SUS registra aumento de 138% na distribuição de medicamentos para parar de fumar
O Sistema Único de Saúde (SUS) tem avançado nas ações de combate ao tabagismo. Nos anos de 2022 e 2025, a distribuição de medicamentos para o tratamento da dependência de nicotina registrou um aumento de 138,51%. Em números absolutos, o volume de itens enviados a estados e municípios saltou de 19,5 milhões para 46,6 milhões de unidades. Os dados reforçam a importância do Dia Mundial Sem Tabaco, celebrado no último domingo (31/05). A oferta dos itens integra o Programa Nacional de Controle do Tabagismo (PNCT), que tem a disponibilização dos medicamentos coordenada pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (SCTIE) do Ministério da Saúde. Para a secretária da SCTIE, Fernanda De Negri, o crescimento dos números reflete diretamente a busca dos cidadãos por uma vida mais saudável. “Esse aumento evidencia o desejo da população por apoio especializado para abandonar o cigarro, cenário que reforça a importância das políticas públicas de prevenção e tratamento”. A assistência farmacêutica oferecida pelo SUS conta atualmente com cinco itens essenciais para o suporte aos pacientes na dependência do tabagismo: o cloridrato de bupropiona (150 mg), a goma de mascar de nicotina (2 mg) e os adesivos transdérmicos de nicotina em três dosagens (7 mg, 14 mg e 21 mg). A estratégia também abrange ações de educação em saúde. De acordo com a secretária, a prioridade da pasta é assegurar estoques desses medicamentos em todo o país. “Assumimos o compromisso com o fortalecimento das estratégias de abastecimento, distribuição e promoção do uso racional dos medicamentos utilizados no combate ao tabagismo. Garantir que o tratamento farmacológico chegue a quem precisa, de forma contínua, segura e orientada, é um pilar inegociável para o sucesso dessa política de saúde”, ressaltou De Negri. Confira a relação dos itens distribuídos: Medicamento 2022 2025 Bupropiona 150 mg 8.682.800 18.628.500 Adesivo de nicotina 7mg 3.136.805 6.326.558 Adesivo de nicotina 14mg 3.141.159 8.135.477 Adesivo de nicotina 21mg 3.581.018 8.897.007 Goma de nicotina 2mg 1.008.240 4.641.540 Roberta Paola e Rodrigo EneasMinistério da Saúde Fonte: Ministério da Saúde
Inaep fortalece cooperação entre Comitês de Ética em pesquisas multicêntricas
A Instância Nacional de Ética em Pesquisa (Inaep), órgão colegiado vinculado ao Ministério da Saúde, publicou na última segunda-feira (01/06) novas diretrizes para simplificar a análise de pesquisas no país. As orientações estão no Despacho nº 3/2026, que orienta a aplicação do parecer ético único em pesquisas multicêntricas e define os parâmetros para a atuação colaborativa dos Comitês de Ética em Pesquisa (CEPs). A medida busca harmonizar procedimentos, evitar análises éticas duplicadas e fortalecer a cooperação entre os comitês, preservando o papel dos CEPs locais na proteção dos participantes de pesquisa no Brasil, ressaltou a coordenadora da Inaep, Meiruze Freitas. “A implantação do parecer ético único celebra a maturidade do sistema de ética, construído ao longo de décadas com a colaboração de cada comitê local. Este despacho não é um comando isolado, mas sim um convite ao trabalho conjunto e em rede.” Com a consolidação da Lei nº 14.874/2024, a centralização da análise ética em um único comitê, preferencialmente o do centro coordenador, passou a ser uma determinação legal no país. Diante desse novo cenário, o Despacho nº 3 da Inaep, que entra em vigor em 8 de junho de 2026, surge como um convite ao trabalho conjunto, oferecendo as ferramentas regulatórias para que os comitês locais participem do processo, integrando suas realidades regionais à decisão central. “Compreendemos que toda mudança de fluxo exige adaptação, e é justamente por isso que apostamos na governança colaborativa. Queremos somar a visão global do centro coordenador à valiosa percepção regional de cada CEP participante. Juntos, faremos o Brasil avançar na ciência com passos firmes e seguros”, acrescentou Meiruze Freitas. Mais proteção para quem participa de pesquisa Antes que uma pesquisa com seres humanos seja realizada, os CEPs avaliam se o estudo respeita princípios éticos fundamentais, como a