da Secretaria-Executiva do Ministério da Agricultura e Pecuária (STI/Mapa). O novo espaço tem como objetivo estratégico promover a resiliência, a segurança da informação e a adequação do parque computacional do Mapa, além de estimular a inovação e a transformação digital. Durante o descerramento da placa de inauguração, o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, destacou a importância dos avanços digitais promovidos pela Subsecretaria. “Eu sempre me preocupei em deixar um legado, e é isso que estamos construindo. Agora há algo concreto que vai permanecer. Coloquei como propósito modernizar os sistemas e levar, de fato, este Ministério para a era digital. Não era concebível continuar emitindo certificados em papel. Não é compatível com uma agropecuária desse tamanho, altamente exportadora, pagar estadia de navio à espera de um certificado físico”, ressaltou o ministro. O novo ambiente foi projetado para fomentar a colaboração, a integração entre as equipes e a eficiência operacional. Para o subsecretário Camilo Mussi, trata-se de um espaço para dar continuidade ao trabalho que começou com grandes entregas. “A transformação que estamos celebrando hoje não começou com a reforma, mas sim com entregas. Nos últimos anos, ajudamos a colocar de pé e a acelerar soluções que impactam diretamente a credibilidade do Ministério e do Brasil, como os Certificados Sanitários Nacionais (CSN), emitidos eletronicamente desde abril de 2024; os certificados fitossanitários eletrônicos (ePhyto); e o registro de estabelecimentos de origem animal.” Atualmente, a STI conta com aproximadamente 250 servidores e colaboradores e é responsável pelo provimento de serviços de tecnologia da informação e comunicação a três ministérios: o próprio Mapa, abrangendo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), as 27 Superintendências Federais de Agricultura e os seis Laboratórios Federais de Defesa Agropecuária; o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA); e o Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA). Ainda durante a inauguração, a Subsecretaria homenageou servidores e colaboradores com mais de 20 anos de atuação no Ministério e na área, em reconhecimento à dedicação e à relevante contribuição ao serviço público. Entre os homenageados está o Sr. Dilson de Almeida, que neste ano completa 50 anos de serviços prestados ao Ministério. “A transformação que houve nesses três anos foi muito significativa, principalmente para mim, que acompanho essa área há tanto tempo. Já houve algumas melhorias ao longo dos anos, mas nada no volume e na velocidade que vemos hoje”, afirmou o servidor, que relata com orgulho sua participação na automatização do sistema ePhyto. Já Benedita Gomes é servidora do Mapa desde 1994, quando ingressou ainda jovem, e desde então construiu uma longa trajetória na instituição. Com 30 anos dedicados à área de tecnologia da informação, ela agradeceu o reconhecimento. “Fiz amigos, participei de grandes entregas e desenvolvi sistemas importantes para a sociedade e para o país. Hoje completo 30 anos na área de tecnologia da informação, e essa placa representa um reconhecimento muito importante”, relatou. AVANÇOS A reforma não é apenas estrutural, mas simbólica, representando o compromisso da gestão em prover um ambiente de trabalho produtivo, capaz de suportar as demandas críticas das cadeias produtivas agropecuárias do Brasil. Foram entregues 22 novos sistemas, com destaque para a implementação da assinatura eletrônica para a emissão dos Certificados Sanitários Nacionais (CSN), utilizados no trânsito de produtos de origem animal destinados à exportação. A iniciativa, adotada em abril de 2024, aumentou a eficiência, a rastreabilidade e a segurança no processo de certificação. Desde então, o sistema já registrou a emissão de 200 mil CSNs. Para os auditores fiscais federais agropecuários, especialmente médicos-veterinários, a novidade eliminou a necessidade de imprimir, carimbar e assinar fisicamente centenas de certificados diariamente, tornando o trabalho mais rápido e menos burocrático. Para as