PF apreende tromba de elefante asiático em antiquário no Rio de Janeiro

Rio de Janeiro/RJ. Nesta terça-feira (9/6), a Polícia Federal apreendeu uma peça que aparentemente consiste em uma tromba de elefante asiático, a qual se encontrava em um antiquário situado no centro do Rio de Janeiro. A diligência foi realizada após a PF tomar conhecimento da possível comercialização do objeto. No momento da fiscalização, não foi apresentada documentação idônea que comprovasse a origem lícita da peça. Diante dos indícios de irregularidade, a peça foi apreendida para preservação da prova e será submetida à análise pericial, com o objetivo de confirmar sua natureza, espécie do animal e demais características relevantes para a investigação. Além disso, a Polícia Federal instaurou inquérito para buscar esclarecer a origem da peça, a forma como ingressou no território nacional, sua cadeia de posse, eventual documentação relacionada à importação e as circunstâncias de sua exposição ou oferta à venda no estabelecimento onde foi apreendida. Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiroscs.srrj@pf.gov.br(21) 2203-4404 Fonte: Polícia Federal

Participantes do Piauí têm mais tempo para garantir participação no Enem 2026

Os interessados em fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 no Piauí têm mais tempo para garantir participação no exame. As inscrições foram prorrogadas até a próxima sexta-feira, 12 de junho, e devem ser realizadas na Página do Participante. A ampliação do prazo foi anunciada pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O prazo para pagamento da taxa de inscrição também foi prorrogado e poderá ser realizado até 17 de junho. A prorrogação também contempla as solicitações de atendimento especializado e de tratamento por nome social. Concluintes – Até o dia 12 de junho, os estudantes concluintes do ensino médio da rede pública terão de acessar a Página do Participante para confirmar a participação no Enem e complementar informações, como o município de realização das provas, a língua estrangeira escolhida e, se necessário, a solicitação de recursos de acessibilidade. Os demais participantes que tiveram a isenção da taxa de inscrição aprovada também deverão realizar a inscrição no exame. Já para os estudantes não isentos, a taxa de inscrição continua no valor de R$ 85 e pode ser paga por boleto (gerado na Página do Participante), Pix, cartão de crédito e débito em conta corrente ou poupança (a depender da instituição financeira). Agora, o prazo para fazer o pagamento da taxa vai até o dia 17 de junho. No edital do Enem 2026, é possível conferir todas as regras da edição, como o cronograma, os procedimentos para atendimento especializado e as demais orientações aos participantes. Pé-de-Meia – Os participantes do Pé-de-Meia que concluírem o ensino médio em 2026 e participarem dos dois dias de prova do Enem receberão um incentivo adicional de R$ 200. O pagamento do incentivo extra será efetuado após a confirmação da conclusão da etapa de ensino, na mesma conta bancária utilizada para o recebimento das demais parcelas do programa. Certificação – Para utilizar o exame para obter o Certificado de Conclusão do Ensino Médio ou a Declaração Parcial de Proficiência, o interessado deverá indicar essa opção no momento da inscrição. De acordo com o edital, podem solicitar a certificação os participantes que tiverem 18 anos completos até o primeiro dia de aplicação das provas e que não sejam concluintes nem egressos do ensino médio. Atendimento especializado – Os participantes que necessitam de atendimento especializado devem fazer a solicitação no momento da inscrição. O atendimento é voltado para pessoas com as seguintes condições: baixa visão, cegueira, visão monocular, deficiência física, auditiva, intelectual, surdez e surdocegueira, dislexia, discalculia, déficit de atenção, transtorno do espectro autista (TEA), gestantes, lactantes, diabéticos, idosos e estudantes em classe hospitalar ou com outra condição específica. Nome social – Travestis, transexuais ou transgêneros receberão esse tratamento automaticamente, de acordo com os dados cadastrados na Receita Federal. Nesse contexto, antes de se inscrever, o participante deverá verificar seu cadastro na Receita Federal e, se for o caso, atualizá-lo. Orientações – O portal do Inep conta com uma página na qual é possível encontrar as principais orientações para os participantes do Enem. Há também uma seção destinada às perguntas frequentes sobre o exame. Com isso, os interessados podem conferir os questionamentos mais comuns e os respectivos esclarecimentos. Cronograma Inscrições: de 25 de maio a 12 de junho; Pagamento da taxa de inscrição: até 17 de junho; Solicitação de atendimento especializado e nome social: de 25 de maio a 12 de junho; Resultado do atendimento especializado: 26 de junho; Recurso do atendimento especializado: de 29 de junho a 3 de julho; Resultado do recurso: 10 de julho; Aplicação das provas: 8 e 15 de novembro. Enem – Ao longo de mais de duas décadas de existência, o Exame Nacional do Ensino Médio tornou-se a principal porta de entrada para a educação superior no Brasil, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), do Programa Universidade para Todos (Prouni) e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Instituições de ensino públicas e privadas também utilizam o Enem para selecionar estudantes, como critério único ou complementar nos processos seletivos. Os resultados individuais do Enem podem, ainda, ser aproveitados em processos seletivos de instituições portuguesas que possuem convênio com o Inep para aceitar as notas do exame. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal. Acesse a Página do Participante Confira o edital do Enem 2026 Saiba mais sobre o Enem  Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do Inep Fonte: Ministério da Educação

