MMA apresenta avanços da política nacional de OMECs em debate latino-americano sobre conservação da biodiversidade

O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) apresentou, na última terça-feira (20), os avanços do Brasil na construção da política nacional de reconhecimento de Outras Medidas Eficazes de Conservação (OMECs), durante mesa-redonda realizada no XII Seminário de Áreas Protegidas e Inclusão Social (SAPIS) e VII Encuentro Latinoamericano de Áreas Protegidas y Conservación Comunitaria (ELAPIS), em Brasília.   Com o tema “Avanços e panorama latino-americano sobre as áreas conservadas – OMECs e sua contribuição com a Meta 3”, a atividade reuniu representantes de governos, organizações da sociedade civil e especialistas de diferentes países da América Latina discutir experiências, desafios e estratégias de implementação do instrumento. O evento foi promovido pela Wildlife Conservation Society Brasil (WCS Brasil), The Nature Conservancy Brasil (TNC Brasil) e WWF-Brasil.   As OMECs são reconhecidas internacionalmente como instrumento complementar às áreas protegidas, permitindo identificar e valorizar territórios e iniciativas que já geram resultados efetivos para a conservação da biodiversidade. Entre os exemplos estão territórios indígenas, áreas de povos e comunidades tradicionais, propriedades privadas, assentamentos da reforma agrária e áreas públicas sob diferentes formas de gestão. Durante o debate, o chefe de gabinete da Secretaria Nacional de Biodiversidade, Florestas e Direitos Animais do MMA, Carlos Eduardo Marinelli, o processo de construção da política nacional de reconhecimento de OMECs. Segundo ele, a iniciativa vem sendo desenvolvida de forma participativa e já mobiliza 113 instituições representativas dos diversos setores da sociedade, dos biomas brasileiros e da zona marinho-costeira, além de 13 ministérios do governo federal. O representante do MMA ressaltou ainda que a política em construção busca fortalecer uma abordagem de conservação inclusiva, valorizando o papel histórico desempenhado por povos indígenas, comunidades tradicionais, agricultores familiares, pescadores artesanais, extrativistas, produtores rurais e outros atores sociais na proteção da biodiversidade brasileira. A integração das OMECs com políticas públicas nacionais também foi destacada durante a apresentação. Entre os instrumentos relacionados está a Estratégia e Plano de Ação Nacionais para a Biodiversidade (EPANB 2025-2030), que prevê ações voltadas ao fortalecimento da conectividade ecológica, da conservação comunitária e da valorização dos povos e comunidades tradicionais. No painel internacional, Carolina Hazin, da TNC Internacional e copresidente do Grupo de Especialistas sobre OMECs da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), apresentou perspectivas para a agenda global e os esforços em curso para consolidar diretrizes e referências comuns para o reconhecimento dessas áreas. Também foi apresentado o panorama regional no âmbito da Agenda Colaborativa OMEC LAC 