CGU promove novos webinários sobre Carta de Serviços e compartilhamento de boas práticas

A Controladoria-Geral da União (CGU), por meio da Ouvidoria-Geral da União (OGU), dá continuidade, em junho, à programação do Mês da Carta de Serviços, iniciativa que mobiliza ouvidorias de todo o país para debater a importância desse instrumento na qualificação do atendimento ao cidadão e na ampliação da transparência pública. A programação reúne especialistas e representantes de instituições públicas para compartilhar experiências e boas práticas relacionadas à elaboração, gestão e aprimoramento das Cartas de Serviços ao Usuário. A iniciativa também busca estimular a adoção de medidas que contribuam para tornar os serviços públicos mais acessíveis, compreensíveis e alinhados às necessidades da população.  As atividades tiveram início no fim de maio, com um evento de lançamento e um webinário sobre linguagem simples aplicada às Cartas de Serviços. As gravações estão disponíveis no canal da CGU no YouTube. No dia 16 de junho, às 14h, será realizado o webinário “O papel do catálogo de serviços no Portal Gov.br: padronização e acesso ao cidadão“. A palestra será conduzida por Eleidimar Odilia Isaque da Silva, diretora de Plataformas de Serviços Públicos Digitais da Secretaria de Governo Digital do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI).   Já no dia 17 de junho, às 14h, o ouvidor do Banco do Nordeste do Brasil (BNB), Carlos Alexandre, apresentará a palestra “O funcionamento da proposição de melhoria em processos, produtos e serviços (PDM) no Banco do Nordeste do Brasil“. A experiência da instituição será apresentada como um caso prático de inovação e aperfeiçoamento contínuo, demonstrando como as manifestações recebidas pela Ouvidoria podem subsidiar melhorias em processos internos, produtos e serviços, contribuindo para a eficiência institucional e a qualidade do atendimento ao cidadão. Na sequência, às 15h, será a vez da cidade de Campinas compartilhar sua experiência na palestra “Desafios da construção da Carta de Serviços do município de Campinas“. A apresentação será conduzida por Jaqueline Maciel Lustosa, auditora de controle interno, e por Victor Martins Lobo, coordenador do Laboratório de Inovação em Gestão de Pessoas (GentiLAB). O encontro abordará os desafios enfrentados durante a elaboração da Carta de Serviços municipal, os aprendizados obtidos ao longo do processo e as soluções adotadas por meio da atuação conjunta da Secretaria Municipal de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas e da Secretaria Municipal de Gestão e Controle.   A programação integra os esforços da OGU para incentivar o uso da Carta de Serviços como ferramenta de transparência, participação social e melhoria da prestação de serviços públicos, aproximando a administração pública das necessidades dos cidadãos.  Fonte: Controladoria-Geral da União

STF mantém inscrição automática de servidores públicos em previdência complementar

O Supremo Tribunal Federal (STF) julgou, por unanimidade, improcedente a ação apresentada contra lei federal de 2015 que determinou a inscrição automática em regime de previdência complementar de novos servidores públicos da União, suas autarquias e fundações. A posição adotada pelo Supremo vai ao encontro do entendimento defendido pela Advocacia-Geral da União (AGU), que sustentou no processo a constitucionalidade da legislação. A regra da inscrição automática é aplicável aos servidores que tenham remuneração superior ao teto do Regime Geral de Previdência Social (RGPS), que atualmente é de R$ $8.475,55. A Ação Direta de Inconstitucionalidade 5502 foi apresentada pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSol) contra dispositivos da Lei 13.183/2015, resultante de conversão em lei da Medida Provisória 676/2015. No processo, a AGU sustentou que não há inconstitucionalidade na nova regra, uma vez que, a adesão ao regime de previdência complementar continuou sendo facultativa pois, mesmo havendo a inscrição automática do servidor no regime complementar, é facultado a ele o cancelamento da inscrição a qualquer tempo. Em caso de pedido de cancelamento feito nos 90 dias seguintes à inscrição, haverá a restituição integral, devidamente corrigida, de todas as contribuições. Já em caso de cancelamento após esse período, a devolução dos valores acumulados na reserva individual do servidor seguirá as regras aplicáveis ao instituto do resgate. A AGU ressaltou que a inscrição automática em regime de previdência complementar é recomendada pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e foi adotada, com resultados positivos, em países como Reino Unido, Nova Zelândia e Estados Unidos. No Brasil, além da esfera federal, 91,5% dos entes federativos que instituíram regime complementar o fizeram com a regra da inscrição automática dos seus servidores. A ADI 5502 foi relatada pelo ministro Nunes Marques, que votou pela improcedência da ação. O voto do relator foi acompanhado à unanimidade no julgamento. O regime de previdência complementar é um regime de previdência privada, de caráter complementar e organizado de forma autônoma em relação ao Regime Geral de Previdência Social. O regime complementar é facultativo e baseado na constituição de reservas que garantam o benefício contratado, podendo ser operado por entidades abertas ou entidades fechadas de previdência complementar. O regime de previdência complementar no âmbito da administração pública federal é gerido pela Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal (Funpresp). Assessoria Especial de Comunicação Social da AGU Fonte: Advocacia-Geral da União

