PM de Ponta Porã prende homem por violência doméstica após agressão à companheira
A Polícia Militar de Ponta Porã prendeu um homem na madrugada desta quinta-feira (04) por violência doméstica, após agressões praticadas contra sua companheira na região do bairro Flamboyant. A ocorrência teve início após informações repassadas pela Polícia Civil sobre um possível caso de violência doméstica. De acordo com o relato da mulher, por volta das 19 horas de quarta-feira (03), ela encontrou o companheiro em um bar localizado nas proximidades da residência do casal. Segundo a vítima, o homem estava ingerindo bebida alcoólica e abraçado com outra mulher. Diante da situação, ela se aproximou e pediu que ele não retornasse para casa. Horas mais tarde, por volta das 22 horas, a vítima relatou ter encontrado novamente o companheiro em outro bar. Desta vez, ele estaria acompanhado de uma mulher mais jovem, trocando abraços e beijos em público. Após o segundo episódio, a mulher reforçou que não desejava que ele retornasse à residência. Já durante a madrugada de quinta-feira (04), por volta das 2 horas, o homem chegou ao imóvel apresentando sinais de embriaguez. Ao tentar entrar na residência, foi impedido pela companheira, momento em que teve início uma discussão. Conforme o relato da vítima, o autor passou a agredi-la com socos e chutes, causando lesões visíveis na região do rosto, além de outras dores pelo corpo. Após tomar conhecimento dos fatos, a equipe da Polícia Militar realizou diligências e localizou o autor em sua residência. Durante a abordagem, ele confirmou que havia se envolvido em uma discussão com a companheira. Diante das evidências e dos relatos apresentados, os policiais deram voz de prisão ao autor. O homem foi encaminhado à Primeira Delegacia de Polícia de Ponta Porã – MS, juntamente com a vítima, para os procedimentos legais cabíveis. A mulher também foi orientada quanto ao direito de solicitar Medida Protetiva de Urgência, prevista na Lei Maria da Penha. A Polícia Militar reforça que denúncias de violência doméstica podem ser realizadas a qualquer momento pelos canais de emergência, destacando a importância da participação da sociedade no enfrentamento desse tipo de crime. Assessoria de Comunicação Social do 4° BPM/CPA 4
Setor produtivo e bancos vão travar batalha de R$ 130 bilhões semana que vem no Senado
A votação do projeto de lei que autoriza a renegociação de dívidas rurais, prevista para a próxima quarta-feira (10.06), tornou-se o ponto central das articulações do setor produtivo em Brasília. Enquanto entidades que representam o campo — como a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e associações de produtores como a Aprosoja — intensificam o trabalho junto ao parlamento para assegurar a aprovação do texto com condições viáveis de pagamento, o sistema bancário iniciou uma ofensiva para limitar o alcance da medida. O setor produtivo argumenta que a renegociação é uma necessidade estratégica para a manutenção da atividade agropecuária no País, diante de um cenário de custos elevados e margens apertadas. A proposta defendida pelos produtores busca um fôlego financeiro essencial para o setor, com prazos de pagamento mais longos e taxas de juros controladas, garantindo que o ciclo produtivo não seja interrompido por desequilíbrios financeiros conjunturais. A mobilização, organizada pelas redes sociais, reflete o peso do setor na economia nacional e o temor de que o crédito rural sofra uma contração ainda maior sem a reestruturação dos passivos. Do outro lado, as instituições financeiras, representadas pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e pela Confederação Nacional das Instituições Financeiras (Fin), buscam apresentar um substitutivo. O sistema bancário argumenta que a amplitude do projeto original, aprovado em comissão na semana passada, poderia gerar riscos à segurança jurídica e à previsibilidade do crédito. A proposta dos bancos para “calibrar” o projeto inclui travar o benefício a um teto de R$ 10 milhões por CPF, restringir o escopo a dívidas de 2024 em diante e reduzir drasticamente o período de suspensão de vencimentos. A disputa técnica centra-se no impacto