Participantes da Paraíba têm mais tempo para garantir participação no Enem 2026

Os interessados em fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 na Paraíba têm mais tempo para garantir participação no exame. As inscrições foram prorrogadas até a próxima sexta-feira, 12 de junho, e devem ser realizadas na Página do Participante. A ampliação do prazo foi anunciada pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O prazo para pagamento da taxa de inscrição também foi prorrogado e poderá ser realizado até 17 de junho. A prorrogação também contempla as solicitações de atendimento especializado e de tratamento por nome social. Concluintes – Até o dia 12 de junho, os estudantes concluintes do ensino médio da rede pública terão de acessar a Página do Participante para confirmar a participação no Enem e complementar informações, como o município de realização das provas, a língua estrangeira escolhida e, se necessário, a solicitação de recursos de acessibilidade. Os demais participantes que tiveram a isenção da taxa de inscrição aprovada também deverão realizar a inscrição no exame. Já para os estudantes não isentos, a taxa de inscrição continua no valor de R$ 85 e pode ser paga por boleto (gerado na Página do Participante), Pix, cartão de crédito e débito em conta corrente ou poupança (a depender da instituição financeira). Agora, o prazo para fazer o pagamento da taxa vai até o dia 17 de junho. No edital do Enem 2026, é possível conferir todas as regras da edição, como o cronograma, os procedimentos para atendimento especializado e as demais orientações aos participantes. Pé-de-Meia – Os participantes do Pé-de-Meia que concluírem o ensino médio em 2026 e participarem dos dois dias de prova do Enem receberão um incentivo adicional de R$ 200. O pagamento do incentivo extra será efetuado após a confirmação da conclusão da etapa de ensino, na mesma conta bancária utilizada para o recebimento das demais parcelas do programa. Certificação – Para utilizar o exame para obter o Certificado de Conclusão do Ensino Médio ou a Declaração Parcial de Proficiência, o interessado deverá indicar essa opção no momento da inscrição. De acordo com o edital, podem solicitar a certificação os participantes que tiverem 18 anos completos até o primeiro dia de aplicação das provas e que não sejam concluintes nem egressos do ensino médio. Atendimento especializado – Os participantes que necessitam de atendimento especializado devem fazer a solicitação no momento da inscrição. O atendimento é voltado para pessoas com as seguintes condições: baixa visão, cegueira, visão monocular, deficiência física, auditiva, intelectual, surdez e surdocegueira, dislexia, discalculia, déficit de atenção, transtorno do espectro autista (TEA), gestantes, lactantes, diabéticos, idosos e estudantes em classe hospitalar ou com outra condição específica. Nome social – Travestis, transexuais ou transgêneros receberão esse tratamento automaticamente, de acordo com os dados cadastrados na Receita Federal. Nesse contexto, antes de se inscrever, o participante deverá verificar seu cadastro na Receita Federal e, se for o caso, atualizá-lo. Orientações – O portal do Inep conta com uma página na qual é possível encontrar as principais orientações para os participantes do Enem. Há também uma seção destinada às perguntas frequentes sobre o exame. Com isso, os interessados podem conferir os questionamentos mais comuns e os respectivos esclarecimentos. Cronograma Inscrições: de 25 de maio a 12 de junho; Pagamento da taxa de inscrição: até 17 de junho; Solicitação de atendimento especializado e nome social: de 25 de maio a 12 de junho; Resultado do atendimento especializado: 26 de junho; Recurso do atendimento especializado: de 29 de junho a 3 de julho; Resultado do recurso: 10 de julho; Aplicação das provas: 8 e 15 de novembro. Enem – Ao longo de mais de duas décadas de existência, o Exame Nacional do Ensino Médio tornou-se a principal porta de entrada para a educação superior no Brasil, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), do Programa Universidade para Todos (Prouni) e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Instituições de ensino públicas e privadas também utilizam o Enem para selecionar estudantes, como critério único ou complementar nos processos seletivos. Os resultados individuais do Enem podem, ainda, ser aproveitados em processos seletivos de instituições portuguesas que possuem convênio com o Inep para aceitar as notas do exame. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal. Acesse a Página do Participante Confira o edital do Enem 2026 Saiba mais sobre o Enem  Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do Inep Fonte: Ministério da Educação

