MMA e BNDES apresentam resultados do Fundo Amazônia em coletiva de imprensa

O ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, e a diretora Socioambiental do BNDES, Tereza Campello, concedem entrevista coletiva nesta quinta-feira (11/6), a partir das 9h30, na sede da ApexBrasil, em Brasília (DF), para apresentação dos resultados obtidos pelo Fundo Amazônia desde sua retomada em 2023. A coletiva será realizada durante a abertura da 36ª Reunião do Comitê Orientador do Fundo Amazônia (COFA), durante celebração dos 18 anos do Fundo.  Será apresentado um balanço da atuação do mecanismo a partir de 2023, incluindo a ampliação da carteira de projetos apoiados, a recomposição da cooperação internacional e as ações em áreas como prevenção e controle do desmatamento e de incêndios florestais, restauração florestal, regularização territorial, atividades produtivas sustentáveis e apoio a povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais. CREDENCIAMENTO – Jornalistas interessados em cobrir o evento presencialmente devem preencher o formulário para credenciamento, disponível neste link, com nome, veículo, função, documento de identificação e celular. SERVIÇO: MMA e BNDES apresentam resultados do Fundo Amazônia em coletiva de imprensa Data: 11 de junho de 2026, quinta-feira Horário: 9h30 (horário de Brasília) Local: Sede da ApexBrasil – Prédio Lotus 903, Parque da Cidade Sara Kubitschek – Brasília (DF) Assessoria Especial de Comunicação Social do MMAimprensa@mma.gov.br(61) 2028-1227/1051Acesse o Flickr do MMA Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

Decreto cria o Sistema Nacional de Trilhas para fortalecer o ecoturismo, gerar emprego e promover o desenvolvimento regional

