Tecnofam 2026: transformação digital a serviço do campo vai ampliar eficiência dos serviços

A transformação digital a serviço do campo foi tema de seminário no primeiro dia da Tecnofam 2026. Esta inovação será usada na Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater). A atividade aconteceu no espaço Pitch Tecnofam, instalado no Pavilhão da Agricultura Familiar, em Dourados. Organizado pelo Governo de Mato Grosso do Sul, por meio da Agraer (Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural) e Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação) o seminário teve como tema “Anater Tecnologias Digitais para Ater: Minha Ater Digital, IARAA e Meu Imóvel Rural”. O encontro reuniu extensionistas da Agraer, gestores públicos, pesquisadores da Embrapa e representantes de instituições ligadas ao desenvolvimento rural para apresentar ferramentas digitais que prometem ampliar a eficiência dos serviços de assistência técnica, fortalecer a gestão das propriedades rurais e aproximar os agricultores familiares das políticas públicas. A presidente da Anater (Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural), Loroana Coutinho, destacou que a transformação digital é um caminho sem volta e fundamental para ampliar o alcance das ações de Ater em todo o País. “A agricultura familiar brasileira precisa estar inserida nesse novo ambiente digital. As plataformas que estamos desenvolvendo permitem maior integração de dados, acompanhamento das propriedades e monitoramento das ações de assistência técnica. A longo prazo, essas ferramentas vão possibilitar um cruzamento mais eficiente das informações, contribuindo para a formulação de políticas públicas mais assertivas, além de facilitar o acesso dos agricultores aos serviços oferecidos pelas instituições. O objetivo é que a tecnologia seja uma aliada da inclusão produtiva, social e econômica das famílias rurais”, afirmou. Durante o seminário, a diretora-executiva da Anater, Ana Euler, ressaltou que a ampliação do acesso à assistência técnica precisa caminhar junto com a inclusão digital no campo. “Temos o desafio de levar conhecimento de forma mais rápida e eficiente para quem está na ponta. Sabemos das dificuldades de conectividade e de letramento digital presentes na agricultura familiar e nas comunidades tradicionais, mas se não começarmos essa transformação agora, o distanciamento entre os pequenos produtores e os sistemas mais modernos de produção só tende a aumentar”, enfatizou. Ana Euler também ressaltou que a inclusão digital precisa ser encarada como uma ferramenta de justiça social. “A tecnologia pode ser um instrumento poderoso de transformação, especialmente para os jovens do campo. Mas, se não houver políticas públicas voltadas à inclusão digital, ela também pode ampliar desigualdades. Por isso, estamos construindo, em parceria com ministérios, instituições de pesquisa e entidades de assistência técnica, soluções que garantam conectividade, capacitação e acesso às ferramentas digitais para todos os agricultores familiares.” Tecnologia Lançada em abril deste ano, em Brasília, a plataforma Minha Ater Digital foi criada para impulsionar a transformação digital da Assistência Técnica e Extensão Rural no Brasil. Desenvolvida por meio de uma articulação entre o MDA (Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar), por meio da SAF (Secretaria de Agricultura Familiar e Agroecologia), com apoio da Embrapa, Anater, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a plataforma reúne cursos, conteúdos técnicos, vídeos, trilhas de aprendizagem e ferramentas digitais em um único ambiente. A plataforma conecta extensionistas, agricultores, pesquisadores e gestores públicos, integrando soluções já utilizadas pelo setor, como o Zarc, o Mecaniza e o e-Campo. A ferramenta também aborda temas estratégicos para a agricultura familiar, como agroecologia, bioinsumos, manejo sustentável e inovação produtiva, contribuindo para sistemas agrícolas mais resilientes e sustentáveis. O acesso é realizado por meio do Gov.br e, neste primeiro momento, está direcionado principalmente aos extensionistas e profissionais da Ater. O coordenador de Articulação e Transferência de Tecnologia da Anater, Marcelo Alexandrino, explicou que a plataforma está em fase de aprimoramento e que a participação dos extensionistas é fundamental para aperfeiçoar a ferramenta. “Esta primeira etapa é voltada especialmente aos extensionistas porque queremos construir uma plataforma cada vez mais alinhada às necessidades de quem está no dia a dia do atendimento aos agricultores. Estamos ouvindo sugestões, identificando pontos de melhoria e avaliando novas funcionalidades que podem ser incorporadas ao sistema”. Outro destaque do seminário