dignidade, a segurança, a privacidade e os direitos dos participantes. Na prática, os mais de 900 CEPs espalhados pelo Brasil garantem que os voluntários de pesquisas recebam informações claras e objetivas sobre os estudos. Assim, cada pessoa pode decidir livremente se quer participar, contando com canais abertos de comunicação e esclarecimento do início ao fim do processo. Além disso, os comitês garantem suporte e canais de atendimento durante todas as etapas do estudo, com canais para recebimento de denúncias, comunicação de eventos adversos e acompanhamento das condições de execução das pesquisas em suas respectivas instituições. O novo documento reforça ainda que, mesmo nos estudos multicêntricos, os CEPs das instituições participantes continuem exercendo papel importante na proteção dos participantes. A transparência no Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) é outro ponto de destaque do despacho. O documento, que explica os detalhes da pesquisa aos participantes, deve apresentar os contatos do CEP responsável pela análise ética. A nova norma também orienta incluir os contatos dos CEPs locais, criando um canal complementar para acolher e tirar dúvidas dos voluntários. Fortalecimento do Sistema Nacional de Ética em Pesquisa com Seres Humanos A publicação integra o processo de implementação da Lei nº 14.874, de 2024, que instituiu o Sistema Nacional de Ética em Pesquisa com Seres Humanos (Sinep). Além de uniformizar entendimentos sobre pesquisas multicêntricas, a Inaep prevê a realização de fóruns nacionais, seminários técnicos e ações de capacitação para fortalecer a integração entre os Comitês de Ética em Pesquisa e disseminar boas práticas em todo o país. Ministério da Saúde Fonte: Ministério da Saúde
Corrida global por terras raras leva Senado a discutir estratégia para minerais críticos

O avanço da disputa internacional por minerais críticos e terras raras mobilizou a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que participou nesta semana de um debate no Senado sobre os caminhos para ampliar a presença do Brasil nas etapas de maior valor agregado da cadeia mineral. A discussão ocorre em um cenário de crescente competição global por recursos considerados estratégicos para a produção de baterias, veículos elétricos, equipamentos eletrônicos, inteligência artificial, sistemas de defesa e geração de energia renovável. Nos últimos anos, Estados Unidos, China e União Europeia intensificaram políticas voltadas à segurança das cadeias de suprimentos e à redução da dependência externa desses insumos. O Brasil aparece nesse cenário como um dos países com maior potencial geológico do mundo. Além de reservas de nióbio, grafita e lítio, o país possui importantes ocorrências de terras raras, grupo de minerais utilizados em equipamentos de alta tecnologia e considerados estratégicos pelas principais economias globais. Durante audiência pública realizada pela Comissão de Relações Exteriores do Senado, integrantes da FPA defenderam a construção de uma política nacional voltada não apenas à extração mineral, mas também ao processamento industrial e à agregação de valor dentro do país. A avaliação apresentada durante o debate é que o Brasil corre o risco de repetir o modelo histórico de exportação de matéria-prima caso não avance em tecnologia, industrialização e segurança jurídica. INTERESSE MUNDIAL – Para o presidente do Instituto do Agronegócio, engenheiro agrônomo Isan Rezende, os minerais críticos e as terras raras deixaram de ser apenas uma questão mineral para se tornarem um tema de soberania econômica. “O mundo vive uma corrida por recursos essenciais para a produção de baterias, semicondutores, inteligência artificial, sistemas de defesa e transição energética. O Brasil possui algumas das maiores reservas do planeta e precisa decidir se continuará exportando matéria-prima ou se avançará para ocupar posições mais estratégicas nessa cadeia.” “O que preocupa é que as principais economias do mundo estão adotando políticas cada vez mais agressivas para garantir acesso a esses minerais. Os Estados Unidos ampliam sua pressão por acordos de fornecimento, a China mantém forte controle sobre etapas de processamento e diversos países passaram a restringir exportações para proteger suas próprias indústrias. O Brasil não pode assistir a esse movimento apenas como fornecedor de recursos naturais. É necessário construir uma política nacional que estimule pesquisa, industrialização, inovação e geração de valor dentro do país.” “A discussão conduzida pela Frente Parlamentar da Agropecuária vai além da mineração. Estamos falando de desenvolvimento regional, atração de investimentos, geração de empregos qualificados e fortalecimento da competitividade brasileira. O país reúne reservas minerais, conhecimento técnico e capacidade produtiva para se tornar um protagonista global nesse mercado. Mas isso exige segurança jurídica, previsibilidade regulatória e uma estratégia de longo prazo que transforme riqueza geológica em riqueza econômica para os brasileiros.” Leia Também: Lideranças rurais dizem que reduzir umidade da soja trará R$ 6 bi de prejuízos aos produtores Os Estados Unidos ampliaram programas de incentivo à produção doméstica e à diversificação de fornecedores, enquanto a China mantém posição dominante em etapas estratégicas do processamento de terras raras. Outros países produtores também passaram a restringir exportações de matérias-primas para estimular investimentos industriais locais. No Senado, a discussão abordou ainda o Projeto de Lei 4.443/2025, que cria a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos. A proposta busca estabelecer diretrizes para pesquisa, exploração, industrialização e atração de investimentos para o setor. Entre os pontos destacados pelos participantes estão a necessidade de ampliar o conhecimento geológico do território brasileiro, fortalecer a pesquisa científica, estimular o desenvolvimento tecnológico e criar um ambiente regulatório capaz de atrair investimentos de longo prazo. Para a FPA, o debate ultrapassa a questão mineral e passa a integrar uma agenda estratégica relacionada à competitividade da economia brasileira, à segurança das cadeias produtivas e ao posicionamento do país em um mercado que deve ganhar relevância crescente nas próximas décadas. Fonte: Pensar Agro
Cacau Paulista reunirá especialistas para discutir oportunidades
São José do Rio Preto (cerca de 440 km da capital, São Paulo), sediará no próximo dia 25 a primeira edição do simpósio Cacau Paulista, evento que reunirá produtores, pesquisadores, consultores e empresas para discutir os avanços da cacauicultura brasileira e as oportunidades de expansão da cultura em novas regiões produtoras. Promovido pela Associação Comercial e Empresarial de São José do Rio Preto (Acirp), com apoio da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Sebrae e Sindicato Rural, o encontro ocorre em um momento de crescimento da produção paulista de cacau. Levantamento da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati) mostra que a área cultivada no Estado passou de cerca de 322 hectares em 2018 para aproximadamente 650 hectares atualmente, distribuídos em 65 municípios e mais de 120 propriedades. O avanço da cultura acompanha um cenário favorável no mercado internacional. A safra mundial de cacau 2023/24 registrou déficit estimado em 489 mil toneladas, resultado da produção insuficiente para atender à demanda da indústria, fator que impulsionou os preços da commodity e ampliou o interesse por novas regiões produtoras. A programação do simpósio abordará temas relacionados a toda a cadeia produtiva do cacau, incluindo implantação de lavouras, manejo, irrigação, nutrição, mecanização, pós-colheita, processamento, mercado e perspectivas para investimentos no setor. Ao todo, cerca de 15 especialistas participarão dos debates, além de representantes de instituições e empresas ligadas à cadeia cacaueira. Segundo os organizadores, a expectativa é reunir aproximadamente 300 participantes de diferentes estados brasileiros, incluindo produtores de regiões tradicionais e de áreas que vêm ampliando o cultivo da cultura nos últimos anos. Além da programação técnica, o evento contará com exposição de produtos artesanais por meio do projeto Origens, desenvolvido pelo Sebrae, com foco na valorização de pequenos produtores e na geração de oportunidades de negócios. Serviço Cacau Paulista – 1º Simpósio de Cacau do Noroeste Paulista Data: 25 de junho de 2026 Local: São José do Rio Preto (SP) Outra informações e inscrições clique aqui Fonte: Pensar Agro