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, assinaram nesta quarta-feira (10) o decreto que institui o Sistema Nacional de Trilhas (Sintrilhas). A medida transforma a Rede Nacional de Trilhas de Longo Curso e Conectividade (RedeTrilhas) em uma política pública permanente, fortalecendo o turismo de natureza como instrumento de geração de emprego, renda e desenvolvimento regional. O decreto foi assinado em meio a um conjunto de medidas para fortalecer a proteção ambiental e o desenvolvimento sustentável no Brasil, anunciadas durante cerimônia no Palácio do Planalto. As ações reforçam a conservação dos biomas e o enfrentamento à mudança do clima e seus impactos, ampliam o reconhecimento aos serviços ambientais prestados por pessoas que protegem a natureza e impulsionam investimentos para a promoção da transformação ecológica no país. A instituição oficial do Sintrilhas consolida uma malha que já reúne 22 trilhas oficialmente reconhecidas, mais de 7 mil quilômetros sinalizados, presença em 18 estados, 184 municípios abrangidos e 347 unidades de conservação conectadas. Ao todo, o planejamento nacional projeta ultrapassar os 16 mil quilômetros de rotas, cobrindo todos os biomas terrestres brasileiros, além da zona costeira e marinha. Coordenado pelo Ministério do Turismo, Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o sistema busca estruturar as trilhas brasileiras, ampliar a segurança dos usuários e fortalecer o posicionamento do Brasil no mercado internacional de turismo de natureza. Durante a cerimônia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou a importância de preservar as riquezas naturais brasileiras e ampliar o acesso da população às áreas protegidas. “Temos a obrigação de preservar nossas riquezas naturais e fazer com que elas tenham utilidade para o povo brasileiro. Precisamos valorizar nossas áreas protegidas, atrair visitantes e mostrar ao mundo a riqueza que o Brasil possui”, afirmou o presidente. Para o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, a nova política fortalece o turismo de natureza e amplia as oportunidades para comunidades e empreendedores em todo o país. “O Sintrilhas transforma uma iniciativa construída ao longo dos últimos anos em uma política pública permanente. Estamos fortalecendo um modelo de turismo que leva visitantes para novos destinos, gera emprego, distribui renda e cria oportunidades, principalmente, para quem vive da pousada familiar, do pequeno restaurante, do artesanato, da produção local e dos serviços turísticos”, destacou o ministro. O ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, ressaltou que conservação ambiental e desenvolvimento econômico caminham juntos e destacou o papel das trilhas na valorização dos territórios, na proteção da biodiversidade e na geração de oportunidades para as comunidades locais. Oportunidades Ao conectar paisagens naturais, áreas protegidas, comunidades e atrativos turísticos, as trilhas ajudam a movimentar economias locais e ampliar oportunidades para quem vive do turismo. Na prática, o Sintrilhas cria condições para ampliar a circulação de visitantes, aumentar o tempo de permanência nos destinos e fortalecer atividades ligadas à hospedagem, alimentação, guiamento turístico, artesanato, produção local e turismo de base comunitária. A política também contribui para levar visitantes a regiões que muitas vezes ficam fora dos grandes circuitos turísticos, ampliando a distribuição dos benefícios econômicos do setor por diferentes municípios brasileiros. Estrutura permanente Criada originalmente em 2018, a rede passa agora a contar com uma estrutura nacional permanente voltada ao planejamento, implantação, gestão, monitoramento e promoção das trilhas. O decreto institui instrumentos para fortalecer a governança do setor, entre eles a Estratégia Nacional de Trilhas, o Cadastro Nacional de Trilhas e o Comitê Nacional de Trilhas. A medida também amplia a participação integrada de estados, municípios, comunidades tradicionais, organizações da sociedade civil e iniciativa privada. A Estratégia Nacional de Trilhas deverá ser elaborada em até 180 dias após a instalação de um comitê, que definirá as metas prioritárias para o desenvolvimento do segmento. Medidas Entre as medidas anunciadas nesta quarta estão a assinatura de seis decretos e a sanção de dois projetos de lei. Uma delas é a lei que institui a Política Nacional para Recuperação da Vegetação da Caatinga e cria o Programa Nacional para a Recuperação da Vegetação da Caatinga. A norma busca incentivar a recuperação de áreas degradadas do bioma, ampliar a produção sustentável de alimentos na região, garantir a segurança hídrica e estimular a bioeconomia e o manejo florestal sustentável. Os anúncios contemplam ainda o decreto que regulamenta o Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA), definindo regras para repasses mais ágeis a estados e municípios no combate a incêndios florestais e no manejo populacional ético de cães e gatos. Já os investimentos para estimular o desenvolvimento sustentável envolvem aportes de R$ 834 milhões do Fundo Clima e de pelo menos R$ 210 milhões do Fundo Amazônia, que teve oficializada a doação de R$ 270 milhões do Reino Unido. O programa ARPA Comunidades também recebeu doação de R$ 370 milhões para investimentos nas cadeias da sociobioeconomia junto às comunidades extrativistas. Entre os anúncios, estão ainda a criação do Parque Nacional Povos Indígenas do Rio Tanaru (RO) e a ampliação do Parque Nacional Serra das Confusões (PI). Lideradas pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e pelo ICMBio, as ações fortalecem a conectividade ecológica, a conservação de espécies ameaçadas e a valorização do patrimônio natural e cultural do país. Por Natália Moraes Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo Fonte: Ministério do Turismo

