¡Soñar es gratis! “Cuando vemos a nuestros representantes competir con entrega, el sueño colectivo crece”

La selección paraguaya vuelve esta semana a un Mundial tras 16 largos años. Y, como ya quedó más que claro todo lo que genera en los hinchas este equipo de Gustavo Alfaro, la psicóloga deportiva Gloria Petters, explica lo que en estos momentos viven los futbolistas que nos representarán. Paraguay está a solo días de volver a competir en un Mundial tras 16 largos años, pues la última vez fue en Sudáfrica 2010, cuando un aguerrido grupo de futbolistas regaló a todo el pueblo paraguayo, una alegría inmensa posicionándose entre las mejores 8 selecciones del mundo. En Estados Unidos, México y Canadá 2026, le tocará debutar ante el primero de ellos, este viernes a partir de las 22.00. Pero, ¿qué es lo que pasa por la cabeza de los futbolistas del seleccionado encabezado por el gran estratega Gustavo Alfaro? La psicóloga deportiva Gloria Petters, nos devela esa incógnita. Paraguaya, ya instalado en los Estados Unidos. –¿Qué pasa por la cabeza de un futbolista profesional a poco de debutar en un Mundial?Un futbolista que va a debutar en un Mundial suele experimentar una mezcla de emociones: ilusión, orgullo, responsabilidad, ansiedad, expectativa y también algo de miedo a equivocarse. Es completamente normal. A su vez, los nervios pueden manifestarse de muchas formas: dificultad para dormir, pensamientos repetitivos sobre el partido, aumento de la frecuencia cardíaca, sensación de mariposas en el estómago o incluso una necesidad constante de moverse y mantenerse activo. La clave no es eliminar los nervios, sino transformarlos en energía para competir. -¿Cómo hace el psicólogo deportivo para ayudar a manejar todas esas emociones?El trabajo del psicólogo deportivo consiste en enseñar al deportista a convivir con la presión sin que esta afecte su rendimiento. Se utilizan herramientas como técnicas de respiración, visualización, rutinas precompetitivas, control de pensamientos y ejercicios de concentración. Lo que buscamos es que el jugador deje de enfocarse en el resultado y vuelva a enfocarse en aquello que sí puede controlar: correr, marcar, pasar, comunicarse y tomar decisiones. Cuando la mente se enfoca en la tarea y no en las consecuencias, el rendimiento suele mejorar considerablemente. “Un futbolista que va a debutar en un Mundial suele experimentar una mezcla de emociones: ilusión, orgullo, responsabilidad, ansiedad, expectativa y también algo de miedo a equivocarse” Gloria Petters, psicóloga deportiva -¿A qué se podría comparar toda esa sensación que nuestros futbolistas están experimentando en estas horas?Es comparable con uno de los momentos más importantes de la vida de cualquier persona. Para algunos puede parecerse al día de una boda; para otros, al momento de convertirse en padres, o al día de una graduación muy esperada. La diferencia es que, en este caso, millones de personas estarán observando. Es un acontecimiento único que probablemente quede grabado para siempre en la memoria de cada jugador. -¿Cuán importante es para el grupo tener a una figura como Gustavo Alfaro?En momentos de máxima presión, los jugadores observan constantemente a su líder. Si éste transmite calma, convicción y claridad, el grupo suele sentirse más seguro. Gustavo Alfaro ha demostrado ser un entrenador que logra generar identidad, pertenencia y confianza. Eso tiene un valor psicológico enorme en competencias de esta magnitud. -¿Son estos momentos en los que el patriotismo florece? ¿Cómo se explica?Absolutamente. Cuando una selección nacional compite en un Mundial, se activa un fuerte sentimiento de identidad colectiva. Durante esos días, dejamos de lado muchas diferencias y nos unimos detrás de una misma bandera, unos mismos colores y un mismo sueño. Desde la psicología social sabemos que estos eventos fortalecen el sentido de comunidad y generan emociones muy poderosas de orgullo, esperanza y unión. -¿Por qué algunos, o muchos paraguayos, nos creemos incluso capaces de ser campeones?El deporte se alimenta de la esperanza. La ilusión es una de las emociones más poderosas que existen. Nos permite imaginar escenarios positivos y creer que algo extraordinario es posible. Además, cuando vemos a un grupo comprometido, unido y competitivo, naturalmente comenzamos a proyectar posibilidades cada vez más grandes. Cuando la Selección gana, sentimos que gana una parte de nosotros. Por eso soñamos. Los paraguayos somos un pueblo resiliente, luchador y apasionado. Y cuando vemos a nuestros representantes competir con entrega, el sueño colectivo crece. Al final, los Mundiales también son eso: la oportunidad de creer que lo imposible puede suceder. El rendimiento deportivo no depende únicamente de las piernas. Fonte: Paraguiay.com

