PF realiza operação contra promoção de migração ilegal em Roraima

Boa Vista/RR. A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (3/6), a Operação Guarda Fronteira, com o objetivo de reprimir o crime de promoção de migração ilegal na região de Bonfim/RR. Durante a ação, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão em Boa Vista/RR. Também foram resgatadas duas vítimas localizadas em alojamentos com condições precárias. Nas diligências, foram apreendidos aparelhos celulares pertencentes aos investigados, que serão analisados no âmbito das investigações. Os elementos apurados indicam a existência de estrutura voltada ao transporte irregular de estrangeiros, com obtenção de vantagem econômica em decorrência da atividade. As investigações seguem em andamento. Comunicação Social da Polícia Federal em Roraima(95) 3621-4747cs.srrr@pf.gov.br Fonte: Polícia Federal

PF atua em cooperação internacional que resulta na prisão de foragido da Justiça venezuelana no Peru

Manaus/AM. A cooperação internacional entre autoridades policiais do Brasil, Peru e Venezuela resultou, na madrugada desta sexta-feira (5/6), na prisão de um foragido da Justiça venezuelana e alvo de Difusão Vermelha da INTERPOL. A detenção ocorreu na cidade de Caballococha, no Peru, e foi resultado da atuação integrada da Polícia Federal, da Adidância da Polícia Federal em Caracas, da Adidância da Polícia Federal no Peru, do Escritório Central Nacional da INTERPOL na Venezuela (OCN Venezuela), do Escritório Central Nacional da INTERPOL no Brasil (OCN Brasil) e da Polícia Nacional do Peru. De acordo com informações compartilhadas pelas autoridades venezuelanas, o foragido encontrava-se no Brasil e pretendia deslocar-se para o Peru. A partir da cooperação internacional e da troca de informações entre os órgãos envolvidos, foi possível localizá-lo e efetuar sua prisão em território peruano. O detido será conduzido à cidade de Iquitos, onde serão adotadas as medidas legais cabíveis. Coordenação-Geral de Comunicação Social da Polícia Federalimprensa@pf.gov.br Fonte: Polícia Federal

Motorista embriagado invade pista contrária e provoca acidente na MS-480

Devido ao impacto da colisão, a caminhonete ficou completamente destruída O condutor de uma caminhonete foi preso em flagrante na manhã desta sexta-feira (5), após invadir a pista contrária e provocar uma colisão no km 4 da MS-480, em Anaurilândia. O condutor foi detido por embriaguez ao volante. A colisão envolveu uma caminhonete e um caminhão-trator com dois semirreboques. Conforme o BPMRv (Batalhão de Polícia Militar Rodoviária), o condutor da caminhonete teria invadido a pista contrária, assim, sem tempo hábil, o caminhoneiro não teria conseguido desviar e evitar a batida. Devido ao impacto da colisão, a caminhonete ficou completamente destruída e foi parar às margens da rodovia. Já o caminhão teve a frente danificada também. Inicialmente, o motorista da caminhonete teria se recusado a realizar o teste de bafômetro. Apesar disso, apresentava fala alterada, dificuldade de equilíbrio, olhos avermelhados e desorientação, além do odor etílico. Mas, posteriormente, realizou e testou positivo com 0,36 miligrama de álcool por litro de ar alveolar expirado. Já o motorista do caminhão teve o resultado negativo para ingestão de álcool. Em decorrência do acidente, a rodovia precisou ficar parcialmente interditada durante os trabalhos de atendimento e remoção dos veículos. Por fim, o condutor embriagado foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Anaurilândia para as providências cabíveis. O veículo foi atingido de frente. (Foto: Fala Povo, Midiamax) Fonte: Midiamax

Representantes do MDS debatem proteção social, emergências climáticas e os desafios enfrentados pela população LGBTQIA+