MEC participa de fórum sobre parcerias e compras públicas

O Ministério da Educação (MEC) está participando do XI Fórum Nacional da Rede de Parcerias, Transparência e Compras Públicas (Parcom), que começou na terça-feira, 9 de junho, com o objetivo de fortalecer a governança colaborativa para ampliar a eficiência, a transparência e o impacto das políticas públicas em todo o país. Promovido pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) com o tema “Ampliamos o jogo: coloque seu time em campo!”, o Parcom ocorre até quinta-feira, 11 de junho, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília (DF).  O encontro é voltado a gestores, servidores, colaboradores e integrantes de órgãos e entidades públicas e privadas dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, nas esferas federal, estadual e municipal; e busca incentivar a troca de experiências e boas práticas de gestão, além de aproximar os estados e municípios das políticas do governo federal.  Por meio da Secretaria de Gestão da Informação, Inovação e Avaliação de Políticas Educacionais (Segape) e do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), o MEC está com um estande no evento para realizar atendimento aos visitantes e tirar dúvidas sobre os programas, as políticas e as ações desenvolvidas pela Pasta. Além disso, também está sendo distribuído o Relatório Educacional para Gestores Públicos, com diagnóstico das políticas e ações educacionais implementadas pelos 5.550 municípios brasileiros.  Os Relatórios Educacionais para Gestores Públicos estão disponíveis na Plataforma Aqui tem MEC e apresentam informações sobre os investimentos e as ações do ministério em cada unidade da federação, a fim de dar transparência às ações realizadas para reconstruir a educação brasileira nos estados e municípios.  Programação – Além do estande, representantes da pasta participam de palestras e painéis durante o fórum. Na terça-feira, 9 de junho, ocorreu o painel “O papel do FNDE na infraestrutura escolar brasileira” e a palestra “Novo PAC: avanços e impactos na infraestrutura educacional brasileira”.  Nesta quarta, 10 de junho, os temas abordados pela pasta são: chamadas públicas para aquisição de alimentos da agricultura familiar no âmbito do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae); projetos referenciais em BIM no Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) e seus impactos; o Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD); compras públicas centralizadas; supervisão de obras financiadas com recursos federais e procedimentos para análise técnica de transferências de recursos destinadas a obras educacionais do PAR e do Pacto Nacional pela Retomada de Obras da Educação.  Já na quinta-feira, 11 de junho, serão debatidos pelo MEC e FNDE assuntos como: a Infraestrutura Nacional de Dados da Educação (Educadados) – plataforma nacional de dados educacionais no contexto do Sistema Nacional de Educação (SNE); o programa Juros por Educação; os desafios dos projetos padronizados na arquitetura escolar para escolas urbanas, do campo, indígenas e de comunidades tradicionais, além do Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (Pnate) e o financiamento da manutenção de veículos escolares.  O cronograma completo de atividades do Parcom está disponível na página do evento.  Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do FNDE  Fonte: Ministério da Educação

MEC lança programa de inclusão e acessibilidade na Rede Federal

O Ministério da Educação (MEC) lançou, nesta quarta-feira, 10 de maio, o Programa ProDiversidade. A iniciativa tem como objetivo fortalecer práticas inclusivas, garantir acessibilidade, promover autonomia e enfrentar o capacitismo nas instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica.  O seminário de lançamento do programa reuniu especialistas, gestores e coordenadores dos Núcleos de Atendimento às Pessoas com Necessidades Específicas (Napnes) das instituições de ensino, em Brasília, com transmissão pelo canal do MEC no YouTube.  Os cursos podem ser acessados na Plataforma Digital de Formação Continuada (PlaforEDU), por meio de acesso via portal Gov.br. O ProDiversidade foi estruturado em 10 dimensões temáticas e 18 trilhas formativas, disponibilizando inicialmente 51 cursos para qualificar docentes e técnicos. O programa está relacionado ao Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência – Novo Viver Sem Limite.  O secretário de Educação Profissional e Tecnológica do MEC, Marcelo Bregagnoli, destacou o alcance estratégico da ação: “o ProDiversidade tem potencial de ampliar a atuação da Rede Federal. Como o nosso foco é garantir não apenas o acesso, mas a permanência e a autonomia dos estudantes com necessidades específicas, nossas expertises têm que transcender as instituições e chegar às redes estaduais. Estamos na vanguarda no que diz respeito às ações de equidade e diversidade, que podem servir de exemplo para a sociedade”.  Apoio – Para o diretor de Desenvolvimento da Rede Federal, Charles Okama de Souza, a iniciativa é uma resposta à necessidade de suporte das equipes que atuam na ponta. “O primeiro ponto é dar apoio aos servidores, tendo em vista a complexidade do tema, principalmente àqueles que estão na gestão de muitas ações institucionais, como os professores em sala de aula e os técnicos específicos dos Napnes”, explicou o diretor, ressaltando que a ação capacitará profissionais para compreenderem de legislação ao uso de tecnologias assistivas.  A importância central da qualificação dos servidores foi enfatizada por Betânia Ramos, presidente da Escola Nacional de Administração Pública (Enap), instituição que é parceira na oferta de cursos do programa. Ela destacou que leis e vontade política são fundamentais, mas insuficientes sem o preparo técnico das equipes. “Para que a gente consiga implementar o que a lei manda, a gente tem que ter pessoas capacitadas. Porque quem faz as coisas acontecerem são as pessoas”, pontuou Betânia. Segundo ela, “um programa de formação continuada para a inclusão, para a diversidade e a acessibilidade é um marco dentro da educação técnica”.  Especialistas – O seminário contou ainda com a participação do reitor do IF Fluminense, Victor Saraiva, representando o Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif); com a pró-reitora de Extensão do Instituto Federal do Ceará, instituição parceira do programa, Ana Uchoa; além de especialistas em educação inclusiva e tecnologias assistivas da Rede Federal: Dalmir Pacheco de Souza (Ifam), Andréa Poletto Sonza (IFRS), Rutiléia Maria Portes (IFTM), John Kenede Batista Lima (Ifac), Franclin Costa do Nascimento (IFB), Valter Lenine Fernandes (IFSul) e Leandro Guedes (IFMS).  Seminário de lançamento do Programa ProDiversidade | Manhã  Seminário de lançamento do Programa ProDiversidade | Tarde  Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Setec   Fonte: Ministério da Educação