foi a apresentação da IARAA (Inteligência Artificial de Referência para Agricultura e Agroecologia) ferramenta desenvolvida pelo MST em parceria com a Marcha Mundial das Mulheres e a Associação Baobab. “A IARAA nasceu da percepção de que a inteligência artificial precisa estar a serviço da agricultura familiar e da agroecologia. Ela foi construída para funcionar como uma ferramenta de apoio, reunindo conteúdos técnicos, científicos e experiências acumuladas por diversas instituições. Nosso objetivo é facilitar o acesso à informação confiável, permitindo que agricultores, extensionistas e organizações encontrem respostas de forma rápida e segura, fortalecendo a produção sustentável e a tomada de decisões no campo”, destacou a engenheira agrônoma Karen Oliveira, coordenadora do Plano Nacional Plantar Árvores, Produzir Alimentos Saudáveis e integrante do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). O diretor-presidente da Agraer, Fernando Nascimento, destacou a importância da tecnologia como aliada para ampliar o atendimento aos agricultores familiares sul-mato-grossenses. “Nosso grande desafio é fazer com que as políticas públicas cheguem a quem realmente precisa. Mato Grosso do Sul possui cerca de 70 mil agricultores familiares e, mesmo com uma equipe de aproximadamente 500 profissionais entre servidores e contratados, sabemos que não conseguimos estar fisicamente em todos os lugares ao mesmo tempo. Por isso, a Ater Digital é fundamental. Ela amplia nossa capacidade de atendimento, melhora a qualidade dos serviços e permite que o conhecimento chegue mais rapidamente ao produtor rural.” Fernando também ressaltou que a tecnologia e a inteligência artificial já fazem parte da rotina da Agraer e podem contribuir para tornar os serviços públicos mais eficientes. “Firmamos uma parceria com a Famasul para utilizar inteligência artificial no processo de ratificação dos imóveis rurais da faixa de fronteira. Um trabalho que atualmente pode levar até três meses será realizado em poucos dias. Estamos falando de análise documental que remonta ao século XIX. Essa inovação demonstra o potencial da tecnologia para aumentar a eficiência dos serviços públicos e reforça a
Tecnofam 2026: cada receita conta uma história e todo sabor desperta uma lembrança

Há alimentos que alimentam o corpo. Outros, antes mesmo da primeira mordida, despertam lembranças guardadas na memória. O cheiro do melado recém-preparado, a textura de uma cocada feita à moda antiga ou o sabor da rapadura podem transportar alguém para a cozinha dos avós, para o engenho da infância ou para tardes em família que pareciam eternas. Na Feira da Agricultura Familiar da Tecnofam 2026, os estandes dos produtores assistidos pela Agraer oferecem muito mais do que produtos artesanais. Cada receita carrega um pedaço da história de quem a produz e de quem a leva para casa. São tradições preservadas por gerações que continuam vivas por meio do trabalho no campo. Foi exatamente essa sensação que a agricultora familiar Cristiane Paula Moraes Vilasboas, do Assentamento Itamarati, em Ponta Porã, encontrou ao experimentar uma rapadura produzida pela Estância Engenho. “Eu já havia provado rapadura, mas não com essa textura nem com esse sabor. A cana-de-açúcar remete a muitas lembranças da infância. Hoje é difícil encontrar produtores que fabriquem rapadura, melado ou mesmo garapa. Quando encontramos uma produção como essa, ficamos muito felizes porque ela resgata experiências vividas na infância”, conta. Para Rosilda dos Santos Araújo, de Ribas do Rio Pardo, a surpresa foi descobrir novos sabores sem perder a conexão com o passado. “Eu nunca havia imaginado provar rapadura de limão ou de café. Gostei muito, comprei e vou levar para casa. A rapadura desperta muitas memórias afetivas em mim. Lembro do meu pai comendo rapadura com farinha, dos meus avós e da minha infância. Hoje estou levando rapadura de café, que foi uma novidade para mim.” Do outro lado do balcão, quem produz também reconhece o valor dessas lembranças. Adenilda Dantas de Medeiros, da Estância Engenho, diz que dificilmente alguém prova uma rapadura sem recordar alguém querido. “Dificilmente você prova rapadura e não se lembra de um parente ou de algum momento da infância. É um doce que traz sempre muitas memórias afetivas. O legal da Tecnofam é ver o feedback do cliente ao vivo, porque eles são o nosso norte”. Foi justamente buscando inovar sem romper com a tradição que surgiu a rapadura de café. “Sempre achei que a bebida combina muito bem com o doce. Inventamos a receita e deu super certo”, explica. No Quilombo São Miguel, em Maracaju, a produtora Joaquina Melo Gonçalves Flores Pereira mantém viva uma herança que começou muito antes dela nascer. As