MMA realizará 8 mil castrações e microchipagens gratuitas no DF em junho e julho, com início na Semana do Meio Ambiente

O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), realizará ações gratuitas de castração, microchipagem e vacinação de cães e gatos no Distrito Federal, nos próximos dois meses, para marcar o Junho Verde e o Julho Dourado, meses dedicados, respectivamente, à conscientização ambiental e à promoção da saúde dos animais domésticos e em situação de rua e à prevenção de zoonoses. As ações se iniciam na Semana Nacional do Meio Ambiente, que ocorre na Biblioteca Nacional de Brasília de 8 a 11 de junho. O evento contará com programação diversa sobre a agenda ambiental.  A expectativa é realizar, ao longo dos dois meses, cerca de 8 mil castrações e microchipagens gratuitas em junho e julho. Serão disponibilizadas 250 vagas por dia, sendo 175 para cães e 75 para gatos, machos e fêmeas, com prioridade para tutores de baixa renda inscritos no CadÚnico. Cada CPF poderá agendar uma castração e uma microchipagem. As castrações serão realizadas em uma carreta equipada com estrutura moderna para procedimentos minimamente invasivos, incluindo anestesia inalatória, bisturi eletrônico e seis mesas cirúrgicas. Clique aqui para fazer o agendamento. As inscrições serão abertas semanalmente, às quintas-feiras, a partir de 4 de junho. Tanto para os agendamentos de castração, quanto para os de microchipagem, será obrigatório o registro prévio do animal no Sistema do Cadastro Nacional de Animais Domésticos (SinPatinhas). Saiba como cadastrar os animais no link.   Instruções para participar da campanha na Semana Nacional do Meio Ambiente  •⁠  ⁠8 de junho — microchipagem e vacinação a partir das 14h•⁠  ⁠9 a 11 de junho — castrações, microchipagem e vacinação Para castração: •⁠  ⁠Cães deverão chegar às 7h30;•⁠  ⁠Gatos serão atendidos a partir das 12h;•⁠  ⁠Jejum obrigatório de 8 a 12 horas sem alimento; de 2 a 4 horas sem água. Para microchipagem e vacinação: •⁠  ⁠Não é necessário jejum;•⁠  ⁠Atendimento a partir das 9h Cães de grande porte deverão utilizar focinheira. Gatos deverão estar em caixas de transporte adequadas. Cronograma da Carreta de Castração •⁠  ⁠9 a 11 de junho — Biblioteca Nacional•⁠  ⁠17 a 21 de junho — Ceilândia•⁠  ⁠24 a 28 de junho — Planaltina•⁠  ⁠1º a 5 de julho — Gama•⁠  ⁠8 a 12 de julho — Estrutural•⁠  ⁠15 a 19 de julho — Sol Nascente•⁠  ⁠22 a 26 de julho — Sobradinho Assessoria Especial de Comunicação Social do MMAimprensa@mma.gov.br(61) 2028-1227/1051Acesse o Flickr do MMA Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