financeiro e na governança dos contratos. Enquanto os bancos alegam complexidade operacional e riscos de “estímulos indevidos à inadimplência” com os prazos de até 13 anos e juros de 7,5%, os representantes do campo defendem que as regras de enquadramento devem ser amplas o suficiente para atender quem realmente precisa, excluindo apenas situações sem relação direta com a atividade econômica financiada. A articulação política no Senado segue intensa. O setor produtivo aguarda a definição da pauta para esta semana, ciente de que o texto final poderá sofrer ajustes para acomodar as pressões do sistema bancário, mas mantendo a defesa de que a funcionalidade do sistema de crédito rural não deve ser usada como pretexto para impedir o socorro necessário ao produtor que movimenta a economia brasileira. Leia Também: Retrospectiva 2023: relembre alguns acontecimentos importantes para o agronegócio Fonte: Pensar Agro
Deborah Secco relembra momentos especiais e se despede de maio na web
A atriz Deborah Secco usou as redes sociais para se despedir de maio e compartilhou uma série de cliques que marcaram os últimos dias. Em uma publicação repleta de registros pessoais e profissionais, a artista mostrou momentos de sua rotina. Na legenda da postagem, Deborah resumiu o sentimento em poucas palavras: “Valeu, Maio”. A mensagem acompanhou uma seleção de fotos que reuniu diferentes momentos vividos ao longo do mês. Arrascaeta celebra batizado do filho Milano e compartilha momento emocionante Conhecida por compartilhar detalhes de sua rotina com os fãs, a atriz recebeu diversos elogios nos comentários. Muitos seguidores também desejaram um mês de junho repleto de conquistas para a artista. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Deborah Secco (@dedesecco) Fonte: TOP FAMOSOS
Expoara deve movimentar R$ 200 milhões e consolidar polo regional
Araguaína (cerca de 380 km da capital, Palmas) em Tocantins, sedia a 58ª Exposição Agropecuária (Expoara 2026), evento que projeta superar a marca de R$ 200 milhões em volume de negócios registrada na edição anterior. A feira, que segue até o próximo dia 13 no Parque de Exposições Dair José Lourenço, reafirma seu papel como o principal motor econômico do Norte do Tocantins ao concentrar investimentos em genética de ponta, maquinário agrícola e parcerias estratégicas para o campo. O impacto econômico do evento transcende os limites do parque, com reflexos diretos na rede hoteleira, no setor de alimentação e na prestação de serviços locais. Em 2025, a exposição foi responsável pela geração de cerca de 2 mil empregos temporários e atraiu um público superior a 100 mil pessoas. Para 2026, a organização aposta na manutenção desse fluxo de capital para impulsionar a economia regional e oferecer aos produtores um ambiente de transação fundamentado em tecnologia e segurança jurídica. o estado de rondônia Os leilões agropecuários e a Semana Tecnológica, realizados em parceria com o Sebrae, consolidam a Expoara como um espaço de referência para a difusão de inovações no manejo e na sanidade animal. Ao reunir mais de 100 expositores, a feira busca fortalecer a competitividade do rebanho tocantinense e atrair novos investimentos para a infraestrutura produtiva da região, alinhando a tradição rural aos modelos de gestão exigidos pelo mercado atual. Serviço 58ª Exposição Agropecuária de Araguaína (Expoara 2026) Data: De 4 a 13 de junho de 2026 Local: Parque de Exposições Dair José Lourenço, Araguaína (TO) Destaques: Leilões de elite, exposição de máquinas e implementos agrícolas, palestras técnicas de difusão tecnológica e eventos de integração da cultura rural Objetivo: Fomento ao agronegócio regional, comercialização de genética bovina e estímulo à rede de serviços e comércio da região Norte do Tocantins Fonte: Pensar Agro
Leite nacional busca ganho de eficiência em meio à pressão de importações
