Saiba quem faz aniversário hoje, dia 19/02/26, por Dora Nunes

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Pantanal perde em Rondônia e cai na primeira fase da Copa do Brasil

Ponta Porã News – Notícias de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero A primeira participação do FC Pantanal em uma competição nacional foi curta. Pela Copa do Brasil, nesta quarta-feira (18), o Tricolor visitou o Ji-Paraná-RO e acabou derrotado por 2 a 0, caindo na primeira fase. Palácios, no primeiro tempo, e Wesley Lelo, no segundo, marcaram os gols do jogo. Com a classificação, o Jipão, como […] (Pantanal perde em Rondônia e cai na primeira fase da Copa do Brasil)
Ivinhema vence Independente e avança para 2ª fase da Copa do Brasil

Ponta Porã News – Notícias de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero Noite histórica e rentável para o Ivinhema FC na Copa do Brasil. Nesta quarta-feira (18), pela primeira fase, o Azulão do Vale recebeu o Independente-AP e, com gol do volante Fogliato, na reta final da partida, venceu por 1 a 0. O resultado valeu classificação para segunda fase e agora enfrenta o Volta Redonda-RJ, também […] (Ivinhema vence Independente e avança para 2ª fase da Copa do Brasil)
Mega-Sena sorteia nesta quinta-feira prêmio acumulado em R$ 72 milhões