2025-2030. Johanna Dezza, especialista do WWF-USA em áreas protegidas e conservadas, destacou que o número de OMECs reconhecidas globalmente passou de cerca de 50 para mais de 7 mil entre 2021 e 2025. Segundo ela, a América Latina tem se consolidado como uma das regiões mais ativas na implementação do instrumento, com Colômbia, Peru e Equador já somando aproximadamente 15,1 milhões de hectares reportados à base global de dados de OMECs. A experiência colombiana também foi apresentada durante a mesa-redonda. Alexandra Areiza, da WCS Colômbia, compartilhou os avanços do país na construção de uma política baseada em governança compartilhada entre Estado e sociedade civil, envolvendo instituições públicas, organizações ambientais e centros de pesquisa. De acordo com Marinelli, as lições aprendidas pela Colômbia contribuíram para a criação, pelo MMA, de cinco grupos temáticos de especialistas responsáveis por discutir critérios e parâmetros de avaliação das OMECs sob diferentes abordagens ecossistêmicas, abrangendo ambientes terrestres, de águas doces e marinho-costeiros. O representante do MMA destacou ainda que o Brasil vem desenvolvendo mecanismos inovadores para cadastramento, análise automatizada de dados, elaboração de relatórios e divulgação das futuras OMECs reconhecidas no país, com apoio de ferramentas de inteligência artificial. Estudo de caso Outro destaque da programação foi a apresentação do relatório “Do potencial à ação: OMECs e conservação inclusiva na América Latina”, coordenado pela Equipe Global de Ciências da Rede WWF. A publicação reúne seis estudos nacionais e um relatório síntese regional, incluindo o estudo brasileiro elaborado a partir de entrevistas, revisão bibliográfica e análises de casos em diferentes territórios do país. Saiba mais sobre a publicação aqui Para Marinelli, o avanço da agenda de OMECs na América Latina depende da cooperação entre os países e da troca de experiências entre governos, instituições de pesquisa e organizações da sociedade civil. “Embora cada país avance a partir de seus próprios contextos políticos, ambientais e sociais, as experiências se fortalecem coletivamente e se complementam na construção de estratégias regionais de conservação inclusiva”, afirmou.  OMECs no SAPIS-ELAPIS   As discussões sobre OMECs integraram a programação temática “Outras Medidas Eficazes de Conservação (OMECs), Biodiversidade, Corredores Ecológicos e Coexistência” do SAPIS-ELAPIS e reforçaram o compromisso dos países latino-americanos com a Meta 3 do Marco Global da Biodiversidade de Kunming-Montreal, que prevê a conservação de pelo menos 30% das áreas terrestres e marinhas do planeta até 2030. O SAPIS e o ELAPIS são eventos técnico-científicos que promovem o intercâmbio de conhecimentos e o debate sobre conservação da biodiversidade, áreas protegidas e inclusão social no Brasil e na América Latina. Assessoria Especial de Comunicação Social do MMAimprensa@mma.gov.br(61) 2028-1227/1051Acesse o Flickr do MMA Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