Prefeitura de Ponta Porã se reúne com moradores do Altos da Glória e Universitário para discutir regularização fundiária

A Prefeitura Municipal de Ponta Porã com a Secretaria de Habitação realizou na noite desta quarta-feira, dia 10 de junho, reunião com moradores dos bairros Altos da Glória e Jardim Universitário para apresentar informações sobre o processo de regularização fundiária dos imóveis. O encontro foi realizado no Ginásio Poliesportivo Rachid Saldanha Derzi. Durante a reunião, a equipe da Secretaria de Habitação orientou os moradores sobre as etapas do programa Avança Habitação, desenvolvido pela Prefeitura de Ponta Porã em parceria com o Lar Legal, iniciativa do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul voltada à regularização de imóveis. A ação faz parte da política habitacional da administração do prefeito Eduardo Campos e tem como objetivo garantir segurança jurídica às famílias que aguardam há anos pela documentação definitiva de suas propriedades. Com a regularização, os moradores passam a ter o reconhecimento legal da posse do imóvel, assegurando direitos e valorizando o patrimônio familiar. Segundo a Secretaria Municipal de Habitação, a reunião foi uma oportunidade para esclarecer dúvidas sobre o processo, apresentar os procedimentos necessários para participação no programa e reforçar a importância de apresentação da documentação básica para iniciar o processo. A secretária municipal de Habitação, Luciana Chaves, destacou na reunião que a regularização fundiária representa um importante avanço na garantia do direito à moradia. “Nosso compromisso é proporcionar mais segurança e dignidade às famílias, permitindo que elas tenham a propriedade de seus imóveis devidamente regularizada”, ressalta. O colaborador do processo de regularização fundiária, Dr. Reinaldo Carvalho, também participou do encontro, prestando orientações sobre os aspectos jurídicos envolvidos na iniciativa e esclareceu dúvidas dos moradores. O prefeito Eduardo Campos, falando à reportagem do site Pontaporainforma, disse: “A expectativa é que centenas de famílias sejam beneficiadas nesta etapa do programa, fortalecendo a política pública de habitação e promovendo inclusão social por meio da regularização dos imóveis” “Com a documentação definitiva em mãos, os proprietários passam a contar com maior segurança jurídica, além de terem facilitado o acesso a financiamentos e outros serviços que exigem a comprovação da propriedade”, completou o prefeito Eduardo Campos.