Copa do Mundo: De garoto de projeto social a convocado para a Copa: a história de Éderson

Volante da Atalanta foi chamado por Carlo Ancelotti após corte de Wesley e tem trajetória marcada pelo Instituto Bola de Ouro, em Campo Grande. A convocação do volante Éderson para a Seleção Brasileira que disputará a Copa do Mundo de 2026 teve um significado especial para Campo Grande. Natural da capital sul-mato-grossense, o jogador da Atalanta, da Itália, foi chamado pelo técnico Carlo Ancelotti para substituir o lateral-direito Wesley, cortado da competição após sofrer uma lesão muscular na coxa esquerda durante amistoso da Seleção. A notícia mobilizou não apenas torcedores e familiares, mas também aqueles que acompanharam de perto os primeiros passos do atleta. Entre eles está o Instituto Bola de Ouro, projeto social esportivo onde Éderson iniciou sua formação ainda criança e construiu os alicerces que o levariam ao futebol profissional. Para os responsáveis pelo instituto, a convocação representa muito mais do que uma conquista individual. É a confirmação de que um trabalho desenvolvido há mais de duas décadas, voltado à formação esportiva e cidadã de crianças e adolescentes, pode transformar vidas. Segundo o presidente do Instituto Bola de Ouro, professor Jairo Cesar, que conversou com a reportagem do Correio do Estado, Éderson chegou ao projeto aos seis anos de idade e rapidamente chamou a atenção pelo talento acima da média. “Falar sobre a trajetória do Éderson é, para nós, reviver a essência do que construímos ao longo de 21 anos no Instituto Bola de Ouro. Ver um dos nossos pupilos vestir a camisa da Seleção Brasileira não é apenas um feito esportivo; é a materialização de um compromisso social que iniciamos quando ele tinha apenas seis anos”, afirmou. De acordo com o educador, o volante já apresentava características que o diferenciavam dos demais atletas da mesma idade. “O Éderson sempre foi um garoto singular. Dentro de campo, demonstrava uma maturidade técnica notável, atuando sempre em categorias superiores à sua faixa etária. Fora dele, cultivava valores raros: era prestativo, empático e comprometido com o bem da comunidade, como bem lembramos de suas ações voluntárias no Asilo São João Bosco”, recordou. Foto: Arquivo do Instituto Bola de Ouro Além dos treinamentos, o atleta participou de ações sociais promovidas pela instituição, incluindo atividades voluntárias junto ao Asilo São João Bosco, experiências que ajudaram a moldar valores que, segundo os educadores, permanecem presentes em sua trajetória. Superação antes do sucesso A caminhada rumo ao futebol de alto rendimento, porém, esteve longe de ser simples. Em um dos momentos mais delicados da juventude, Éderson enfrentou uma reprovação em uma avaliação realizada em São Paulo. O resultado abalou sua confiança e o fez considerar abandonar o sonho de se tornar jogador profissional. Foi nesse período que o suporte recebido no Instituto Bola de Ouro se tornou decisivo. “No entanto, o futebol é um caminho de provações. Em um momento crucial, após uma reprovação em um teste em São Paulo, Éderson sentiu o peso do desânimo e cogitou interromper sua caminhada. Foi então que o nosso trabalho de base, que vai muito além da bola, entrou em cena”, relatou Jairo. Segundo ele, o jovem recebeu orientação para compreender que os obstáculos fazem parte da formação de qualquer atleta. “Reforçamos a ele que o esporte, tal qual a vida, é uma construção feita de degraus. Ensinamos que o fracasso é um professor necessário e que a resiliência é o maior talento de um atleta.” Com disciplina e perseverança, Éderson retomou o caminho do desenvolvimento esportivo e começou a construir uma trajetória que o levaria aos principais centros do futebol nacional e internacional. De Campo Grande para a Europa Após deixar Mato Grosso do Sul, Éderson iniciou sua carreira nas categorias de base do Desportivo Brasil. O volante ganhou projeção nacional no Cruzeiro, passou por Corinthians e Fortaleza antes de seguir para o futebol italiano. Na Europa, atuou pela Salernitana e posteriormente se transferiu para a Atalanta, clube onde alcançou o melhor momento da carreira. Com atuações consistentes no Campeonato Italiano e em competições europeias, tornou-se um dos principais meio-campistas brasileiros em atividade no exterior. A convocação para a Copa do Mundo veio após Wesley sofrer uma lesão muscular e ser cortado da Seleção Brasileira. Diante da baixa, Carlo Ancelotti optou por chamar Éderson para integrar o elenco brasileiro. Orgulho para Campo Grande No Instituto Bola de Ouro, a convocação foi recebida como uma conquista coletiva. “Ele acolheu cada palavra. Com disciplina e foco, superou cada obstáculo, trilhando um caminho sólido pelo Desportivo Brasil, Cruzeiro, Corinthians, Fortaleza e, mais recentemente, pela Atalanta. Hoje, ao vê-lo convocado para a Copa do Mundo, o Instituto Bola de Ouro está em festa. Celebramos a vitória da persistência e o sucesso de um campo-grandense que nunca esqueceu suas raízes”, destacou Jairo Cesar. Foto: Arquivo do Instituto Bola de Ouro. O dirigente afirma que o sentimento é de orgulho por ter participado dos primeiros passos da carreira do atleta. “Seguimos em torcida vibrante, honrados por termos feito parte dos primeiros degraus dessa história e na expectativa de vê-lo brilhar nos gramados, quem sabe presenteando nossa cidade e nosso projeto com um gol que eternizará essa jornada de superação.” Convocação surpreendeu jogador em Campo Grande A chamada da Seleção pegou Éderson de surpresa. O volante passava férias em Campo Grande, sua cidade natal, quando recebeu a notícia da convocação emergencial para a Copa do Mundo. Segundo relatos da imprensa internacional, ele precisou reorganizar rapidamente a viagem para se apresentar ao grupo nos Estados Unidos. O episódio reforçou o vínculo que o atleta mantém com suas origens. Mesmo consolidado no futebol europeu, Éderson continua sendo lembrado como um dos principais exemplos de sucesso surgidos no esporte sul-mato-grossense. Segundo jogador sul-mato-grossense em Copa O volante Éderson, 27 anos, será o segundo jogador sul-mato-grossense a defender a seleção brasileira em uma Copa do Mundo. Antes dele, o atacante Mueller – também nascido em Campo Grande – participou das copas de 1990 e de 1994.  Novo Clube A convocação para a Copa do Mundo ocorre em um momento de ascensão na carreira de Éderson. O volante