cocadas de frutas que produz hoje seguem uma receita ensinada por sua avó, Joaquina, descendente de quilombolas que, segundo a história da família, chegou de Minas Gerais e ajudou a formar a comunidade onde vivem até hoje. “Aprendi diretamente com ela, porque convivemos por muitos anos. Hoje, além de agregar valor à produção da propriedade, busco preservar essa tradição para que ela não se perca com o tempo.” As histórias contadas pela avó também permanecem presentes nas panelas. Entre elas, a narrativa sobre a origem da cocada, criada quando escravizados uniram o coco abundante no Brasil ao melado da cana-de-açúcar para produzir um alimento que ajudava na sobrevivência. Até hoje, Joaquina continua preparando versões com melado e rapadura, mantendo o modo tradicional de fazer. A assistência técnica da Agraer acompanha seu trabalho desde a produção na lavoura até a regularização da atividade, oferecendo orientações sobre adubação orgânica, Cadastro da Agricultura Familiar (CAF) e apoio permanente ao desenvolvimento da propriedade. Em Deodápolis, Clarice Gonçalves de Souza carrega uma trajetória semelhante. Assistida pela Agraer desde 1989, ela aprendeu ainda criança a fazer açúcar mascavo, melado e rapadura no engenho da família. “Meus pais faziam, meus avós também faziam, e eu aprendi com eles. Quando era criança, já ajudava no engenho e participava do processo de produção.” Para ela, transformar essas receitas em fonte de renda representa a continuidade de uma história construída por gerações, embora exista uma preocupação natural sobre quem dará sequência ao ofício no futuro. “Tenho orgulho dos caminhos que meus filhos seguiram, mas também penso em quem continuará esse trabalho que faz parte da nossa história.” Já em Dourados, Fernanda Bastos enxerga um futuro diferente para o legado familiar. Em sua casa, fazer doces sempre foi tradição entre mãe, avó e irmãs. O bolo de mandioca, receita que aprendeu com uma das irmãs, já está sendo ensinado aos próprios filhos. “Tudo o que eu faço eles fazem, inclusive o de 12 anos. A maioria das receitas eles consegue dominar, então eu sei que a tradição está garantida por pelo menos mais uma geração.” Na Tecnofam, histórias como essas mostram que a agricultura familiar produz muito mais do que alimentos. Cada pote de geleia, cada pedaço de rapadura ou cada fatia de bolo leva consigo um patrimônio imaterial construído por famílias que transformam ingredientes simples em memória, identidade e pertencimento. Ao adquirir esses produtos, o visitante não leva apenas um sabor para casa, mas participa da preservação de conhecimentos ancestrais que continuam vivos graças às mãos de quem insiste em mantê-los. Tecnofam – A Tecnofam é resultado da atuação conjunta da Embrapa Agropecuária Oeste e instituições parceiras na busca por soluções alinhadas às demandas regionais e tem como foco a difusão do conhecimento e de tecnologias inovadoras e de baixo custo para fortalecer a produção da agricultura e da agroindústria familiar. A construção coletiva da Tecnofam é o que sustenta sua relevância e crescimento ao longo de suas edições. O evento é uma oportunidade para que os participantes tenham contato direto com soluções tecnológicas voltadas à sustentabilidade da agricultura familiar e possam realizar trocas, inclusive interinstitucionais, que atendam a suas demandas e necessidades. A realização de um evento desse porte somente é possível com parcerias de inúmeras instituições e organizações, que se unem em prol de um objetivo comum para fomentar o acesso ao conhecimento sobre tecnologias, produtos e serviços que favoreçam os produtores e envolvidos na cadeia produtiva da Agricultura Familiar. Texto e fotos: Ricardo Campos Jr, Comunicação Agraer Fonte: Governo MS
Consea defende reajuste anual automático dos recursos do PNAE em audiência na Câmara dos Deputados
Em defesa do reajuste anual automático dos recursos destinados ao Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) participou, nesta terça-feira (2), de audiência pública no plenário da Câmara dos Deputados, conduzida pelo deputado Padre João (PT-MG). A secretária-executiva do Consea, Marília Leão, representou o Consea. A ausência de uma atualização periódica e automática dos valores repassados ao programa, que atualmente atende 40 milhões de estudantes da rede pública no país, expõe os recursos às variações inflacionárias. Como consequência, o poder de compra é reduzido, comprometendo a oferta de uma alimentação saudável e adequada aos estudantes. Em sua fala, Marília destacou que o programa registrou avanços significativos, entre eles a reserva de recursos para aquisição de produtos oriundos da Agricultura Familiar e o reajuste de 55% desde 2023, início do 3º mandato do