Participantes do Paraná têm mais tempo para garantir participação no Enem 2026

Os interessados em fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 no Paraná têm mais tempo para garantir participação no exame. As inscrições foram prorrogadas até a próxima sexta-feira, 12 de junho, e devem ser realizadas na Página do Participante. A ampliação do prazo foi anunciada pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O prazo para pagamento da taxa de inscrição também foi prorrogado e poderá ser realizado até 17 de junho. A prorrogação também contempla as solicitações de atendimento especializado e de tratamento por nome social. Concluintes – Até o dia 12 de junho, os estudantes concluintes do ensino médio da rede pública terão de acessar a Página do Participante para confirmar a participação no Enem e complementar informações, como o município de realização das provas, a língua estrangeira escolhida e, se necessário, a solicitação de recursos de acessibilidade. Os demais participantes que tiveram a isenção da taxa de inscrição aprovada também deverão realizar a inscrição no exame. Já para os estudantes não isentos, a taxa de inscrição continua no valor de R$ 85 e pode ser paga por boleto (gerado na Página do Participante), Pix, cartão de crédito e débito em conta corrente ou poupança (a depender da instituição financeira). Agora, o prazo para fazer o pagamento da taxa vai até o dia 17 de junho. No edital do Enem 2026, é possível conferir todas as regras da edição, como o cronograma, os procedimentos para atendimento especializado e as demais orientações aos participantes. Pé-de-Meia – Os participantes do Pé-de-Meia que concluírem o ensino médio em 2026 e participarem dos dois dias de prova do Enem receberão um incentivo adicional de R$ 200. O pagamento do incentivo extra será efetuado após a confirmação da conclusão da etapa de ensino, na mesma conta bancária utilizada para o recebimento das demais parcelas do programa. Certificação – Para utilizar o exame para obter o Certificado de Conclusão do Ensino Médio ou a Declaração Parcial de Proficiência, o interessado deverá indicar essa opção no momento da inscrição. De acordo com o edital, podem solicitar a certificação os participantes que tiverem 18 anos completos até o primeiro dia de aplicação das provas e que não sejam concluintes nem egressos do ensino médio. Atendimento especializado – Os participantes que necessitam de atendimento especializado devem fazer a solicitação no momento da inscrição. O atendimento é voltado para pessoas com as seguintes condições: baixa visão, cegueira, visão monocular, deficiência física, auditiva, intelectual, surdez e surdocegueira, dislexia, discalculia, déficit de atenção, transtorno do espectro autista (TEA), gestantes, lactantes, diabéticos, idosos e estudantes em classe hospitalar ou com outra condição específica. Nome social – Travestis, transexuais ou transgêneros receberão esse tratamento automaticamente, de acordo com os dados cadastrados na Receita Federal. Nesse contexto, antes de se inscrever, o participante deverá verificar seu cadastro na Receita Federal e, se for o caso, atualizá-lo. Orientações – O portal do Inep conta com uma página na qual é possível encontrar as principais orientações para os participantes do Enem. Há também uma seção destinada às perguntas frequentes sobre o exame. Com isso, os interessados podem conferir os questionamentos mais comuns e os respectivos esclarecimentos. Cronograma Inscrições: de 25 de maio a 12 de junho; Pagamento da taxa de inscrição: até 17 de junho; Solicitação de atendimento especializado e nome social: de 25 de maio a 12 de junho; Resultado do atendimento especializado: 26 de junho; Recurso do atendimento especializado: de 29 de junho a 3 de julho; Resultado do recurso: 10 de julho; Aplicação das provas: 8 e 15 de novembro. Enem – Ao longo de mais de duas décadas de existência, o Exame Nacional do Ensino Médio tornou-se a principal porta de entrada para a educação superior no Brasil, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), do Programa Universidade para Todos (Prouni) e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Instituições de ensino públicas e privadas também utilizam o Enem para selecionar estudantes, como critério único ou complementar nos processos seletivos. Os resultados individuais do Enem podem, ainda, ser aproveitados em processos seletivos de instituições portuguesas que possuem convênio com o Inep para aceitar as notas do exame. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal. Acesse a Página do Participante Confira o edital do Enem 2026 Saiba mais sobre o Enem Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do Inep Fonte: Ministério da Educação

Participantes de Minas Gerais têm mais tempo para garantir participação no Enem 2026