empresas, o acesso imediato ao documento eletrônico simplificou o processo e facilitou sua apresentação às autoridades fiscais no Brasil e no exterior. Outro avanço relevante foi a expansão do módulo de emissão de certificados fitossanitários eletrônicos (ePhyto), que moderniza e agiliza as exportações brasileiras de produtos de origem vegetal. O sistema permite a transmissão segura e autenticada das informações de certificação entre as organizações fitossanitárias dos países exportadores e importadores. Desde o início da implementação, em fevereiro, já foram emitidos 60 mil ePhytos. Informações à imprensaimprensa@agro.gov.br Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária
Ministro Fávaro e governador Helder Barbalho dialogam sobre pautas estratégicas para agro paraense
O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, reuniu-se, nesta quarta-feira (11), com o governador do Pará, Helder Barbalho, e representantes das cadeias produtivas do cacau, da pecuária e do óleo de palma para debater pautas estratégicas para o estado. Os encontros ocorreram na sede do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em Brasília (DF). Entre os temas tratados, estiveram medidas de apoio à cadeia produtiva do cacau, a ampliação de mercados para a indústria de carnes bovina paraense e a revisão das taxas de importação relacionadas ao setor de palma. CACAU O ministro Fávaro e o governador Helder Barbalho se reuniram com representantes de associações cacaueiras para discutir a atual situação de importação de cacau provenientes da Costa do Marfim e sobre a Instrução Normativa 125/2021. Na ocasião, o ministro Fávaro destacou a importância do arranjo produtivo do setor e que o governo federal está atento aos pedidos dos produtores cacaueiros. “Temos consciência de que a cadeia do cacau envolve milhares de famílias e possui um forte impacto social. Nosso objetivo é encontrar soluções que retomem a viabilidade econômica da cultura, com equilíbrio de mercado e proteção aos produtores”, disse. O ministro ainda evidenciou que, uma comitiva do Mapa está encerrando uma missão no país africano nesta semana, para verificar as conformidades sanitárias das plantações de cacau. “Não vamos precarizar a questão sanitária em hipótese alguma. O Brasil construiu uma reputação internacional como fornecedor seguro e competitivo, e qualquer decisão sobre importações será tomada com responsabilidade, protegendo a produção nacional e as famílias que dependem da cadeia do cacau”, salientou Fávaro. O governador do Pará ressaltou a importância de apoiar os produtores. “Vivemos um momento de excesso de oferta e queda de preços. Precisamos equilibrar a balança comercial e proteger o produtor do Pará, garantindo que o cacau continue sendo um grande motor econômico, social e ambiental para o estado e para o Brasil”, evidenciou. CARNE BOVINA Para tratar sobre oportunidades e ampliação de novos mercados para a cadeia produtiva de carnes do Pará, o ministro Carlos Fávaro e o governador Helder Barbalho também se reuniram com representantes de indústrias do estado. Fávaro evidenciou que a missão de abrir novos mercados para a agropecuária brasileira foi dada pelo presidente Lula no início da gestão em 2023 e que o Mapa está trabalhando para novas oportunidades para o setor. “O trabalho realizado nos últimos anos para abrir novos mercados e habilitar plantas industriais tem gerado resultados concretos. O Pará é um exemplo de estado que pode ampliar sua presença no comércio internacional de carnes”, disse. O governador Helder Barbalho ressaltou que a abertura de mercados internacionais também contribui para estimular práticas sustentáveis na produção. “Quanto mais habilitações internacionais tivermos, mais o produtor vai direcionar sua produção para mercados que pagam melhor. Isso estimula boas práticas e constrói uma política de sustentabilidade baseada em rentabilidade”, afirmou. O Pará ocupa o segundo lugar no ranking de rebanho bovino do país e está presente em 143 mil propriedades dos 144 municípios, com mais de 23,4 milhões com uma área de pastagens de 19,3 