MEC autoriza melhorias na moradia estudantil na Ufsc

O Ministério da Educação (MEC) assina, nesta segunda-feira, 1° de junho, a Ordem de Serviço da obra de adequação da Casa do Estudante Universitário (CEU) no Campus Sede da Universidade Federal de Santa Catarina (Ufsc). A obra receberá investimento de aproximadamente R$ 1,8 milhão e passará por serviços de engenharia, pintura geral, troca de esquadria, serviços nos sistemas de aquecimento de água e de esgotamento externo.  O evento conta com a presença do diretor de Desenvolvimento da Educação em Saúde da Secretaria de Educação Superior (Sesu), Aristóteles Cardona; do assessor parlamentar da pasta, Leonardo de Brito; e do reitor da instituição, Irineu Souza.  Cardona explicou que a universidade pública forte não se faz apenas com salas de aula e laboratórios de qualidade, mas também com condições para que os estudantes permaneçam e concluam seus cursos. “A Casa do Estudante Universitário cumpre um importante papel ao acolher jovens que muitas vezes precisaram deixar suas cidades e famílias para realizar o sonho da graduação. Vemos o compromisso do MEC com a ampliação dos investimentos que fortalecem a permanência estudantil nas universidades federais, dando continuidade a uma agenda que vem gerando resultados importantes para a educação superior. Esta obra dá mais qualidade de vida para os estudantes da Ufsc e deixa claro nosso compromisso com uma universidade cada vez mais inclusiva e acessível”, completou.  A moradia estudantil tem por finalidade acolher estudantes dos cursos de graduação da Ufsc provenientes de outros municípios, que, comprovadamente, apresentem dificuldades socioeconômicas. A capacidade do CEU na Ufsc é de 156 vagas, totalmente gratuitas, sem cobrança de água, energia elétrica, gás de cozinha, ou qualquer outro insumo. A obra ocorrerá em uma área de 4 mil metros quadrados e a previsão é de que seja concluída em fevereiro de 2027.  Novo PAC – Por meio do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), o MEC investe em ações de consolidação e expansão da educação superior, de maneira a promover melhorias na infraestrutura e na qualidade do ensino no país. Na Ufsc, foram alocados R$ 59 milhões com vistas à aquisição de imóvel para o Campus Blumenau; para o restaurante universitário, as estruturas acadêmicas do Centro de Educação e do Centro de Ciências Físicas e Matemáticas e o Centro de Convivência do Núcleo de Estudos do Mar no Campus Florianópolis; para as estruturas acadêmicas do Campus Curitibanos; e para as estruturas acadêmicas do Centro de Tecnologia da Saúde do Campus Araranguá.  Ufsc – A Universidade Federal de Santa Catarina tem suas origens na fundação da Faculdade de Direito, em 1930, unificando-se a outros cursos isolados em dezembro de 1960, data oficial da criação da instituição. A comunidade acadêmica é composta por aproximadamente 35,6 mil estudantes e mais de 2,7 mil docentes. São ofertados 127 cursos de graduação e 83 programas de pós-graduação nos cinco campi que integram a Ufsc: Florianópolis, Blumenau, Araranguá, Curitibanos e Joinville.  Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu)  Fonte: Ministério da Educação

MEC leva Proec em Movimento ao Paraná

O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), promoveu, nos dias 28 e 29 de maio de 2026, o Proec em Movimento – Encontro de Articuladores do Programa Escola e Comunidade do Paraná, realizado em Curitiba (PR). A formação ocorreu em parceria com a Secretaria Municipal de Educação de Curitiba e a Secretaria Estadual de Educação do Paraná.  O encontro reuniu mais de 100 participantes de mais de 40 municípios paranaenses, entre articuladores do Programa Escola e Comunidade (Proec), diretores escolares, técnicos das secretarias de educação e dirigentes municipais. A iniciativa buscou fortalecer o diálogo entre as redes de ensino em torno da ampliação da participação da comunidade no ambiente escolar.  A mesa de abertura contou com representantes da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação – Seccional Paraná (Undime-PR), da Secretaria Estadual de Educação do Paraná, da Secretaria Municipal de Educação de Curitiba e do Centro de Formação da Rede Municipal de Curitiba, parceiro na realização das atividades formativas do encontro.  Durante a abertura, o coordenador-geral de Formação de Gestores e Técnicos da Educação Básica da Diretoria de Formação Docente e Valorização dos Profissionais da Educação do MEC, Roberto Junior, destacou a importância de fortalecer vínculos reais entre escolas, estudantes e comunidades e que essa formação seja visando seu desenvolvimento integral: “não há educação integral sem diálogo, pertencimento e participação. Fortalecer os laços entre escola e comunidade é fortalecer as oportunidades de aprendizagem e desenvolvimento para cada estudante”, comentou.  “Cheguei neste evento com muitas dúvidas e estou saindo com o coração tranquilo, os questionamentos esclarecidos e tudo muito bem compreendido. A organização foi impecável, o acolhimento maravilhoso e os momentos de troca extremamente enriquecedores”, avaliou a articuladora do Proec no município de Marialva, Ivonete Watanabe.  Programação – A programação foi realizada em dois espaços distintos da capital paranaense e promoveu momentos de escuta, troca de experiências e construção coletiva entre os participantes.  O primeiro dia do evento foi encerrado com uma palestra conduzida por Roberto Junior sobre a atuação dos conselhos escolares nos processos de tomada de decisão. Durante a fala, ele ressaltou que as deliberações construídas pelos conselhos devem ser consideradas pelas redes de ensino, uma vez que esses espaços possuem caráter deliberativo, conforme previsto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).  Ao longo da programação, os participantes acompanharam atividades formativas conduzidas pela equipe do Ministério da Educação, com foco no fortalecimento da gestão democrática, na ampliação dos vínculos entre escola e comunidade e na valorização de práticas participativas nas redes de ensino.  O diretor escolar Célio Roberto Pereira de Oliveira, gestor do Colégio Estadual Emília Buzato, no município de Campo Magro (PR), destacou a importância do pertencimento dos estudantes ao ambiente escolar. “Muitas situações começam quando o estudante se torna invisível dentro da escola. Quando ele não se sente pertencente, perde a vontade de participar, a família se afasta e a aprendizagem deixa de fazer sentido. É nesse ponto que a relação entre escola, estudante e comunidade precisa acontecer de verdade”, afirmou.  O encontro integra as ações do Ministério da Educação voltadas ao fortalecimento das políticas de participação social no contexto escolar, promovendo espaços de escuta, troca de experiências e construção coletiva entre gestores, articuladores e profissionais da educação.  Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB  Fonte: Ministério da Educação