Os interessados em fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 em Minas Gerais têm mais tempo para garantir participação no exame. As inscrições foram prorrogadas até a próxima sexta-feira, 12 de junho, e devem ser realizadas na Página do Participante. A ampliação do prazo foi anunciada pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O prazo para pagamento da taxa de inscrição também foi prorrogado e poderá ser realizado até 17 de junho. A prorrogação também contempla as solicitações de atendimento especializado e de tratamento por nome social. Concluintes – Até o dia 12 de junho, os estudantes concluintes do ensino médio da rede pública terão de acessar a Página do Participante para confirmar a participação no Enem e complementar informações, como o município de realização das provas, a língua estrangeira escolhida e, se necessário, a solicitação de recursos de acessibilidade. Os demais participantes que tiveram a isenção da taxa de inscrição aprovada também deverão realizar a inscrição no exame. Já para os estudantes não isentos, a taxa de inscrição continua no valor de R$ 85 e pode ser paga por boleto (gerado na Página do Participante), Pix, cartão de crédito e débito em conta corrente ou poupança (a depender da instituição financeira). Agora, o prazo para fazer o pagamento da taxa vai até o dia 17 de junho. No edital do Enem 2026, é possível conferir todas as regras da edição, como o cronograma, os procedimentos para atendimento especializado e as demais orientações aos participantes. Pé-de-Meia – Os participantes do Pé-de-Meia que concluírem o ensino médio em 2026 e participarem dos dois dias de prova do Enem receberão um incentivo adicional de R$ 200. O pagamento do incentivo extra será efetuado após a confirmação da conclusão da etapa de ensino, na mesma conta bancária utilizada para o recebimento das demais parcelas do programa. Certificação – Para utilizar o exame para obter o Certificado de Conclusão do Ensino Médio ou a Declaração Parcial de Proficiência, o interessado deverá indicar essa opção no momento da inscrição. De acordo com o edital, podem solicitar a certificação os participantes que tiverem 18 anos completos até o primeiro dia de aplicação das provas e que não sejam concluintes nem egressos do ensino médio. Atendimento especializado – Os participantes que necessitam de atendimento especializado devem fazer a solicitação no momento da inscrição. O atendimento é voltado para pessoas com as seguintes condições: baixa visão, cegueira, visão monocular, deficiência física, auditiva, intelectual, surdez e surdocegueira, dislexia, discalculia, déficit de atenção, transtorno do espectro autista (TEA), gestantes, lactantes, diabéticos, idosos e estudantes em classe hospitalar ou com outra condição específica. Nome social – Travestis, transexuais ou transgêneros receberão esse tratamento automaticamente, de acordo com os dados cadastrados na Receita Federal. Nesse contexto, antes de se inscrever, o participante deverá verificar seu cadastro na Receita Federal e, se for o caso, atualizá-lo. Orientações – O portal do Inep conta com uma página na qual é possível encontrar as principais orientações para os participantes do Enem. Há também uma seção destinada às perguntas frequentes sobre o exame. Com isso, os interessados podem conferir os questionamentos mais comuns e os respectivos esclarecimentos. Cronograma Inscrições: de 25 de maio a 12 de junho; Pagamento da taxa de inscrição: até 17 de junho; Solicitação de atendimento especializado e nome social: de 25 de maio a 12 de junho; Resultado do atendimento especializado: 26 de junho; Recurso do atendimento especializado: de 29 de junho a 3 de julho; Resultado do recurso: 10 de julho; Aplicação das provas: 8 e 15 de novembro. Enem – Ao longo de mais de duas décadas de existência, o Exame Nacional do Ensino Médio tornou-se a principal porta de entrada para a educação superior no Brasil, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), do Programa Universidade para Todos (Prouni) e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Instituições de ensino públicas e privadas também utilizam o Enem para selecionar estudantes, como critério único ou complementar nos processos seletivos. Os resultados individuais do Enem podem, ainda, ser aproveitados em processos seletivos de instituições portuguesas que possuem convênio com o Inep para aceitar as notas do exame. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal. Acesse a Página do Participante Confira o edital do Enem 2026 Saiba mais sobre o Enem  Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do Inep Fonte: Ministério da Educação

Manejo sustentável e território em pauta: regulamentação mobiliza encontro entre extrativistas do minhocuçu e Governo Federal em Caetanópolis/MG