Com o setor sob desafio de custos elevados e concorrência externa, a Mega Leite 2026, que está sendo realizada no Parque de Exposições da Gameleira, em Belo Horizonte destaca o papel da genética e da inovação tecnológica como pilares para a sustentabilidade da produção no País O setor leiteiro brasileiro, que movimenta a base produtiva de 1,1 milhão de propriedades rurais e produz 35 bilhões de litros anuais, vive um momento de contraste: enquanto busca profissionalização técnica e genética de ponta, enfrenta um cenário macroeconômico adverso. O gargalo mais crítico no momento reside na concorrência desleal com países do Mercosul, como Argentina e Uruguai. Segundo a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), práticas de dumping — com margens de subfaturamento que alcançam 60% nos produtos argentinos — pressionam a rentabilidade do produtor nacional, levando o setor a monitorar medidas compensatórias junto ao governo federal. Para mitigar esses impactos, o foco dos produtores tem recaído sobre a produtividade extrema. A busca pela eficiência é o tema central da Mega Leite 2026, que ocorre até aeste sábado (06.06). Em um ambiente onde o custo de produção é um limitador, a inovação em manejo e a seleção genética tornaram-se as principais ferramentas de sobrevivência. O evento, que celebra o Dia Mundial do Leite, reflete o protagonismo de Minas Gerais como maior polo produtor do País. Além da performance animal, o rigor sanitário é tratado como um dos pilares da segurança alimentar. A implementação de protocolos rígidos de vacinação e monitoramento é vista não apenas como requisito de qualidade, mas como uma barreira necessária para manter a competitividade e o acesso a mercados mais exigentes, minimizando riscos em toda a cadeia até o consumidor final. Serviço Mega Leite 2026 Data: Até sábado, 6 de junho de 2026 Local: Parque de Exposições da Gameleira, Belo Horizonte (MG) Destaques: Inovações em genética, sanidade animal e tecnologias de manejo para a pecuária leiteira. Expectativa: O evento estima gerar um volume de R$ 400 milhões em negócios, consolidando-se como ponto de encontro entre produtores, empresas de tecnologia e especialistas do setor. Fonte: Pensar Agro
Novo indicador de preços traz segurança a mercado de R$ 2,5 bilhões
O mercado pecuarista gaúcho passa a contar, a partir da próxima terça-feira (09,06), com um novo referencial oficial de preços. A expansão do indicador da Datagro para o Rio Grande do Sul, articulada em parceria com o Programa Carne Angus Certificada, centraliza a precificação da arroba em dados auditados, encerrando a dependência histórica de cotações informais na região. A oficialização ocorre na sede da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), em Porto Alegre, e integra o Estado a uma rede que já cobre os principais polos produtores do País, como São Paulo, Mato Grosso e Goiás. A ferramenta é o principal termômetro do setor no Brasil, monitorando transações reais que compreendem mais de 60% do abate nacional. Ao utilizar o índice como lastro para contratos futuros na bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo, a “B3” (Brasil, Bolsa, Balcão), o produtor gaúcho ganha a capacidade de travar preços antes mesmo do abate, protegendo a margem de lucro contra a volatilidade do mercado físico. Na prática, a adoção do indicador elimina assimetrias, permitindo que indústria e pecuaristas operem sob a mesma lógica de mercado. O peso dessa profissionalização ganha escala pela relevância do Programa Carne Angus Certificada, que lidera o segmento de carnes nobres no País. O programa movimentou R$ 2,5 bilhões em 2025 e, apenas no primeiro quadrimestre de 2026, já registrou R$ 850 milhões em transações. O fluxo financeiro é impulsionado pelo pagamento de ágio — que varia de 5% a 10% sobre a arroba convencional — concedido a produtores que atendem aos rígidos padrões de raça e acabamento da carcaça. Em um cenário onde o Brasil lidera as exportações mundiais de carne bovina, com um rebanho superior a 230 milhões de cabeças, a padronização do mercado gaúcho é vista como um movimento de modernização. Ao substituir o “achismo” por dados concretos, a entrada do índice da Datagro alinha o Rio Grande do Sul às melhores práticas de governança e transparência exigidas pelo mercado financeiro e pela indústria frigorífica atual. Fonte: Pensar Agro
Salarios en Latimoamérica: El haber mínimo en un país es de G. 4.500.000 ¿qué puesto ocupa Paraguay?