Exportações de pescado caem 54% e setor se preocupa com novo tarifaço
A possibilidade de os Estados Unidos ampliarem em 25% as tarifas sobre produtos brasileiros exportados para o mercado norte-americano surge em um momento de retração das vendas externas da piscicultura. Dados do Departamento de Economia Rural (Deral) mostram que as exportações de pescados do Paraná caíram 54% no primeiro quadrimestre de 2026, totalizando cerca de 1,2 mil toneladas embarcadas. O Paraná lidera a produção nacional de tilápia e concentra parte relevante das exportações brasileiras da espécie. Em 2025, o Brasil produziu cerca de 968 mil toneladas de peixes de cultivo, das quais aproximadamente 660 mil toneladas foram de tilápia, segundo dados da Peixe BR. A tilápia respondeu por mais de 86% dos embarques paranaenses no período. Os Estados Unidos permanecem como principal destino do produto brasileiro, fator que aumenta a atenção do setor às discussões comerciais em andamento no mercado norte-americano. O novo tarifaço dos EUA ainda está em fase de consulta pública e os produtos que poderão ser atingidos não foram oficialmente definidos. Mesmo assim, o tema já mobiliza exportadores de diferentes segmentos do agronegócio devido ao peso do mercado norte-americano nas vendas externas brasileiras. A queda registrada no Paraná interrompe uma trajetória de expansão observada nos últimos anos, período em que o Estado consolidou sua posição como principal produtor nacional de tilápia e ampliou sua participação nas exportações de pescado. Representantes da cadeia produtiva avaliam que a definição sobre as tarifas poderá influenciar o ritmo dos embarques nos próximos meses, especialmente em segmentos com forte concentração de vendas para os Estados Unidos. Fonte: Pensar Agro
Ancelotti faz testes em treino do Brasil antes de amistoso contra o Egito
Treinador da Seleção Brasileira pode realizar algumas mudanças no time titular que entra em campo neste sábado (6), em Cleveland. Carlo Ancelotti comandou mais uma sessão de treinos da Seleção Brasileira nesta quarta-feira (3), atividade que aconteceu no Columbia Park Training Facility, em Nova Jersey. O treinador italiano realizou alguns testes na equipe titular e deve promover mudanças para o amistoso do próximo sábado (6), diante do Egito. No ataque, Igor Thiago deve começar jogando a próxima partida. O centroavante que atua no Brentford se destacou na goleada por 6 a 2 sobre o Panamá e deve ocupar a vaga do ponta Luiz Henrique. Outro que deve ganhar uma chance como titular é o meia Lucas Paquetá, autor de um dos gols da vitória sobre os panamenhos. O jogador do Flamengo entraria no lugar de Matheus Cunha, atuando à frente da dupla de volantes formada por Casemiro e Bruno Guimarães. Com Igor Thiago entre os titulares, Raphinha deve ser deslocado para o lado direito do ataque, enquanto Vinicius Jr. será o comandante da ponta-esquerda. Já no setor defensivo, os zagueiros Gabriel Magalhães e Marquinhos voltam à titularidade da seleção depois de marcarem presença na final da Champions League, que ocorreu no último sábado (30). Outra alteração prevista é a entrada do lateral-esquerdo Douglas Santos, do Zenit, no lugar de Alex Sandro, atleta do Mengão. Este foi o segundo dia de treinamentos do Brasil desde que desembarcou nos Estados Unidos. O amistoso contra a Seleção Egípcia está marcado para sábado (6), às 19h (de Brasília), e será realizado em Cleveland. CNN
USDA projeta exportação de 49 milhões de sacas e safra recorde no Brasil