A Diretoria de Parcerias com a Sociedade Civil (DPSC), da Secretaria-Geral da Presidência da República, realizou uma agenda de diálogo e escuta no município de Caetanópolis/MG. Na ocasião, houve escuta focada no levantamento de subsídios sobre a regulamentação do extrativismo sustentável do minhocuçu (Rhinodrilus alatus) nos municípios banhados pelo Rio Paraopeba. A atividade insere-se no escopo de atuação da diretoria voltado ao acompanhamento e fortalecimento de organizações da sociedade civil e povos e comunidades tradicionais.   O encontro ocorreu no Shopping da Minhoca, espaço que funciona como o centro comercial, organizacional e simbólico da atividade na região e reuniu cerca de 300 pessoas organizadas em associações e em coopertativas potenciais. Além de concentrar a comercialização do minhocuçu, o local serve como ponto de convergência para a organização coletiva da categoria, e abriga discussões sobre a gestão do ofício e o desenvolvimento comunitário. O debate contou com a presença de extrativistas, artesãos, representantes do Instituto Nenuca de Desenvolvimento Sustentável (INSEA), do Instituto Sustentar, da Rede de Atingidos da Região 03, pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e integrantes de comunidades tradicionais da região, como o Quilombo da Pontinha. Pela DPSC, estiveram presentes o coordenador-geral de Parcerias com a Sociedade Civil, Ramon Jung Pereira, e a coordenadora de Projetos, Lindrielli Rocha.   O extrativismo do minhocuçu é uma atividade tradicional regional que envolve aproximadamente 3.000 famílias em 17 municípios mineiros. Durante a atividade, os trabalhadores, autodenominados “minhoqueiros“, apresentaram o histórico do ofício, que é transmitido entre gerações e envolve a fabricação artesanal de ferramentas próprias, como os enxadões produzidos por ferreiros locais desde a década de 1930.   Entre os principais pontos críticos relatados pelos extrativistas à equipe estão os conflitos territoriais com proprietários rurais e a insegurança jurídica decorrente da falta de uma regulamentação federal, o que gera episódios de detenção de trabalhadores e dificuldades no manejo. Foram formalizadas denúncias sobre intervenções químicas no solo, como uso de calcário e sal, que inviabilizam a atividade nas áreas de coleta. Também foram relatadas situações complexas que a falta da regulamentação gera nos extrativistas, como insegurança jurídica, prisões arbitrarias, impossibilidade de formalizações e outras questões que envolvem a situação que se arrasta há mais de 20 anos.  Em relação aos aspectos ambientais, a comunidade apresentou os acordos sociais de manejo sustentável praticados desde 2006 com o suporte técnico da UFMG. Os extrativistas realizam o defeso voluntário durante o período de chuvas para resguardar a reprodução da espécie, em consonância com o período da Piracema. Os extrativistas chamam essa prática de “regulamentação cidadã”.  A organização coletiva do grupo também abrange o histórico de impactos do rompimento da barragem da mineradora Vale em Brumadinho, ocorrido em 2019, que afetou a bacia do Rio Paraopeba e todos os arranjos daqueles povos e arranjos que com o rio conviviam. A articulação institucional recente, inclusive, permitiu a inclusão dos trabalhadores do Shopping da Minhoca nos programas de reparação e transferência de renda (PTR).   Ramon Jung Pereira, Coordenador-Geral da DPSC, soma a essa análise de contexto.  “A falta de regulamentação, somada aos impactos do rompimento da barragem da Vale, gera uma interseccionalidade de mazelas que incide sobre os extrativistas do minhocuçu do Paraopeba. Hoje, parece que são impedidos e criminalizados por serem quem são, inclusive enquanto povo e comunidade tradicional. Ao mesmo tempo, o modelo de desenvolvimento vigente tende a desvalorizar seus modos de vida e pressioná-los a abandonar práticas e conhecimentos tradicionais em favor de formas de inserção econômica que nem sempre dialogam com sua identidade, seu território e sua cultura. É uma força de conformação que lutam contra há mais de 20 anos, e que agora ganha um elemento novo: a minério-dependência”.  Além do debate regulatório, que é prioridade, outras pautas também importantes foram apresentadas, como a de infraestrutura local e acesso à energia elétrica. Marilei Alves, liderança local, afirmou que a rede elétrica atual se encontra a 700 metros do território comercial, o que gera custos operacionais elevados e obriga os permissionários a utilizarem, ainda nos dias de hoje, lampiões. Para além disso, a regulamentação permitirá, nas palavras de Marilei e de outros extrativistas, o fomento ao cooperativismo, a formalização de outras associações, o acesso a oportunidades de parcerias por meio do Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (MROSC), a transição agroecológica necessária para a perenidade das atividades locais, a comercialização de outros produtos, como o húmus e o artesanato, por vias formais, além de outras frentes. Tudo isso passa pela regulamentação. Como encaminhamento institucional, a DPSC comprometeu-se a dar andamento interno aos relatórios e subsidiar o processo técnico direcionado aos órgãos ambientais competentes.  Fonte: Secretaria-Geral