milhões, com mais de 1,8 milhão de toneladas, sendo 304 mil para o consumo interno e 222 mil para exportação em 2025. ÓLEO DE PALMA Encerrando as agendas, Fávaro e Barbalho se encontraram com representantes da cadeia produtiva da palma. Na oportunidade, representantes apresentaram que a produção de palma no Brasil tem crescido nos últimos anos e evidenciaram que é necessário a manutenção da atual taxa de importação. O ministro Fávaro deu o encaminhamento para o tema em questão seja debatido durante a reunião extraordinária na Gecex/Camex. “O setor trouxe dados importantes sobre o crescimento da produção nacional de palma e a necessidade de ajustar a política de importação à realidade atual do mercado. Vamos verificar as possibilidades e encaminhar o tema para análise na reunião extraordinária da Gecex, com base em dados técnicos, na posição dos estados e das entidades representativas, buscando a melhor solução para o setor”, afirmou. Informações à imprensa imprensa@agro.gov.br Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária
Parceria Brasil-Alemanha fortalece protagonismo das mulheres na Amazônia para uma transformação ecológica e socialmente justa

O Ministério das Mulheres e a Agência Alemã de Cooperação Internacional (GIZ) realizaram, na terça e quarta-feira (10 e 11/2), a reunião de planejamento anual do projeto “Mulheres como Agentes-Chave para uma Transformação Ecológica e Socialmente Justa na Amazônia”, desenvolvido no âmbito da cooperação Brasil–Alemanha. O encontro definiu prioridades estratégicas e metas para 2026, com foco na consolidação das ações nos territórios e no fortalecimento da governança do projeto. A iniciativa tem como objetivo garantir às mulheres catadoras de materiais recicláveis e quilombolas maior participação política nas agendas climática e ambiental, além de oferecer oportunidades de autonomia econômica e promover ações estruturadas para prevenir e combater a violência de gênero na região amazônica. Ao dar as boas-vindas às participantes do encontro, a secretária-executiva do Ministério das Mulheres, Eutália Barbosa, destacou a relevância do Pará na formulação e implementação de políticas públicas voltadas ao empoderamento das mulheres trabalhadoras da região amazônica. “O Pará é uma referência que já vem dando exemplo para o Brasil e para o mundo”, afirmou Eutália Barbosa, ressaltando o papel estratégico das mulheres no contexto da cooperação técnica entre os dois governos. Em sua fala, Petra Schmidt, ministra conselheira da Embaixada da Alemanha no Brasil e chefe da Cooperação para o Desenvolvimento Sustentável, também enfatizou a importância da parceria bilateral. Segundo ela, a cooperação reforça o incentivo e o fortalecimento da participação das mulheres nas agendas políticas sobre clima e meio ambiente. “As mulheres são agentes-chave para construir uma agenda positiva voltada a uma transformação ecológica e socialmente justa. Esse é o ponto central da nossa cooperação”, afirmou. Diversidade Representando o governo do Pará, a diretora Maria Clarice Leonel destacou a diversidade e a força das mulheres amazônicas. “São as mulheres da periferia, do campo, das comunidades quilombolas, mulheres indígenas, das águas, das marés e das florestas, mulheres que com o seu trabalho cuidam do território e contribuem diretamente para a preservação do meio ambiente”, ressaltou. Ela também chamou atenção para o papel fundamental das catadoras de materiais recicláveis na aceleração de uma agenda ambiental positiva. “São essas mulheres que, historicamente, e ainda em pleno século XXI, lidam com os resíduos que nós, enquanto sociedade, lançamos de forma inconsequente no meio ambiente”, pontuou. Adequação às realidades dos municípios A coordenadora executiva de Diversidade e Gênero da Associação das Comunidades Remanescentes de Quilombos – Malungu, Carlene Printes, reforçou a importância de adaptar o projeto às realidades locais. “Esse é um projeto de cooperação aberto, que será debatido e adequado às necessidades dos municípios, considerando suas diferentes realidades e especificidades”, elogiou. Ela