MEC realiza seminário internacional sobre matemática

Para promover a troca de experiências e a reflexão sobre iniciativas capazes de garantir o direito à aprendizagem, ampliar a qualidade da educação e contribuir para a redução das desigualdades educacionais, o Ministério da Educação (MEC) realiza, entre 1º e 2 de junho, o I Seminário Internacional do Compromisso Nacional Toda Matemática, em Brasília (DF).  O evento reúne gestores, pesquisadores, especialistas e profissionais da educação para debater políticas, práticas e estratégias voltadas ao fortalecimento do ensino de matemática no Brasil. Nos dois dias, serão discutidos desafios e perspectivas para a implementação de políticas públicas, a formação de profissionais da educação e o desenvolvimento de práticas pedagógicas que favoreçam a aprendizagem matemática em diferentes contextos. Para isso, serão apresentadas experiências nacionais e internacionais.  Durante a abertura, nesta segunda-feira (1º), a secretária de Educação Básica do MEC, Kátia Schweickardt, falou sobre a especificidade do processo de aprendizagem para cada indivíduo. Segundo ela, a recomposição da aprendizagem não pode apenas tentar preencher lacunas no currículo, pois, na verdade, é uma grande janela de oportunidades para garantir uma aprendizagem continuada. “Nós temos muita potência e nós vamos revelar isso quando as nossas crianças, adolescentes e jovens brasileiros derem um salto na aprendizagem da matemática”, afirmou.  No período da tarde, o evento foi marcado pelo lançamento do Relatório da Escuta Nacional de Professores e Professoras que Ensinam Matemática, uma das maiores iniciativas de escuta já realizadas no país sobre o trabalho docente na área. A pesquisa ouviu mais de 57 mil professores e professoras de mais de 24 mil escolas, alcançando 75% dos municípios brasileiros. A iniciativa contou com a parceria do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed); da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime); e do Conselho Nacional de Secretários de Educação de Capitais (Consec), além do apoio técnico da Fundação Itaú; do Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede); do Instituto Porvir; e da Rede de Conhecimento Social (ReCoS).  Outros pontos abordados no evento serão os padrões de desempenho em matemática e o olhar para os currículos e avaliações; a implementação e consolidação de políticas públicas subnacionais; o conhecimento pedagógico do conteúdo nas licenciaturas em matemática; a alfabetização matemática como base para aprendizagens futuras; a formação continuada de professores de matemática para a educação básica; e práticas pedagógicas e possibilidades de ensino da matemática da educação infantil ao ensino médio.   Compromisso – O Compromisso Nacional Toda Matemática é uma política pública voltada ao fortalecimento da aprendizagem de matemática, que visa assegurar o direito ao ensino da matemática de qualidade para todos, bem como promover a melhoria contínua do desempenho acadêmico e dos resultados de aprendizagem da matemática dos alunos ao longo de toda a educação básica, por meio de apoio técnico e financeiro às redes de ensino e escolas em diversas estratégias. O compromisso pretende reduzir desigualdades regionais, impulsionando a aprendizagem e consolidando a matemática como ferramenta essencial para o desenvolvimento educacional dos estudantes e do país como um todo.  Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB)  Fonte: Ministério da Educação