DPSC articula agendas em Curitiba e Maceió para fortalecer o MROSC e aproximar parcerias sociais

Com o objetivo central de descentralizar parcerias, intensificar o diálogo nos territórios e promover o fortalecimento do Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (MROSC), a Diretoria de Parcerias com a Sociedade Civil (DPSC) realizaram, ao longo deste mês de maio, agendas estratégicas por meio do programa Governo do Brasil na Rua, nas cidades de Curitiba (PR) e Maceió (AL). A primeira atividade ocorreu no dia 8 de maio, na capital paranaense, tendo como cenário a sede do Coletivo Soy Loco Por Ti. O encontro reuniu cerca de 30 representantes de Organizações da Sociedade Civil em um ambiente de debate técnico e qualificado, onde as entidades demonstraram forte articulação ao apresentarem demandas voltadas a áreas como imigração, assistência social e cultura, além de pleitearem maior espaço de representação no Conselho de Fomento e Colaboração (Confoco). O diálogo foi conduzido por Eduardo Brasileiro, Diretor de Parcerias com a Sociedade Civil da DPSC, com a participação de Raimundo Vieira Bonfim, Diretor de Participação Social da SNPS, e de Thelma Alves de Oliveira, representante do Complexo Pequeno Príncipe no Confoco Nacional. Como encaminhamento prático dessa primeira agenda, ficou deliberado que o Município de Curitiba será oficialmente oficiado a respeito das diretrizes da Lei nº 13.019 e sobre a importância da implantação do Confoco em âmbito local. Dando continuidade à mobilização territorial, no dia 15 de maio a comitiva federal reuniu-se em Maceió, no IFAL – Campus Benedito Bentes. Diferente do cenário paranaense, a atividade em Alagoas deparou-se com organizações da sociedade civil que atuam de forma mais insulada, o que transformou o encontro em um espaço fundamental para a formação de redes, troca de experiências e fomento de parcerias em nível local. Diante dessa realidade, o principal encaminhamento pactuado no território alagoano foi o agendamento de uma nova reunião com as organizações de Maceió, com o propósito de aprofundar o debate sobre parcerias e estruturar formalmente a rede local de cooperação. Fonte: Secretaria-Geral

Pesquisas sobre endometriose, dor pélvica e saúde menstrual no Brasil terão investimento de R$ 60 milhões