destacou a relevância da produção de dados sobre os territórios e os desafios específicos no enfrentamento à violência contra as mulheres. Para Maria Trindade Santana de Araújo, representante da Rede Recicla Pará, a troca de experiências proporcionada pela cooperação Brasil–Alemanha contribui diretamente para a valorização e o empoderamento das mulheres. “O que queremos é que nosso trabalho seja valorizado e que as mulheres sejam incluídas nas políticas públicas”, afirmou. Ela acredita que a parceria com a Agência Alemã de Cooperação possibilita ampliar a conquista de direitos empoderar as mulheres trabalhadoras, que tanto precisam desse apoio. Débora Ribeiro Baia, representante da Rede Central da Amazônia, destacou que o foco tem sido “mostrar o profissionalismo tanto dos catadores quanto das catadoras. Mostrar que a gente tem sim o potencial de ser protagonista da nossa história, aquele que senta na mesa e analisa as propostas”. Foto: MMulheres Sobre o projeto O projeto “Mulheres como Agentes-Chave para uma Transformação Ecológica e Socialmente Justa na Amazônia” é fruto da parceria entre o Ministério das Mulheres e a Agência Alemã de Cooperação (GIZ), com recursos do Ministério Federal da Cooperação Econômica da Alemanha. No Pará, a iniciativa é desenvolvida em conjunto com a Secretaria Estadual de Mulheres (Semu), com atuação na região metropolitana de Belém e nos territórios quilombolas, ribeirinhos e de comunidades tradicionais da ilha do Marajó, considerada a maior ilha fluvial do mundo. O projeto está estruturado em quatro eixos de atuação: Governança – prevê a coordenação do Ministério das Mulheres na condução de processos participativos para a formulação e o fortalecimento de políticas voltadas às mulheres. Participação política – busca ampliar a inserção dos grupos prioritários nos processos de formulação de políticas públicas. Autonomia Econômica – tem como foco promover condições econômicas mais igualitárias para as mulheres, principalmente aquelas em situação de vulnerabilidade. Prevenção de violências – atua na redução de das vulnerabilidades e no enfrentamento às diversas formas de violência que afetam as mulheres na região. Ações previstas Nesses quatro eixos, as ações incluem capacitação de mulheres catadoras e quilombolas; assessoria para gestão, visando fortalecer a atuação do grupo nas pautas prioritárias; participação das trabalhadoras em eventos sobre transição ecológica e ambientalmente responsável; alinhamento das ações e definição das prioridades, com monitoramento e avaliação constantes. Fonte: Ministério das Mulheres
AGU mantém na Justiça multa de R$ 95,8 milhões aplicada à Enel
A Justiça Federal negou pedido da Eletropaulo Metropolitana Eletricidade de São Paulo S.A. (Enel SP) para anular ou reduzir o valor da multa de R$ 95,8 milhões aplicada à empresa em 2021 pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A decisão da 4ª Vara Federal Cível da Seção Judiciária do Distrito Federal é assinada pelo juiz federal Renato Coelho Borelli, que atestou a legalidade do processo administrativo que culminou na aplicação da penalidade. “A Justiça confirmou que não houve qualquer ilegalidade ou desvio na atuação regulatória”, destaca o ministro Jorge Messias, da Advocacia-Geral da União (AGU), que representou a Aneel no processo. “Isso reforça uma mensagem inequívoca: a qualidade do serviço público não é negociável. A AGU seguirá firme na defesa dos consumidores e na exigência de cumprimento dos padrões regulatórios.” A AGU contestou com sucesso a argumentação da companhia energética, em especial as alegações de que a penalidade foi fixada pela agência de forma desproporcional e ilegal, violando os princípios do devido processo legal, e que a decisão teria sido influenciada pela ocorrência de “evento climático extremo” ocorrido em 2023, depois da fiscalização sancionadora. A multa, decorrente do descumprimento de indicadores de continuidade do fornecimento de energia elétrica no ano de 2021, foi definida no âmbito do processo administrativo nº 48500.000720/2022-84. Em sua decisão, o juiz federal