O Brasil deve exportar 49 milhões de sacas de café (60 kg) na safra 2026/27, volume que sinaliza uma retomada robusta do protagonismo brasileiro no mercado global. A projeção, divulgada nesta quarta-feira (03.06) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), fundamenta-se na expectativa de uma safra nacional recorde, estimada em mais de 70 milhões de sacas. O dado é um divisor de águas: enquanto o primeiro quadrimestre de 2026 acumulou apenas 11,5 milhões de sacas exportadas — uma queda de 24% frente ao mesmo período de 2025, fruto de estoques internos exauridos por safras anteriores limitadas — o USDA identifica, a partir de abril, o início de uma reversão dessa tendência, com a oferta crescendo para atender à forte demanda internacional. Um dos pontos de maior atenção é a sinalização de avanço no acordo entre União Europeia e Mercosul. Atualmente, o Brasil já tem isenção tarifária para o café verde na Europa. Contudo, o produto de maior valor agregado — o solúvel, sobre o qual incide uma taxa de 9%, e o torrado e moído (7,5%) — ainda enfrenta barreiras que favorecem concorrentes como o Vietnã. A expectativa é que, com a gradativa redução dessas tarifas a zero nos próximos quatro anos, o café brasileiro ganhe um fôlego extra para dominar o mercado europeu. O USDA projeta que os estoques finais da safra 2026/27 alcancem 4,4 milhões de sacas, um aumento frente aos 3,8 milhões previstos para o ciclo atual. Com a promessa de uma colheita volumosa, superando a marca de 70 milhões de sacas, o Brasil tem potencial para elevar suas exportações em até 30%. O desafio agora é equilibrar essa oferta recorde com a volatilidade cambial e as variações climáticas que ditam o ritmo da porteira para fora. Fonte: Pensar Agro
Economista anima a que niños ‘negocien’ con figuritas: “Enseñan más de cómo funciona el mercado”

Recientemente, una institución educativa del Barrio Trinidad decidió prohibir los álbumes y figuritas entre sus alumnos, alegando que son “elementos distractivos”. Sin embargo, una reconocida economista asegura que son todo lo contrario, pues funcionan como herramienta de aprendizaje sobre negocios y hasta enseñan a tolerar la frustración. La fiebre mundialista está fuertemente impregnada en todos los amantes del fútbol; sin embargo, los más pequeños viven esa misma algarabía mediante los álbumes y figuritas, incluso en todo el mundo. Ahora, existe una especie de versus entre quienes piensan que intentar completar un álbum es una distracción para los niños, y quienes ven como una oportunidad para que aprendan más sobre los países participantes, incluso del suyo. Días atrás, un colegio del Barrio Trinidad de Asunción, prohibió totalmente que sus alumnos lleven figuritas del Mundial, alegando que las mismas distraen la atención durante las clases. Sin embargo, la reconocida economista Gloria Ayala Persona, defendió el hecho de que los más pequeños dirijan su atención a las figuritas, asegurando que se trata de una forma de aprender a negociar, lo cual les servirá durante toda su vida. Aprenden sobre oferta y demanda“No le compres figuritas del Mundial a tu hijo, no, probablemente sea el primer negocio que haga en su vida”, es lo que menciona la profesional, en un video que compartió en sus redes, y en el que explica cuanto sigue: “Mientras muchos adultos recién a los 30 empiezan a entender de negocios, hay chicos de 8 o 9 años, que están aprendiendo sobre oferta y demanda, en el recreo (con las figuritas)”, agrega. Además, explica cómo se va dando el negocio. “Uno especula, otro guarda las más difíciles, otro cambia tres comunes por una que todos quieren, y sin darse cuenta, aprenden algo clave: valor no es lo mismo que precio. El valor es equivalente a cuanto alguien desea tener algo, y qué está dispuesto a ofrecer por ello”. La estratega de bienestar financiero y legado, incluso asegura que “las figuritas enseñan más de cómo funciona el mercado que muchas clases de economía, porque cuando una es difícil de conseguir, sube el valor; y cuando todos la tienen, no vale nada. Y cuando a alguien le faltan dos para completar el álbum, negocia desesperado. Eso no es solo un juego, es un entrenamiento social”. Tolerancia a la frustraciónFinalmente, la profesional aseguró que intercambiando figuritas, genera habilidades que a los niños de hoy les servirán durante toda su vida. “¿Qué aprenden los niños? Aprenden a negociar, a vender, a tolerar la frustración, a detectar oportunidades, a entender qué quiere el otro. O sea, habilidades para toda la vida, y que le permitirán ser los mejores negociadores, los mejores vendedores, empresarios e inversores”. “Capaz, el problema es que durante años pensamos que los negocios eran malos, cuando en realidad, casi todos aprendimos a negociar jugando”, sentenció.