MEC debate ampliação de cooperação educacional com Alemanha

O Ministério da Educação (MEC) recebeu a visita do presidente do Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico (DAAD), Joybrato Mukherjee, na sexta-feira, 29 de maio, para debater possibilidades de ampliação da cooperação com o país. Representando a pasta, o assessor especial de Assuntos Internacionais, Felipe Heimburger, pontuou o interesse do MEC em ampliar a oferta de ensino de alemão no Brasil, e, por outro lado, o ensino da cultura, literatura e língua brasileiras na Alemanha.  Joybrato destacou a importância do Brasil na ordem internacional, afirmando que “o país pode servir de ponte entre o Norte e o Sul global”, e sugeriu ações de cooperação triangular Brasil-África-Alemanha.  Brasil e Alemanha já colaboram em iniciativas voltadas às energias renováveis e à transição verde, conduzidas pelo MEC em parceria com a Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ). Dentre as ações está o programa EnergIFE, responsável pela formulação de 25 currículos orientativos em instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica sobre o desenvolvimento de energias renováveis e da eficiência energética, de modo a alinhar essas duas frentes às demandas do setor produtivo.  Em paralelo, os resultados do projeto Profissionais do Futuro evidenciam o impacto direto dessa cooperação na ponta. A iniciativa tem o objetivo de aumentar as perspectivas de inserção profissional de egressos da educação profissional em setores de sustentabilidade da economia brasileira. O projeto já preparou mais de dois mil docentes e contribuiu para a diplomação de 14 mil alunos, prontos para ingressar em um mercado de trabalho cada vez mais sustentável.  Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Assessoria de Assuntos Internacionais (AI)  Fonte: Ministério da Educação

Webinário discute intervenções pedagógicas focadas

O Ministério da Educação (MEC) promoverá, na terça-feira, 2 de junho, às 10h (horário de Brasília), o webinário “Intervenções pedagógicas focadas”, no âmbito do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA). A iniciativa integra as ações de formação e apoio técnico desenvolvidas pelo MEC para fortalecer a alfabetização das crianças brasileiras e contribuir para a melhoria das aprendizagens nos anos iniciais da educação básica. Realizado em parceria com a Universidade Federal do Maranhão (UFMA), o encontro será transmitido ao vivo pelo canal do MEC no YouTube.  O webinário apresentará estratégias de intervenções pedagógicas voltadas à superação de dificuldades específicas identificadas no processo de alfabetização. A iniciativa tem como objetivo apoiar professores alfabetizadores na organização de práticas diferenciadas que promovam a recomposição das aprendizagens e contribuam para avanços concretos no desenvolvimento dos estudantes.  Ao longo da atividade, serão discutidas estratégias para apoiar crianças no desenvolvimento de habilidades essenciais de leitura e escrita, considerando os diferentes ritmos e necessidades de aprendizagem presentes nas turmas de alfabetização. A proposta é fortalecer práticas pedagógicas mais intencionais e sistemáticas, capazes de responder aos desafios identificados no cotidiano escolar e de garantir o direito à alfabetização.  A ação é voltada principalmente para professores alfabetizadores, mas também deve reunir coordenadores pedagógicos, gestores escolares, equipes técnicas das secretarias municipais e estaduais de educação, articuladores estaduais, regionais e municipais da Rede Nacional de Articulação de Gestão, Formação e Mobilização (Renalfa) e demais profissionais envolvidos no acompanhamento das aprendizagens, na recomposição das aprendizagens e no fortalecimento das políticas de alfabetização nas redes de ensino.  CNCA – O Compromisso Nacional Criança Alfabetizada tem como finalidade assegurar o direito à alfabetização para os estudantes até o final do 2º ano do ensino fundamental. A política foi lançada em 2023 e tem como foco recuperar o processo de aprendizagem das crianças que foram afetadas pela pandemia da Covid-19. Por meio da iniciativa, o MEC busca promover a equidade educacional, levando em consideração os aspectos regionais, socioeconômicos, culturais, étnico-raciais e de gênero; a colaboração entre os entes federativos; e o fortalecimento das formas de cooperação entre estados e municípios.    As metas do CNCA são direcionar os esforços do MEC para a alfabetização na idade certa e recompor a alfabetização nos anos iniciais por meio de: organização de um regime de colaboração e corresponsabilização entre a União, os estados e os municípios; metas pactuadas de resultado de alfabetização com monitoramento e acompanhamento; estratégias de apoio técnico e financeiro da União para melhorar a infraestrutura física e pedagógica das escolas públicas; oferta de materiais didáticos complementares para estudantes e de materiais pedagógicos para professores; sistemas de avaliação da alfabetização; estratégias formativas; e orientações curriculares.  Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB)  Fonte: Ministério da Educação