governo Lula. Contudo, ressaltou que diante das necessidades do programa, a correção ainda não é suficiente. “Não estamos falando em aumento do orçamento, mas de garantir que os recursos destinados ao programa não fiquem defasados diante da inflação”, afirmou. A secretária destacou ainda que o Consea tem mantido diálogo político constante com diferentes órgãos do governo, tais como Ministério da Fazenda, Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) e com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), com o objetivo de promover o fortalecimento e o aprimoramento do programa e o reajuste anual indexado pelo IPCA – Alimentos e Bebidas. Ela também ressaltou a importância do envolvimento do Congresso na pauta. Mariana Santarelli, do Observatório da Alimentação Escolar (OAE), também reforçou o caráter urgente da medida frente a volatilidade dos preços dos alimentos. “Vivemos um momento de muitas incertezas em relação ao preço dos alimentos, ainda mais nesse contexto de mudanças climáticas. Diante disso, precisamos proteger a alimentação escolar”, concluiu. Também participaram da audiência pública, Maria Cavalcanti e Priscila Diniz, conselheiras do Consea que estavam representando respectivamente as organizações: Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável e ACT Promoção da Saúde. A coordenadora-geral do PNAE, Karine Santos, explicou que o novo Plano Nacional de Educação (PNE) já prevê um mecanismo de reajuste para o programa e que o prazo estipulado para a implementação dessa estratégia é de 10 anos. Ela salientou, no entanto, que a quantidade de projetos de lei voltados à garantia da viabilidade fiscal do programa ainda é insuficiente e que a articulação entre os diferentes atores é necessária para promover seu aperfeiçoamento. “Precisamos desse espaço de diálogo por vezes o Executivo propõe alterações e essa propostas acabam não avançando pela falta de apoio no congresso”, finalizou. Saiba mais sobre o PNAE Fonte: Secretaria-Geral
Seminário nacional em Salvador debate estratégias de combate ao trabalho infantil
O enfrentamento ao trabalho infantil, uma das mais persistentes violações de direitos no Brasil, estará no centro do Seminário Nacional de Enfrentamento ao Trabalho Infantil 2026: Infâncias e Adolescências em Jogo, que será realizado nos dias 16 e 17 de junho, em Salvador (BA), com a participação de diversas instituições públicas e da sociedade civil. A iniciativa busca mobilizar gestores(as), especialistas e a sociedade civil para fortalecer políticas públicas e estratégias de prevenção e erradicação do trabalho infantil no país. A terceira edição do seminário marca a expansão territorial da iniciativa, que já passou por Brasília (DF) e Belém (PA), e chega, pela primeira vez, à Região Nordeste. A escolha da Bahia se justifica pelo fato de o estado figurar entre os que concentram o maior número absoluto de crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil, o que reforça a necessidade de ampliar o debate e fortalecer ações locais. O evento é promovido pelo Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção ao Adolescente Trabalhador (FNPETI), pela Justiça do Trabalho, pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), pelo Ministério da Saúde (MS), pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), com apoio do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT-BA), da Escola Judicial do TRT-BA (Ejud-5), do Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção ao Adolescente Trabalhador da Bahia (Fetipa-BA), da Procuradoria Regional do Trabalho da 5ª Região (PRT-5ª Região), da Organização Internacional do Trabalho (OIT), da Universidade do Estado da Bahia (Uneb) e da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos do Estado da Bahia (SJDH). Desafio persistente Apesar dos avanços registrados nas últimas décadas, o trabalho infantil ainda atinge milhões de crianças e adolescentes no Brasil. Dados mais recentes do IBGE, referentes a 2025, indicam que cerca de 1,65 milhão de pessoas entre 5 e 17 anos estavam em situação de trabalho infantil no país, muitas delas em atividades consideradas perigosas ou insalubres. Na Bahia, o cenário também preocupa. Dados do IBGE de 2024 apontavam mais de 191 mil crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil. Os setores mais vulneráveis concentram-se nas áreas rurais e no mercado informal urbano, onde crianças e adolescentes ficam mais expostos a condições precárias e à violação de direitos fundamentais, como educação e lazer. Diante desse contexto, o seminário se propõe a ser um espaço estratégico de articulação entre diferentes atores do Sistema de Garantia de Direitos, promovendo o intercâmbio de experiências e o aprimoramento de políticas