En Paraguay se estaría dando un aumento del salario mínimo en G. 69.577, aunque el sector de los trabajadores exige un aumento del 20% (G. 647.021). Lo cierto es que en el ranking salarial de países latinoamericanos, el nuestro no figura en los primeros lugares. En las últimas semanas, se vienen realizando exhaustivas reuniones buscando establecer un nuevo incremento del salario mínimo, basado en la inflación interanual del 2,4% registrada por el Banco Central del Paraguay (BCP), lo que elevaría el monto a aproximadamente G.2.968.625, significando un aumento en G.69.577. Sin embargo, el sector de los trabajadores, que se estuvo manifestando, solicita un aumento salarial del 20%, que representa G.647.021. Mientras que el sector empresarial se mantiene en su postura de que el reajuste sea teniendo en cuenta el IPC. ¿Qué es el salario mínimo?Según la Organización Internacional del Trabajo el salario mínimo es la cantidad más baja que un empleador está obligado por ley a pagar a un trabajador por su trabajo. El objetivo del salario mínimo es proteger a los trabajadores de sueldos demasiado bajos y asegurar que todos reciban un pago digno y justo. También ayuda a reducir la pobreza y la desigualdad, incluyendo las diferencias salariales entre hombres y mujeres. El salario mínimo paraguayo con relación a otros países de la zonaAhora, para conocer en qué nivel se encuentra el salario mínimo vigente en Paraguay, y cuál debería de ser el monto promedio en relación a los demás países de Pero ante, es igualmente importante mencionar que en 2026, los países de Latinoamérica continúan ajustando sus salarios mínimos como respuesta a la inflación, el costo de vida y las dinámicas económicas propias de cada país. Varios países registran aumentan en el salario mínimo para proteger el poder adquisitivo frente a la inflación. Por ejemplo Costa Rica, México y Uruguay lideran el Ranking salarial de Latinoamérica con los niveles más altos en dólares, mientras que Venezuela sigue con el salario más bajo de la región. Los dos mejores salariosCosta Rica: Desde el 1 de enero de 2026, el salario mínimo en Costa Rica registra un incremento del 1,63%. No obstante, algunas categorías laborales recibirán incrementos superiores, entre ellas:Trabajo doméstico: aumento del 3,96%, Técnicos medios en educación diversificada: aumento del 2,50%, Ocupaciones especializadas: aumento del 2,18%. Uruguay: El Salario Mínimo Nacional en Uruguay fue actualizado mediante decreto del Poder Ejecutivo, y se aplica en dos etapas durante este 2026: La primera etapa fue el 1 de enero del corriente, con un 4,1% de aumento, y el segundo regirá a partir del 1 de julio con un aumento adicional del 3,3%. Ranking salarial en Latimoamérica1-Costa Rica 751 US$ (G. 4.571.517)2-Uruguay 648 US$ (G. 3.944.531)3-Chile 597 US$ (G. 3.634.082)4-Guatemala 554 US$ (G. 3.372.330)5-México 533 US$ (G. 3.244.498)6-Colombia 533 (G. 3.244.498)7-Honduras 530 US$ (G. 3.244.498)8-Ecuador 482 US$ (2.934.049)9-Paraguay 476 US$ (G. 2.899.048)10-Rep. Dominicana 475 US$ (G. 2.891.439)11-El Salvador 408 US$ (G. 2.483.593)12-Bolivia 344 US$ (G. 2.094.010)13-Panamá 341 US$ (G. 2.075.748)14-Perú 335 US$ (G. 2.039.225)15-Brasil 295 US$ (G. 1.795.735)16-Nicaragua 241 US$ (G. 1.467.024)17Argentina 233 US$ (G. 1.418.326)
Secretário dos EUA diz que Brasil não pode ‘tirar vantagem’ de empresas americanas