Premio de la FAO al Indert recibe respaldo oficial de la Cámara de Diputados

Mediante la Declaración Nº1620, de conformidad al Art. Nº 99 del Reglamento de la Honorable Cámara de Diputados, declaró de interés nacional el Premio internacional “Logro 2025”, otorgado por la Organización de las Naciones Unidas para la Alimentación y la Agricultura (FAO) al Instituto Nacional de Desarrollo Rural y de la Tierra (INDERT). La entrega se realizó en el mes de mayo pasado. La declaración de la Cámara Baja resalta los avances del Gobierno del Paraguay en su política agraria nacional a fin de promover y agilizar la titulación masiva de tierras a nivel país, priorizando a las mujeres rurales jefas de hogar. Destacan además que el premio “Logro 2025” es un reconocimiento que la FAO otorgó a cuatro países (Paraguay fue el único de América Latina), que lograron destacarse en el fortalecimiento de los derechos de tenencia de tierras. Cooperación técnica Cabe resaltar que gracias a este reconocimiento internacional de la FAO, Paraguay recibirá una Cooperación Técnica no reembolsable por valor de 300 mil dólares, con fondos provenientes del Fondo para el Medio Ambiente Mundial (GEF), destinado a proyectos que protegen la biodiversidad, el clima y los ecosistemas globales. Se trata de un mecanismo financiero independiente que une a 184 países con agencias de la ONU, sociedad civil y sector privado para otorgar las alusivas donaciones. Histórica titulación a mujeres rurales Desde el Indert señalaron que a Paraguay se le reconoció por su política inclusiva de titulación en favor de las mujeres rurales. Con el presidente Santiago Peña, se implementó el Programa de Titulación Masiva que incrementó en un 400 % por año. Este aumento favoreció más a las mujeres que a los hombres, ya que se establecieron incentivos como el de la reducción de la tasa de interés al 0 % cuando el titular de la finca sea una mujer. Esto permitió que el 57 % de los títulos que hoy se entregan vayan a mano de las mujeres campesinas, teniendo en cuenta que en épocas anteriores los resultados en materia de titulaciones eran muy bajos (900 títulos por año) y sólo el 28 % de los títulos entregados iban destinados en favor de las mujeres campesinas. Fonte: La Nacion