MMA recebe secretária do Clima e Meio Ambiente da Noruega e celebra parcerias ambientais

A secretária-executiva do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), Anna Flávia Franco, recebeu a secretária do Clima e Meio Ambiente da Noruega, Astrid Willa Eide Hoem, na última semana, em Brasília (DF). Durante o encontro, foi celebrada a parceria de cooperação internacional entre os países, em projetos como o Fundo Amazônia e o Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF, na sigla em inglês). “Essa relação de cooperação é muito duradoura e tem trazido resultados muito exitosos para o Brasil e, por consequência, também são resultados que agregam ao planeta”, iniciou a secretária-executiva do MMA. Entre os destaques da parceria entre os países está o engajamento para a implementação do TFFF, lançado na COP30, em Belém, no ano passado. Na ocasião, o governo da Noruega anunciou o maior aporte ao fundo, entre os países integrantes da iniciativa: US$ 3 bilhões para os próximos dez anos. “É uma forma inovadora de garantir os fundos necessários para cuidar das florestas que precisamos cuidar. E, para a Noruega, é um compromisso muito forte, um compromisso com todo o governo e também um compromisso pessoal do nosso Primeiro-Ministro”, destacou a secretária do Clima e Meio Ambiente da Noruega. Fundo Amazônia Desde a sua criação, em 2008, a Noruega tem sido um dos principais apoiadores do Fundo Amazônia, mecanismo financeiro internacional concebido pelo Governo do Brasil em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para captar doações e financiar ações de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento, além de promover a conservação e o uso sustentável na Amazônia Legal. O país foi o primeiro doador do Fundo, contribuindo com R$ 3 bilhões entre 2009 e 2018. Em 2023, o país anunciou aporte adicional de R$ 250 milhões. “Nós reduzimos cerca de 50% do desmatamento na Amazônia, em um período curto (2023-2025), e acredito que nós devemos esse resultado, em parte, à cooperação muito valiosa com a Noruega, por meio do Fundo Amazônia”, refletiu Anna Flávia. Transição Energética Astrid Willa Eide Hoem relembrou o trabalho do Governo do Brasil na construção dos mapas do caminho para o fim do desmatamento e para a transição energética dos combustíveis fósseis. “O trabalho que o Brasil está fazendo nos roteiros é muito importante. Enviamos nossas sugestões no início deste ano. A Noruega está fortemente comprometida com a transição energética e, para nós, também é muito importante que ela aconteça tanto na produção quanto no consumo”, comentou a secretária de Estado do Clima e Meio Ambiente da Noruega. Tratado Global sobre Poluição por Plásticos Com a presença do secretário nacional de Meio Ambiente Urbano, Recursos Hídricos e Qualidade Ambiental do MMA, Adalberto Maluf, também foi discutido o Tratado Global sobre Poluição por Plásticos. A iniciativa está em debate pela Assembleia das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEA, na sigla em inglês), desde 2022. O Brasil tenta avançar no debate internamente. Além disso, a secretária-executiva do MMA mencionou a Declaração do Pantanal, resultado da COP15 das Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres (CMS), realizada em março, em Campo Grande (MS). Apoiado por 20 países até o momento, o documento reforça a importância das zonas úmidas para a conservação das espécies migratórias e faz um chamado para que mais países se tornem membros da Convenção. A representante da Noruega se comprometeu a analisar a Declaração, visando apoiá-la. Participaram da reunião, também, a diretora do Departamento de Oceano e Gestão Costeira do MMA, Ana Paula Prates; o chefe da Assessoria Especial de Assuntos Internacionais do MMA, Carlos Fonseca; e o embaixador da Noruega no Brasil, Kjetil Elsebutangen. Assessoria Especial de Comunicação Social do MMAimprensa@mma.gov.br(61) 2028-1227/1051Acesse o Flickr do MMA Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

Em Hiroshima, MMA participa de reuniões do Tratado da Antártica sobre conservação ambiental