afirma que o processo foi conduzido “em estrita observância aos princípios do devido processo legal, do contraditório e da ampla defesa” e que todos os atos realizados pela Aneel “foram fundamentados em elementos técnicos e jurídicos constantes dos autos, sem qualquer indício de irregularidade ou arbitrariedade”. De acordo com a sentença judicial, “as decisões colegiadas foram motivadas por critérios objetivos de fiscalização do serviço de distribuição de energia elétrica, pautados na legislação aplicável e nos indicadores regulatórios, sem qualquer influência externa ou propósito alheio à função sancionadora da agência”. O magistrado afirma ainda que “a dosimetria da multa considerou aspectos objetivos, como gravidade da infração, extensão dos danos aos consumidores e eventual vantagem econômica auferida”. O processo administrativo, conclui o juiz, “respeitou integralmente os princípios do devido processo legal, do contraditório, da ampla defesa, da motivação e da publicidade”. Não se verificou, segundo a decisão, “qualquer desvio de finalidade ou ilegalidade, sendo a penalidade aplicada legítima, proporcional e amparada em fundamentos técnicos e jurídicos sólidos”. Grupo de Trabalho Atendendo a despacho do presidente da República, a AGU criou, em meados de janeiro, um grupo especial para avaliar as medidas adotadas pela Enel após os apagões na Região Metropolitana de São Paulo. Em articulação com os órgãos envolvidos, o grupo deve sugerir providências judiciais e extrajudiciais relativas à prestação do serviço público de distribuição de energia elétrica. O grupo é composto por representantes de diversos órgãos e unidades da AGU e coordenado pela Secretaria-Geral de Consultoria. A equipe tem 30 dias úteis, a contar da publicação da portaria, para finalizar o relatório, prazo que termina no dia 3 de março. A partir daí, o documento será encaminhado à avaliação do advogado-geral da União, Jorge Messias. Processo de referência: 1014492-57.2024.4.01.3400 Assessoria Especial de Comunicação Social da AGU Fonte: Advocacia-Geral da União
Ministro Fávaro e governador Helder Barbalho dialogam sobre pautas estratégicas para agro paranaense
O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, reuniu-se, nesta quarta-feira (11), com o governador do Pará, Helder Barbalho, e representantes das cadeias produtivas do cacau, da pecuária e do óleo de palma para debater pautas estratégicas para o estado. Os encontros ocorreram na sede do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em Brasília (DF). Entre os temas tratados, estiveram medidas de apoio à cadeia produtiva do cacau, a ampliação de mercados para a indústria de carnes bovina paraense e a revisão das taxas de importação relacionadas ao setor de palma. CACAU O ministro Fávaro e o governador Helder Barbalho se reuniram com representantes de associações cacaueiras para discutir a atual situação de importação de cacau provenientes da Costa do Marfim e sobre a Instrução Normativa 125/2021. Na ocasião, o ministro Fávaro destacou a importância do arranjo produtivo do setor e que o governo federal está atento aos pedidos dos produtores cacaueiros. “Temos consciência de que a cadeia do cacau envolve milhares de famílias e possui um forte impacto social. Nosso objetivo é encontrar soluções que retomem a viabilidade econômica da cultura, com equilíbrio de mercado e proteção aos produtores”, disse. O ministro ainda evidenciou que, uma comitiva do Mapa está encerrando uma missão no país africano nesta semana, para verificar as conformidades sanitárias das plantações de cacau. “Não vamos precarizar a questão sanitária em hipótese alguma. O Brasil construiu uma reputação internacional como fornecedor seguro e competitivo, e qualquer decisão sobre importações será tomada com responsabilidade, protegendo a produção nacional e as famílias que dependem da cadeia do cacau”, salientou Fávaro. O governador do Pará ressaltou a importância de apoiar os produtores. “Vivemos um momento de excesso de oferta e queda de preços. Precisamos equilibrar a balança comercial e proteger o produtor do