Os desafios enfrentados pela população LGBTQIA+ em situações de desastres, eventos climáticos extremos e emergências sociais estiveram no centro do debate promovido durante a roda de conversa “Políticas de Proteção Social, Questões Climáticas e Emergenciais e a População LGBTQIA+”, realizada nesta quinta-feira (5.06), na Casa do Professor, no centro da capital paulista. Laís Mendes, assessora de gabinete do MDS e presidente do Comitê Permanente de Calamidades Públicas e Emergências (CCPE), apresentou os impactos das mudanças climáticas e explicou como esses fenômenos afetam a população LGBTQIA+  “Este debate foi fundamental, pois os desastres climáticos afetam de forma mais intensa os grupos em situação de vulnerabilidade, entre eles a população LGBTQIA+. O encontro foi uma oportunidade importante para refletirmos sobre estratégias de fortalecimento das políticas públicas voltadas à garantia de direitos e à proteção dessas pessoas”, afirmou. A atividade reuniu representantes do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), de organizações da sociedade civil e de conselhos de participação social para discutir estratégias de proteção, inclusão e garantia de direitos diante do aumento dos eventos climáticos e de seus impactos sobre populações em situação de vulnerabilidade. Suely Oliveira, diretora de programa do gabinete do ministro do MDS, e conselheira do Conselho Nacional LGBTQIA+, avaliou a experiência como muito positiva para aperfeiçoar ainda mais as políticas assistenciais. “Nossa plenária foi muito interessante porque tivemos pessoas de várias regiões do Brasil. Tivemos a oportunidade de praticar a escuta, explicar mais sobre as ações do MDS. Foi um momento muito feliz e de grande valia para o trabalho que desenvolvemos”, celebrou.  Durante o encontro, os participantes destacaram a importância de incorporar marcadores de diversidade às políticas de gestão de riscos, resposta a emergências e proteção social, considerando as vulnerabilidades específicas enfrentadas por pessoas LGBTQIA+ em contextos de deslocamento, insegurança alimentar, perda de renda e acesso a serviços públicos. Alex Sandro Lopes Cordeiro, coordenador-geral da Secretaria Nacional de Assistência Social (SNAS) do MDS, destacou o papel do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) na construção de um país mais inclusivo, onde as políticas públicas alcancem quem mais precisa. “A assistência social é uma política de proteção que também acolhe e garante direitos à população LGBTQIA+. Estamos aqui para fortalecer esse atendimento e ampliar o acesso a essa rede de proteção”, afirmou. O debate também abordou a atuação da rede socioassistencial em situações de calamidade pública e a necessidade de fortalecer ações intersetoriais capazes de assegurar acolhimento, proteção e acesso a direitos para toda a população, sem discriminação. Para Keila Simpson Sousa, conselheira titular da Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais (Abong), a atividade foi uma oportunidade para estreitar os laços das políticas públicas na defesa do público LGBTQIA+. “Realizamos uma importante agenda com o MDS que nos dará mais base para defendermos as políticas públicas para o público LGBTQIA+. Foi uma oportunidade de muito proveito no debate das políticas assistenciais”, argumenta.  Promovida no contexto do Mês do Orgulho, a roda de conversa reforçou a importância da construção de políticas públicas inclusivas e preparadas para responder aos desafios impostos pelas mudanças climáticas, especialmente para grupos historicamente expostos a diferentes formas de desigualdade social. Richarlls Martins, presidente da Comissão Nacional de População e Desenvolvimento da Presidência da República, participou da atividade e apoio a iniciativa do MDS de promover esta discussão. “A roda de conversa promovida pelo MDS com foco no público LGBTQIA+ reforça a visibilidade do público na promoção das políticas de assistência social. É muito importante pensarmos como as questões climáticas afetam o público LGBTQIA+ e pensarmos em alternativas para amenizar este cenário”, detalha.  Proteção social e diversidade A atividade integrou a programação do Mês do Orgulho e reuniu representantes da Secretaria Nacional de Assistência Social (SNAS/MDS), do Comitê Permanente de Gênero, Raça e Diversidade do MDS, da Secretaria Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, da Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais (ABONG), da Comissão Nacional de População e Desenvolvimento (CNPD) e do Conselho Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+. Erika Santos, assessora de gabinete na Assessoria de Participação Social e Diversidade (APSD) do MDS, reforçou que as políticas públicas são feitas a partir do contato com os territórios. “Hoje, trocamos conhecimentos com o público LGBTQIA+, debatemos as questões climáticas e como elas afetam os territórios. Foi muito proveitoso para todos nós”, destacou.  O encontro teve como objetivo ampliar o debate sobre os efeitos das mudanças climáticas na vida da população LGBTQIA+ e fortalecer a articulação entre governo e sociedade civil na formulação de políticas públicas voltadas à proteção social e à garantia de direitos. Assessoria de Comunicação – MDS     Fonte: Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome

Uma Kombi, três amigas e um sonho: Natasha chega à mostra competitiva do Bonito Cinesur 

Longa sul-mato-grossense transforma série gravada em Dourados em um road movie sobre amizade, luto, diversidade e pertencimento O sonho de Natasha vai seguir viagem pelas telas do Bonito Cinesur – Festival de Cinema Sul-Americano. O longa-metragem sul-mato-grossense foi selecionado para a Mostra Competitiva do Filme Sul-Mato-Grossense da 4ª edição do evento, que será realizado entre os dias 24 de julho e 1º de agosto de 2026, em Bonito (MS), reunindo 32 produções de dez países da América do Sul. A produção acompanha Nicole, Inês e Leona, amigas de Natasha que, após o assassinato dela, transformam o luto em movimento. Com poucos recursos e uma Kombi emprestada, elas atravessam Mato Grosso do Sul até Mato Grosso para realizar o sonho que a amiga não pôde viver: participar do concurso de drag queens Raio de Sol do Pantanal. O que começa como homenagem se transforma em uma travessia marcada por afeto, memória e resistência. Pelo caminho, as personagens enfrentam preconceito, invisibilidade e desafios constantes, enquanto são levadas a confrontar suas próprias histórias, medos e identidades. Do formato seriado à tela grande A seleção marca um novo capítulo para uma história que começou em Dourados, em 2017, como série, e agora ganha formato de longa-metragem. Com aproximadamente duas horas de duração, o filme revisita a trajetória de suas personagens em uma narrativa sobre amizade, luto, diversidade e busca por pertencimento. Baseado no roteiro de Antoni Magalhães, Natasha nasce da adaptação para o cinema da série homônima de 13 episódios, dirigida originalmente por Thiago Rotta e Rafael Rotta. A transformação em longa foi conduzida por Ana Ostapenko, diretora da adaptação cinematográfica, em parceria com Kojiro, responsável pela direção de edição e montagem. O trabalho resultou em uma narrativa renovada para a tela grande, preservando a força afetiva, estética e temática da produção original. A delicadeza com que aborda vivências LGBTQIAPN+, somada à força de seus personagens, consolida Natasha como uma obra marcante do audiovisual sul-mato-grossense. Para Ana Ostapenko, a seleção representa o reconhecimento de um processo conduzido com dedicação e sensibilidade. “Receber a notícia de que Natasha foi selecionado para o Bonito Cinesur é uma alegria imensa. Este é meu primeiro longa-metragem como diretora de adaptação para o cinema e vê-lo integrar a programação de um festival sul-americano tão relevante é emocionante. Estar ao lado de produções de diversos países reafirma a potência das histórias produzidas em Mato Grosso do Sul”, destaca. Responsável pela direção de edição e montagem, Kojiro ressalta o desafio de transformar uma obra seriada em uma experiência cinematográfica. “Desde janeiro estivemos dedicados a compreender como transformar uma série em uma experiência cinematográfica única, preservando toda a identidade visual construída na produção original. Ver esse esforço reconhecido por um festival da importância do Bonito Cinesur nos dá a certeza de que o caminho escolhido foi o correto”, afirma. Um dos criadores e diretores da série original, Thiago Rotta avalia que a participação no festival representa um passo importante para a circulação da obra. “O Bonito Cinesur se consolidou como uma vitrine fundamental para o cinema sul-americano e para a produção regional. Estamos muito felizes com a seleção e ansiosos para compartilhar essa história que nasceu aqui em Mato Grosso do Sul”, pontua. O trailer oficial de Natasha já está disponível no YouTube e antecipa a atmosfera da produção, marcada por afeto, memória e resistência. Para assistir, acesse: https://www.youtube.com/watch?v=Omhhnbun13E.