MDS e FAO lançam Prêmio Brasil que Alimenta

O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) lançaram, nesta quarta-feira (10.06), o Prêmio Brasil que Alimenta, durante a cerimônia de celebração dos 20 anos do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan), em Brasília. A premiação, promovida pela Secretaria Extraordinária de Combate à Pobreza e à Fome (SECF) do MDS, tem como objetivo reconhecer, valorizar, divulgar e premiar iniciativas desenvolvidas pela sociedade civil que contribuem para o combate à fome e para a promoção da segurança alimentar e nutricional, com vistas à garantia do Direito Humano à Alimentação Adequada em todo o território nacional. O edital estará disponível nos próximos dias.  Durante a cerimônia, o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, destacou a importância de reconhecer as iniciativas que contribuem para o desenvolvimento social e econômico do país. “Reduzimos a miséria e a pobreza ao mais baixo patamar, também houve a redução da desigualdade. Parte das pessoas que, lá em 2022, estavam no Mapa da Fome, estavam na miséria, agora alcançaram a classe média alta, educação, emprego e empreendedorismo. O Brasil cresce, mas não larga a mão de ninguém.”, afirmou o titular do MDS. Para a secretária extraordinária de Combate à Pobreza e à Fome do MDS, Valéria Burity, a saída do Brasil do Mapa da Fome só foi possível graças ao trabalho conjunto entre o Governo do Brasil e a sociedade civil. “Organizações sociais, movimentos populares e redes de solidariedade tiveram papel fundamental nessa conquista, e este prêmio é uma forma de reconhecer esse protagonismo”, destacou a secretária. Brasil que Alimenta A iniciativa está estruturada em duas modalidades: financeira e honorífica. Em cada uma das quatro categorias temáticas, as iniciativas classificadas do 1º ao 5º lugar receberão premiação em dinheiro. Já aquelas classificadas da 6ª à 10ª posição serão contempladas com certificado de reconhecimento. No total, serão premiadas 40 iniciativas. Podem se inscrever Organizações de Atuação Territorial, com ou sem constituição jurídica formal; Organizações da Sociedade Civil (OSC), e Organizações de Educação, Ciência e Conhecimento. A premiação será dividida em categorias temáticas: Categoria 1 – Redes Comunitárias, Solidariedade e Proteção Social; Categoria 2 – Produção e Abastecimento – Agroecologia, Agricultura Familiar e Produção; Categoria 3 – Promoção do Direito Humano à Alimentação Adequada e Fortalecimento do Sisan; Categoria 4 – Justiça Social e Equidade. Jorge Meza, representante da FAO no Brasil, afirmou que a busca por informações, lições e experiências brasileiras são constantes, principalmente após a saída do Mapa da Fome. Para ele, essas lições podem ser compartilhadas com outros países. “É uma satisfação para a FAO poder cooperar e apoiar o ministério nesse esforço de premiar projetos para a erradicação da fome no país, identificando pessoas com baixos critérios muito bem definidos, claros, transparentes”, destacou Meza. Sociedade civil e combate à fome O Prêmio Brasil que Alimenta busca reconhecer experiências que contribuem para garantir o acesso à alimentação adequada e saudável nos territórios e fortalecer redes de solidariedade, produção de alimentos e participação social. Isso porque a sociedade civil exerce papel estratégico na formulação, no monitoramento e no aprimoramento das políticas públicas. Sua atuação contribui para identificar demandas locais, ampliar a participação popular e fortalecer respostas inovadoras de proteção social, solidariedade e mobilização comunitária. A iniciativa vai ao encontro do Plano Brasil Sem Fome e do III Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (III Plansan) — fundamentais para os avanços da segurança alimentar e nutricional no país — que incorporam a mobilização social, a articulação territorial e o fortalecimento da participação da sociedade civil como parte do conjunto de ações estratégicas do Governo do Brasil  voltadas ao enfrentamento da fome. Leia também: Sisan completa 20 anos com lançamento de nova plataforma, MobSISAN e Prêmio Brasil que Alimenta Conheça o sistema que ajudou o Brasil a sair novamente do Mapa da Fome Plano Brasil Sem Fome: políticas econômicas e sociais tiraram cerca de 26,5 milhões da fome no Brasil Governo do Brasil investiu cerca de R$ 565 bilhões em ações voltadas à segurança alimentar e nutricional em 2025 Assessoria de Comunicação – MDS Fonte: Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome

Vítima de atentado em Ponta Porã morre após 8 dias de internação

Morreu no começo da noite desta quarta-feira (10), no Hospital Regional de Ponta Porã, o jovem Lucas Osmar Limonge Bonadiman, de 28 anos, na noite do dia 2 deste mês ele tinha sido alvo de diversos disparos quando chegava na casa dele na região do Grande Marambaia. Socorrido, Lucas foi levado em estado grave para o Hospital da Cassems e depois transferido para o Hospital Regional onde morreu. O estado de saúde dele não foi divulgado pela unidade hospitalar. Segundo informações apuradas na noite do atentado, Lucas chegava à sua residência quando foi surpreendido por dois homens que estavam em uma motocicleta. Os suspeitos efetuaram diversos disparos contra a vítima e fugiram logo em seguida, tomando rumo ignorado. Até o momento, os autores do ataque não foram identificados ou localizados. A Polícia Civil trabalha para esclarecer a dinâmica do atentado, bem como a motivação e eventual ligação do caso com outros episódios registrados na região de fronteira. De acordo com informações preliminares, Lucas Bonadiman já teria sido alvo de outro atentado anteriormente, circunstância que também deverá ser analisada pelos investigadores no decorrer do inquérito. O caso que agora passou de tentativa de homicídio para homicídio, segue em investigação.