Pará, garantindo que o cacau continue sendo um grande motor econômico, social e ambiental para o estado e para o Brasil”, evidenciou. CARNE BOVINA Para tratar sobre oportunidades e ampliação de novos mercados para a cadeia produtiva de carnes do Pará, o ministro Carlos Fávaro e o governador Helder Barbalho também se reuniram com representantes de indústrias do estado. Fávaro evidenciou que a missão de abrir novos mercados para a agropecuária brasileira foi dada pelo presidente Lula no início da gestão em 2023 e que o Mapa está trabalhando para novas oportunidades para o setor. “O trabalho realizado nos últimos anos para abrir novos mercados e habilitar plantas industriais tem gerado resultados concretos. O Pará é um exemplo de estado que pode ampliar sua presença no comércio internacional de carnes”, disse. O governador Helder Barbalho ressaltou que a abertura de mercados internacionais também contribui para estimular práticas sustentáveis na produção. “Quanto mais habilitações internacionais tivermos, mais o produtor vai direcionar sua produção para mercados que pagam melhor. Isso estimula boas práticas e constrói uma política de sustentabilidade baseada em rentabilidade”, afirmou. O Pará ocupa o segundo lugar no ranking de rebanho bovino do país e está presente em 143 mil propriedades dos 144 municípios, com mais de 23,4 milhões com uma área de pastagens de 19,3 milhões, com mais de 1,8 milhão de toneladas, sendo 304 mil para o consumo interno e 222 mil para exportação em 2025. ÓLEO DE PALMA Encerrando as agendas, Fávaro e Barbalho se encontraram com representantes da cadeia produtiva da palma. Na oportunidade, representantes apresentaram que a produção de palma no Brasil tem crescido nos últimos anos e evidenciaram que é necessário a manutenção da atual taxa de importação. O ministro Fávaro deu o encaminhamento para o tema em questão seja debatido durante a reunião extraordinária na Gecex/Camex. “O setor trouxe dados importantes sobre o crescimento da produção nacional de palma e a necessidade de ajustar a política de importação à realidade atual do mercado. Vamos verificar as possibilidades e encaminhar o tema para análise na reunião extraordinária da Gecex, com base em dados técnicos, na posição dos estados e das entidades representativas, buscando a melhor solução para o setor”, afirmou. Informações à imprensa imprensa@agro.gov.br Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária
Campeonato Estadual tem rodada completa nesta quarta-feira

Ponta Porã News – Notícias de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero A noite de quarta-feira (11) marca mais uma rodada completa pelo Campeonato Sul-Mato-Grossense. Cinco jogos dão sequência à primeira fase e os resultados podem desenhar melhor em qual disputa estão os clubes, desde a disputa pelo G2 e vaga direta na semifinal até na parte de baixo, contra o rebaixamento. Por enquanto, nenhum tem vaga […] (Campeonato Estadual tem rodada completa nesta quarta-feira)
Colheita da soja alcança 6,2% e plantio do milho atinge 5,8% em MS

Ponta Porã News – Notícias de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero De acordo com dados do Projeto SIGA-MS, executado pela Aprosoja/MS, até o dia 6 de fevereiro, a colheita da soja safra 2025/2026 alcançou 6,2% da área estimada em Mato Grosso do Sul , o equivalente a aproximadamente 297 mil hectares. O ritmo dos trabalhos apresenta diferença entre as regiões do Estado. A região sul lidera, […] (Colheita da soja alcança 6,2% e plantio do milho atinge 5,8% em MS)
Exportações de soja e milho garantem superávit de US$ 462 milhões em MS

Ponta Porã News – Notícias de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero O agronegócio de Mato Grosso do Sul iniciou 2026 com aumento nas exportações de soja e milho e saldo positivo na balança comercial. Em janeiro, o Estado exportou US$ 636,9 milhões e importou US$ 173,9 milhões, resultando em superávit de US$ 462,9 milhões. Os dados indicam aumento expressivo na comparação com janeiro de 2025, embora […] (Exportações de soja e milho garantem superávit de US$ 462 milhões em MS)