Tecnofan 2026: cada receita conta uma história e todo sabor desperta uma lembrança

Há alimentos que alimentam o corpo. Outros, antes mesmo da primeira mordida, despertam lembranças guardadas na memória. O cheiro do melado recém-preparado, a textura de uma cocada feita à moda antiga ou o sabor da rapadura podem transportar alguém para a cozinha dos avós, para o engenho da infância ou para tardes em família que pareciam eternas. Na Feira da Agricultura Familiar da Tecnofam 2026, os estandes dos produtores assistidos pela Agraer oferecem muito mais do que produtos artesanais. Cada receita carrega um pedaço da história de quem a produz e de quem a leva para casa. São tradições preservadas por gerações que continuam vivas por meio do trabalho no campo. Foi exatamente essa sensação que a agricultora familiar Cristiane Paula Moraes Vilasboas, do Assentamento Itamarati, em Ponta Porã, encontrou ao experimentar uma rapadura produzida pela Estância Engenho. “Eu já havia provado rapadura, mas não com essa textura nem com esse sabor. A cana-de-açúcar remete a muitas lembranças da infância. Hoje é difícil encontrar produtores que fabriquem rapadura, melado ou mesmo garapa. Quando encontramos uma produção como essa, ficamos muito felizes porque ela resgata experiências vividas na infância”, conta. Para Rosilda dos Santos Araújo, de Ribas do Rio Pardo, a surpresa foi descobrir novos sabores sem perder a conexão com o passado. “Eu nunca havia imaginado provar rapadura de limão ou de café. Gostei muito, comprei e vou levar para casa. A rapadura desperta muitas memórias afetivas em mim. Lembro do meu pai comendo rapadura com farinha, dos meus avós e da minha infância. Hoje estou levando rapadura de café, que foi uma novidade para mim.” Do outro lado do balcão, quem produz também reconhece o valor dessas lembranças. Adenilda Dantas de Medeiros, da Estância Engenho, diz que dificilmente alguém prova uma rapadura sem recordar alguém querido. “Dificilmente você prova rapadura e não se lembra de um parente ou de algum momento da infância. É um doce que traz sempre muitas memórias afetivas. O legal da Tecnofam é ver o feedback do cliente ao vivo, porque eles são o nosso norte”. Foi justamente buscando inovar sem romper com a tradição que surgiu a rapadura de café. “Sempre achei que a bebida combina muito bem com o doce. Inventamos a receita e deu super certo”, explica. No Quilombo São Miguel, em Maracaju, a produtora Joaquina Melo Gonçalves Flores Pereira mantém viva uma herança que começou muito antes dela nascer. As cocadas de frutas que produz hoje seguem uma receita ensinada por sua avó, Joaquina, descendente de quilombolas que, segundo a história da família, chegou de Minas Gerais e ajudou a formar a comunidade onde vivem até hoje. “Aprendi diretamente com ela, porque convivemos por muitos anos. Hoje, além de agregar valor à produção da propriedade, busco preservar essa tradição para que ela não se perca com o tempo.” As histórias contadas pela avó também permanecem presentes nas panelas. Entre elas, a narrativa sobre a origem da cocada, criada quando escravizados uniram o coco abundante no Brasil ao melado da