MJSP cria grupo de trabalho para regulamentar banco nacional de dados sobre facções criminosas, milícias e grupos paramilitares

Brasília, 5/6/26 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) iniciou a construção da regulamentação do Banco Nacional de Dados de Organizações Criminosas Ultraviolentas, Grupos Paramilitares ou Milícias Privadas. Para isso, foi instituído um Grupo de Trabalho Técnico (GTT), responsável por elaborar a proposta normativa que definirá as regras de funcionamento, governança, compartilhamento de informações, interoperabilidade e segurança do sistema. Previsto no artigo 29 da Lei nº 15.358, de 24 de março de 2026, o Banco Nacional será uma ferramenta estratégica de integração de dados e produção de inteligência no âmbito do Sistema Único de Segurança Pública (Susp), destinada ao fortalecimento das ações de prevenção, monitoramento, investigação e repressão qualificada ao crime organizado. A proposta em elaboração prevê a criação de uma base nacional unificada com informações sobre integrantes, colaboradores, financiadores e pessoas vinculadas a organizações criminosas ultraviolentas, milícias privadas e grupos paramilitares, além de registros sobre estruturas organizacionais, vínculos operacionais, financeiros e territoriais, dados de inteligência, investigações criminais e articulações interestaduais e transnacionais dessas organizações. O sistema será coordenado pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), por meio da Diretoria de Gestão e Integração de Informações (DGI), e deverá funcionar de forma integrada aos bancos estaduais que serão implementados pelas unidades da Federação. A proposta também prevê mecanismos de interoperabilidade, auditoria permanente, rastreabilidade dos acessos e elevados padrões de segurança da informação e proteção de dados. Segundo o secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, a iniciativa representa um avanço estrutural na capacidade do Estado brasileiro de enfrentar organizações criminosas que atuam de forma articulada em diferentes regiões do país. “O crime organizado não respeita divisas estaduais. Por isso, precisamos de ferramentas capazes de integrar informações, identificar conexões e permitir uma atuação coordenada entre as forças de segurança. O Banco Nacional nasce com esse propósito: transformar dados em inteligência, fortalecer as investigações e ampliar a capacidade do Estado de enfrentar facções criminosas, milícias e grupos armados que ameaçam a população brasileira”, afirmou. O grupo de trabalho reunirá representantes da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen), Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), Conselho Nacional de Secretários de Segurança Pública (Consesp), Conselho Nacional dos Chefes de Polícia Civil (Concpc) e Conselho Nacional dos Comandantes-Gerais das Polícias Militares (CNCG). Também deverão ser convidados representantes do Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (GNCOC), Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais (CNPG), Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), Banco Central, Receita Federal, Ministério Público Federal, além de pesquisadores e instituições de referência na área da segurança pública, como o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o Núcleo de Estudos da Violência da USP (NEV-USP), o Instituto Sou da Paz e o Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC). Além de apoiar investigações e ações de inteligência, o banco permitirá identificar vínculos operacionais, financeiros e associativos entre indivíduos e organizações criminosas, fortalecer a cooperação entre os entes federativos, subsidiar a formulação de políticas públicas baseadas em evidências e ampliar a integração entre os sistemas de segurança pública de todo o país. A regulamentação também deverá estabelecer critérios objetivos para inclusão, atualização e exclusão de registros, protocolos de compartilhamento nacional e internacional de informações, mecanismos de auditoria e responsabilização, além da utilização de tecnologias avançadas para correlação de dados, análise de vínculos e apoio à atividade de inteligência. Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

Festejos juninos começam no Nordeste: cidades projetam mais público e faturamento maior em 2026

