Com Pix falso feito em editor de fotos, trio dá golpe de R$ 15,8 mil em mercado

O que parecia ser apenas mais uma compra de R$ 156,77 no caixa de um mercado em Laguna Carapã, MS, acabou desvendando um golpe que, segundo a polícia, vinha sendo aplicado desde outubro do ano passado e já havia causado prejuízo de R$ 15.801,28 ao comerciante. As irmãs Alexandra Martinez Davalos, de 22 anos, e Estanislada Martinez Davalos, de 31, conhecidas como “Allyz” e “Tania”, iam ao mercado, realizavam compras e, após saberem o valor total, aguardavam o suposto pagamento via Pix. Quem enviava o comprovante era José Androson dos Santos Amaral, de 40 anos, companheiro de Alexandra. Segundo o boletim de ocorrência, elas pediam a chave Pix do estabelecimento, que fornecia o  CNPJ, mas, conforme apurado, o pagamento não era efetivado. José, segundo a polícia, utilizava o aplicativo de edição de imagens para falsificar o comprovante de transferência via Pix, que era então apresentado no caixa por uma das irmãs. Na sexta-feira (13), Estanislada voltou ao mercado e tentou repetir o procedimento. Desconfiado, o comerciante acionou a Polícia Militar. Ela foi presa em flagrante e, segundo o boletim, afirmou que quem enviava os comprovantes era José. Ela e a irmã afirmam que não sabiam que os Pix eram falsos. O caso foi registrado como associação criminosa e estelionato. Estanislada e José foram presos, mas ganharam liberdade provisória neste domingo (14). Alexandra também é investigada por participação no esquema. Segundo o comerciante, o golpe vinha sendo aplicado desde outubro de 2025, sempre com o mesmo modo de agir: compras frequentes e de valores pequenos, comprovante apresentado no caixa e prejuízo que só era percebido depois, quando o valor não caía na conta. A Polícia Civil segue investigando o caso para apurar se há outras vítimas na cidade. Campograndenews

Polícia Militar apreende maconha e skunk após veículo colidir em Ponta Porã

Policiais Militares do 4° BPM apreenderam maconha e Skunk em Ponta Porã. A ocorrência foi registrada na Rua 12 de Outubro, região da Vila Áurea, após o condutor de um veículo GM/Meriva perder o controle da direção e colidir contra um carro que estava estacionado. De acordo com informações repassadas via COPOM, a equipe de trânsito da Polícia Militar foi acionada inicialmente para atender um acidente de trânsito. No entanto, o solicitante informou que o GM/Meriva que colidiu contra seu veículo estaria carregado com entorpecentes. Ao chegarem ao local, os policiais constataram a veracidade do fato e, no interior do veículo, estava repleto de substâncias entorpecente. Os policiais, então, com o apoio da Equipe de Força Tática, isolaram a área. Após os trâmites legais no local da ocou, o veículo foi removido e encaminhado à Polícia Civil. Na delegacia, após pesagem, foram contabilizados 241 quilos de drogas, sendo 218 quilos de maconha prensada e 23 quilos de skunk, variedade conhecida por possuir maior concentração de THC. O caso foi registrado como tráfico de drogas. Até o momento, não há informações sobre suspeitos, e a autoria segue sob investigação. Assessoria de Comunicação Social do 4° BPM/CPA 4

Homem é deixado no hospital de Ponta Porã com marcas de tiro no pescoço e na mão

Um homem de 45 anos foi vítima de tentativa de homicídio na manhã deste sábado (14), em Ponta Porã, MS. Ele deu entrada no Hospital Regional com ferimentos provocados por disparos de arma de fogo. De acordo com o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada após a unidade hospitalar informar que um paciente havia chegado com perfurações por projéteis. Conforme relato da equipe médica, o homem apresentava dois ferimentos: um no pescoço e outro na mão direita. Ele foi socorrido por uma pessoa não identificada, que o levou ao hospital em veículo particular e deixou o local sem prestar informações sobre o ocorrido. Ainda segundo o registro policial, não há detalhes sobre o local exato onde os disparos aconteceram nem sobre a motivação do crime, já que a vítima estava sob atendimento médico no momento da coleta das informações. A Polícia Civil realizou checagem no nome da vítima, mas nada constava em seu desfavor. Como não se sabe onde ocorreu o ataque, não foi possível acionar perícia em local específico. O caso foi registrado como homicídio simples na forma tentada e será investigado pela 1ª Delegacia de Polícia Civil de Ponta Porã. Campograndenews

Veja aqui qual financiamento escolher para cada investimento na fazenda

O crédito rural voltou ao centro das decisões no campo brasileiro em 2026. Com preços de grãos mais pressionados e maior incerteza climática, a diferença entre usar a linha correta de financiamento e recorrer ao crédito inadequado passou a interferir diretamente no resultado da safra. Hoje, em muitas propriedades, o custo financeiro pesa tanto quanto o custo de produção. O sistema brasileiro oferece diversas opções dentro do Plano Safra e dos repasses do BNDES, mas elas não são equivalentes. Cada linha foi criada para um tipo específico de investimento — aquisição de terra, mecanização ou modernização produtiva — e as taxas variam bastante. A escolha errada pode elevar o custo total do investimento por anos. Na compra de áreas rurais, a opção mais barata não está nos financiamentos bancários tradicionais. O principal instrumento é o Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF), destinado principalmente a agricultores familiares e trabalhadores rurais que desejam adquirir sua primeira propriedade ou ampliar pequena área produtiva. Com juros subsidiados próximos de 3% a 4% ao ano, prazos longos que podem se aproximar de duas décadas e período de carência inicial, a parcela anual frequentemente se aproxima do valor de um arrendamento. Por isso, economistas rurais consideram a linha a mais vantajosa do país para aquisição de terra. Dentro do mesmo perfil, o Pronaf Terra também permite a compra de imóvel rural para agricultores familiares com enquadramento ativo. As taxas costumam permanecer abaixo de 5% ao ano. Já médios e grandes produtores normalmente recorrem ao crédito de investimento via Banco do Brasil, Caixa ou repasses do BNDES. Nesses casos, os juros geralmente ficam entre 7% e 11% ao ano e exigem garantias reais. O acesso é mais rápido, mas o custo financeiro é significativamente maior. Para compra de terra, portanto, o crédito comercial é a alternativa mais cara. A mecanização segue outra lógica. O Moderfrota continua sendo a principal linha de financiamento para tratores, colheitadeiras e pulverizadores. Com juros controlados na faixa de cerca de 8% a 10% ao ano e prazo de pagamento que pode chegar a sete ou oito anos, a linha foi estruturada para que o ganho de produtividade do equipamento pague o financiamento ao longo do tempo. Por isso, mesmo produtores capitalizados frequentemente preferem financiar máquinas em vez de comprar à vista, preservando caixa para custeio da lavoura. O agricultor familiar encontra condição ainda mais barata no Pronaf Mais Alimentos para aquisição de máquinas, com taxas entre aproximadamente 3% e 6% ao ano, embora com limites menores de financiamento. Já o BNDES Finame financia equipamentos novos e, em alguns casos, usados, com juros normalmente mais elevados, podendo chegar à faixa de dois dígitos. Ele é usado quando o equipamento não se enquadra no Moderfrota ou quando o limite oficial já foi atingido. Nos investimentos estruturais, as linhas de modernização tornaram-se as mais competitivas. O PCA, voltado à construção de silos e armazéns, opera com juros em torno de 7% a 8,5% ao ano e prazos longos, permitindo ao produtor armazenar e vender fora do pico de colheita, quando os preços estão mais baixos. O Programa ABC, destinado à recuperação de pastagens, plantio direto e integração lavoura-pecuária, trabalha com taxas próximas de 6% a 8% ao ano e também prazos extensos. O Proirriga financia sistemas de irrigação com juros próximos aos das linhas de investimento tradicionais, mas com carência, e tem crescido diante das irregularidades climáticas recentes. Para médios produtores, o Pronamp funciona como linha intermediária para melhorias gerais, com taxas próximas de 8% a 10% ao ano. O crédito pode ser contratado em bancos públicos ou cooperativas financeiras, mas técnicos do setor apontam que o fator decisivo não é a instituição e sim o enquadramento correto. Muitas propostas são negadas não por falta de recursos, mas por erro na escolha da linha ou documentação fundiária irregular. Quando bem estruturadas, operações subsidiadas conseguem custos próximos de 3% ao ano e prazos de até 15 anos, especialmente para pequenos produtores ou projetos enquadrados em políticas agrícolas. RESUMO 1) Compra de áreas rurais A aquisição de terra é o investimento de maior prazo dentro da atividade rural — e também aquele com maior diferença de custo entre linhas. PNCF – Programa Nacional de Crédito FundiárioÉ a principal política pública para compra de terra por pequenos produtores e trabalhadores rurais.• juros subsidiados: cerca de 3% a 4% ao ano• prazo: até aproximadamente 20 anos• carência inicialÉ, hoje, o financiamento mais barato existente para aquisição de área rural no país. A parcela anual frequentemente se aproxima do valor de arrendamento da mesma área. Pronaf Terra (agricultura familiar)• juros: geralmente entre 3% e 5% ao ano• prazos longos• exige enquadramento como agricultor familiar (CAF/DAP)Alternativa semelhante ao crédito fundiário para pequenos produtores já estabelecidos. Crédito de investimento (BB, Caixa ou repasses do BNDES)Utilizado por médios e grandes produtores.• juros: normalmente entre 7% e 11% ao ano• prazos menores• exige garantias reaisÉ o mais rápido de contratar, porém também o mais caro para comprar terra. Economicamente, só se justifica quando a expansão produtiva gera retorno imediato. Conclusão:Para aquisição de área, o crédito fundiário e o Pronaf Terra são claramente os mais vantajosos. Usar linha comercial para terra é, em geral, a opção de maior custo financeiro. Leia Também: BNDES amplia crédito rural e projeta até R$ 70 bilhões na safra 25/26 2) Máquinas e equipamentos Aqui está a operação mais comum no crédito rural brasileiro. Moderfrota (tratores, colheitadeiras e autopropulsados)• juros controlados: normalmente entre 8% e 10% ao ano• prazo: até cerca de 7 ou 8 anosÉ a principal linha do país e a mais utilizada porque o ganho de produtividade do equipamento costuma pagar o financiamento. Pronaf Mais Alimentos – máquinas (pequenos produtores)• juros: cerca de 3% a 6% ao ano• limite menor de financiamentoÉ a opção mais barata para agricultores familiares. BNDES Finame• juros: geralmente 9% a 13% ao ano• maior flexibilidade de equipamentosServe como alternativa quando o equipamento não se enquadra no Moderfrota ou quando o limite da linha oficial já foi atingido. Conclusão:Para pequenos produtores, Pronaf

Câmeras flagram furto de motocicleta em frente a estabelecimento comercial em Ponta Porã

A onda de roubos e assaltos segue sem trégua em Ponta Porã. Imagens registradas por câmeras de segurança mostram dois indivíduos forçando a trava de uma motocicleta e, em questão de segundos, levando o veículo. Segundo informações apuradas, o furto aconteceu em frente ao conhecido e movimentado comércio Armazém Natural, em plena via pública. Nas imagens, é possível ver a ação rápida da dupla, que age com tranquilidade. Moradores e comerciantes da região relatam medo e insegurança diante do aumento de ocorrências semelhantes nos últimos dias. Muitos afirmam que, mesmo em locais movimentados, os criminosos não se intimidam com a presença de pessoas ou câmeras de vigilância. A polícia deve analisar as imagens para tentar identificar os suspeitos. A população é orientada a registrar boletim de ocorrência e, sempre que possível, reforçar medidas de segurança como o uso de travas adicionais, alarmes e estacionamento em locais monitorados. Quem tiver informações que possam ajudar na identificação dos autores pode entrar em contato com a polícia de forma anônima.

Anitta exibe look que usará para levar bloco a São Luís após maratona: ‘Carnaval 2026’

Aos 32 anos, Anitta mantém o ritmo intenso no Carnaval 2026 e desembarca neste sábado (14) em São Luís, no Maranhão, onde comanda mais uma edição de seu bloco gratuito no circuito Vem Pro Mar. A apresentação integra a agenda especial da artista durante a folia. Na noite anterior, a cantora esteve em Salvador e, no domingo (15), segue para o Rio de Janeiro, dando continuidade à maratona carnavalesca. A sequência de shows reforça a presença da popstar entre os principais nomes da temporada. Claudia Leitte exibe look para primeiro dia de carnaval no Blow Out em Salvador Os compromissos acontecem após a turnê de pré-Carnaval, quando a artista percorreu 12 cidades com os “Ensaios da Anitta”, projeto inspirado no tema “Cosmos”. Para 2026, os figurinos foram pensados para representar os signos do zodíaco — começando por Áries, signo da própria cantora. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Anitta (@anitta) Fonte: TOP FAMOSOS

Soja lidera geração de renda no campo e reforça dependência brasileira das commodities

A agricultura brasileira continuou altamente concentrada em poucas culturas em 2025. Dados da Pesquisa Agrícola Municipal (PAM), divulgados pelo IBGE, mostram que a soja manteve ampla liderança no valor de produção, seguida por açúcar e milho, consolidando o protagonismo das commodities no desempenho econômico do agronegócio nacional. Sozinha, a soja gerou R$ 260,2 bilhões em valor bruto de produção no ano passado — um montante superior ao de várias cadeias produtivas somadas e mais que o dobro da segunda colocada. O açúcar aparece em seguida, com R$ 105 bilhões, impulsionado pelo mercado internacional e pela rentabilidade do setor sucroenergético. O milho completa o grupo principal, com R$ 88,1 bilhões, sustentado pela demanda interna de ração animal e pelas exportações crescentes. O levantamento mostra que o topo da renda agrícola brasileira está cada vez mais associado a produtos voltados ao mercado externo. O café, quarto colocado com R$ 69,2 bilhões, mantém posição tradicional como cultura de maior valor agregado, enquanto o algodão, com R$ 31,3 bilhões, consolidou-se como uma das cadeias mais competitivas do país, apoiada em produtividade elevada e forte demanda da indústria têxtil internacional. Na sequência aparecem laranja (R$ 28,5 bilhões), arroz (R$ 22,3 bilhões) e mandioca (R$ 18,1 bilhões). Diferentemente dos grãos, essas culturas possuem maior participação no abastecimento interno e renda regional. A banana gerou R$ 16,1 bilhões e o cacau, R$ 15,3 bilhões, impulsionado pela valorização global do produto. Fecham o ranking fumo e feijão, ambos com R$ 12,2 bilhões. O resultado evidencia um padrão estrutural: poucas cadeias concentram grande parte da riqueza agrícola, enquanto culturas alimentares essenciais mantêm importância social e regional, mas participação menor no valor econômico total. A liderança da soja, por sua vez, vai além do território nacional. Segundo estimativas do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o Brasil também ocupa a primeira posição mundial na safra 2024/25, com produção estimada em 171,5 milhões de toneladas, bem à frente dos Estados Unidos, com 119 milhões, e da Argentina, com 51,1 milhões. O ranking global confirma a concentração da oferta nas Américas. Brasil, Estados Unidos, Argentina, Paraguai, Canadá e Uruguai respondem pela maior parte da produção mundial do grão, o que transforma a região em eixo central da segurança alimentar internacional, especialmente no fornecimento de proteína vegetal para ração animal. A predominância da soja ajuda a explicar o peso do agronegócio na economia brasileira. O grão participa diretamente das exportações, do equilíbrio da balança comercial e da formação de renda em diversas regiões do país. Ao mesmo tempo, aumenta a sensibilidade do setor a fatores externos, como preços internacionais, câmbio e clima. Isan Rezende DEPENDENCIA – Os dados da PAM indicam que o agronegócio segue forte, mas também mais dependente de mercados consolidados. Em anos de preços elevados, a renda cresce rapidamente; em ciclos de baixa, o impacto se espalha por toda a economia rural. Nesse contexto, a liderança da soja representa ao mesmo tempo a principal força do campo brasileiro e sua maior vulnerabilidade econômica. Para o presidente do Instituto do Agronegócio e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), Isan Rezende, a discussão sobre financiamento no campo já não envolve apenas juros, mas o modelo produtivo que o Brasil pretende adotar nos próximos anos. “O levantamento do IBGE confirma algo que o setor já percebe no dia a dia: o agro brasileiro é extremamente eficiente, mas ainda muito concentrado. Quando três ou quatro culturas respondem pela maior parte da renda agrícola, o produtor e a economia ficam mais expostos à volatilidade internacional de preços e câmbio”, comentou. Leia Também: Abate de frangos, bovinos e suínos cresceram no 1º trimestre de 2025 “Não se trata de reduzir a importância da soja, do milho ou do açúcar, que são pilares da nossa competitividade global. O desafio agora é avançar para a próxima etapa, que é agregar valor. O Brasil exporta muito grão, mas ainda exporta pouca transformação industrial. Cada tonelada que sai in natura representa renda, mas poderia representar emprego, tributo e estabilidade econômica se fosse processada aqui”, defendeu Rezende. “Por isso, políticas públicas voltadas à industrialização do agro e à diversificação produtiva são estratégicas. Incentivar bioindústria, proteína animal, biocombustíveis e processamento de alimentos reduz a dependência das commodities e protege o produtor das oscilações externas. O país já provou que sabe produzir em escala; o próximo passo é capturar mais valor dentro da porteira”. “O Brasil ainda concentra grande parte da renda do agro na exportação de produtos primários. Sem políticas públicas que estimulem armazenagem, processamento e agregação de valor dentro da fazenda e nas regiões produtoras, o produtor continua dependente do preço internacional e da variação cambial, fatores que ele não controla”. “O crédito rural precisa evoluir para financiar não só plantio e compra de máquinas, mas também industrialização, energia, irrigação e tecnologia. Quando o produtor consegue armazenar, processar ou gerar sua própria energia, ele reduz risco, ganha previsibilidade de receita e passa a vender melhor, não apenas colher mais”, completou Rezende Fonte: Pensar Agro