Prazo para inscrição na OPMbr se encerra quarta (3/6)

Docentes interessados em participar da 3ª edição da Olimpíada de Professores de Matemática (OPMbr) têm até quarta-feira, 3 de junho, para realizar a inscrição. As inscrições são gratuitas e ocorrem exclusivamente pelo portal oficial da olimpíada. A OPMbr é destinada a profissionais dos anos finais do ensino fundamental e busca valorizar a prática pedagógica e contribuir para o fortalecimento da aprendizagem da matemática nas escolas públicas brasileiras. Os medalhistas de ouro desta edição farão um intercâmbio em Xangai, na China.  A iniciativa é estruturada em três fases, das quais as duas primeiras são classificatórias e eliminatórias e a terceira é apenas classificatória. A Fase 1 é composta por testes com questões matemáticas e didáticas (primeira aplicação inicia no dia 11 de junho); a Fase 2 envolve o envio de um vídeo com proposta pedagógica; e a Fase 3 consiste em avaliação de portfólio e entrevista. De acordo com o regulamento, que está disponível no site da OPMbr, poderão participar os professores efetivos ou temporários que estejam em sala de aula em escolas da rede pública.  A 3ª Olimpíada de Professores de Matemática no Brasil, edição anos finais do ensino fundamental, é uma das ações dos eixos de reconhecimento e compartilhamento de boas práticas e de formação profissional do Compromisso Nacional Toda Matemática (CNTM).   Toda Matemática – O Compromisso Nacional Toda Matemática tem como objetivo assegurar que todos os estudantes da educação básica se apropriem dos conhecimentos e desenvolvam as competências e habilidades estabelecidas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para a área da matemática. Além disso, busca garantir a institucionalização de programas de fortalecimento da educação matemática em todos os sistemas e redes de ensino que atendem à educação básica.   Os princípios do CNTM incluem o fortalecimento da colaboração entre estados e municípios, com foco na promoção da equidade educacional no território, o enfrentamento das desigualdades regionais, socioeconômicas, étnico-raciais e de gênero, e a centralidade dos processos de ensino-aprendizagem da matemática, atendendo às necessidades das escolas. A estratégia, do governo federal, de apoio técnico-pedagógico e financeiro inclui a produção de materiais de orientação para currículo, avaliação e formação, e incentiva financeiramente a execução de iniciativas e projetos voltados ao aprimoramento do ensino e da aprendizagem em matemática.   Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB)  Fonte: Ministério da Educação