públicas voltadas à infância e à adolescência. Programação e debates A programação inclui mesas de debate e oficinas temáticas com foco nos principais desafios contemporâneos do enfrentamento ao trabalho infantil, incluindo suas piores formas, que envolvem situações de violência e exploração. Entre os destaques está a mesa “Trabalho Infantil em suas Piores Formas: Violência e Violação de Direitos”, que reunirá especialistas para discutir contextos críticos, como o trabalho infantil em grandes eventos. Também serão abordados temas como governança, instrumentos institucionais de combate ao trabalho infantil e estratégias intersetoriais envolvendo assistência social, educação, saúde e sistema de justiça. As oficinas temáticas tratarão das Ações Estratégicas do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (AEPETI), do cofinanciamento federal, dos fluxos de encaminhamento em casos de trabalho infantil e da aplicação de protocolos institucionais, como o Protocolo para Atuação e Julgamento com Perspectiva da Infância e da Adolescência, lançado pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) em 2024. As vagas presenciais são limitadas, e haverá transmissão para todo o país pelo canal da TV Uneb no YouTube. As inscrições podem ser feitas aqui. Programação 16 de junho de 2026 13h – Credenciamento14h – Composição da mesa de honra e boas-vindas 14h30 – Mesa de Debates 1: Trabalho Infantil em suas Piores Formas: Violência e Violação de Direitos Elisiane Santos – Procuradora do Trabalho (MPT) Maria de Fátima Pereira Alberto – Professora Doutora da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) José Ribeiro – Oficial Nacional de Geração de Conhecimento da OIT Letícia Coelho da Costa Nobre – Coordenadora do Cerest Estadual da Bahia (MS) Katerina Volcov – Secretária-Executiva do FNPETI (mediação) Temas: questões raciais no trabalho infantil; trabalho infantil doméstico; relação entre trabalho decente e trabalho infantil; indicadores de saúde e acidentes de trabalho relacionados ao trabalho infantil. 16h – Mesa de Debates 2: Governança e Instrumentos de Enfrentamento ao Trabalho Infantil Roberto Padilha Guimarães – Coordenador da Comissão Nacional de Erradicação do Trabalho Infantil (Conaeti) Régis Spindola (a confirmar) – Diretor do Departamento de Proteção Social Especial do MDS Rosângela Rocha – Representante do Movimento 11 de Dezembro (acidente da fábrica de fogos de artifício de Santo Antônio de Jesus/BA) Taís Arruti Lyrio Lisboa – Auditora-Fiscal do Trabalho (MTE) Fernanda Britto ou Luisa Fidalgo (a confirmar) – Procuradora do Trabalho (MPT) (mediação) 17h30 – Feira de Boas Práticas (Fetipa-BA) 17 de junho de 2026 9h – Oficinas temáticas As Ações Estratégicas do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (AEPETI) e o cofinanciamento federal (MDS) Os fluxos de encaminhamento em casos de trabalho infantil (Conaeti) O Protocolo para Atuação e Julgamento com Perspectiva da Infância e da Adolescência, lançado pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) em 2024 12h – Encerramento Serviço Seminário Nacional de Enfrentamento ao Trabalho Infantil 2026 Data: 16 e 17 de junho Horário: Dia 16, das 14h às 18h; dia 17, das 8h às 12hLocal: Universidade do Estado da Bahia (Uneb) – Campus I, Cabula IV, Salvador (BA)Modalidade: Presencial, com transmissão onlineInscrições: https://forms.gle/SjXDyLbF56qvCggk9 Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego
Com novo eixo em energia renovável, MS entrega licença de instalação para produtora de biocombustíveis

O Governo do Estado de Mato Grosso do Sul entregou a licença de instalação para a primeira unidade da Atvos, produtora de biocombustíveis e uma das líderes na transição energética no Brasil. A licença entregue pelo governador Eduardo Riedel, nesta terça-feira (10), autoriza o início das obras da nova planta e marca um importante avanço na estratégia de diversificação da companhia. Esta é a primeira unidade voltada à produção de etanol de milho, que será integrada à unidade Santa Luzia, será instalada em Nova Alvorada do Sul (MS). “A estratégia do Mato Grosso do Sul tem funcionado para atrair investimentos lastreado nessa boa relação e confiança construídos com o setor privado, e numa demanda global de energia limpa. Isso significa emprego, renda, desenvolvimento para as pessoas, quando associada a educação, nível médio salarial mais alto. A Ativos faz um investimento importante numa nova planta de etanol de milho, dentro do complexo que eles já têm da planta de bioenergia de cana-de-açúcar junto com biometano”, disse Riedel. O documento, emitido pelo Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul), é resultado de uma série de estudos ambientais e de engenharia que viabilizaram