Futebol. Estadual tem quatro jogos neste domingo

Ponta Porã News – Notícias de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero A sétima rodada do Campeonato Sul-Mato-Grossense acontece neste domingo (15) e vai colocar, enfim, os dez times com o mesmo número de jogos nesta primeira fase. A partida entre Operário FC e FC Pantanal, vencida pelo Galo por 3 a 0, foi antecipada a pedido dos clubes, que, portanto, já entraram em campo sete vezes, […] (Futebol. Estadual tem quatro jogos neste domingo)

José Menino Júnior solicita melhorias em estradas rurais e redutor de velocidade no Jardim Aeroporto

Ponta Porã News – Notícias de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero O vereador José Menino Júnior apresentou duas indicações na Câmara Municipal de Ponta Porã com foco na segurança viária e na melhoria da mobilidade tanto na zona rural quanto na área urbana do município. Os pedidos foram encaminhados ao prefeito Eduardo Campos, com cópia ao secretário municipal de Obras e Urbanismo, Joanilson Zeferino dos Santos. […] (José Menino Júnior solicita melhorias em estradas rurais e redutor de velocidade no Jardim Aeroporto)

Confira a previsão do tempo para este domingo

Ponta Porã News – Notícias de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero De acordo com o Institto Climatempo, o domingo (15), deve ter sol com muitas nuvens. Pancadas de chuva à tarde e à noite em Ponta Porã. A temperatura mínima fica em 20 graus centígrados e a máxima em 32 graus centígrados. (Confira a previsão do tempo para este domingo)