O clima dos festejos juninos já está no ar! Centenas de cidades do Nordeste já iniciaram as festividades de São João, atraindo milhares turistas e movimentando a economia. São diversos eventos, shows e festas que têm atraído multidões. A expectativa dos municípios, em 2026, é superar a quantidade de turistas e a movimentação financeira registradas no ano passado. Além do impacto financeiro, as celebrações desempenham uma função importante na manutenção do patrimônio imaterial brasileiro. Por meio de danças, culinária típica e manifestações populares, as festas fortalecem laços comunitários e garantem que tradições centenárias atravessem gerações, projetando a imagem do Brasil para o mundo. O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, afirmou que os festejos se consolidam cada vez mais como um importante meio de atração de turistas domésticos e estrangeiros. “Esses eventos valorizam a identidade nacional e movimentam toda a indústria do turismo, gerando renda e emprego para milhares de brasileiros nesta época. É um período muito festivo para celebrar nossa cultura e alavancar a economia desses municípios. Costumo dizer que é o ‘segundo carnaval’ do Brasil”, disse o ministro. Em Campina Grande, a 43ª edição do ‘Maior São João do Mundo’ começa oficialmente nesta sexta-feira (5). A festa, que vai até 5 de julho, deve movimentar mais de R$ 800 milhões na economia local. Recentemente, o ministro do Turismo anunciou R$ 2 milhões em recursos para os festejos na cidade. O São João de Campina Grande terá vários shows gratuitos no Parque do Povo, que conta com mais de 70 mil metros quadrados de área total. A estimativa da Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Campina Grande é de um público de mais de 3,5 milhões de pessoas – um número 10% maior que em 2025. Segundo o governo do Estado, haverá festejos juninos em ao menos 134 cidades da Paraíba. Em Petrolina (PE), o São João local conta com mais de 100 atrações, com o auge da programação entre 19 e 27 de junho e apresentações de artistas locais e nacionais. A prefeitura estima uma movimentação de cerca de R$ 350 milhões na economia e criação de 20 mil empregos. Já em Caruaru (PE), 27 polos de animação estarão espalhados pela área urbana e rural da cidade, que tem como tema “Tecido de tradições, costurando gerações”. As festividades começaram no dia 30 de maio. Em Aracaju (SE), o ponto alto é o tradicional Forró Caju, que começou nesta quinta (4) e vai até 28 de junho. A expectativa, de acordo com o município, é superar o público de 350 mil pessoas registradas em 2025. Na capital sergipana ocorre também o “maior arraiá à beira-mar do Brasil”. São diversos eventos espalhados pela orla. Destaque também para a ‘Segundona do Turista’, realizada sempre às segundas no Arraiá do Povo e na Vila do Forró, ambos na Praça de Eventos da Orla da Atalaia. No Estado está sendo esperado um público de mais de 2,5 milhões de pessoas, com uma movimentação na economia de mais de R$ 400 milhões. Já o São João da Bahia oferece uma enorme diversidade de atrativos em suas 13 zonas turísticas. A festa é celebrada oficialmente em 24 de junho, mas algumas cidades já promovem o esquenta com eventos antecipados festejando o Santo Antônio, dia 13. Segundo dados da Secretaria de Turismo do Estado, em 2025, 1,8 milhão de visitantes circularam pelo território baiano, no período junino, injetando R$ 2,3 bilhões na economia local. A expectativa para 2026 é superar os números do ano passado. Em São Luís (MA) o São João tem como uma das principais atrações o ‘Bumba Meu Boi’ – uma das maiores manifestações culturais do Brasil e Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. As festas na cidade começaram na quinta-feira (4) e vão até 29 de junho. Em 2026, o município se prepara para o evento com expectativa de bater recorde de turistas e alta taxa de ocupação hoteleira. De acordo com a Secretaria de Turismo do Estado, são esperados cerca de 250 mil visitantes, com uma injeção de R$ 2,5 milhões na economia local. No Ceará, as atividades acontecem em cerca de 20 regiões do Estado. Conhecido como o maior festejo junino de arena do Brasil, o São João de Maracanaú já deu a largada para os festejos no dia 29 de maio. Para a edição de 2026, estão confirmadas 35 atrações nacionais da música, ampliando o alcance e a visibilidade do evento em todo o território nacional. A expectativa é que mais de 3 milhões de pessoas compareçam às festas, com um impacto financeiro para a cidade em torno de R$ 120 milhões. O evento, que beneficia centenas de pequenos comerciantes, barraqueiros e ambulantes, têm no período junino uma das suas maiores fontes de renda no ano, gerando cerca de 4,5 mil vagas de trabalho temporário. No Ceará, há ainda a tradicional Festa do Pau da Bandeira. A celebração, realizada na cidade de Barbalha, reforça as raízes nordestinas e mobiliza milhares de pessoas em torno da fé, da música e das manifestações populares. É considerada Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil pelo Iphan desde 2015. Em Mossoró (RN), o Mossoró Cidade Junina se destaca pela pluralidade de atrativos culturais distribuídos em dez polos que contam shows, apresentações, fantoches, mamulengos e teatro. A prefeitura espera movimentar mais de R$ 360 milhões, atraindo um público de mais de 1,2 milhão de pessoas. Em Alagoas, o pontapé inicial do São João acontece neste sábado (6) com o Forrogaço, realizado no município de Piranhas. O evento deve contar com um público superior a 30 mil pessoas e impacto econômico previsto de mais de R$ 6 milhões. O Massayó, em Macéio (AL), acontece no litoral e será realizado entre 22 e 28 de junho, no Polo Jaraguá. Em 2025, o evento movimentou mais de R$ 350 milhões na economia local, com impacto direto no turismo e na geração de empregos. De acordo com o município, cerca de 700 mil pessoas devem prestigiar a festa – uma média de 100 mil pessoas por dia. Divulgação na Argentina No início