cana-de-açúcar para produzir um alimento que ajudava na sobrevivência. Até hoje, Joaquina continua preparando versões com melado e rapadura, mantendo o modo tradicional de fazer. A assistência técnica da Agraer acompanha seu trabalho desde a produção na lavoura até a regularização da atividade, oferecendo orientações sobre adubação orgânica, Cadastro da Agricultura Familiar (CAF) e apoio permanente ao desenvolvimento da propriedade. Em Deodápolis, Clarice Gonçalves de Souza carrega uma trajetória semelhante. Assistida pela Agraer desde 1989, ela aprendeu ainda criança a fazer açúcar mascavo, melado e rapadura no engenho da família. “Meus pais faziam, meus avós também faziam, e eu aprendi com eles. Quando era criança, já ajudava no engenho e participava do processo de produção.” Para ela, transformar essas receitas em fonte de renda representa a continuidade de uma história construída por gerações, embora exista uma preocupação natural sobre quem dará sequência ao ofício no futuro. “Tenho orgulho dos caminhos que meus filhos seguiram, mas também penso em quem continuará esse trabalho que faz parte da nossa história.” Já em Dourados, Fernanda Bastos enxerga um futuro diferente para o legado familiar. Em sua casa, fazer doces sempre foi tradição entre mãe, avó e irmãs. O bolo de mandioca, receita que aprendeu com uma das irmãs, já está sendo ensinado aos próprios filhos. “Tudo o que eu faço eles fazem, inclusive o de 12 anos. A maioria das receitas eles consegue dominar, então eu sei que a tradição está garantida por pelo menos mais uma geração.” Na Tecnofam, histórias como essas mostram que a agricultura familiar produz muito mais do que alimentos. Cada pote de geleia, cada pedaço de rapadura ou cada fatia de bolo leva consigo um patrimônio imaterial construído por famílias que transformam ingredientes simples em memória, identidade e pertencimento. Ao adquirir esses produtos, o visitante não leva apenas um sabor para casa, mas participa da preservação de conhecimentos ancestrais que continuam vivos graças às mãos de quem insiste em mantê-los. Tecnofam – A Tecnofam é resultado da atuação conjunta da Embrapa Agropecuária Oeste e instituições parceiras na busca por soluções alinhadas às demandas regionais e tem como foco a difusão do conhecimento e de tecnologias inovadoras e de baixo custo para fortalecer a produção da agricultura e da agroindústria familiar. A construção coletiva da Tecnofam é o que sustenta sua relevância e crescimento ao longo de suas edições. O evento é uma oportunidade para que os participantes tenham contato direto com soluções tecnológicas voltadas à sustentabilidade da agricultura familiar e possam realizar trocas, inclusive interinstitucionais, que atendam a suas demandas e necessidades. A realização de um evento desse porte somente é possível com parcerias de inúmeras instituições e organizações, que se unem em prol de um objetivo comum para fomentar o acesso ao conhecimento sobre tecnologias, produtos e serviços que favoreçam os produtores e envolvidos na cadeia produtiva da Agricultura Familiar. Texto e fotos: Ricardo Campos Jr, Comunicação Agraer Fonte: Governo MS