MapBiomas: Mato Grosso do Sul tem a menor área desmatada do Brasil nos últimos 7 anos

Mato Grosso do Sul tem a menor área de desmatamento sem licença ambiental nos últimos sete anos, entre todas as unidades da federação. Os dados estão no Relatório Anual de Desmatamento 2026 do MapBiomas, uma rede colaborativa que reúne organizações não governamentais, universidades e empresas de tecnologia que analisam dados sobre os biomas e temas transversais. Entre 2019 e 2025 foi suprimida uma área de 368.931 hectares de vegetação nativa no Estado, sendo que desse total, 277.357 hectares estavam legalmente autorizados, conforme dados cruzados pelos pesquisadores do MapBiomas com as licenças ambientais emitidas pelo Imasul (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul). Essa área representa 75,2% do total desmatado, o maior percentual do País. O Estado tem aumentado significativamente o controle e combatido o desmatamento ilegal ao longo dos anos, conforme demonstram os dados do MapBiomas. Em 2019 a área suprimida com autorização ambiental representava apenas 31,6% da área total desmatada e no ano passado, passou a representar 94,3% desse universo. É o maior percentual do País. O bioma Pantanal, com mais de 84% de sua cobertura vegetal nativa preservada, foi também o que apresentou o segundo menor número de alertas de desmatamento entre todos os biomas brasileiros no ano passado (163) e registrou apenas 12.260 hectares suprimidas. Desse total, 10.042 hectares tiveram licença ambiental emitida, conforme o MapBiomas. “Não há um fator sozinho que explique esse resultado”, ponderou o secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), Artur Falcette. “Primeiro, a Lei do Pantanal trouxe mais segurança jurídica, mais clareza com relação a alguns aspectos e também reduziu a possibilidade de conversão de novas áreas. A gente tem na lei um conjunto de novas vedações que protegem ambientes específicos do Pantanal. Segundo, a incorporação dos corredores ecológicos na legislação, que passam a ser protegidos e limitam a conversão nessas áreas importantes de integração ecológica”, afirmou. Lei do Pantanal Falcette: consolidação da mentalidade conservacionista Mato Grosso do Sul detém dois terços da área total do Pantanal. O Governo do Estado tem ampliado as ações de controle sobre o território para garantir a preservação da vegetação nativa e sustentabilidade às atividades econômicas desenvolvidas na região. A Lei do Pantanal, em vigor desde fevereiro de 2024, alterou significativamente as normas de conservação, proteção, restauração e exploração ecologicamente sustentável em toda área de uso restrito do Pantanal (AUR-Pantanal). A lei inovou ao definir como áreas de proteção permanente (APP) os landis, as salinas, as veredas e os meandros abandonados (espécies de ilhas por onde passavam rios e que, com a mudança de curso, ficaram cercadas por água). Capões e cordilheiras também receberam proteção especial da área coberta com vegetação arbórea-arbustiva. A lei veda o cultivo de soja, cana-de-açúcar, eucalipto e quaisquer outras culturas exóticas ao meio, excetuando apenas àquelas áreas em que já está consolidado o plantio, que não poderão ser ampliadas nem rotacionado e dependerá de licenciamento ambiental para o replantio. É permitido, entretanto, a atividade da pecuária extensiva nessas áreas, desde que não provoquem nenhum tipo de degradação ambiental. Também estão fora da proibição o cultivo de gêneros alimentícios por agricultores familiares e de culturas não destinadas ao comércio, como forrageiras para o gado. Serviços Ambientais Além de ampliar os ambientes protegidos, o Governo do Estado criou o Programa de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) que se traduz num mecanismo eficiente de preservação. Um dos meios do produtor rural receber recursos do Programa é abrir mão das licenças de supressão vegetal legalmente emitidas pelo órgão ambiental. Também pode se comprometer a não desmatar determinada área a qual teria direito legal de fazê-lo, sendo remunerado por isso. No primeiro edital, o PSA Conservação e Valorização da Biodiversidade contemplou 40 produtores rurais com o valor total de R$ 2.961.274,95 que se comprometeram a preservar 112.098,79 hectares de área de excedente de vegetação nativa em suas propriedades. O segundo edital está em andamento. Todas as 23 inscrições foram deferidas e agora as propriedades estão sendo avaliadas pela equipe técnica da Semadesc, sendo previsto a divulgação do resultado final em meados de julho. O secretário Artur Falcette cita, ainda, outra razão para redução do desmatamento ilegal no Pantanal: a consolidação da mentalidade do produtor rural de produzir e preservar. “Por séculos, o homem pantaneiro está acostumado a conviver com o Pantanal de forma harmoniosa”, ponderou. João Prestes, Comunicação Semadesc Foto: Bruno Rezende/Secom/Arquivo Fonte: Governo MS