Em audiência, Scott Bessent afirmou ainda que EUA pressionam o Brasil contra a tributação de serviços digitais. governo americano tem pressionado o Brasil e outros parceiros comerciais contra a adoção de tributos sobre serviços digitais, conhecidos como Impostos sobre Serviços Digitais. Durante audiência na Câmara dos Representantes, Bessent citou nominalmente o Brasil ao comentar a estratégia de Washington para enfrentar iniciativas que, na visão dos EUA, afetam de forma desproporcional empresas americanas de tecnologia. “Estamos pressionando, seja na Europa, seja no Brasil, na Índia ou no Canadá, contra esses impostos sobre serviços digitais”, declarou. Segundo o secretário, os EUA defendem os interesses de suas companhias de tecnologia nas negociações comerciais com outros países. “Temos o maior ecossistema de tecnologia e inovação do mundo, e eles não podem tirar vantagem das nossas empresas”, argumentou. Brasil barrou renovação de norma que proibia tarifas Em março deste ano, durante a 14ª Conferência Ministerial da OMC (Organização Mundial do Comércio), o Brasil se colocou contra a prorrogação da moratória que proibia tarifas sobre transmissões eletrônicas desde 1998. A medida acabou expirando no fim daquele mês, visto que era necessário consenso unânime para renovar a moratória. Dessa forma, os países voltaram a tributar transmissões que cruzam suas fronteiras, como streamings, softwares, jogos e serviços em nuvem. Estados Unidos e União Europeia pressionavam por uma prorrogação de longo prazo de cinco anos, mas o Brasil liderou a resistência, defendendo uma renovação máxima de dois anos. Tarifaço dos EUA sobre o Brasil Os comentários de Bessent sobre o Brasil foram feitos dias após os Estados Unidos proporem novas tarifas sobre produtos importados do Brasil. O governo americano sugeriu uma taxa de 25%, sob a alegação de que as práticas comerciais do Brasil são desleais em uma série de questões, desde o comércio digital até o desmatamento ilegal; e outra de 12,5%, por falha no combate ao trabalho forçado. Os Estados Unidos iniciaram uma fase de consulta antes de oficializar as sanções econômicas. O Brasil tem até 15 de julho para adotar medidas “corretivas”, antes de ser alvo das taxas. O Palácio do Planalto lamentou ambas as propostas e manifestou indignação com as conclusões da gestão americana. O Executivo disse que pode adotar a Lei da Reciprocidade, caso seja necessário. “O Brasil se reserva o direito de recorrer aos instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade, aprovada por unanimidade pelo Congresso Nacional, para fazer face a situações de injustiça contra o Estado brasileiro, sem amparo nas regras do comércio internacional.” Onte: R7
Modernización del Incan alcanza 84 % y promete revolucionar la atención del cáncer

El Instituto Nacional del Cáncer (Incan) se encuentra cada vez más cerca de concretar una de las mayores transformaciones de su historia. Según informó este jueves el Ministerio de Salud Pública, las obras de remodelación, ampliación y modernización del principal centro de referencia oncológica del país ya registran un avance global del 84 %, acercándose a su etapa final. Con una inversión de más de G. 30.000 millones, la renovación forma parte del plan impulsado por el Gobierno para fortalecer la atención a pacientes con cáncer y permitirá ampliar significativamente la capacidad de respuesta del establecimiento, con nuevos espacios asistenciales, infraestructura sanitaria modernizada y áreas de internación renovadas. “Después de más de 40 años de funcionamiento, el Incan atraviesa una profunda actualización de sus instalaciones con el objetivo de ofrecer mayor comodidad, seguridad y calidad en la atención tanto para los pacientes como para sus familiares y el personal de salud”, expresaron desde la cartera sanitaria. También destacaron que uno de los componentes más importantes del proyecto corresponde a la primera fase de las obras, que incluye: la construcción de un nuevo bloque ambulatorio saúun Hospital Día un parque sanitario y una planta de tratamiento de efluentes. La