A pesquisa científica e o desenvolvimento de tecnologias em saúde menstrual, dor pélvica e endometriose no Brasil vão receber um incentivo de R$ 60 milhões. Desses, R$ 50 milhões serão do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), via Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), para soluções aplicáveis ao Sistema Único de Saúde (SUS). As propostas serão selecionadas por chamada pública do CNPq.  O Instituto Alana destinará R$ 10 milhões a uma iniciativa complementar, cujo objetivo é criar uma rede nacional estruturante de pesquisa em endometriose, dor pélvica e saúde menstrual — formada a partir dos projetos selecionados pela pasta, que contarão com uma infraestrutura compartilhada de comunicação científica, implementação de ciência cidadã, apoio ao pesquisador, educação e formação.  O anúncio do investimento ocorreu nesta terça-feira (9), na sede do MCTI, em Brasília (DF). “Estamos anunciando o maior investimento já feito pelo MCTI em pesquisas sobre a saúde da mulher”, disse a ministra Luciana Santos. De acordo com Ministério da Saúde, a endometriose e as dores pélvicas afetam milhões de brasileiras, impactam a qualidade de vida, a permanência na escola, a produtividade no trabalho e a saúde mental.   “Quando uma menina falta à escola por causa da dor ou uma mulher leva anos para receber um diagnóstico, estamos diante de um problema de saúde pública que exige resposta do Estado. Esse investimento demonstra o compromisso do Governo do Brasil com a ciência como instrumento de cuidado, inclusão e promoção da qualidade de vida das mulheres brasileiras”, afirmou Luciana.  A primeira-dama do Brasil, Janja Lula da Silva, participou do anúncio no MCTI e chamou a atenção para o fato de que, por muito tempo, questões relacionadas à saúde da mulher foram tratadas com invisibilidade ou minimizadas. “Muitas mulheres convivem com dores intensas sem receber diagnóstico ou acolhimento adequados, e a endometriose é um exemplo dessa realidade. Por isso, essa iniciativa do MCTI é tão importante, ela direciona atenção e investimentos para pesquisas sobre uma condição que afeta milhões de brasileiras”, afirmou Janja.  Para a chamada pública do CNPq, as propostas deverão se encaixar em um dos cinco eixos temáticos: causa e prevenção; diagnóstico; tratamento; biorrepositório (reservatório de materiais biológicos, utilizado em pesquisas específicas); e impacto social. As pesquisas deverão contribuir para reduzir lacunas de conhecimento sobre a endometriose, doença crônica ainda subdiagnosticada, que afeta cerca de uma em cada dez meninas e mulheres e pode levar anos para ser identificada.  “O Ministério da Saúde está muito satisfeito com essa parceria porque vamos tratar de um tema pouco debatido, inclusive no Sistema Único de Saúde. Nós temos o compromisso de construir uma política pública robusta para as mulheres”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante o anúncio do investimento. “Certamente esse edital vai mobilizar muitos pesquisadores no País para trazer mais soluções tecnológicas para o SUS e cuidar das mulheres brasileiras”, completou.  “O Alana complementa o investimento federal para estruturar uma rede de pesquisa que envolva e estimule a participação da sociedade civil e de meninas e mulheres afetadas diretamente pelo tema. A proposta é fortalecer a produção de evidências e criar condições para que o conhecimento científico se traduza em prevenção, diminuição de tempo de diagnóstico e cuidado desde a menarca”, disse a CEO do Alana, Flavia Doria.   A primeira cooperação entre o MCTI e o Alana ocorreu em 2024, com a criação da Rede Buriti para pesquisa, desenvolvimento e inovação em Síndrome de Down. Agora, eles se unem novamente para atuar nos temas de saúde menstrual e endometriose.  Para a secretária de Políticas e Programas Estratégicos (Seppe) do MCTI, Andrea Latgé, a construção de uma rede nacional de pesquisa é fundamental para ampliar o conhecimento sobre a doença, apoiar o desenvolvimento e acelerar soluções para a saúde das mulheres. “Estamos fortalecendo uma agenda de pesquisa que pode transformar a vida de milhões de mulheres, aproximando a produção científica das necessidades reais da sociedade. É fundamental avançarmos nessa pauta”, disse. Segundo ela, existe um potencial muito grande de pesquisadores que trarão resultados de impacto para que o Brasil avance em diagnósticos e tratamentos da endometriose.  Desafio Os dados ajudam a dimensionar o desafio que a iniciativa busca enfrentar. Estima-se que 8 milhões de brasileiras em idade reprodutiva convivam com endometriose — entre elas, há 2 milhões de adolescentes. Apesar da alta prevalência, a condição permanece subdiagnosticada e subtratada, com atraso médio de 7 anos para o diagnóstico.  A naturalização da dor menstrual desde a primeira menstruação contribui para esse cenário. Dados inéditos divulgados pelo Alana e pelo Instituto Equidade.info mostram que seis em cada dez estudantes dos ensinos fundamental e médio que menstruam relatam ter cólicas fortes ou moderadas, que atrapalham a rotina e exigem uso de medicação. Mais do que um desconforto, a dor menstrual tem impacto direto na vida escolar: quatro em cada dez alunas faltam às aulas mensalmente por esse motivo.  Os efeitos também se estendem à vida adulta. Além dos prejuízos à saúde física e mental, as cólicas fortes — principal sintoma da endometriose — podem levar mulheres a perder até 10,8 horas de trabalho por semana.   Ainda assim, dores menstruais e pélvicas permanecem pouco visíveis nos registros oficiais de saúde. Análise de dados de 469 mil meninas e mulheres do Recife (PE) mostrou que apenas 0,5% delas tinham registro formal de dor menstrual ou pélvica. Ao interpretar os textos escritos por profissionais de saúde nos prontuários, porém, foram identificados mais de 41 mil casos relacionados a essas dores, o equivalente a 9% da base analisada. A pesquisa foi feita pela Vital Strategies Brasil, em parceria com o Laboratório FrameNet Brasil da Universidade Federal de Juiz de Fora, com financiamento do Alana.  “Há muito tempo, a dor menstrual é tratada como algo normal, o que contribui para invisibilizar doenças como a endometriose e atrasar o acesso ao diagnóstico e ao cuidado. Quando a ciência olha para esse tema, ela também ajuda a reconhecer experiências que impactam a escola, o trabalho, a saúde mental e o desenvolvimento pleno de milhões de meninas e mulheres”, afirma Flavia Doria.   Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