Agricultores de MS geram renda e perdem o medo da tecnologia com apoio da Fundect

Durante muito tempo, a hidroponia parecia distante da realidade de pequenos produtores rurais de Naviraí. Para muitos agricultores familiares, o sistema era visto como caro, complicado e difícil de operar. Esse cenário, descrito pelo professor Daniel Zimmermann Mesquita, começou a mudar quando o projeto dele, apoiado pelo Governo de Mato Grosso do Sul, por meio da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação) e da Fundect (Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia), levou tecnologia, capacitação e acompanhamento técnico diretamente às propriedades rurais. Agora, agricultores que antes tinham receio de investir em sistemas hidropônicos – cultivo em que as plantas crescem sem solo, recebendo água e nutrientes diretamente – já ampliam as próprias estruturas com recursos próprios, após aprenderem a produzir hortaliças de forma automatizada, com menos esforço físico e maior produtividade. O trabalho faz parte do projeto “Hidroponia para Todos”, coordenado pelo professor Daniel, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul (IFMS), com recursos do edital de Extensão Tecnológica da Fundect voltado a agricultores familiares, povos originários e comunidades tradicionais, realizado em parceria com a Secretaria-Executiva de Agricultura Familiar, de Povos Originários e Comunidades Tradicionais (Seaf). Segundo o pesquisador, um dos principais desafios era justamente quebrar a resistência inicial à tecnologia. “Muitos tinham medo, conheciam o sistema de hidroponia, mas achavam que era muito caro, tinham medo de adotar a tecnologia e não saber mexer”, relata. Menos enxada A hidroponia implantada pelo projeto utiliza o sistema NFT, da sigla em inglês “Nutrient Film Technique”, método em que as plantas crescem em tubos por onde circula constantemente uma solução com água e nutrientes. Segundo o professor, o sistema funciona quase como uma horta automatizada: bombas e temporizadores controlam a circulação da água e o agricultor monitora apenas indicadores simples, como pH e nutrientes. “Na prática, isso muda completamente a rotina de trabalho no campo. Na hidroponia, você praticamente não tem esforço físico nenhum. Não tem incidência de plantas daninhas, não precisa ficar com enxada arrancando mato. As bancadas ficam na altura das mãos das pessoas, então é um sistema muito ergonômico”, explica Daniel. O pesquisador destaca ainda que a ausência de contato com o solo reduz doenças nas plantas e melhora a qualidade das hortaliças. O projeto Foram selecionadas quatro propriedades familiares da região de Naviraí, sendo duas no Distrito Verde e duas no assentamento Juncal. Cada família recebeu três bancadas hidropônicas completas, além de equipamentos, insumos e capacitação prática. O conjunto entregue possui capacidade de produção para 600 plantas por ciclo produtivo. Segundo o pesquisador, o cultivo de alface, principal produto comercializado pelos agricultores, já vem gerando retorno financeiro importante para as famílias. “Eles estão produzindo bem, tiveram capacitação, aprenderam a manejar o sistema e estão vendendo. Alguns já comercializam em feiras, supermercados e programas de alimentação escolar”, relata. De acordo com Daniel, os resultados mais importantes apareceram justamente após o encerramento do projeto. “Eles pegaram gosto, aprenderam a tecnologia, viram que é muito mais simples e seguro produzir e agora estão reinvestindo para aumentar o sistema produtivo”, destaca. O professor explica que os próprios produtores começaram a ampliar as estruturas. “Cada um recebeu três bancadas, mas já tem agricultor que está com seis bancadas, outros com quatro. Isso mostra que realmente foi um trabalho muito satisfatório”, afirma. Papel da Fundect Para o pesquisador, o apoio da Fundect foi essencial para transformar a proposta em realidade. O edital financiou equipamentos, materiais, implantação dos sistemas e as ações de capacitação junto às famílias atendidas. O diretor-presidente da Fundect, professor Cristiano Carvalho, destaca que o projeto representa o impacto social que a ciência pode gerar quando chega diretamente às pessoas. “O projeto Hidroponia para Todos mostra como a ciência e a tecnologia podem transformar a realidade de famílias produtoras. O mais importante não é apenas a instalação das estruturas com recursos da Fundect, mas a autonomia construída ao longo do projeto. Quando o agricultor perde o medo da tecnologia, aprende a utilizar o sistema e passa a investir por conta própria, nós vemos a inovação cumprindo seu papel social. Esse é o tipo de iniciativa que o Governo do Estado, por meio da Semadesc e da Fundect, busca apoiar”, afirma Cristiano. Esta é mais uma reportagem da série “Fundect: MS ama Ciência”. Ao longo das publicações, serão divulgadas informações sobre os relatórios técnicos dos projetos financiados pela Fundação, acompanhadas de entrevistas com os pesquisadores responsáveis, destacando como o investimento público em ciência tem contribuído para o desenvolvimento científico e tecnológico de Mato Grosso do Sul. Comunicação, Fundect Fotos: Arquivo Pessoal do Pesquisador Fonte: Governo MS