O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) participou da 48ª Reunião Consultiva do Tratado da Antártica e da 28ª Reunião do Comitê de Proteção Ambiental, em Hiroshima, no Japão, entre os dias 11 e 21 de maio de 2026. Os debates abrangem as atividades humanas no continente e a sua proteção ambiental. Os encontros são realizados anualmente entre os países signatários do Tratado da Antártica e do Protocolo ao Tratado da Antártica sobre Proteção ao Meio Ambiente. Ambos são destinados ao debate sobre as atividades humanas no continente e sua proteção ambiental. O Tratado, firmado em 1959, visa um continente dedicado à paz, à ciência e à proteção do meio ambiente. Quando foi criado, o mundo estava sob pressão de uma guerra nuclear e o Tratado propôs a destinação pacífica da região, proibindo a realização de testes com armas nucleares no local. Já o Protocolo, criado em 1991, visa à proteção integral do continente durante, pelo menos, 50 anos, ao conceder o status de “Reserva Natural Internacional dedicada à Ciência e à Paz”. Através dele, foi criado o Comitê para a Proteção Ambiental. O Brasil é signatário do Tratado da Antártica desde 1975, e do Protocolo desde 1998. Desde 1982, o governo brasileiro atua no continente por meio da Operação Antártica (OPERANTAR), ligada ao Programa Antártico Brasileiro (PROANTAR) – o projeto fomenta a pesquisa científica na região e é coordenado pelo MMA, Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), e Marinha do Brasil. Dessa forma, a delegação brasileira foi composta, nos encontros internacionais, por representantes do MMA, do MCTI, da Marinha, e também do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), do Ministério das Relações Exteriores (MRE), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Meio ambiente em foco Ao longo dos anos, as questões ambientais têm ocupado lugar de destaque nas reuniões anuais desses foros. Como uma das áreas mais sensíveis do planeta, a Antártica sofre de forma mais acelerada os efeitos da mudança do clima e essas transformações, por sua vez, projetam consequências sobre todo o sistema climático terrestre. A esse quadro soma-se o aumento das atividades humanas no continente, com destaque para o turismo, que tem ampliado as pressões ambientais e os riscos associados. Para enfrentar os desafios climáticos e as transformações ambientais por meio da cooperação internacional, os países participantes dedicaram-se a apresentar, com base na ciência, planos, ações e instrumentos capazes de responder aos problemas ambientais identificados, prevenir os riscos emergentes e preparar respostas para os cenários futuros. Decisões A pauta climática ocupou posição central na reunião do Comitê de Proteção Ambiental do Tratado, com a participação de representantes de quarenta países-membros do Protocolo de Madri, no ano em que se celebra o 35º aniversário de sua assinatura. Na ocasião, foi apresentada a Atualização sobre Mudança do Clima e Meio Ambiente na Antártica, que documenta a redução acelerada do gelo marinho, o retrocesso glacial e os impactos sobre a Península Antártica – região submetida a aquecimento rápido e a eventos meteorológicos extremos. Além disso, o Comitê examinou a proposta de designação do pinguim-imperador como espécie antártica especialmente protegida, com base na reclassificação da espécie como “em perigo” pela Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). A decisão possui alta sensibilidade política e está diretamente relacionada à agenda climática. Embora a maioria dos membros tenha manifestado firme apoio à designação, não se alcançou o consenso necessário. O grupo também aprovou a revisão do Manual sobre Espécies Não Autóctones e Doenças da Vida Silvestre — atualização que reflete a crescente preocupação com a influenza aviária, confirmada pelo terceiro ano consecutivo no continente antártico. O documento também apresenta diretrizes sobre avaliação de impactos ambientais cumulativos e na descrição do estado ambiental de referência, como base para a Avaliação de Impacto Ambiental (AIA). Além disso, foram criadas duas novas Áreas Antárticas Especialmente Protegidas e os planos de gestão de treze Áreas Antárticas Especialmente Protegidas foram revistos. Para além da agenda oficial, o Grupo de Avaliação Ambiental (GAAm), ligado ao Programa Antártico Brasileiro (PROANTAR) – do qual o MMA faz parte – realizou reuniões bilaterais diversas, com destaque para Reino Unido, Nova Zelândia e Austrália. Nos encontros, foram abordados os projetos de controle ambiental dos respectivos programas antárticos dos países. Marco geopolítico Em 2026, com um contexto internacional marcado por tensões geopolíticas significativas, foi designado para sediar os eventos do Tratado da Antártica e Tratado de Madri o primeiro local a sofrer um ataque com bomba atômica na história. O simbolismo não passou despercebido às delegações, que destacaram o êxito da cooperação multilateral na Antártica, mantida mesmo nos momentos mais sombrios da ordem internacional, como exemplo a ser replicado em outras regiões. No próximo ano, o encontro será realizado entre os dias 17 e 27 de maio de 2027, em Incheon, na Coreia do Sul. Assessoria Especial de Comunicação Social do MMAimprensa@mma.gov.br(61) 2028-1227/1051Acesse o Flickr do MMA Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

FICCO/PR apreende mais de uma tonelada de maconha em Foz do Iguaçu/PR

Foz do Iguaçu/PR. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Paraná (FICCO/PR), em ação conjunta com o Batalhão de Polícia de Fronteira da Polícia Militar do Paraná e a equipe POP do 14º BPM, apreendeu 1.035,200 quilos de maconha, na noite de terça-feira (2/6), em Foz do Iguaçu/PR. A ação teve início após as equipes identificarem movimentação suspeita nos fundos de um estacionamento de caminhões. No local, as equipes encontraram diversos fardos de maconha que seriam colocados no compartimento de carga do caminhão, que transportava também produtos de polipropileno destinados a equipamentos de proteção individual (EPIs) e possuía lacres da Receita Federal do Brasil. Durante a inspeção, foi constatado que a trava da porta havia sido removida sem o rompimento dos lacres, indicando tentativa de ocultação do entorpecente em meio à carga regular. Além da droga, foram apreendidos o conjunto veicular de carga, composto por cavalo mecânico acoplado a semirreboque tipo baú, e a carga comercial transportada. Todos os itens apreendidos foram encaminhados à Delegacia da Polícia Federal para os procedimentos cabíveis. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Paraná (FICCO/PR) é composta pela Polícia Federal (PF), Polícia Militar do Paraná (PMPR), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Secretaria de Estado da Segurança Pública (SESP-PR), Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN). Comunicação Social da Polícia Federal em Foz do Iguaçu/PR – CS/PF/Fozcs.foz@pf.gov.br@pffoz Canal para Denúnciadenuncias.fig.pr@pf.gov.br Fonte: Polícia Federal

Figueira centenária é incendiada em Três Lagoas e assusta moradores 

Incêndio aconteceu na madrugada desta quarta-feira Na madrugada desta quarta-feira (3), uma figueira foi incendiada no bairro Vila Piloto, em Três Lagoas. A dimensão do fogo assustou moradores da região e mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros Militares para controlar as chamas. A situação ocorreu por volta das 00h30, quando militares do 1º Subgrupamento de Bombeiros Militar (1º SGBM) do 5º Grupamento de Bombeiros Militar (5º GBM) foram acionados para atender uma ocorrência na Rua 36, no bairro Vila Piloto. Na ocasião, o fogo teria sido provocado por indivíduos ainda não identificados. As equipes do Corpo de Bombeiros atuaram rapidamente no combate ao incêndio, utilizando aproximadamente 600 litros de água para extinguir as chamas e evitar que o fogo se propagasse. Apesar dos danos causados à árvore, não houve registro de vítimas. Fonte: Midiamax

Após fuga, motorista abandona Dodge/Ram com 863 quilos de maconha

Na caminhonete os policiais encontraram os tabletes de maconha e documentos pessoais do suspeito de transportar a droga. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 863 quilos de maconha, nesta quarta-feira (3), em Bataguassu (MS).  Durante fiscalizações na BR-267, os policiais deram ordem de parada a uma Dodge/Ram, porém o condutor não obedeceu e iniciou fuga. Durante a fuga o motorista da caminhonete passou em alta velocidade por uma passagem elevada e danificou as rodas e pneus do veículo, em seguida, o motorista abandonou o veículo e empreendeu fuga a pé, não sendo localizado.  Na caminhonete os policiais encontraram os tabletes de maconha e documentos pessoais do suspeito de transportar a droga. A droga e o veículo foram encaminhados à Polícia Civil em Bataguassu (MS).  Fonte: PRF MS

CGU destaca papel da atividade correcional na promoção da segurança jurídica e da confiança nas instituições

A corregedora-geral da União da Controladoria-Geral da União (CGU), Fernanda Alvares da Rocha, destacou que a normatização correcional desempenha papel fundamental na promoção da segurança jurídica, assegurando previsibilidade, coerência e confiança nos processos administrativos, ao participar de evento promovido pela Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional do Distrito Federal (OAB/DF) e pelo Sindifisco Nacional – Delegacia Sindical de Brasília, no dia 29 de maio.  Durante o seminário “A Atividade Correcional no Estado de Direito”, a corregedora ressaltou que a legislação vigente e os normativos produzidos pela CGU têm contribuído para a consolidação de procedimentos mais claros e uniformes, oferecendo maior segurança aos agentes públicos e fortalecendo a credibilidade das instituições.    “A atividade correcional é um instrumento essencial para garantir a integridade da Administração Pública, prevenir abusos e promover decisões pautadas pela legalidade, pela transparência e pela segurança jurídica”, enfatizou Fernanda Alvares da Rocha.  O evento reuniu representantes da advocacia, especialistas e profissionais que atuam na área correcional para debater os desafios e as contribuições da atividade disciplinar para o fortalecimento do Estado de Direito.  O seminário também proporcionou um espaço de diálogo sobre os desafios contemporâneos da atuação correcional e a importância da cooperação entre órgãos de controle, entidades representativas e sociedade civil. A corregedora frisou que essa articulação é fundamental para o aprimoramento das práticas de integridade e para o fortalecimento da confiança da sociedade nas instituições públicas.  A participação da CGU no evento reforça o compromisso da instituição com o aperfeiçoamento contínuo dos mecanismos de integridade, responsabilização e governança pública, contribuindo para uma gestão pública cada vez mais transparente, eficiente e alinhada aos princípios do Estado Democrático de Direito. Fonte: Controladoria-Geral da União

Tamanduá-bandeira é resgatado pela PMA

Moradores da Gleba Vitória informaram que o filhote havia sido avistado sozinho e permanecia na mesma área há mais de 24 horas. Em uma ação que marcou o início das atividades da Semana do Meio Ambiente, a equipe do 3º Grupamento de Polícia Militar Ambiental de Batayporã (3ºGPM/2ºBPMA) realizou o resgate de um filhote de Tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla) na zona rural de Ivinhema, na última segunda-feira (01/06). O alerta chegou à equipe durante a participação em um evento oficial no município. Moradores da Gleba Vitória informaram que o filhote havia sido avistado sozinho e permanecia na mesma área há mais de 24 horas. Como o comportamento da espécie envolve um longo período de dependência materna — onde o filhote é carregado no dorso da mãe —, o isolamento prolongado indicava que o animal estava em situação de risco e vulnerabilidade. A Polícia Militar Ambiental realizou a captura técnica, garantindo que o manejo não causasse estresse adicional ao pequeno tamanduá. Considerando a fragilidade do animal e a ausência da mãe no local, a guarnição efetuou o transporte imediato para a Green Farm CO2 Free, em Itaquiraí. A unidade para o recebimento e reabilitação de fauna silvestre na região. A PMA ressalta que o tamanduá-bandeira é uma espécie classificada como vulnerável à extinção. Ao encontrar animais silvestres feridos ou filhotes aparentemente abandonados, a orientação é não tentar o manejo direto e acionar a Polícia Ambiental para que o resgate seja feito de forma técnica e segura. https://www.instagram.com/pmms.2bpma/p/DZII_cGEV__ Fonte: PMA/Instagram

MME realiza workshop estratégico sobre Agri-PV e lança atualização de estudo inédito no Brasil