Publicados editais do Enare 2026/2027 com novas regras

A HU Brasil, empresa pública vinculada ao Ministério da Educação (MEC), publicou os editais do Exame Nacional de Residência (Enare) 2026/2027, processo seletivo unificado de abrangência nacional destinado ao ingresso em programas de residência médica e de residência em área profissional da saúde, nas modalidades multiprofissional e uniprofissional. O objetivo é democratizar o acesso à residência médica e otimizar a ocupação de vagas.     Os editais para os candidatos podem ser acessados na página oficial do Enare e detalham todas as normas para participação no certame, incluindo orientações sobre inscrição, etapas de avaliação, critérios de classificação, documentação exigida, prazos e demais procedimentos necessários.  As inscrições estarão abertas para a residência médica com acesso direto entre os dias 15 e 29 de junho. Já para a residência médica que exija pré-requisito, ano adicional e área de atuação e para a residência em área profissional da saúde (multiprofissional e uniprofissional), as inscrições poderão ser efetuadas entre os dias 15 de junho e 15 de julho de 2026.  As provas serão aplicadas em 60 cidades brasileiras, com data prevista para 13 de setembro de 2026. As taxas de inscrição foram fixadas em R$ 330 para residência médica e R$ 220 para os programas de residência em área profissional da saúde.  Novas regras – Também foi publicada a Resolução CNRM nº 4/2026, que atualiza regras relacionadas à seleção para programas de residência médica. A norma prevê que a prova do Enare poderá utilizar métodos de avaliação baseados em escala de proficiência, inclusive com aplicação da Teoria de Resposta ao Item (TRI), a mesma usada para correção do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).  De forma simplificada, a TRI é uma metodologia que permite avaliar o desempenho dos candidatos considerando o nível de dificuldade das questões e o padrão das respostas. O modelo pode contribuir para uma avaliação mais padronizada.  A resolução também prevê que os processos seletivos para programas de residência médica de especialidades com pré-requisito, áreas de atuação ou anos adicionais poderão utilizar os resultados do Enare, conduzido pela HU Brasil, como etapa de avaliação cognitiva ou de conhecimentos teóricos.  Enamed – Em 15 de junho também se iniciam as inscrições para o Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) 2026. O Enamed é obrigatório para estudantes concluintes dos cursos de graduação em medicina avaliados no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) 2026. Mas o exame também poderá ser realizado de forma voluntária por médicos já graduados interessados em utilizar os resultados nos processos seletivos das especialidades médicas de acesso direto do Enare 2026/2027.  Leia mais: Enamed 2026: inscrições começam em 15/6  HU Brasil – O Enare é conduzido pela HU Brasil e apoia instituições de todo o país na seleção de candidatos para programas de residência médica, multiprofissional e uniprofissional em saúde. Criada por meio da Lei nº 12.550/2011, a HU Brasil nasceu tendo como nome oficial Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). É responsável pela administração de 45 hospitais universitários federais em 25 unidades da federação, apoiando e impulsionando suas atividades por meio de uma gestão de excelência. Em 2026, em um reposicionamento junto à sociedade, ao mercado e às instituições parceiras, passou a ter um novo nome, que carrega sua essência: HU Brasil.  Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do Inep  Fonte: Ministério da Educação

Caisan debate impactos de conflitos internacionais e mudanças climáticas para a segurança alimentar e nutricional no Brasil