‘Meu vice será uma pessoa preparada e, de preferência, mulher’, diz Flávio Bolsonaro

Em evento em SP, pré-candidato também admite falhas de comunicação na gestão do pai e defende a privatização de estatais. Ao participar na tarde desta segunda-feira (8) do evento “Brasil de Ideias Mulher – Especial Eleição”, organizado pelo Grupo Voto em São Paulo, o pré-candidato à Presidência da República pelo PL (Partido Liberal), Flávio Bolsonaro, disse que tem até 14 de agosto para anunciar o candidato a vice na sua chapa, mas acenou para as mulheres — maioria na plateia — ao indicar que o posto será ocupado por uma mulher. “O prazo é até 14 de agosto. O que posso falar é que o perfil é de alguém que complemente a nossa chapa, uma pessoa preparada e de bem, interessada, uma mulher”, declarou o pré-candidato. Flávio começou sua fala fazendo uma defesa de seu pai, mais uma vez acenando ao público feminino, e destacou que o ex-presidente Jair Bolsonaro nunca foi contra as mulheres. Segundo o senador, o pai era alvo de uma narrativa injusta. Contudo, na sessão de perguntas e respostas, ele foi confrontado por uma participante do evento, que afirmou que, se o governo Bolsonaro fez alguma coisa em favor das mulheres, não soube se comunicar. De acordo com a interlocutora, a comunicação nunca foi uma virtude da gestão anterior. O senador concordou e acrescentou que o governo de seu pai não soube se comunicar não só com as mulheres, mas de modo geral. “Meu pai é de uma outra geração, é mais rústico”, afirmou Flávio. Ele acrescentou que pertence a uma outra geração, citou o fato de ter duas filhas — garantindo fazer o necessário para protegê-las — e se declarou aberto ao diálogo e à interlocução com jornalistas. Agenda econômica Flávio evitou dar pistas sobre o perfil de seu eventual ministro da Fazenda. Disse que fará o anúncio na hora certa e lembrou que seu pai, quando candidato à Presidência em 2018, teve de antecipar a divulgação do economista Paulo Guedes como titular da Economia devido à elevada incerteza sobre a condução da área. O pré-candidato do PL passou a maior parte de sua participação no evento defendendo a gestão do pai ou criticando o governo Lula. No que tange à economia, abordou temas como as privatizações de estatais que, de acordo com ele, não têm condições de se sustentar por conta própria. Neste caso, citou os Correios que, mesmo mantendo o monopólio postal, têm apresentado prejuízos recorrentes. Negou, no entanto, que pretenda privatizar o SUS (Sistema Único de Saúde) e atribuiu a uma “falsa narrativa” a informação de que planeja passar o sistema para a iniciativa privada. “Não pretendemos privatizar o SUS. O sistema tem uma grande capilaridade e é copiado por vários países”, concluiu. Fonte: R7