Carla Díaz vive vilã cadeirante em nova novela e exibe bastidores: ‘Então é Amor?’

Carla Díaz, de 35 anos, está na expectativa para a estreia de Então é Amor?, nova novela vertical do Globoplay. A produção chega à plataforma no dia 16 de junho e traz a atriz como Liz, uma vilã manipuladora que usa cadeira de rodas e promete atrapalhar o romance de Rosa (Arianne Botelho) e Vicente (Micael Borges). Animada com o projeto, Carla compartilhou registros dos bastidores nas redes sociais e destacou o carinho especial que já sente pela trama. “A vida é sobre encontros e reencontros! O dump da semana é sobre essa novela que nem estreou ainda, mas já tem um lugar muito especial dentro de mim”, escreveu. A novela também marcou o reencontro da atriz com Cristiana Oliveira. As duas já trabalharam juntas em produções como Sete Pecados, O Clone e A Terra Prometida, e agora voltam a dividir cenas na nova aposta do Globoplay. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Carla Diaz (@carladiaz) Fonte: TOP FAMOSOS

Verruck aponta avanços na política ambiental no estado

O estado se tornou referência nacional em logística reversa, garantindo a destinação correta de embalagens pós-consumo. Mato Grosso do Sul é referência em avanços na preservação e na implementação de políticas públicas voltadas à sustentabilidade. No Dia Mundial do Meio Ambiente, o ex-secretário estadual, Jaime Verruck, que esteve à frente da pasta por 11 anos, destaca algumas ações implementadas durante o período. Uma delas foi a criação da Lei do Pantanal, considerada um marco. “Foi uma legislação construída com debate, com o homem pantaneiro, com organizações não governamentais e com o setor público, em audiências que resultaram em uma lei que concilia o bioma mais preservado do Brasil e, provavelmente, o mais preservado do mundo, com o desenvolvimento de atividades como o turismo e a pecuária sustentável. Olhar para a pesca, para o homem pantaneiro.” Ele lembra do PSA (Pagamento por Serviços Ambientais), que aliou a Lei do Pantanal. “ Nós fomos lá em Bonito, criando toda uma estrutura de preservação de área de banhados, e lá nós tivemos os primeiros programas de Pagamento de Serviços Ambientais”, relembra. Logística reversa — Além disso, o estado se tornou referência nacional em logística reversa, garantindo a destinação correta de embalagens pós-consumo. “Nós definimos uma política de logística reversa e hoje somos o primeiro do país”, diz Verruck.  Ele destaca a atuação dos catadores de materiais recicláveis, integrantes das inúmeras cooperativas. Algumas questões ainda seguem avançando, principalmente com relação aos aterros sanitários.  Carbono Neutro — Uma das ações de extrema relevância desenvolvidas no período foi a chamada carbon control, exatamente o controle das emissões. “Todas as nossas atividades do Mato Grosso do Sul, hoje licenciadas, apresentam um balanço de carbono. Fomos o primeiro estado a instituir o carbon control”, aponta Verruck.  Ele conta que em 2016 apresentou o projeto, talvez, inovador para a época. “E que  percorreu o mundo e o Mato Grosso do Sul está chegando perto: em 2030, o objetivo é que Mato Grosso do Sul seja um estado carbono neutro”, diz Verruck. Então, continua ele, “no Dia Mundial do Meio Ambiente, nós temos muito a comemorar do ponto de vista de futuro e necessidade de novas políticas públicas”, avalia Verruck. Para ela, o estado avançou muito. “Podemos falar, ao longo dos 10 anos, que Mato Grosso do Sul tem cumprido o seu papel olhando para a preservação, conservação ambiental e, fundamentalmente, pensando nas gerações futuras”, diz o ex-secretário, atualmente pré-candidato a deputado federal pelo Republicanos. Fonte: Assessoria