Brasil e Trinidad e Tobago avançam em cooperação agropecuária, inovação e segurança alimentar

A missão oficial do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) a Trinidad e Tobago fortaleceu o diálogo bilateral e abriu novas perspectivas de cooperação em áreas estratégicas para a agropecuária, a inovação e a segurança alimentar. A agenda incluiu reuniões com autoridades governamentais, organismos internacionais e centros de pesquisa de referência na região do Caribe. Um dos principais compromissos da missão foi a reunião entre a delegação brasileira, liderada pelo secretário-executivo, Cleber Soares, com o ministro da Agricultura, Terras e Pesca de Trinidad e Tobago, Ravi Ratiram, e o diretor-geral do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), Muhammad Ibrahim. Durante o encontro, foram discutidas iniciativas voltadas ao intercâmbio de material genético, ampliação do comércio agropecuário e cooperação tecnológica. Trinidad e Tobago apresentou interesse em acessar material genético brasileiro de mandioca, café e coco-anão, além de propor a instalação de uma planta esmagadora de soja no país. A iniciativa busca aproveitar o baixo custo da energia elétrica local para a produção de óleo vegetal e ração animal destinados ao mercado caribenho, potencial ampliado pela recente adesão do país ao Mercosul. O Brasil, por sua vez, manifestou interesse em avançar nos protocolos de certificação sanitária para exportação de carne bovina, carne suína, pet food e citros. A delegação também apresentou os resultados alcançados pelo país no uso de bioinsumos, destacando os cerca de 42 milhões de hectares manejados com tecnologias de controle biológico. Cooperação em pesquisa e desenvolvimento A agenda incluiu visita ao Caribbean Agricultural Research and Development Institute (CARDI), instituição regional de pesquisa agrícola que atua em 14 países da Comunidade do Caribe (CARICOM). Com histórico de cooperação com a Embrapa, o instituto identificou novas oportunidades de parceria em temas como banana resistente à Fusarium TR4, milho, trigo tropical, forrageiras e melhoramento genético da raça ovina Berganês. O CARDI tem papel central na estratégia regional para reduzir em 25% os gastos com importação de alimentos até 2030. Nesse contexto, a experiência brasileira em agricultura tropical foi apontada como uma importante referência para o fortalecimento da produção local. A delegação também visitou o Cocoa Research Centre (CRC), da Universidade das Índias Ocidentais, que abriga uma das maiores coleções de germoplasma de cacau do mundo, com cerca de 2.400 acessos genéticos. Durante a visita, os representantes brasileiros conheceram a nova fábrica de chocolate do centro, com capacidade de produção de 200 toneladas por ano e equipada com máquinas fabricadas por empresa brasileira. O secretário-executivo do Mapa, Cleber Soares, destacou a contribuição histórica da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac) para a pesquisa cacaueira mundial e ressaltou as oportunidades de cooperação em melhoramento genético e sustentabilidade. Também foi discutida a criação da iniciativa regional ProCacau, voltada à integração em pesquisa, genética e desenvolvimento de mercados na América Latina e Caribe.  Fertilizantes e promoção do agronegócio brasileiro A missão contemplou ainda visita técnica à região de Point Lisas, principal polo petroquímico de Trinidad e Tobago com potencial estratégico para distribuição de fertilizantes na região. Outro destaque da agenda foi a apresentação da iniciativa Agro Brasil Experience, programa que promove a vinda de autoridades, pesquisadores e formadores de opinião estrangeiros ao Brasil para conhecer, em campo, as tecnologias, a inovação e as práticas sustentáveis desenvolvidas pelo agronegócio brasileiro. Ao fortalecer parcerias com instituições de pesquisa, organismos internacionais e governos da região, a missão reafirma o compromisso do Brasil com a promoção da inovação, da segurança alimentar e da cooperação agrícola internacional, em articulação com parceiros como o IICA, ampliando oportunidades para o desenvolvimento sustentável e para a inserção do agronegócio brasileiro em novos mercados. Informações à imprensaimprensa@agro.gov.br Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

Dia Internacional de Combate à Pirataria alerta para relação entre mercados ilícitos e crime organizado

Brasília, 10/6/2026 – O Dia Internacional de Combate à Pirataria, celebrado em 10 de junho, chama atenção para os impactos da comercialização de produtos falsificados, do contrabando e de outras práticas ilegais que violam a propriedade intelectual. A pirataria movimenta recursos que podem financiar organizações criminosas envolvidas em atividades como contrabando, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e outros delitos. Por isso, a compra de produtos falsificados não é uma prática sem consequências e pode contribuir para a manutenção de redes ilícitas que atuam fora dos mecanismos de controle do Estado. Além dos impactos econômicos, produtos falsificados podem representar riscos à saúde e à segurança dos consumidores. Como não passam por processos regulares de fiscalização e controle de qualidade, esses itens podem apresentar falhas de fabricação, composição inadequada e descumprimento de requisitos técnicos exigidos pela legislação. Medicamentos, cosméticos, bebidas, eletrônicos, peças automotivas, roupas e acessórios estão entre os produtos frequentemente alvo de falsificação. No Brasil, as ações de enfrentamento à pirataria são coordenadas pelo Conselho Nacional de Combate à Pirataria e aos Delitos contra a Propriedade Intelectual (CNCP), vinculado à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). O Conselho atua na articulação entre órgãos públicos e entidades da sociedade civil para fortalecer ações de fiscalização, prevenção, capacitação e conscientização. As iniciativas integram a Política Nacional de Combate à Pirataria (PNCP), que reúne ações voltadas à proteção da propriedade intelectual, ao enfrentamento dos mercados ilícitos e ao fortalecimento da cooperação entre os setores público e privado. A orientação aos consumidores é comprar produtos em estabelecimentos regulares, verificar a procedência das mercadorias, exigir nota fiscal e desconfiar de preços incompatíveis com os praticados no mercado. Denúncias sobre a comercialização de produtos falsificados também auxiliam o trabalho dos órgãos responsáveis pela fiscalização e repressão dessas práticas. O combate à pirataria depende da atuação coordenada do poder público, do setor produtivo e da sociedade. A conscientização dos consumidores contribui para reduzir a circulação de produtos ilegais, fortalecer a economia formal e dificultar o financiamento de atividades criminosas. Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