O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) defendeu que garantir alimentação adequada e saudável para a população exige ação coordenada do Estado para apoiar a produção de alimentos, fortalecer a proteção social e a geração de emprego e renda, além de enfrentar desafios como os impactos provocados por fatores como conflitos internacionais e mudanças climáticas. O tema esteve no centro dos debates da Reunião Ordinária da Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan), composta por 24 ministérios, nesta segunda-feira (1.06), em Brasília. O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome e presidente da Caisan, Wellington Dias, ressaltou a importância do diálogo e da articulação entre os ministérios, para mitigar os efeitos de guerras e das mudanças climáticas na promoção da segurança alimentar e nutricional. Ele também ressaltou os avanços do Brasil nos últimos anos. “Com a geração de milhões de empregos formais e a ampliação da renda das famílias inscritas no Cadastro Único, milhões de pessoas passaram a consumir mais alimentos. Estamos falando de milhões de trabalhadores, empreendedores e famílias que passaram a ter maior capacidade de consumo, o que representa uma conquista social importante”, destacou o ministro, reforçando a importância de seguir com a implementação de políticas econômicas e sociais para garantir o direito humano à alimentação adequada.  O MDS defende que garantir alimentação adequada e saudável para toda a população exige ação coordenada do Estado para apoiar a produção de alimentos; organizar sistemas de abastecimento; promover trabalho e renda; fortalecer a proteção social; ampliar o acesso à água; proteger o meio ambiente; enfrentar desigualdades; e garantir condições para que os alimentos cheguem à mesa da população com qualidade e preços acessíveis. Para articular essas políticas, o Brasil criou, há 20 anos, o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan). Monitoramento do III Plansan Durante a reunião, a secretária extraordinária de Combate à Pobreza e à Fome do MDS, Valéria Burity, destacou o I Ciclo de Monitoramento do III Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (III Plansan), que será apresentado durante o Encontro da 6ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional +2, marcada para acontecer de 8 a 10 de junho em Brasília.  “O Plano Brasil Sem Fome foi construído para enfrentar a emergência do retorno da fome e retirar o país do Mapa da Fome. O III Plansan, vigente de 2025 a 2027, por outro lado, foi elaborado para consolidar esses avanços e orientar a construção de sistemas alimentares mais justos, sustentáveis, resilientes e inclusivos”, explicou. De acordo com Valéria Burity, o primeiro ciclo de monitoramento do plano demonstra resultados positivos em 2025, primeiro ano de vigência. “O III Plansan não é apenas um instrumento de planejamento, mas uma agenda efetivamente em implementação, com forte mobilização interministerial e capacidade concreta de produzir resultados para a população”, pontuou.   Assessoria de Comunicação-MDS   Fonte: Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome

Mata Atlântica tem menor índice de desmatamento em 40 anos

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), unidade de pesquisa vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), e a Fundação SOS Mata Atlântica divulgaram os dados mais recentes do Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica. Eles apontam uma queda de 40% no desmatamento de florestas maduras do bioma entre 2024 e 2025. A área desmatada passou de 14.366 hectares no levantamento anterior para 8.668 hectares no período atual.  O resultado é o menor índice já registrado desde o início da série histórica do documento e marca a primeira vez, em quatro décadas de acompanhamento contínuo, que o desmatamento anual das florestas maduras da Mata Atlântica fica abaixo de 10 mil hectares.  Hoje, a Mata Atlântica conserva cerca de 24% de sua cobertura original. Desse total, aproximadamente 12,4% correspondem às florestas maduras monitoradas pelo atlas, consideradas estratégicas para a preservação da biodiversidade e para o armazenamento de carbono.  As florestas maduras são áreas de vegetação nativa mais antigas, preservadas e com estrutura ecológica consolidada. Em geral, são trechos que não sofreram desmatamento nem regeneração recentes, mantendo árvores de grande porte, alta biodiversidade e maior capacidade de armazenamento de carbono.  No Atlas da Mata Atlântica, o termo é usado para diferenciar essas áreas mais conservadas das florestas secundárias, que são vegetações em processo de regeneração após desmatamento ou degradação.  Segundo a coordenadora técnica do Atlas pelo Inpe, Silvana Amaral, os dados reforçam uma tendência consistente de redução da devastação no bioma. “A série histórica e o resultado de 2025 indicam um padrão de redução acentuada do desmatamento, o que nos permite acreditar que a meta de desmatamento zero poderá ser alcançada na Mata Atlântica”, afirma.  Produzido em parceria entre o Inpe e a Fundação SOS Mata Atlântica, o atlas acompanha fragmentos florestais mais preservados do bioma, com áreas acima de três hectares. O monitoramento é complementar ao sistema Prodes Mata Atlântica, desenvolvido pelo Inpe no âmbito do Programa BiomasBR, que promove o mapeamento sistemático da supressão de toda a vegetação nativa no bioma.  A combinação das duas iniciativas amplia o entendimento sobre as transformações da Mata Atlântica e contribui para subsidiar políticas públicas, ações de conservação ambiental e estratégias de enfrentamento ao desmatamento.  Os dados mais recentes do Atlas e do Prodes indicam que o bioma mantém uma trajetória de desaceleração da perda de vegetação nativa nos últimos anos, reforçando a importância do monitoramento contínuo para orientar ações de proteção ambiental.  Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação