UCP-PJC fará a maior formatura de novos médicos desde a criação de cursos de medicina na fronteira

Ponta Porã News – Notícias de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero A Universidade Central do Paraguai (UCP) campus Pedro Juan Caballero (PJC) fará história nesta quarta-feira, 18, com a maior formatura de novos médicos desde a criação de cursos de Medicina na região de fronteira entre Ponta Porã (MS) e Pedro Juan Caballero. O evento, que reunirá o recorde de formandos recebendo o diploma de conclusão, […] (UCP-PJC fará a maior formatura de novos médicos desde a criação de cursos de medicina na fronteira)
Polícia Militar é acionada após denúncia de violência doméstica em Ponta Porã

Ponta Porã News – Notícias de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero Ocorrência de violência doméstica foi atendida pela PM (Polícia Militar) de Ponta Porã neste final de semana. Os policiais foram acionados para irem até uma residência e, chegando lá, encontraram um casal que relatou ter se envolvido em uma discussão. Segundo informações do boletim de ocorrência, o homem afirmou que o desentendimento teve início após […] (Polícia Militar é acionada após denúncia de violência doméstica em Ponta Porã)
Feira técnica amplia espaço de tecnologias e negócios no campo
Produtores do sul do Tocantins começaram a se mobilizar para a realização da Farm Day Fazendão 2026, marcada para 16 a 18 de abril, em Cariri do Tocantins. A feira, que ocorre dentro de uma propriedade rural próxima a uma unidade industrial de processamento, segue a tendência de eventos agrícolas realizados diretamente em área produtiva, modelo que ganhou força nos últimos anos por permitir demonstrações práticas de tecnologia e manejo. O encontro reúne empresas de insumos, genética, máquinas e serviços técnicos, além de programação de palestras e leilões. A expectativa dos organizadores é ampliar a participação empresarial e repetir — ou superar — o movimento econômico da edição anterior, quando a feira registrou cerca de R$ 500 milhões em negócios e pouco mais de 3 mil visitantes. O formato acompanha a expansão agrícola do estado. O Tocantins tornou-se uma das novas fronteiras de produção de grãos do país, com crescimento de área plantada sobretudo em soja e milho segunda safra. A região sul concentra parte relevante desse avanço, impulsionada pela disponibilidade de terras planas, mecanização e integração com pecuária de corte. Dentro desse contexto, a feira funciona menos como exposição institucional e mais como ambiente de decisão técnica. Empresas utilizam áreas demonstrativas para apresentar híbridos, cultivares e sistemas de manejo, enquanto produtores avaliam custos operacionais, desempenho agronômico e adaptação climática antes da próxima safra. Entre os temas previstos estão nutrição de plantas, manejo de solo, integração lavoura-pecuária e alternativas para a safrinha. Uma das apostas técnicas é o sorgo, cultura que vem sendo testada como opção ao milho em regiões com maior risco climático ou restrição hídrica, por exigir menor volume de água e apresentar menor custo de implantação. A programação também inclui leilões de genética bovina, refletindo a característica produtiva local: a região combina lavouras mecanizadas com pecuária comercial. O modelo de integração permite ao produtor diluir risco de preço e clima, além de melhorar o uso da área ao longo do ano. O crescimento de eventos regionais desse tipo acompanha a mudança do perfil do agronegócio brasileiro. Ao lado de grandes feiras nacionais, encontros técnicos locais passaram a desempenhar papel relevante na difusão de tecnologia, especialmente para médios produtores que tomam decisões diretamente ligadas ao custo por hectare e à rentabilidade da safra. Leia Também: Porto Cabedelo se destaca na descarbonização do transporte marítimo Para as empresas, essas feiras funcionam como ponto de venda antecipado de insumos e equipamentos. Para o produtor, viraram espaço de comparação prática — muitas vezes mais decisivo do que apresentações comerciais — em um ciclo agrícola marcado por margens mais apertadas e necessidade maior de eficiência produtiva. Fonte: Pensar Agro
Cacau avança no Norte e certificação passa a definir acesso a mercados
O setor cacaueiro brasileiro volta a ganhar organização institucional. Produtores, técnicos e entidades da cadeia se reúnem no dia 19, em Porto Velho (RO), para discutir planejamento produtivo e certificação, tema que passou a influenciar diretamente preço, comercialização e financiamento da cultura. O movimento ocorre em um momento de crescimento da produção nacional. O Brasil colhe atualmente perto de 300 mil toneladas de amêndoas de cacau por ano, volume que mantém o país entre os maiores produtores mundiais, atrás principalmente de Costa do Marfim, Gana e Indonésia. O valor bruto da produção supera R$ 3 bilhões anuais, segundo levantamentos agrícolas recentes baseados em dados oficiais do IBGE. A geografia da cultura mudou. Historicamente concentrada no sul da Bahia, a expansão recente ocorre na região amazônica. Rondônia tornou-se um dos principais polos nacionais e já disputa a liderança da produção brasileira. O avanço se deu sobretudo em áreas antes ocupadas por pastagens, com implantação de sistemas agroflorestais — modelo que combina cacaueiro com árvores nativas e reduz risco climático. O crescimento também acompanha um ciclo internacional de preços elevados. Problemas climáticos e sanitários em países africanos reduziram a oferta global e elevaram as cotações da amêndoa, aumentando a atratividade econômica do plantio no Brasil. Na prática, a cultura voltou a competir em rentabilidade com atividades tradicionais em pequenas e médias propriedades. Nesse contexto, a certificação deixou de ser apenas exigência ambiental e passou a condição comercial. Importadores, principalmente europeus, passaram a exigir comprovação de origem, rastreabilidade e ausência de desmatamento associado à produção. Sem esses registros, o produto perde acesso a compradores e financiamento privado. A adequação atende também às novas regras internacionais de comércio. A legislação ambiental europeia que restringe produtos associados ao desmatamento pressiona cadeias agrícolas tropicais. Para o cacau brasileiro, o impacto é direto: a rastreabilidade pode definir se a produção será vendida como commodity ou como produto de maior valor agregado. O efeito econômico aparece no preço. Lotes certificados conseguem remuneração superior e acesso a contratos diretos com indústrias de chocolate e compradores especializados, reduzindo intermediação e volatilidade. Além da exportação de amêndoas, cresce o processamento interno. Pequenas indústrias e chocolaterias artesanais ampliam a produção nacional de chocolate de origem, agregando valor e criando mercado regional, especialmente na própria Amazônia. Leia Também: Agrotec Porto Velho 2025 aposta no agro para impulsionar economia local A reunião em Rondônia ocorre, portanto, em meio a uma reorganização da cadeia. O foco deixou de ser apenas expansão de área e passou a incluir padronização, rastreabilidade e qualidade — fatores que passaram a determinar competitividade econômica do cacau brasileiro no mercado internacional. Fonte: Pensar Agro
Carnaval sem violência: como denunciar assédio e violência contra mulheres na folia
Entre blocos, shows e desfiles, o Carnaval transforma as cidades em grandes espaços de celebração. Para muitas mulheres, porém, a experiência da folia pode ser atravessada por situações de assédio e violência – práticas que configuram crime e violam o direito de viver a festa com liberdade e segurança. Com a campanha “Se liga ou eu ligo 180”, o Ministério das Mulheres convoca toda a sociedade a não fechar os olhos para situações de assédio e violência durante a folia. A orientação é clara: Carnaval é tempo de alegria, mas qualquer toque, abordagem ou exposição sem consentimento é crime e deve ser denunciado. Assédio não faz parte da festa A Lei nº 13.718/2018 tipifica como crime a importunação sexual, caracterizada por qualquer ato libidinoso praticado contra alguém sem sua anuência – situação que pode ocorrer em ambientes de grande aglomeração, como blocos de rua e shows. A pena é de reclusão de um a cinco anos, se o ato não constitui crime mais grave. Entre as situações mais recorrentes estão beijos forçados, toques indevidos, apalpamentos, abordagens insistentes e comentários de teor sexual sem consentimento. Essas condutas violam direitos, causam constrangimento e podem gerar responsabilização criminal. Respeito é fundamental em qualquer espaço. Se presenciar ou sofrer qualquer forma de violência, procure ajuda imediatamente e denuncie. Carnaval é tempo de alegria – nunca de violência. Conheça canais de denúncia Ligue 180 – Central de Atendimento à Mulher Atendimento gratuito e disponível 24 horas por dia, todos os dias da semana, em todo o Brasil; Oferece orientação sobre os direitos das mulheres e serviços da rede de atendimento, como delegacias, defensorias públicas, centros de referência e serviços de saúde; Realiza o registro de denúncias de violência contra mulheres e encaminha para as autoridades competentes; Conta com atendimento acessível para mulheres com deficiência auditiva, por meio de Libras. Disponível também pelo WhatsApp: (61) 9610-0180. >> Acesse aqui e saiba mais sobre a Rede de Atendimento do Ligue 180 190 – Polícia Militar Canal de emergência para situações de risco imediato; Deve ser acionado em casos de agressão física, ameaça, perseguição ou violência em andamento; Permite resposta rápida das forças de segurança no local da ocorrência; Pode ser utilizado pela vítima ou por qualquer pessoa que presencie uma situação de violência. Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAMs) Atendimento presencial especializado para mulheres em situação de violência; Registro de boletins de ocorrência; Atendimento por equipes capacitadas para lidar com casos de violência de gênero; Encaminhamento para serviços de apoio psicológico, social e jurídico. Procure a organização do local ou do bloco Procure a organização do bloco, do evento ou do espaço onde a situação ocorreu; Informe aos seguranças, brigadistas, monitores ou responsáveis pelo evento; Peça apoio para identificar o agressor e garantir sua segurança imediata. Fonte: Ministério das Mulheres
ASSISTA: Imagens mostram motoentregador sendo atropelado por carro em Rio Brilhante

Ponta Porã News – Notícias de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero Vídeo divulgado pelo site Rio Brilhante em Tempo Real mostra o momento exato em que Breno Rocha Reichert, de 19 anos, foi atropelado por um carro neste domingo (15/2), na Avenida Lourival Barbosa, em Rio Brilhante. O acidente e morte do rapaz aconteceu no dia do seu aniversário. As imagens mostram Breno trabalhando como motoentregador […] (ASSISTA: Imagens mostram motoentregador sendo atropelado por carro em Rio Brilhante)
Agro cobra proteção a setores sensíveis diante da abertura comercial
A tramitação do acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia no Congresso brasileiro reabriu uma divisão antiga dentro do próprio agronegócio. Enquanto cadeias exportadoras veem oportunidade de expansão de mercado, segmentos voltados ao abastecimento interno temem concorrência direta com produtos europeus. A senadora Tereza Cristina, ex-ministra da Agricultura, passou a atuar como uma das principais vozes na tentativa de equilibrar essas duas pressões. Assinado recentemente após mais de duas décadas de negociações, o entendimento ainda depende da aprovação parlamentar. A análise ganhou novo prazo depois que a votação na Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul foi adiada por pedido de vista. A expectativa é que o tema retorne à pauta após o Carnaval, com votação prevista para o fim de fevereiro. Pelo formato do acordo, o Congresso brasileiro poderá apenas ratificar ou rejeitar o texto. Tereza Cristina tem defendido publicamente a aprovação, mas com atenção às consequências internas. Segundo ela, parte do setor produtivo teme impactos diretos, sobretudo em cadeias mais sensíveis à concorrência externa. “O Brasil precisa olhar com cuidado para alguns segmentos que podem ser fortemente atingidos, especialmente o leite. O setor lácteo já enfrenta uma crise interna e existe preocupação com a entrada de produtos europeus”, afirmou. A preocupação reflete diferenças estruturais entre os sistemas produtivos. A pecuária leiteira brasileira é formada majoritariamente por pequenos e médios produtores, com custos mais elevados de logística e crédito, enquanto a União Europeia opera com forte política de subsídios agrícolas. O receio é de aumento das importações em momentos de queda de preços internacionais. A senadora também citou outros acordos recentes do bloco — como Mercosul-Singapura e Mercosul-EFTA — para defender que o País se prepare internamente para a abertura comercial. “O acordo é positivo, mas nós vamos precisar de políticas internas para que determinados setores consigam se adaptar. Não basta apenas abrir mercado; é preciso criar condições de competitividade”, disse. Apesar das ressalvas, a avaliação dela é que o agronegócio exportador tende a ser beneficiado. Cadeias como soja, carnes e açúcar já possuem forte presença internacional e podem ampliar acesso ao mercado europeu, ainda que dentro de cotas. “No agro, as salvaguardas acabaram tirando um pouco do brilho imediato do acordo. Mesmo assim, ele abre uma via de mão dupla. O Brasil já exporta soja, carne e proteínas; agora precisamos construir esse fluxo de forma equilibrada”, afirmou. Leia Também: Europa aprova proteção ao agro e votação é adiada no Brasil O debate ocorre num momento em que o comércio exterior agrícola se tornou peça central da economia brasileira. O setor responde por cerca de metade das exportações do País e é responsável por boa parte do superávit da balança comercial. Por isso, a discussão deixou de ser apenas diplomática e passou a envolver política econômica doméstica. Nos bastidores do Congresso, a tendência é de aprovação, mas acompanhada da cobrança por medidas compensatórias. Entre as propostas em discussão estão crédito específico para cadeias sensíveis, políticas de defesa comercial e regras sanitárias mais rigorosas para importações. Para Tereza Cristina, a abertura comercial é inevitável, mas o resultado dependerá da estratégia interna. “O acordo é importante para o Brasil, mas precisamos garantir que ele não gere desequilíbrios dentro do próprio campo. A abertura precisa vir acompanhada de proteção inteligente e competitividade”, concluiu. Fonte: Pensar Agro
Agro brasileiro consolida-se como pilar geopolítico em meio a crises globais
O agronegócio do Brasil não é mais só um setor que produz commodities e dólares. Ele se tornou um trunfo econômico vital para o país. Com guerras, problemas na logística mundial, clima maluco e barreiras comerciais crescendo por aí, poucos lugares no mundo têm o que o Brasil oferece: produção em grande escala de alimentos e proteínas a preços que cabem no bolso global. Sem o agro brasileiro, o mundo passa fome mais rápido e paga mais caro na mesa. Em 2025, cerca de 50% de tudo o que o Brasil exportou veio do campo, segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Esses dólares ajudam a equilibrar as contas do país e dão força nas negociações internacionais. Em resumo: o agro não é só negócio, é poder de verdade no tabuleiro mundial. O Brasil avança na produção sustentável, misturando ciência, economia e preservação. Modelos como o sistema lavoura-pecuária-floresta (ILPF), que planta lavouras, cria gado e preserva mata na mesma área, já cobrem milhões de hectares. Eles recuperam solos cansados, aumentam a colheita em até 30% e ajudam a prender carbono no ar – bom para o bolso e para o planeta. Práticas como plantio direto (sem virar a terra toda hora), uso de adubos biológicos feitos de micróbios e bom manejo do solo cortam custos e emissões. O país preserva 61% de sua vegetação nativa, sendo 34% em fazendas privadas, enquanto quebra recordes: soja pode bater 155 milhões de toneladas na safra 2025/26, e carne bovina chega a 10 milhões de toneladas exportadas. O segredo? Rentabilidade no bolso do produtor, que banca novas tecnologias e cuidados com a terra. O agro é o projeto de nação que sustenta famílias rurais e o mundo. Com equilíbrio entre lucro, meio ambiente e gente, ele segue imbatível. Fonte: Pensar Agro
Advogada orienta sobre como se proteger de crimes digitais no carnaval

Ponta Porã News – Notícias de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero Imagens capturadas em pleno carnaval, na alegria dos blocos e festas, sem conhecimento nem permissão dos foliões, podem gerar problemas graves, expor as pessoas a riscos e, inclusive, a crimes. A advogada Maria Eduarda Amaral, especializada em Direito Digital e Propriedade Intelectual, ensina como as pessoas devem fazer para se proteger dos chamados crimes digitais […] (Advogada orienta sobre como se proteger de crimes digitais no carnaval)
Abono salarial começa a ser pago nesta segunda

Ponta Porã News – Notícias de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero Os trabalhadores nascidos em janeiro que ganharam até R$ 2.766 com carteira assinada em 2024 recebem nesta segunda-feira (16) o abono salarial . Neste primeiro lote, serão liberados R$ 2,5 bilhões para cerca de 2 milhões de beneficiários. O valor do benefício varia de R$ 136 a R$ 1.621, conforme a quantidade de meses trabalhados […] (Abono salarial começa a ser pago nesta segunda)