Bonito Cinesur reúne filmes de 10 países e amplia presença do cinema em MS na edição 2026

Festival sul-americano anuncia 32 obras selecionadas, homenageia a atriz chilena Paulina García e fortalece a produção audiovisual sul-mato-grossense com recorde de filmes locais nas inscrições da mostra competitiva  O BONITO CINESUR – FESTIVAL DE CINEMA SUL-AMERICANO anuncia os filmes selecionados para sua 4ª edição, que será realizada entre os dias 24 de julho e 1º de agosto de 2026, em Bonito (MS). A programação reúne 32 produções de 10 países da América do Sul distribuídas em mostras competitivas de longas, curtas, cinema ambiental e produções sul-mato-grossenses. Neste ano, o festival amplia o espaço dedicado ao audiovisual de Mato Grosso do Sul, que passa a contar com oito filmes na Mostra Competitiva do Filme Sul-mato-grossense — dois a mais do que em 2025 — consolidando o crescimento da produção regional dentro de um dos principais eventos de cinema sul-americano realizados no Brasil. As produções sul-mato-grossenses selecionadas foram AO SUL DO SOL, de Rodolfo Ikeda; FILHOS DO LITORAL CENTRAL, de Pedro Melo; FRONTEIRIÇAS, de Beatriz Abrahão e Izabella Corrêa; HIGA KE – OLHO POR OLHO, de Conrado Roel e Debora Bah; MAPAGO, de Marcus Teles; NATASHA, de Ana Ostapenko, Willerson Amorim, Thiago Rotta e Rafael Rotta; QUATRO LUAS PANTANEIRAS, de Ana Carla Loureiro; e VÍPUXOVUKO – ALDEIA, de Dannon Lacerda. Nesta edição, a grande homenageada será a atriz, diretora de teatro e dramaturga chilena Paulina García. Sua trajetória é marcada por personagens complexas, sensíveis e profundamente humanas. Entre seus trabalhos estão a NOIVA DO DESERTO, de Cecilia Atán e Valeria Pivato, a série NARCOS, o GLORIA, obra que lhe rendeu o Urso de Prata de Melhor Atriz no Festival de Berlim; além de QUERIDO TRÓPICO, que será o filme de abertura do festival em Bonito. A Mostra Competitiva de Longa-metragem Sul-americano apresenta seis filmes de diferentes países e recortes narrativos. O Brasil está representado por A VIDA DE CADA UM, de Murilo Salles, drama sobre uma família atravessada pela violência policial, pelo poder miliciano e pela resistência de uma filha diante da brutalidade do pai. A seleção inclui ainda EL HOMBRE DE LA LUZ, coprodução entre Venezuela e Colômbia dirigida por Christian Márquez; HIJO MAYOR, da Argentina e França, com direção de Cecilia Kang; LA NOCHE ESTA MARCHÁNDOSE YA, da dupla argentina Ezequiel Salinas e Ramiro Sonzini; NAIRA, obra peruana da diretora Gabriela Quiroz; e ¿QUIÉN MATÓ A NARCISO?, novo trabalho do cineasta paraguaio Marcelo Martinessi, ambientado em 1958, durante um regime militar sufocante, a partir da misteriosa morte de um radialista ligado ao rock and roll e ao desejo de liberdade. Na Mostra Competitiva de Curta-metragem Sul-americano, seis produções compõem um panorama de narrativas ficcionais e documentais atravessadas por juventude, memória, luto, identidade, migração e violência histórica. Foram selecionados A VIDA DE JERÔNIMO DENTRO E FORA DA CASCA, de Andrews Nascimento, representando o Brasil; BENTEVEO, da cineasta argentina Bianca Bazán Zárate; ESCENA FINAL, também da Argentina, dirigido por Diego Kompel; SUKUA, da Colômbia, de Omar E. Ospina; FUTURA LICENCIADA, produção chilena, da dupla Samantha Copano e Florencia Peña, além de VERMELHO DE BOLINHAS, documentário