a implantação do projeto e representa um passo fundamental para o início da fase de construção. Com a autorização, a Atvos deve iniciar as obras no segundo semestre deste ano. A nova planta faz parte da estratégia de diversificação da companhia, com o milho se consolidando como um novo vetor de crescimento, complementar à cana-de-açúcar e integrado a outras rotas renováveis desenvolvidas pela companhia, como o biometano. Juntas, essas soluções fortalecem a estratégia da companhia de integrar diferentes rotas renováveis e ampliam sua contribuição para a segurança energética e a descarbonização. “O investimento é mais de R$ 1 bilhão. E a Atvos tem um compromisso com o Mato Grosso do Sul, que é Estado mais relevante em termos de produção e a gente acredita muito que traz o desenvolvimento para as comunidades. A produção deve crescer aproximadamente 50%. E com isso se torna uma planta que traz bioenergia de forma ampla, com biometano, etanol, milho e cana”, disse o vice-presidente de Operações da Atvos, Wilson Lucena. Durante a fase de obras, o empreendimento deve gerar cerca de 2 mil empregos, fomentando a economia local e o desenvolvimento regional. A iniciativa reforça o compromisso com a geração de emprego, renda e desenvolvimento nas regiões onde atua. “A licença de instalação autoriza a iniciar a obra, que deve começar no segundo semestre. É uma planta que leva entre 18 e 24 meses para estar operacional, mas tem um período importante de construção, com geração de 2 mil empregos diretos”, disse Lucena. Com capacidade de processar 642 mil toneladas de milho por ano, a unidade produzirá 273 mil metros cúbicos de etanol, além de 183 mil toneladas de DDG (coproduto de alto valor proteico para nutrição animal) e 13 mil toneladas de óleo de milho. ATENÇÃO: confira o pack imprensa com as imagens e sonoras do evento. Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS Fotos: Saul Schramm, Secom/MS Fonte: Governo MS
Ponta Porã reforça campanha para aumentar doação de sangue durante o Junho Vermelho
A Prefeitura de Ponta Porã, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, está intensificando as ações de conscientização sobre a importância da doação de sangue. A mobilização integra a campanha Junho Vermelho e antecede o Dia Mundial do Doador de Sangue, celebrado em 14 de junho, data instituída pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para incentivar esse gesto de solidariedade. Segundo o Hemosul, a campanha ganha ainda mais relevância neste período do ano, já que a chegada do inverno costuma provocar redução no número de doadores e, consequentemente, queda nos estoques de sangue dos hemocentros. A preocupação é garantir o abastecimento necessário para atender pacientes em tratamento contra o câncer, pessoas submetidas a cirurgias, vítimas de acidentes, transplantados e portadores de diversas doenças que dependem de transfusões sanguíneas. A Secretaria Municipal de Saúde destaca que doar sangue é um ato simples, rápido e capaz de salvar vidas. Para realizar a doação, é importante que o voluntário esteja em boas condições de saúde, bem alimentado, hidratado e tenha dormido pelo menos seis horas na noite anterior à coleta. Os interessados podem procurar o Hemosul de Ponta Porã, localizado na Rua Sete de Setembro, nº 1896, no bairro Santa Isabel, de segunda a sexta-feira, das 7h às 12h. Critérios para doação Para doar sangue é necessário apresentar documento oficial com foto, pesar no mínimo 51 quilos e ter entre 16 e 69 anos de idade. Menores de 18 anos precisam estar acompanhados e autorizados pelo responsável legal. A primeira doação pode ser feita até os 60 anos, 11 meses e 29 dias. Também é necessário estar saudável, sem sintomas de gripe ou outras infecções, além de estar descansado e alimentado. Recomendações ao doador Entre as orientações do Hemosul estão evitar bebidas alcoólicas nas 12 horas que antecedem a doação, não fumar duas horas antes e depois da coleta, evitar alimentos gordurosos no dia anterior e aumentar a ingestão de líquidos antes e após o procedimento. Segurança e exames Todo sangue coletado passa por rigorosos exames para detecção de doenças transmissíveis, como Hepatite B e C, HIV, HTLV, Sífilis, Doença de Chagas e Malária. Também são realizados exames de tipagem sanguínea e Hemoglobina S. Quem não pode doar Estão impedidas de doar sangue pessoas que tiveram hepatite após os 11 anos de idade, portadores de Doença de Chagas, câncer, sífilis, HIV, usuários de drogas injetáveis ilícitas e outras situações previstas nos protocolos de segurança transfusional. Serviço HEMOSUL PONTA PORÃ Rua Sete de Setembro, 1896 – Santa Isabel (67) 3432-0390 | (67) 3010-0972 WhatsApp: (67) 98163-2186 Atendimento: Segunda a sexta-feira, das 7h às 12h