Ciência nuclear brasileira combate poluição por microplásticos

Você já viu uma Unidade Móvel de Demonstração Tecnológica equipada com um acelerador de elétrons de última geração? Sabe para o que ela serve? Esse caminhão utiliza eletricidade para gerar energia capaz de quebrar moléculas de poluentes presentes na água, como o microplástico. O líquido contaminado passa pelo feixe de elétrons em alta velocidade e esse bombardeio de energia quebra as moléculas de resíduos químicos. Os materiais são fragmentados em partes tão pequenas e alteradas que perdem sua característica tóxica original, facilitando a limpeza da água antes que ela seja devolvida para a natureza. Esta é uma grande inovação para o setor produtivo na luta pela redução do impacto da poluição. Por ser uma unidade móvel, a solução chega com facilidade e de forma direta a indústrias e estações de tratamento, demonstrando a eficácia do processo em diferentes locais. O caminhão está em operação e tem capacidade para tratar até 1 milhão de litros por dia. Foto: Ascom/MCTI Esse tipo de solução apresenta três grandes vantagens, a começar pela possibilidade de reutilização da água. O processo é puramente físico, o que dispensa o uso de reagentes oxidantes e produtos químicos. E, além disso, a eficiência industrial é comprovada, pois a tecnologia já alcançou o nível de prontidão TRL 7/8, ou seja, já foi testada e aprovada em ambiente operacional real. A tecnologia foi desenvolvida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por meio do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), da Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen). Essa parceria também rendeu frutos para o desenvolvimento de pesquisas: cientistas utilizam substâncias chamadas traçadores isotópicos, que funcionam como uma etiqueta invisível colocada nas amostras de água. Isso permite que os pesquisadores saibam exatamente de onde o plástico veio, como ele se move nas correntes marítimas e o local em que se acumula. Esse processo permite ao Ipen analisar amostras de água que cruzam oceanos, ajudando a criar um mapa global da poluição. Diferentemente do que muitos imaginam, a tecnologia nuclear nesse campo não envolve riscos de radiação para o meio ambiente ou para as pessoas. Ela é utilizada como uma ferramenta de alta precisão nos dois processos. O Brasil hoje opera infraestruturas de ponta que combinam o monitoramento global de microplásticos com a capacidade móvel de descontaminação de águas residuais. Microplásticos são um desafio para a saúde e a economia Os microplásticos são partículas de polímeros sintéticos menores que 5 milímetros, que não são retidas pelos sistemas comuns de tratamento de esgoto. O investimento do Governo do Brasil em tecnologia nuclear para combatê-los justifica-se por três riscos principais: Presença na cadeia alimentar: por serem minúsculas, as partículas entram na base da cadeia alimentar (consumidas por pequenos peixes e crustáceos) e progridem até chegarem ao consumo humano, o que impacta a segurança alimentar e as exportações de pescado Atração de poluentes: na água, essas partículas funcionam como suportes que acumulam substâncias tóxicas, como pesticidas e metais pesados, que aderem a sua superfície. Ao serem ingeridos, os microplásticos transportam esses contaminantes para dentro dos organismos vivos Riscos biológicos: além dos danos físicos aos tecidos animais, o plástico pode transportar bactérias e outros microrganismos nocivos para novos ecossistemas Foto: Ascom/MCTI Monitoramento global em tempo real: Nutec   O Brasil também consolidou sua atuação prática na rede global Nutec (Nuclear Technology for Controlling Plastic Pollution), coordenada pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA). Atualmente, a Cnen, por meio do Ipen, monitora sistematicamente microplásticos em áreas críticas. O trabalho consiste na coleta e análise de amostras para identificar a procedência desses poluentes por meio de traçadores isotópicos. Esses dados práticos são compartilhados com uma rede internacional de laboratórios, auxiliando o Brasil a formular políticas públicas baseadas em evidências científicas sólidas. Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

FICCO/CE prende dois suspeitos em flagrante em Fortaleza/CE

Fortaleza/CE. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Ceará (FICCO/CE), realizou a prisão em flagrante de dois indivíduos suspeitos de participação em um roubo ocorrido em uma clínica localizada no bairro Parangaba, em Fortaleza/CE. A ocorrência teve início após informações repassadas pela Coordenadoria Integrada de Operações de Segurança (CIOPS), indicando que um homem, utilizando uma motocicleta, teria praticado o crime de roubo. Os suspeitos foram conduzidos ao 30º Distrito Policial, onde foram adotadas as providências cabíveis. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Ceará (FICCO/CE) é composta pela Polícia Federal (PF), Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE), Polícia Militar do Ceará (PMCE), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce), Secretaria da Administração Penitenciária e Ressocialização do Ceará (SAP), Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS-CE) e Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN). Comunicação Social da Polícia Federal no CearáContato: (85) 3392-4867 / (85) 9972-0534E-mail: cs.srce@pf.gov.br Fonte: Polícia Federal