Ponta Porã News – Notícias de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero As seis dezenas do concurso 2.974 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 20h (MS), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo. O prêmio da faixa principal está acumulado em R$ 72 milhões. O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das […] (Mega-Sena sorteia nesta quinta-feira prêmio acumulado em R$ 72 milhões)
Agro passa a ter “CEP do campo” e rotas oficiais de acesso
O Paraná começou a implantar um sistema de endereçamento específico para áreas rurais, baseado em geolocalização, com a proposta de resolver um problema antigo do interior brasileiro: propriedades produtivas que existem juridicamente, pagam impostos, exportam e movimentam cargas, mas não possuem endereço formal reconhecido pelos serviços de entrega, emergência e logística. O projeto reúne duas frentes complementares. A primeira é o chamado CEP Rural — um código de localização para cada propriedade. A segunda é a Rota Rural, que organiza e valida digitalmente o traçado de estradas vicinais e acessos internos. As iniciativas foram apresentadas durante o Show Rural Coopavel, em Cascavel. Embora o nome lembre o Código de Endereçamento Postal dos Correios, não se trata exatamente de uma extensão do CEP tradicional. O sistema utiliza o Plus Code, padrão internacional de localização criado pela plataforma Google, que converte coordenadas geográficas em um código alfanumérico curto. Esse código funciona como um “endereço digital” preciso, capaz de apontar o ponto exato de uma sede de fazenda, armazém, ordenha ou talhão — algo que o CEP convencional raramente consegue fazer fora das cidades. No Brasil, grande parte das propriedades rurais possui apenas referências descritivas (“estrada do rio”, “km 12 da linha tal”, “após a ponte”), o que dificulta entregas, assistência técnica e até o atendimento médico. Com o novo sistema, cada área cadastrada passa a ter uma identificação única e compartilhável em aplicativos de navegação. A base do programa é a integração com o Cadastro Ambiental Rural (CAR) — registro eletrônico obrigatório criado pelo Código Florestal para identificar limites das propriedades, áreas de preservação permanente, reservas legais e uso do solo. Ao associar o endereço digital ao CAR, o Estado passa a vincular localização, propriedade e regularidade ambiental dentro de uma mesma base de dados. Na prática, o produtor poderá gerar gratuitamente seu código por aplicativo oficial do governo estadual. A estimativa é alcançar cerca de 300 mil estabelecimentos rurais, com meta de adesão próxima de 80% em dois anos. A utilidade vai além da entrega de encomendas. Serviços de emergência — ambulâncias, polícia e defesa civil — passam a navegar diretamente até o ponto exato da propriedade. Também há impacto na logística: caminhões de insumos, coleta de leite e transporte de grãos deixam de depender de orientações por telefone ou referências imprecisas. A segunda etapa do projeto, a Rota Rural, trata do caminho até a propriedade. Hoje, aplicativos de navegação frequentemente indicam trajetos inexistentes, porteiras fechadas ou estradas intransitáveis. O programa faz o mapeamento oficial das vias rurais, registrando estradas municipais, acessos internos e conexões produtivas. Essas informações serão incorporadas aos sistemas de navegação digital, permitindo rotas mais confiáveis. Leia Também: Produção global de café totalizou cerca de 171,3 milhões de sacas Além do escoamento agrícola, o mapeamento tende a atingir atividades cotidianas do interior, como transporte escolar, turismo rural e assistência técnica. Para as prefeituras, os dados também funcionam como ferramenta de gestão, permitindo identificar trechos com maior fluxo e priorizar manutenção de estradas. Há ainda um efeito indireto importante: rastreabilidade. Mercados importadores exigem cada vez mais comprovação de origem da produção agropecuária. Com a propriedade localizada de forma auditável por satélite e vinculada ao CAR, passa a existir um registro mais robusto da procedência da produção — tema especialmente sensível em negociações comerciais e exigências ambientais internacionais. O sistema prevê sinalização física: placas instaladas nas propriedades com o código de localização e um QR Code que abre automaticamente o trajeto em aplicativos de navegação. No fundo, a iniciativa tenta corrigir uma contradição histórica do agro brasileiro: cadeias produtivas altamente tecnificadas convivendo com uma infraestrutura básica de localização ainda analógica. O objetivo agora é aproximar o interior da mesma lógica de navegação e identificação que já existe nas cidades — só que aplicada às porteiras. Fonte: Pensar Agro
VBP da agropecuária ficará em torno de R$ 1,371 trilhão em 2026
O valor gerado “dentro da porteira” pelo agro brasileiro deve ser menor neste ano. A estimativa mais recente do Ministério da Agricultura aponta que o Valor Bruto da Produção (VBP) agropecuária ficará em torno de R$ 1,371 trilhão em 2026, abaixo da previsão anterior e também inferior ao resultado do ano passado, numa queda aproximada de 3,6%. Para 2025, por outro lado, a conta foi revisada levemente para cima, indicando cerca de R$ 1,422 trilhão. O VBP mede o faturamento bruto das propriedades rurais — soma o volume produzido com os preços recebidos pelo produtor — e, por isso, costuma refletir rapidamente dois movimentos típicos do agro: ciclos de preço das commodities e produtividade das lavouras. E é justamente a combinação desses dois fatores que explica a revisão para baixo. Após anos de valores elevados, grãos e algumas proteínas entraram em fase de preços mais moderados, enquanto a produção agrícola cresce em ritmo menor. A maior parte do dinheiro continua vindo das lavouras. Elas devem responder por cerca de R$ 895 bilhões (aproximadamente 65% do total), com recuo próximo de 4% em relação ao ano anterior. A pecuária, por sua vez, deve gerar perto de R$ 475 bilhões (35%), também com leve queda. Mesmo dentro da agricultura, o desempenho será bastante desigual. A soja permanece como principal fonte de receita do campo brasileiro e deve ampliar o faturamento, estimado em cerca de R$ 342 bilhões, beneficiada pelo grande volume produzido. Já o milho tende a recuar, com receita próxima de R$ 154 bilhões, pressionado por preços mais baixos. O trigo também enfrenta retração mais acentuada. Entre culturas importantes, o café deve registrar leve avanço, enquanto a cana-de-açúcar apresenta redução relevante. A laranja, muito dependente do mercado externo e do ciclo produtivo, aparece entre as maiores quedas. O algodão e o cacau também devem faturar menos. Arroz e feijão igualmente mostram redução de receita, ainda que continuem essenciais ao abastecimento interno. Na pecuária, o quadro é mais estável. A bovinocultura segue liderando o faturamento do setor e deve crescer modestamente, alcançando cerca de R$ 218 bilhões. Em compensação, cadeias dependentes de custos de ração — como suínos e frangos — devem registrar retração. O leite também perde receita, enquanto ovos, após forte valorização em anos recentes, retornam a níveis mais baixos de faturamento. Leia Também: Governo lança programa para recuperar pastagens degradadas O cálculo do VBP é feito mensalmente pelo governo a partir da produção estimada pelo IBGE combinada com preços coletados em mercados e fontes oficiais. No total, o levantamento acompanha 17 atividades agrícolas e cinco pecuárias. Na prática, a revisão não significa crise no campo, mas sim mudança de ciclo. O agro brasileiro continua produzindo volumes elevados; o que muda é o preço recebido. Depois de anos de ganhos impulsionados por commodities valorizadas globalmente, o setor entra em fase de normalização — e isso aparece primeiro justamente no faturamento das propriedades rurais. Fonte: Pensar Agro
Excesso de chuvas atrasam a colheita e plantio do milho safrinha preocupa
O avanço da colheita da soja no Brasil ganhou ritmo nas últimas semanas, mas ainda ocorre abaixo do padrão histórico e já começa a pressionar o calendário da segunda safra de milho. Levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indica que 24,7% da área plantada da safra 2025/26 estava colhida até 14 de fevereiro, evolução de 7,3 pontos porcentuais em sete dias. Mesmo com o progresso recente, os trabalhos permanecem atrás do mesmo período do ano passado (25,5%) e da média dos últimos cinco anos (27,1%). A semeadura da oleaginosa, por outro lado, já foi concluída em todo o País. Entre os principais produtores, Mato Grosso lidera a retirada, com 60,7% da área colhida. Também registram avanço Tocantins (30%), Bahia (12%), Mato Grosso do Sul (16%), Goiás (7%), Minas Gerais (17%), Paraná (20%), São Paulo (4%) e Santa Catarina (2%). O atraso está associado principalmente ao excesso de chuvas em regiões do Centro-Oeste e Matopiba. Em Mato Grosso, maior produtor nacional, a sequência de dias nublados e úmidos reduziu as janelas de colheita. O padrão climático dificultou a entrada de máquinas e elevou relatos de perda de qualidade dos grãos, sobretudo no norte do Estado. Com parte significativa da área ainda por colher em regiões mais tardias, o problema pode se estender pelas próximas semanas caso as precipitações continuem frequentes. No sentido oposto, o Sul enfrenta situação inversa. No Rio Grande do Sul, calor e estiagem persistem, e produtores já começam a calcular perdas de produtividade em lavouras de verão. Safrinha entra na zona de risco O atraso da soja afeta diretamente o milho segunda safra, plantado logo após a retirada da oleaginosa. Até 14 de fevereiro, 32,2% da área prevista estava semeada, avanço semanal de 10,6 pontos porcentuais, mas abaixo de igual período do ano passado (35,7%) e da média histórica (38,6%). Mato Grosso puxa o plantio, com 52,7% da área cultivada, seguido por Tocantins (30%) e Paraná (22%). Em áreas do Paraná e de Mato Grosso do Sul, porém, o tempo seco e as altas temperaturas já preocupam lavouras em germinação. O milho verão também apresenta atraso. A colheita alcançou 14,9% da área, inferior aos 17,3% registrados um ano antes e à média de cinco anos (18,2%). O Rio Grande do Sul lidera os trabalhos, com 49% da área colhida. Outras culturas O plantio do algodão atinge 96,5% da área monitorada, acima do padrão histórico. Em Mato Grosso, principal produtor, os trabalhos alcançam 97,7%. A semeadura do arroz está praticamente concluída (99,8%), enquanto a colheita chega a 3,2% da área. Leia Também: Brasil caminha para safra recorde em 2024/25 e desafia mercado global No feijão, o plantio alcança 98,7% e a colheita 53,1% da área, ainda abaixo da média histórica, mas levemente acima da temporada passada. Preços reagem no mercado físico Com o ritmo de colheita mais lento e maior procura por produto disponível, os preços internos da soja mostram reação moderada. O indicador Cepea/Esalq no porto de Paranaguá fechou a quarta-feira (18) em R$ 127,49 por saca, alta diária de 0,17%. O mercado spot mais aquecido também elevou os prêmios de exportação para embarques imediatos. Na Bolsa de Chicago, porém, as cotações ficaram praticamente estáveis, com o contrato maio negociado a US$ 11,49 por bushel, refletindo a expectativa por dados de área plantada nos Estados Unidos. A valorização recente do real e a perspectiva de recomposição da relação estoque/consumo global limitaram avanços mais intensos no mercado brasileiro. Nas principais praças, a saca foi negociada a R$ 119 em Ponta Grossa (PR), R$ 122 em Passo Fundo (RS), R$ 107,50 em Primavera do Leste (MT) e R$ 111 em Luís Eduardo Magalhães (BA). Para o produtor, o cenário mistura oportunidades e cautela: a demanda imediata sustenta preços no curto prazo, mas o atraso da colheita e a janela mais curta da safrinha ampliam o risco produtivo da temporada. Fonte: Pensar Agro
Na Índia, Lula defende governança global da IA liderada pela ONU