O Ministério de Minas e Energia (MME), em cooperação com a Parceria Energética Brasil-Alemanha (GIZ), realizou nesta terça-feira (2/6) o Workshop Estratégico “Explorando o Potencial Agri-PV: Um novo horizonte para a agricultura e energia sustentável no Brasil”. O evento marcou o lançamento da Versão 2.0 do estudo técnico “Sistemas Agrivoltaicos no Brasil: Estudo de potencial e viabilidade técnico-econômicos”. O encontro teve como foco consolidar recomendações práticas, identificar barreiras e propor políticas públicas para o avanço da tecnologia agrivoltaica (Agri-PV) no país. A solução integra a geração de energia solar fotovoltaica à produção agrícola em uma mesma área, promovendo o uso eficiente da terra, o desenvolvimento rural sustentável e a diversificação da renda no campo, com potencial para beneficiar especialmente a agricultura familiar. A diretora do Departamento de Transição Energética do MME, Karina Araújo, destacou que o workshop evidencia a importância da articulação entre diferentes setores e reforça o compromisso do MME com a construção coletiva dessa iniciativa. “O agrivoltaico representa um novo horizonte para o Brasil ao integrar produção agrícola, energia limpa e inclusão social. O engajamento do governo, da academia, do setor produtivo e do setor financeiro demonstra a força dessa estratégia. O MME está comprometido em construir, de forma conjunta, os caminhos para superar desafios e transformar o Brasil em uma referência global” , afirmou Karina. A programação contou ainda com o painel “Agri-PV no Brasil – implicações, desafios e caminhos para implementação”, que reuniu representantes do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), do Ministério da Fazenda (MF) e do Banco do Nordeste. O workshop também promoveu sessões temáticas dedicadas aos aspectos tecnológicos, regulatórios, modelos de negócios e capacitação. As contribuições consolidadas durante os trabalhos servirão de subsídio para as próximas etapas de desenvolvimento do setor no país. Estudo atualizado amplia análise sobre potencial da tecnologia Publicada originalmente no final de 2025, a nova versão do estudo aprofunda o mapeamento do estado da arte dos sistemas agrivoltaicos no Brasil e no cenário internacional. O documento evidencia as condições favoráveis para a expansão da tecnologia em território nacional, considerando a elevada irradiação solar e a ampla disponibilidade de áreas agrícolas Entre os principais destaques da nova versão estão: Mapeamento de Projetos: A identificação detalhada de mais de 13 projetos-piloto já existentes no Brasil, como o projeto Ecolume (PE), Aldeia Pankará (PE) e iniciativas em universidades como UFAL e UFSC. Estudo de Caso na Amazônia: Uma análise econômica aprofundada da Associação dos Produtores Orgânicos de Iranduba (APOI), no Amazonas. O estudo comprova a viabilidade técnica e financeira da implantação de sistemas agrivoltaicos para famílias de agricultores e uma cozinha industrial, apresentando indicadores altamente positivos (como uma Taxa Interna de Retorno de 24,41% e payback de menos de 8 anos). Oportunidades de Financiamento: Uma revisão abrangente e atualizada das linhas de crédito disponíveis para impulsionar a tecnologia no país, incluindo PRONAF Bioeconomia, FNE SOL, FNO Rural Verde e BNDES Finame Baixo Carbono. Análise SWOT: Um detalhamento das forças, fraquezas, oportunidades e ameaças, ressaltando que, embora o Brasil tenha um setor solar consolidado, ainda enfrenta desafios regulatórios e necessidade de capacitação técnica. Acesse aqui a Versão 2.0 do estudo. Assessoria Especial de Comunicação Social – MMETelefone: (61) 2032-5759 | Email: imprensa@mme.gov.br Instagram ● Twitter ● Facebook ● YouTube ● Flickr ● LinkedIn Fonte: Ministério de Minas e Energia

Força-Tarefa prende três pessoas que tentavam sacar benefício fraudulento no Piauí

A Força-Tarefa Previdenciária no Piauí realizou, na tarde da última terça-feira (02), a prisão em flagrante de três pessoas que tentavam sacar um benefício fraudulento numa agência bancária em Teresina (PI). Na ocasião, os suspeitos tentavam sacar benefício de aposentadoria por idade rural com uso de documento falso. Siga o canal da Previdência Social no WhatsApp Seguir As prisões ocorreram no momento do saque do benefício, o que impediu a consumação do prejuízo, ocasionando uma economia de R$ 2,4 mil aos cofres públicos. A ação foi conduzida pela Polícia Federal, com apoio da Coordenação-Geral de Inteligência da Previdência Social (CGINP), do Ministério da Previdência Social (MPS) . Há 26 anos, a Força-Tarefa Previdenciária é integrada pelo Ministério da Previdência Social e pela Polícia Federal, que atuam em conjunto no combate a crimes estruturados contra o sistema previdenciário. No Ministério da Previdência Social, cabe à Coordenação-Geral de Inteligência da Previdência Social detectar e analisar os indícios de crimes e fraudes organizadas. Fonte: Ministério da Previdência Social