PM apreende mercadorias de origem estrangeira durante fiscalização em Ponta Porã

Policiais militares do 4º Batalhão de Polícia Militar realizaram, na noite desta terça-feira (09), uma importante ação de fiscalização que resultou na apreensão de diversas mercadorias de origem estrangeira transportadas sem a documentação fiscal exigida pela legislação brasileira. A ocorrência foi registrada durante o policiamento preventivo e ostensivo realizado no Anel Viário da cidade. Durante o patrulhamento, policiais militares observaram veículos transitando em alta velocidade e realizando ultrapassagens em locais proibidos, levantando suspeitas e motivando a realização de acompanhamento tático. A equipe policial conseguiu abordar dois veículos e, durante a fiscalização, constatou que ambos transportavam produtos oriundos do Paraguai sem a devida comprovação fiscal. Entre os itens apreendidos estavam perfumes importados, roteadores e produtos de maquiagem. Diante da situação, os veículos e as mercadorias foram encaminhados para os procedimentos administrativos cabíveis. As mercadorias foram devidamente relacionadas e contabilizadas, sendo posteriormente destinadas aos órgãos competentes para adoção das medidas previstas em lei. A Polícia Federal foi comunicada sobre a ocorrência e orientou que os veículos e produtos apreendidos fossem encaminhados à Receita Federal do Brasil, responsável pelos procedimentos relacionados à fiscalização aduaneira. Assessoria de Comunicação Social do 4º BPM/CPA-4

Juju Salimeni inicia novo ciclo para congelamento de óvulos e revela sonho

A apresentadora e influenciadora fitness Juju Salimeni, de 39 anos, deu mais um passo em direção ao sonho de ser mãe. No início desta semana, ela iniciou o segundo ciclo de preparação para o congelamento de óvulos e compartilhou com os seguidores detalhes do processo por meio das redes sociais. Em vídeos publicados no Instagram, Juju mostrou o momento em que realizou a autoaplicação de uma das injeções hormonais prescritas pelo médico. A noiva do fisiculturista Diogo Basaglia explicou que seguirá uma rotina intensa de medicações nos próximos dias para estimular a produção dos óvulos antes da coleta. Ana Paula Renault curte cenário paradisíaco no Rio de Janeiro e celebra: ‘O equilíbrio!’ “Já congelei alguns e agora eu vou congelar mais uma quantidade, então eu começo hoje com as medicações que o médico me passou. Vão ser duas medicações, três na verdade. O comprimido que eu acabei de tomar agora, tem uma injeçãozinha agora e tenho uma injeçãozinha à noite. Vão ser cinco dias assim”, contou a influenciadora, que tem dividido com os fãs as etapas do planejamento para a futura maternidade. Confira abaixo: Ana Paula Siebert realiza festa junina de última hora e surpreende família Justus Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Juliana Salimeni (@jujusalimeni) Fonte: TOP FAMOSOS