Brasil avança em cooperação com França e Espanha para impulsionar o turismo

Na Presidência do Conselho Executivo da ONU Turismo, Fernanda Norat, que também é secretária executiva do Ministério do Turismo, intensificou agenda com os ministros do Turismo da França e da Espanha, durante a 126ª reunião executiva, iniciada nesta quarta-feira (10) em Toledo, na Espanha, com encerramento nesta quinta-feira (11). Durante as reuniões bilaterais, Fernanda Norat discutiu iniciativas para ampliar a cooperação entre os países e estimular o intercâmbio em turismo sustentável. “Em um cenário internacional marcado por desafios e transformações, o turismo precisa ser cada vez mais um instrumento de cooperação e desenvolvimento. Como presidente do Conselho Executivo da ONU Turismo, o Brasil seguirá promovendo o diálogo e a construção de consensos com todos os atores do setor, em favor de iniciativas que beneficiem os Estados-membros e fortaleçam um turismo mais resiliente, sustentável e inclusivo”, afirmou. Segundo ela, a cooperação internacional é fundamental para o crescimento do setor. “Precisamos fortalecer o multilateralismo e trabalhar de forma coordenada para construir um ambiente favorável ao desenvolvimento do turismo global”, destacou Norat. O ministro do Turismo da França, Serge Papin, mostrou interesse em avançar na conectividade aérea entre a região Norte do Brasil e países fronteiriços, como a Guiana Francesa. Nesta semana, o ministro do Turismo do Brasil, Gustavo Feliciano, esteve em Oiapoque e Macapá, no Amapá, e anunciou estudos e crédito para desenvolvimento do turismo estadual. Leia mais aqui. Em 2025, o Brasil contabilizou 9,2 milhões de chegadas de turistas internacionais, um recorde mundial reconhecido pela ONU Turismo. O crescimento de 37% nas chegadas internacionais colocou o Brasil entre os destinos com melhor desempenho do mundo, superando países que também registraram forte expansão, como Egito (20%), Marrocos (14%) e as Ilhas Seychelles (13%). A presidência brasileira no Conselho Executivo da ONU Turismo, que teve início em 2025 e se encerra no fim deste ano, consolida o protagonismo do país nas discussões internacionais e abre caminho para novas oportunidades de cooperação com importantes mercados europeus. Por Isadora LionçoAssessoria de Comunicação do Ministério do Turismo Fonte: Ministério do Turismo