Ponta Porã News – Notícias de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero Em discurso na Cúpula sobre o Impacto da inteligência Artificial, em Nova Délhi, na Índia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta quinta-feira (19) um modelo de governança global da inteligência artificial liderada pela Organização das Nações Unidas (ONU). “A Quarta Revolução Industrial avança rapidamente enquanto o multilateralismo recua perigosamente. É nesse contexto […] (Na Índia, Lula defende governança global da IA liderada pela ONU)
Polícia recupera veículo 2h após furto e prende homem

Ponta Porã News – Notícias de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero Na tarde desta quarta-feira (18/2), por volta das 14h45, guarnição da Força Tática da PM (Polícia Militar) prendeu um homem por furto qualificado e recuperou um veículo Fiat Strada que havia sido levado de uma oficina em Caarapó. A ação aconteceu no Jardim Santa Brígida, em Dourados. Segundo a Polícia Militar, a equipe recebeu informações […] (Polícia recupera veículo 2h após furto e prende homem)
Rapaz de 20 anos é executado com cerca de 30 tiros por motociclista

Ponta Porã News – Notícias de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero Ederson Lucas Anunciação Rojas, de 20 anos, foi executado com mais de 30 tiros no início da madrugada desta quinta-feira (19/2), na Rua Adelaide Mai Figueiredo, no Bairro Parque do Lageado, em Campo Grande. De acordo com o Campo Grande News, a PM (Polícia Militar) foi acionada após denúncia de disparos de arma de fogo […] (Rapaz de 20 anos é executado com cerca de 30 tiros por motociclista)