‘Meu vice será uma pessoa preparada e, de preferência, mulher’, diz Flávio Bolsonaro

Em evento em SP, pré-candidato também admite falhas de comunicação na gestão do pai e defende a privatização de estatais. Ao participar na tarde desta segunda-feira (8) do evento “Brasil de Ideias Mulher – Especial Eleição”, organizado pelo Grupo Voto em São Paulo, o pré-candidato à Presidência da República pelo PL (Partido Liberal), Flávio Bolsonaro, disse que tem até 14 de agosto para anunciar o candidato a vice na sua chapa, mas acenou para as mulheres — maioria na plateia — ao indicar que o posto será ocupado por uma mulher. “O prazo é até 14 de agosto. O que posso falar é que o perfil é de alguém que complemente a nossa chapa, uma pessoa preparada e de bem, interessada, uma mulher”, declarou o pré-candidato. Flávio começou sua fala fazendo uma defesa de seu pai, mais uma vez acenando ao público feminino, e destacou que o ex-presidente Jair Bolsonaro nunca foi contra as mulheres. Segundo o senador, o pai era alvo de uma narrativa injusta. Contudo, na sessão de perguntas e respostas, ele foi confrontado por uma participante do evento, que afirmou que, se o governo Bolsonaro fez alguma coisa em favor das mulheres, não soube se comunicar. De acordo com a interlocutora, a comunicação nunca foi uma virtude da gestão anterior. O senador concordou e acrescentou que o governo de seu pai não soube se comunicar não só com as mulheres, mas de modo geral. “Meu pai é de uma outra geração, é mais rústico”, afirmou Flávio. Ele acrescentou que pertence a uma outra geração, citou o fato de ter duas filhas — garantindo fazer o necessário para protegê-las — e se declarou aberto ao diálogo e à interlocução com jornalistas. Agenda econômica Flávio evitou dar pistas sobre o perfil de seu eventual ministro da Fazenda. Disse que fará o anúncio na hora certa e lembrou que seu pai, quando candidato à Presidência em 2018, teve de antecipar a divulgação do economista Paulo Guedes como titular da Economia devido à elevada incerteza sobre a condução da área. O pré-candidato do PL passou a maior parte de sua participação no evento defendendo a gestão do pai ou criticando o governo Lula. No que tange à economia, abordou temas como as privatizações de estatais que, de acordo com ele, não têm condições de se sustentar por conta própria. Neste caso, citou os Correios que, mesmo mantendo o monopólio postal, têm apresentado prejuízos recorrentes. Negou, no entanto, que pretenda privatizar o SUS (Sistema Único de Saúde) e atribuiu a uma “falsa narrativa” a informação de que planeja passar o sistema para a iniciativa privada. “Não pretendemos privatizar o SUS. O sistema tem uma grande capilaridade e é copiado por vários países”, concluiu. Fonte: R7

Comunidad indígena advierte con cierre de la ruta PY12 ante demora estatal para adquirir tierras

La comunidad indígena Tooshe Qaltaq, perteneciente al pueblo Qom y asentada desde hace más de cuatro décadas en la franja de dominio del Ministerio de Obras Públicas y Comunicaciones (MOPC), a la altura del kilómetro 122 de la ruta PY12, expresó su creciente preocupación por la falta de respuestas concretas del Estado respecto a la adquisición de tierras para su reubicación. Los pobladores advirtieron que podrían iniciar movilizaciones e incluso cerrar la ruta si las autoridades continúan postergando una solución definitiva a su situación. La amenaza surge debido a que el tramo donde se encuentra la comunidad forma parte de las obras de pavimentación asfáltica financiadas por el Banco Interamericano de Desarrollo (BID). Según los líderes comunitarios, las familias viven en condiciones extremadamente precarias, sin acceso adecuado a servicios básicos y con limitadas oportunidades para desarrollar una vida digna. La construcción de la carretera incrementa la urgencia de encontrar un lugar seguro y permanente donde puedan establecerse. Tras una reciente reunión mantenida con representantes del Instituto Paraguayo del Indígena (INDI), el líder Eustaquio Ávalos reiteró el reclamo histórico de la comunidad y exigió que el compromiso de compra de tierras se traduzca en acciones concretas. “Ya no queremos que nos mientan”, manifestó Ávalos al referirse a las numerosas promesas realizadas a lo largo de los años sin resultados efectivos para las familias indígenas. El conflicto refleja una problemática recurrente en el Chaco paraguayo, donde varias comunidades indígenas continúan esperando la regularización de sus territorios y el acceso a condiciones básicas de desarrollo. Mientras avanzan las obras viales consideradas estratégicas para la región, los habitantes de Tooshe Qaltaq sostienen que el progreso no puede darse a costa de los derechos de quienes han vivido históricamente en el lugar. De no existir avances en las próximas semanas, los dirigentes comunitarios aseguran que evaluarán medidas de fuerza para visibilizar su situación y presionar por una respuesta definitiva de las instituciones responsables. Fonte: Ultima Hora