MEC dialoga com estudantes da CPOP

O ministro da Educação, Leonardo Barchini, recebeu nesta quarta-feira, 10 de junho, no Ministério da Educação (MEC), em Brasília (DF), um grupo de estudantes e coordenadores que participam da Rede Nacional de Cursinhos Populares (CPOP), em cursos voltados especialmente a pessoas negras, indígenas e quilombolas.  Os estudantes presentes foram beneficiados pelos editais da CPOP deste ano. Em 2026, a rede ampliou o apoio técnico e financeiro a cursinhos populares em 299%: de 384 cursinhos apoiados (2025) para 1.532 (2026). Os investimentos também cresceram 291%, de R$ 74 milhões (2025) para R$ 290 milhões (2026). Em 2026, serão mais de 50 mil estudantes com bolsas de R$ 200 reais por mês para a permanência nos estudos.  No encontro, Barchini parabenizou os estudantes pela resiliência e persistência em buscar uma vaga em universidades públicas. Segundo o ministro, durante anos, as políticas de democratização do acesso à educação superior, como as cotas, enfrentaram enorme resistência, inclusive nas próprias instituições internamente.  “Há mais de 30 anos, havia algo em torno de 80 mil vagas nas universidades federais, e este número, atualmente, chega a 350 mil. Hoje, nós temos mais de 50% de estudantes das universidades federais egressos de escolas públicas. Nós temos cotistas negros, quilombolas, indígenas, e, agora, a universidade, graças a Deus, é muito mais de vocês do que era lá atrás. E ainda vamos avançar mais”, declarou o ministro.  A reunião teve também a presença do secretário-executivo do MEC, Rodolfo Cabral, e da secretária de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão, Zara Figueiredo. “É muito importante ouvir a percepção desses estudantes sobre como é que a política está chegando no quilombo, como é que está chegando no Baixo Amazonas dos indígenas, como é que está chegando dentro das comunidades periféricas que militam pelo povo negro”, disse Zara, ao explicar o propósito do encontro.   Daniela Kaingang, professora indígena e integrante do Instituto Sãpe, contou que, no ano passado, com o apoio da CPOP, a instituição ofertou a primeira turma de cursinho pré-vestibular indígena do Brasil. “Daquela primeira turma de 17 alunos, 12 foram aprovados em universidades federais. No novo edital, o Instituto Sãpe apresentou sete propostas e, agora, nós estamos no Brasil inteiro”, comemorou.   Tricampeã brasileira de kickboxing e ex-estudante do cursinho Pré da Lage, no bairro carioca de São Gonçalo, Caroline Vitória Lessa, contou que a bolsa a ajudou a continuar a treinar. Ela passou em terceiro lugar no vestibular para biologia na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj). “A educação popular mudou minha vida, assim como o esporte. O esporte me mostrou a possibilidade de ser atleta, e a Laje abriu minha visão para o mundo da universidade e para tudo o que seria possível graças à educação”, afirmou.  Para Esther Carvalho, estudante do Pré-Vestibular Cidadão (PVC) e ativista do Movimento Ética na Política de Volta Redonda (MEP-VR), as histórias compartilhadas comprovam a força da organização popular e a importância do apoio do Estado a elas. “Eu enxergo os cursinhos populares como uma forma de resistência da população pobre, que por si própria busca acessar direitos que, infelizmente, pela nossa estrutura social, não são garantidos. As universidades federais ainda são muito elitizadas”, considerou.  Assessoria de Comunicação Social do MEC  Fonte: Ministério da Educação

Congresso municipalista amplia diálogo entre Estado e prefeituras sul-mato-grossenses