Ministério da Saúde amplia acordo nacional para destravar obras públicas e ativar unidades de saúde
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, assinou nesta terça-feira (9) um Acordo de Cooperação Técnica para destravar obras públicas. A iniciativa vai promover atuação integrada para solucionar a paralisação de empreendimentos em saúde e educação por decisões judiciais e administrativas. O objetivo é transformar obras paradas em equipamentos públicos e ampliar o acesso da população a serviços essenciais. O acordo reúne o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o Tribunal de Contas da União (TCU), o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), os ministérios da Saúde e da Educação, o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon). “O Brasil foi extremamente ousado ao construir o maior sistema público, universal e gratuito de saúde do mundo em um país com dimensões continentais, profundas desigualdades regionais e responsabilidades compartilhadas entre os três níveis de governo. Quando uma obra fica paralisada, não é apenas uma construção que deixa de ser concluída. É a ausência de um leito hospitalar, de uma unidade de saúde, de uma sala de vacinação ou de uma equipe mais próxima das pessoas. Retomar essas obras significa ampliar o acesso ao cuidado e fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) onde a população mais precisa”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. A parceria prevê o compartilhamento de informações, a integração de bases de dados, o desenvolvimento de estudos e a definição de estratégias conjuntas para ampliar a eficiência e a segurança jurídica dos processos relacionados às obras públicas. A governança das ações será coordenada pelo CNJ e contará com acompanhamento contínuo das instituições participantes. No âmbito do acordo, o Ministério da Saúde contribuirá com dados e informações sobre obras financiadas pela pasta, apoiando a identificação, a priorização e o monitoramento dos empreendimentos paralisados. A participação do ministério também inclui a construção de soluções para viabilizar a retomada das obras e ampliar o acesso da população aos serviços do SUS. Mais de 970 obras da saúde já foram regularizadas A adesão ao ACT reforça ações já desenvolvidas pelo Ministério da Saúde por meio do Pacto Nacional pela Retomada de Obras da Saúde, instituído em 2024 para regularizar, concluir e colocar em funcionamento estruturas assistenciais financiadas com recursos federais. Até aqui, foram identificadas 5.652 obras elegíveis em todo o país. Dessas, 974 já foram reativadas ou repactuadas, o que permitiu ampliar a capacidade de atendimento da rede pública de saúde. Para apoiar essas ações, o Ministério da Saúde repassou mais de R$ 20,3 milhões no âmbito do pacto. Atualmente, centenas de empreendimentos seguem em diferentes etapas de regularização, monitoramento e retomada. Entre as obras contempladas estão Unidades Básicas de Saúde (UBSs), Academias da Saúde, Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), Centrais de Rede de Frio e Centros Especializados em Reabilitação, estruturas essenciais para fortalecer a assistência à população nos municípios brasileiros. Nova repasse de R$ 24,6 milhões vai beneficiar 189 empreendimentos Como parte da estratégia de retomada, o Ministério da Saúde fará, em 12 de junho, o repasse de R$ 24,6 milhões para 189 obras distribuídas em todo o país. A iniciativa integra o conjunto de ações do Governo do Brasil para ampliar a infraestrutura do SUS, reduzir o número de obras paralisadas e garantir que equipamentos de saúde financiados com recursos públicos sejam efetivamente entregues à população. A medida também busca descentralizar o acesso aos serviços de saúde, com a implantação de novas estruturas em regiões historicamente desassistidas. O esforço se soma aos investimentos do Novo PAC Saúde, que já destinou R$ 34,7 bilhões para obras, equipamentos e veículos em todo o país. Entre as ações previstas estão a construção de 2.605 Unidades Básicas de Saúde (UBSs), 336 Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), 100 policlínicas, além da entrega de 4.643 ambulâncias do SAMU 192 e 922 Unidades Odontológicas Móveis (UOMs). Rafaelle PereiraMinistério da Saúde Fonte: Ministério da Saúde
Ministro dos Transportes antecipa liberação de faixas adicionais na BR-277/PR e vistoria obras no Paraná a partir desta quinta (11)