brasileiro da dupla Renata Fortes e Joedson Kelvin que investiga a construção da imagem de Benigna Cardoso, jovem sertaneja vítima de feminicídio no Ceará em 1941. Um dos eixos centrais do BONITO CINESUR, a temática ambiental aparece em duas mostras competitivas específicas para filmes com esse enfoque. Entre os longas da Mostra Competitiva de Longa-metragem Ambiental, foram selecionados AGUA INVADIDA, produção uruguaia dirigida por Carolina Sosa que apresenta a investigação sobre os impactos da pesca ilegal no Atlântico Sul; EL CAMINO DEL AGUA, do Peru, sobre comunidades ameaçadas por um projeto de mineração, da dupla cineasta Víctor Ybazeta e Matías Magnano; MUNDURUKUYÜ – A FLORESTA DAS MULHERES-PEIXE, do Brasil, realizado a partir da cosmologia Munduruku nas margens do Tapajós por Aldira Akay, Beka Munduruku e Ricélia Akay; PÁRAMOS II EL ORIGEN, obra colombiana de Alejandro Calderón; PROPIEDAD PRIVADA PROHIBIDO PASAR, coprodução entre Polônia e Argentina comandada por Wojciech Ganczarek sobre disputas territoriais na Patagônia; e UM OLHAR INQUIETO: O CINEMA DE JORGE BODANZKY, do Brasil, produção dio cineasta em parceria com Liliane Maia que revisita sua trajetória e registros da Amazônia. A Mostra Competitiva de Curta-metragem Ambiental reúne obras que abordam justiça climática, contaminação da água, extrativismo, memória radioativa, espécies invasoras e modos de vida ameaçados. Integram a seleção À MARGEM DO FIM, do Brasil, sobre os impactos das enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul, dirigido por Felipe Beltrame; BUEN VIVIR – ÑUTSE CANSEYE, de Zoé Nathalie Kugler, do Equador; ENTRE LA SAL Y EL CIELO, trabalho de Felipe Rosa, da Bolívia; HIPOPÓTAMOS, EL ARCA DE ESCOBAR, obra de Alejandro Calderón que representa a Colômbia; LOURDES E LEIDE, produção brasileira de Angelo Lima; e UMA UÑJIRINAKA CUIDADORXS DEL AGUA, coprodução entre Bolívia e Espanha dirigida pelo Colectivo Left Hand Rotation. “São filmes que olham para identidades, deslocamentos, conflitos sociais, memória, meio ambiente, relacionamentos e distintos modos de vida. Ter a presença de Paulina García como homenageada é um gesto de reconhecimento de uma das maiores expressões do cinema no nosso continente”, afirma Nilson Rodrigues, diretor do Festival. Com uma programação formada por filmes do Brasil, Argentina, Peru, Paraguai, Colômbia, Venezuela, Uruguai, Bolívia, Chile e Equador, além de coproduções com Alemanha, França, Espanha e Polônia, o BONITO CINESUR segue ampliando sua atuação como plataforma de circulação, encontro e valorização do cinema sul-americano. Ele constrói pontes entre cineastas, fomenta a criatividade, movimenta a economia local, promove o desenvolvimento regional e reafirma o compromisso do festival com a memória cultural, com o meio ambiente e com o território que o abriga. Conta ainda com espaço dedicado à formação, com cursos, oficinas, palestras e sessões de cinema dirigidas especialmente a estudantes. Tudo gratuito, com acesso a conteúdos de qualidade ministrados por importantes profissionais do cinema.  O Festival é uma realização da Associação Amigos do Cinema e da Cultura (AACIC), em parceria com o Ministério da Cultura (Governo Federal), por meio de emenda parlamentar do deputado federal Vander Loubet. Conta com patrocínio da Caixa Econômica Federal, do Sesc e