Veja os aniversariantes desta terça, dia 09/06/26

Você que tem um familiar, namorado ou um amigo aniversariando, pode enviar a foto com nome dessa pessoa para o E-mail: pontaporainforma@gmail.com ou no whatsapp 067 9 9933 3498 que estaremos postando no dia do aniversário. Aproveite e curta nossa fanpage e inscreva-se no nosso canal do youtube https://www.youtube.com/channel/UCa-6u_sK3ekK1mGy3NlD7rw e nossos instagrans https://www.instagram.com/dora.m.nunes/?hl=pt-br e https://www.instagram.com/pontaporainforma/?hl=pt-br. Alexandre Yamada da Silva Anderson Santana André Messias Manosso Carolina Santos Kattia Fabiola Cordone Gesiel De Sousa Costa Celia Zalazar Eli Escobar Deidamia Amarilha Godoy Ivone Da Silva Maidana Larcylaine Larson Meyre Mendonça Laura Perius Fabio Junior Marley Ogawa Ryan Eduardo Maia de Miranda Taiane Guerini Valderice F. Aleixo Polliana Celminha Tatiane Carpes Tereza Sengewald

Governo do Brasil regulamenta subvenção ao diesel e estabelece regras para desconto de R$ 1,12 por litro comercializado

Em meio ao cenário de instabilidade internacional e às pressões sobre os preços da energia decorrentes dos conflitos no Oriente Médio, o Governo do Brasil publicou nesta terça-feira (9), no Diário Oficial da União, o Decreto 12.995 que regulamenta a concessão de subvenção econômica aos produtores e importadores de óleo diesel de uso rodoviário no país, no valor de R$ 1,12 por litro comercializado, conforme previsto na Medida Provisória nº 1.363/2026. A medida estabelece as regras para operacionalização do benefício, voltado às refinarias nacionais e aos importadores habilitados, com o objetivo de garantir previsibilidade no abastecimento de diesel no país e contribuir para mitigar os impactos da volatilidade internacional dos preços do combustível sobre o mercado interno. Para ter acesso à subvenção, produtores e importadores deverão aderir formalmente ao programa junto à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), por meio de termo de adesão, e comprovar que o valor correspondente ao benefício foi integralmente descontado no preço de venda do diesel rodoviário. O desconto deverá constar de forma expressa na Nota Fiscal Eletrônica, no campo de informações complementares. O decreto também estabelece que a subvenção será apurada em períodos quinzenais, entre 1º de junho e 31 de dezembro de 2026, com envio obrigatório à ANP de informações sobre preços e volumes comercializados até cinco dias úteis após o encerramento de cada período de apuração. Caberá à Agência verificar a conformidade das operações, solicitar eventuais correções e efetuar o pagamento aos beneficiários habilitados. O pagamento da subvenção deverá ocorrer em até 30 dias após o recebimento da declaração, podendo haver atualização pela taxa Selic em caso de atraso. O decreto também prevê mecanismos de controle e fiscalização, incluindo a obrigatoriedade de manutenção dos registros financeiros e fiscais por cinco anos e a possibilidade de restituição de valores pagos indevidamente. Além disso, enquanto não houver regulamentação conjunta da Receita Federal e da ANP sobre a verificação de adimplência tributária, o recebimento da subvenção ficará condicionado à apresentação de certidões de regularidade fiscal e do FGTS. No último dia 29 de maio, o governo brasileiro publicou novas medidas para renovar as ações de contenção da alta dos preços dos combustíveis. As ações substituem as medidas emergenciais adotas pelo governo diante da volatilidade do mercado mundial de petróleo, já que a primeira fase dessas iniciativas tinha vigência prevista até 31 de maio. Fonte: Casa Civil