O ministro dos Transportes, George Santoro, estará no Paraná nos dias 11 e 12 de junho para entregar uma importante melhoria viária para a população e vistoriar o andamento das obras na região do Norte Pioneiro. A primeira parada, nesta quinta-feira (11), é na BR-153/PR, que terá 50 quilômetros duplicados, entre as cidades de Jacarezinho e Santo Antônio da Platina. O trecho também receberá uma nova ponte sobre o Rio Ubá. As melhorias na região incluem ainda vias marginais, 38 viadutos, trevos e retornos. As intervenções recebem investimento de R$1,5 bilhão da concessionária EPR Litoral Pioneiro, que desde 2024 administra estradas cruciais para o Paraná. Já na sexta-feira (12), em São José dos Pinhais (PR), o ministro dos Transportes irá liberar, antecipadamente, 2,5 quilômetros de terceiras faixas na BR-277/PR. O trecho é considerado estratégico para a ligação entre a Região Metropolitana de Curitiba e o Porto de Paranaguá, um dos principais corredores logísticos do país. Nos últimos três anos, o Ministério dos Transportes realizou seis leilões de rodovias paranaenses, o que gerou R$96,3 bilhões em investimentos para o estado e a criação de mais de 850 mil vagas de trabalho. Já os aportes do Governo do Brasil no Paraná saltaram de R$202,7 milhões em 2022 para R$ 417,3 milhões em 2026: um crescimento de mais de 100% comparado à gestão anterior. Cobertura de imprensaNão é necessário credenciamento prévio para jornalistas interessados na cobertura dos eventos. ServiçoVistoria às obras de duplicação na BR-153/PRData: Quinta-feira, 11 de junhoHorário: 14hLocal: Km 5,2 da BR-153/PR (antiga balança do DNIT) Serviço Liberação antecipada de faixas adicionais na Região Metropolitana de CuritibaData: Sexta-feira, 12 de junhoHorário: 9h Local: Km 70 da BR-277/PR, em São José dos Pinhais (PR) Assessoria Especial de ComunicaçãoMinistério dos Transportes Fonte: Ministério dos Transportes
Câmara Municipalde Ponta Porã celebra Dia Nacional do Pastor Evangélico com solenidade

A Câmara Municipal de Ponta Porã promoveu na manhã desta quarta-feira, 10, ato solene em homenagem ao Dia Nacional do Pastor Evangélico, data celebrada anualmente no segundo domingo de junho. Conduzido pelo presidente do Legislativo municipal, vereador Jelson Bernabé, o evento reuniu autoridades, parlamentares e expressivas lideranças religiosas de diferentes denominações de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero para momento de fé, oração e confraternização. A solenidade teve início com a composição de autoridades e a leitura de uma mensagem de boas-vindas, destacando o orgulho da Casa de Leis em abrir as portas para a comunidade cristã. Em seu pronunciamento, o vereador Jelson Bernabé ressaltou a importância espiritual e social do trabalho desenvolvido pelos pastores no município. Também falaram da importância do papel social perante a comunidade onde atuam os pastores, os vereadores Agnaldo Pereira Lima e Biro Biro. O evento contou com uma programação marcada por forte emoção e louvor. A Bispa Mara Dalia Henrique Dutra Rojas esteve entre as convidadas de honra da cerimônia. O momento musical e de adoração foi celebrado pela cantora Hadassa, com a participação do vereador Biro Biro e dos músicos Hugo, Samuel e Gabriel. A palavra pastoral e as reflexões da manhã ficaram a cargo do Pastor Emanoel Lodonio Alves Cezano, representante da Igreja Verbo da Vida, e o encerramento do ato foi marcado por um clamor coletivo. O Bispo Max Chamorro, da igreja Sana Nuestra Terra, foi o responsável por conduzir a oração final em nome de todos os presentes, abençoando a cidade e as famílias de Ponta Porã.
Presidente Lula e ministro do Turismo assinam decreto que institui o Sistema Nacional de Trilhas (Sintrilhas)
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, assinam nesta quarta-feira (10), às 16h, o decreto que institui o Sistema Nacional de Trilhas (Sintrilhas), transformando a atual Rede Nacional de Trilhas de Longo Curso e Conectividade (RedeTrilhas) em uma política pública permanente. A iniciativa fortalece a integração entre turismo, conservação ambiental e desenvolvimento regional, ampliando as oportunidades para o turismo de natureza em todo o país. Atualmente, a rede reúne 22 trilhas oficialmente reconhecidas, mais de 7 mil quilômetros sinalizados e presença em 184 municípios brasileiros. Coordenado pelo Ministério do Turismo (MTur), pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o Sintrilhas cria instrumentos permanentes de planejamento, governança e gestão das trilhas brasileiras, além de contribuir para a geração de emprego e renda em comunidades inseridas ao longo dos percursos. Credenciamento Profissionais de veículos de imprensa interessados em cobrir o evento devem solicitar credenciamento diário no Sistema da Presidência da República. Também será aceita a credencial anual do Palácio do Planalto. Serviço Data: Quarta-feira (10 de junho de 2026)Horário: 16hLocal: Salão Nobre do Palácio do Planalto – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo Fonte: Ministério do Turismo