ampliación contempla la habilitación de 20 consultorios adicionales y un Hospital Día equipado con 48 sillones para tratamientos de quimioterapia. Con estas mejoras, se espera optimizar la atención especializada y responder de manera más eficiente a la creciente demanda de servicios oncológicos en el país. Esta etapa cuenta con financiamiento de la Fundación Parque Tecnológico Itaipú– Paraguay (FPTI-PY), mediante una inversión superior a G. 29.286 millones y un plazo de ejecución de 20 meses. La ampliación contempla la habilitación de 20 consultorios adicionales y un Hospital Día equipado con 48 sillones para tratamientos dequimioterapia, informó el MSP. Foto: Gentileza Segunda fase También informaron que, en paralelo, avanza la segunda fase de intervención, centrada en la renovación integral del área de internación y del servicio de hematología. La sala de internados ubicada en la planta alta ya alcanzó un 99 % de ejecución y se encuentra prácticamente lista, restando únicamente trabajos de terminación como pintura, climatización y detalles finales. Por su parte, la planta baja y el sector de hematología presentan un avance del 73%. En estos espacios continúan las labores de albañilería, instalación de sistemas sanitarios, colocación de pisos, revestimientos, mesadas y cerramientos de vidrio. Las obras de esta segunda etapa son financiadas por la Fundación Tesãi de la Itaipú Binacional, con una inversión cercana a G. 5.693 millones. Fonte: La Nacion
Argumentos dos EUA para impor tarifas “não são legítimos”, diz Vieira
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, disse neste sábado (4) ter demonstrado às autoridades norte-americanas que os argumentos apresentados pelos Estados Unidos para impor tarifas sobre produtos brasileiros “não são legítimos”. Vieira confirmou ter se reunido com o representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, em meio a um encontro ministerial da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), em Paris. Segundo o ministro afirmou à emissora Globonews, Geer disse ter “ótimas conversas com o Brasil” nas negociações sobre tarifas. O chanceler brasileiro informou ter enfatizado que os resultados de duas investigações do governo dos EUA sobre supostas práticas comerciais desleais foram divulgados antes do prazo acordado pelos presidentes dos dois países, em encontro bilateral realizado em maio. “Demos todas as informações necessárias. O que nós esperamos é que isso tudo seja levado em conta e que fique comprovado que não há por que sermos objeto de tarifas, porque todos os argumentos apresentados nós provamos que não são legítimos”, afirmou Vieira. No início deste mês, o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) publicou relatório em que recomenda a taxação de 25% sobre produtos brasileiros, tendo como justificativa um conjunto de atos, políticas e práticas do Brasil considerados “irrazoáveis” ou “discriminatórios”. A investigação avaliou as áreas de comércio digital e serviços de pagamentos eletrônicos, como o Pix; concessão de tarifas preferenciais; proteção de propriedade intelectual; combate à corrupção; acesso ao mercado de etanol; e desmatamento ilegal. Reuniões Além do representante comercial dos EUA, Vieira também teve reunião com o comissário para Comércio e Segurança Econômica da União Europeia, Maros Sefcovic, com quem discutiu a implementação do acordo Mercosul-EU, em vigor desde maio. Vieira esteve ainda com o ministro do Comércio da Coreia do Sul, Yeo Han Koo; com o chanceler espanhol José Manuel Albares; com o ministro do Comércio Exterior do Canadá, Maninder Sidhu; com o presidente da Suíça, Guy Parmelin; e com o chanceler da República Tcheca, Petr Macinka. Fonte: Agência Brasil