Aquece MS arrecada mais de 13 mil peças em Dourados e região

As agências da Sicredi Centro-Sul MS/BA em Mato Grosso do Sul participaram ativamente da campanha Aquece MS, uma das maiores iniciativas solidárias do estado. Realizada pela TV Morena em parceria com o Rotary Club, a ação contou com o apoio de diversas empresas e instituições, fortalecendo uma ampla rede de solidariedade em prol de famílias em situação de vulnerabilidade. Em Dourados e região, a campanha arrecadou mais de 13 mil peças entre roupas, agasalhos, cobertores e acessórios de inverno. Os itens foram destinados a mais de 30 entidades assistenciais, ampliando o alcance das doações e levando acolhimento, cuidado e conforto a centenas de pessoas durante esse período de baixas temperaturas. O resultado expressivo é fruto da mobilização de milhares de pessoas que aderiram à campanha e contribuíram com doações em bom estado de conservação. As arrecadações tiveram início em abril e reforçam o compromisso da comunidade sul-mato-grossense com ações de apoio a quem mais precisa. Para o diretor executivo da Sicredi Centro-Sul MS/BA, Giorgio Bonato, o sucesso da campanha demonstra a força da solidariedade e o engajamento da população em iniciativas de impacto social. “A exemplo da nossa campanha anual de arrecadação de alimentos, a Cesta de Amor, que beneficia famílias em situação de vulnerabilidade durante o período natalino, o Aquece MS mostra como a união de esforços pode transformar realidades e levar esperança a quem mais precisa”, destaca. Segundo Giorgio, participar da campanha reforça o compromisso da Cooperativa com o desenvolvimento social das comunidades onde está presente. “Mais do que oferecer soluções financeiras, buscamos contribuir para a construção de uma sociedade mais humana e cooperativa”, afirma. Há dez anos, o Aquece MS mobiliza a população para arrecadar itens de inverno destinados a instituições beneficentes em diversas regiões do estado. A cada edição, a campanha amplia seu alcance e fortalece a rede de apoio às comunidades atendidas. Além da Sicredi Centro-Sul MS/BA, a iniciativa contou com o apoio do Hotel Bahamas, São Bento Incorporadora, Inpasa e Exército Brasileiro. Mais informações sobre a campanha estão disponíveis em aquecems.com.br/dourados

Vidas que esperam por amor: Feira de Adoção da Amicats busca lares para 16 gatos resgatados em Campo Grande

Eles já conheceram o abandono, a fome, o medo e, em muitos casos, a dor dos maus-tratos. Agora, depois de receberem cuidados, proteção e uma nova chance, 16 gatos resgatados pela ONG Amicats estão prontos para escrever um novo capítulo de suas histórias: encontrar uma família. A oportunidade será neste sábado, 13 de junho, durante a Feira de Adoção promovida pela entidade, na Cobasi da Avenida Afonso Pena, das 12h às 17h30. Ao todo, estarão disponíveis para adoção quatro gatos adultos castrados e 12 filhotes já vermifugados, todos aguardando por um lar seguro e cheio de carinho. Mais do que uma simples adoção, cada encontro representa uma transformação de vida. Para os animais, significa deixar para trás o abrigo e iniciar uma jornada cercada de afeto. Para os adotantes, a chance de ganhar um companheiro fiel e retribuir em amor tudo o que esses animais têm para oferecer. Uma rede de proteção que precisa de ajuda Por trás de cada gato resgatado existe uma história de dedicação e luta. Atualmente, a Amicats acolhe mais de 400 gatos, muitos deles com problemas de saúde, necessidades especiais e sequelas emocionais causadas pelo abandono e pelos maus-tratos. Com a chegada dos dias mais frios, os desafios aumentam. A demanda por alimentos, medicamentos, areia sanitária, jornais, cobertores e caminhas cresce significativamente, pressionando ainda mais o orçamento da instituição, que atravessa um momento delicado financeiramente. A presidente da ONG, Ana Cristina Castro, destaca que a adoção é uma das formas mais importantes de ajudar o trabalho desenvolvido pela entidade. “Cada adoção representa uma vida transformada e uma vaga aberta para que possamos resgatar outro animal em situação de risco. Hoje enfrentamos muitas dificuldades para manter mais de 400 gatos acolhidos, principalmente neste período de frio, quando aumentam os gastos com alimentação, medicamentos e itens para garantir conforto aos animais. Precisamos muito do apoio da população. Quem não puder adotar pode contribuir com doações e ajudar a manter essa corrente de cuidado e proteção”, afirma. Adoção responsável Todos os animais serão adotados mediante entrevista e aprovação da equipe responsável, garantindo que cada gato encontre um ambiente adequado e seguro. Para adotar é necessário ser maior de 18 anos, apresentar documento com foto e comprovante de residência, possuir renda compatível com os custos de manutenção do animal e residir em imóvel seguro, sem acesso à rua. Também será necessário apresentar fotos ou vídeos do local, concordar com o acompanhamento pós-adoção e estar ciente das exigências de vacinação e castração. Os adotantes deverão levar uma caixa de transporte adequada ou adquiri-la no local. Por segurança, nenhum animal será liberado sem o equipamento. Como ajudar Além da adoção, a população pode colaborar com doações financeiras, alimentos, medicamentos, jornais, cobertores, caminhas e outros itens essenciais para os cuidados diários dos animais. As contribuições podem ser feitas via Pix, utilizando o CNPJ 27.806.981/0001-15. Quem desejar acompanhar o trabalho da entidade e conhecer outras formas de ajudar pode acessar o perfil da ONG nas redes sociais pelo Instagram @ongamicats. Serviço Feira de Adoção Amicats Data: 13 de junhoHorário: das 12h às 17h30Local: Cobasi – Avenida Afonso Pena, 3665 Adotar é muito mais do que levar um animal para casa. É oferecer uma segunda chance a quem nunca deixou de acreditar que o amor ainda pode chegar.