O fortalecimento dos municípios e o aprimoramento da gestão pública pautaram o Congresso dos Municípios de Mato Grosso do Sul, que reuniu representantes das 79 cidades em um ambiente de capacitação, diálogo institucional e construção conjunta de soluções para os desafios da administração municipal. Realizado pela Assomasul (Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul), com co-realização do Sebrae/MS e apoio do Governo do Estado, o evento contou na tarde desta quarta-feira (10) com a participação do governador Eduardo Riedel, que reforçou a importância da cooperação entre Estado e prefeituras para ampliar resultados, fortalecer o desenvolvimento regional e melhorar a qualidade dos serviços oferecidos à população. Durante a palestra magna “Municipalismo como Eixo da Gestão”, o governador Eduardo Riedel defendeu que Mato Grosso do Sul vive um momento estratégico de desenvolvimento, impulsionado por oportunidades ligadas à segurança alimentar, à transição energética e à capacidade de atração de investimentos. “O Brasil é um país inevitável nas grandes discussões globais. Quando falamos de segurança alimentar e energia, Mato Grosso do Sul está diretamente conectado a esses dois temas, que sustentam toda a nossa estratégia de desenvolvimento.” Segundo o governador, os indicadores econômicos positivos precisam ser percebidos pela população em todas as regiões do Estado, transformando crescimento em oportunidades concretas para os cidadãos. “O desenvolvimento não pode ficar apenas nos grandes números. Ele precisa ser percebido pelo cidadão que vive em qualquer um dos nossos 79 municípios. É lá que o crescimento precisa chegar.” Riedel ainda destacou que o fortalecimento do municipalismo passa por uma relação permanente de cooperação entre Estado e prefeituras, construída a partir das prioridades locais. “Aprendemos a compreender melhor as demandas dos municípios e a construir soluções em conjunto. Não existe política pública eficiente feita apenas pelo Estado ou apenas pelo município.” Indicadores de desenvolvimento sócio-econômico Ao apresentar os indicadores sociais e econômicos, o governador destacou que Mato Grosso do Sul possui a terceira menor taxa de extrema pobreza do Brasil, uma das menores taxas de desemprego do país e mais de 500 mil trabalhadores qualificados. “Temos uma das menores taxas de desemprego do Brasil e uma renda média superior a R$ 3,6 mil. O desafio é garantir que esse desenvolvimento alcance cada vez mais pessoas.” Na educação, Riedel ressaltou os investimentos de aproximadamente R$ 1,2 bilhão em reformas e modernização da Rede Estadual de Ensino, que já alcançam cerca de 70% das escolas estaduais. “Hoje, 45% dos estudantes do ensino médio estão inseridos na educação profissional, 62% da rede estadual funciona em tempo integral, temos o melhor salário para professores do Brasil e menos de 1% de abandono escolar.” Segundo ele, a ampliação da educação profissional representa uma das principais ferramentas para conectar jovens às oportunidades geradas pelo novo ciclo de crescimento do Estado. “Quando conectamos educação e mercado de trabalho, criamos oportunidades reais para os jovens. Essa formação tem impacto direto na renda, na empregabilidade e no desenvolvimento econômico.” O governador também destacou os investimentos em infraestrutura urbana, saneamento e logística, ressaltando que as prioridades são definidas em conjunto com os municípios. “Quem define grande parte das prioridades é o município. São obras de pavimentação, drenagem, infraestrutura urbana, saneamento e equipamentos públicos que atendem diretamente a população.” Riedel enfatizou a importância das emendas parlamentares federais na viabilização de obras estruturantes e afirmou que a atuação articulada da bancada federal tem contribuído para acelerar investimentos em todas as regiões. “As emendas parlamentares têm sido extremamente importantes porque ajudam a financiar obras e ações estruturantes nos municípios, somando-se aos investimentos realizados pelo Estado.” Na área de saneamento básico, o governador afirmou que Mato Grosso do Sul caminha para se tornar o primeiro estado brasileiro a universalizar o serviço. “Já alcançamos 76% de cobertura e a meta é atingir a universalização até 2028. É uma transformação que gera transtornos temporários durante as obras, mas que entrega qualidade de vida, saúde pública e desenvolvimento para as próximas décadas.” Ao abordar a saúde, Riedel destacou a regionalização dos atendimentos, a modernização do financiamento hospitalar e os avanços da saúde digital. “Estamos construindo uma rede mais eficiente, capaz de atender melhor a população e reduzir deslocamentos desnecessários entre municípios.” Segundo ele, hospitais regionais como os de Dourados, Três Lagoas e Ponta Porã já demonstram resultados positivos, ampliando a oferta de serviços especializados e fortalecendo o atendimento regionalizado. “Estamos construindo um novo modelo de financiamento, que remunera adequadamente a produção dos hospitais e melhora a capacidade de atendimento da população.” O governador também ressaltou o crescimento da saúde digital como ferramenta para ampliar o acesso aos serviços médicos. “A saúde digital é uma realidade sem volta. Ela amplia o acesso da população aos serviços, reduz custos e melhora a capacidade de diagnóstico e atendimento em todas as regiões do Estado.” Na infraestrutura logística, Riedel afirmou que o crescimento econômico exige investimentos permanentes em rodovias, ferrovias e outros modais de transporte. “O Estado cresce em ritmo superior à nossa capacidade de investimento. Por isso, as concessões, os financiamentos e os investimentos públicos são fundamentais para garantir competitividade e sustentar esse novo ciclo de desenvolvimento.” Ele citou obras em andamento em diferentes regiões e destacou os projetos ferroviários como fundamentais para atender à expansão da produção agroindustrial. “Estamos preparando Mato Grosso do Sul para uma nova realidade econômica. Os investimentos em logística vão mudar a dinâmica de desenvolvimento das regiões e ampliar a capacidade de atração de novos negócios.” Ao falar sobre inclusão social, o governador reforçou que o crescimento econômico deve caminhar ao lado de políticas públicas voltadas às famílias em situação de vulnerabilidade. “O desenvolvimento precisa chegar a todos. Onde o mercado ainda não consegue incluir as pessoas, o Estado deve estar presente com programas sociais, qualificação profissional e ações de proteção social.” Segundo ele, programas como Mais Social, Cuidar de Quem Cuida, MS Supera e os subsídios à tarifa de energia ajudam a garantir condições mínimas de dignidade para milhares de famílias sul-mato-grossenses. “Temos o desafio de eliminar a extrema pobreza em Mato Grosso do Sul. Não podemos conviver com essa realidade