O que é o PlanMob-Brasil e como ele pretende transformar a mobilidade urbana

O deslocamento nas cidades brasileiras vai muito além de carros e vias. Mobilidade urbana significa garantir que as pessoas consigam acessar trabalho, escola, saúde, lazer e serviços essenciais com segurança, eficiência e qualidade de vida. É nesse contexto que o Ministério das Cidades vem construindo o Plano Nacional de Mobilidade Urbana, o PlanMob-Brasil. Clique aqui para participar da consulta pública do  PlanMob-Brasil. Coordenado pela Secretaria Nacional de Mobilidade Urbana (Semob), o plano será um instrumento estratégico para orientar ações e investimentos públicos e privados voltados à mobilidade urbana em todo o país, com foco em cidades mais acessíveis, sustentáveis, seguras e integradas. A construção do PlanMob-Brasil está alinhada à Política Nacional de Mobilidade Urbana (PNMU), instituída em 2012, que estabeleceu diretrizes para integrar os diferentes modos de transporte e melhorar a acessibilidade nos municípios brasileiros. A política também reforçou a importância do planejamento urbano, priorização do transporte público coletivo e da mobilidade ativa, como caminhadas e bicicletas. O plano evidencia os desafios enfrentados diariamente pela população brasileira, como congestionamentos, longos tempos de deslocamento, perda de qualidade do transporte público, desigualdades territoriais e aumento dos sinistros de trânsito e impactos ambientais causados pelo excesso de veículos individuais motorizados. Segundo o secretário Nacional de Mobilidade Urbana, Marcos Daniel Souza dos Santos, o PlanMob Brasil é um instrumento essencial para o planejamento estratégico da mobilidade no país. “O PlanMob Brasil é um importante instrumento de planejamento de longo prazo, que vai orientar as ações dos municípios, dos estados e, especialmente, do governo federal. Queremos avançar ainda mais, mas para isso precisamos ouvir a sociedade e construir soluções cada vez melhores. A mobilidade é um tema fundamental para o desenvolvimento do Brasil e exige uma visão integrada e de longo prazo. Precisamos nos organizar como país e não perder de vista o horizonte de investimentos que já vem sendo construído. É necessário consolidar a mobilidade e o transporte como prioridades na agenda nacional”, destacou. Com um enfoque de equidade e acesso às oportunidades das cidades, e de sustentabilidade ambiental, PlanMob-Brasil também pretende abordar temas como mobilidade ativa e micromobilidade, transporte público coletivo, gestão do território, e desenvolvimento institucional e governança, considerando as diferentes realidades urbanas do país. A proposta é fortalecer a atuação da União, de forma coordenada com estados e municípios, promovendo maior integração entre políticas públicas, planejamento urbano e ações e investimentos em mobilidade. O plano também dialoga com iniciativas já desenvolvidas e em desenvolvimento pelo Governo Federal, como o Novo PAC, o Estudo Nacional de Mobilidade Urbana (ENMU), o Novo Marco Legal do Transporte Público Coletivo, o Programa Bicicleta Brasil, a Estratégia Nacional de Promoção da Mobilidade por Bicicleta (Enabici), o Plano Clima, o Pnatrans e a plataforma Viabiliza. Com perspectiva de longo prazo e ampla participação social, o PlanMob-Brasil busca consolidar uma visão de futuro para a mobilidade.   Acesse a Central de Conteúdos e as Redes Sociais do Ministério das Cidades Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério das CidadesAtendimento à ImprensaTelefone: (61) 2034-4282E-mail: imprensa@cidades.gov.br Fonte: Ministério das Cidades