Ponta Porã: Equipe do Porãbask embarca dia 10 para o Mundial na Sérvia
O time de Mato Grosso do Sul, venceu o torneio brasileiro em abril e representará o país na competição No mês de abril foi realizado em Brasília o JEB’s (Jogos Escolares Brasileiro) e o estado de Mato Grosso do Sul subiu ao pódio do basquete na categoria sub 18 com a equipe do PorãBask, que venceu o de São Paulo por 74 a 63 na final. Com a conquista inédita do Jogos Escolares Brasileiro, a equipe de Ponta Porã recebeu uma oportunidade ímpar de representar o Brasil no Mundial Escolar de Basquete 2026, que acontece em Zlatibor, na Sérvia. O torneio acontece de 13 à 22 de junho. A vitória foi a coroação de um projeto que se iniciou em 2004 e com um grande incentivo de ninguém menos que Oscar Schmidt, o Mão Santa, maior jogador de basquete brasileiro, que tem uma representação única para o esporte nacional. Oscar visitou o projeto há 19 anos atrás, em 2007, na ocasião o Hugo Costa treinador da equipe, conheceu o grande ídolo. O ex jogador se sensibilizou com a iniciativa que anteriormente acontecia em uma quadra improvisada na terra, vindo daí o apelido de “meninos do terrão”. Hugo Costa revelou ao Correio do Estado a importância de Mão Santa para o projeto, “foi muito importante para o desenvolvimento do projeto, após a visita do Oscar o Clube ganhou quase todos os campeonatos disputados e ficou como referencial do Basquete de MS”. PREPARATIVOS A delegação que embarca para Sérvia no próximo dia 10, é composta pelo técnico Hugo Costa e mais 12 atletas, com destaque especial para Samuel Menezes, que foi o cestinha da final com 30 pontos. De acordo com o treinador, a viagem será custeada pela CBDE (Confederação Brasileira de Desporto Escolar). A única despesa que a equipe terá que arcar é com os passaportes e as autorizações, que precisam ser autenticadas em cartório. Para conseguir fazer o custeio dessas despesas, a equipe está realizando um almoço beneficente, para conseguir regularizar tudo a tempo da viagem. Hugo completa a conversa afirmando que está é uma coroação que se esperava há muito tempo, “É muito importante para coroar um trabalho de 20 anos, colocando crianças e adolescentes no caminho do esporte”. Fonte: Correio do Estado
Elecciones 2026: cómo funciona la máquina de votación y qué hacer ante errores

En menos de una semana, un importante segmento de la población afiliada a los partidos políticos volverá a las urnas en las internas partidarias simultáneas, para elegir a sus respectivos candidatos con miras a las Municipales 2026. En algunos casos, como el Partido Liberal Radical Auténtico (PLRA) deberán definir además a sus respectivas autoridades partidarias. Este domingo 7 de junio, el electorado recurrirá al cuarto oscuro en el que deberá utilizar el sistema de voto electrónico a través de la máquina de votación. Este mecanismo ya fue aplicado con efectividad en 6 procesos electorales, desde el año 2021 a la fecha. Desde entonces se realizaron tres elecciones internas partidarias, dos elecciones generales municipales y una elección presidencial, aun así el uso de esta tecnología sigue generando dudas legítimas en muchos electores. Para comprender mejor su funcionamiento y perder el miedo a la tecnología, la directora del Centro de Información, Documentación y Educación Electoral (CIDEE) del TSJE, Cynthia Pereyra, explica para La Nación/Nación Media los secretos de la máquina, los límites del voto asistido y cómo auditar tu propio voto. Pereyra ratificó que el sistema está diseñado para ser amigable, rápido y, sobre todo, auditable y transparente. Por ello, instó a la ciudadanía a buscar las máquinas que están distribuidas en todo el país, con simuladores de votación y candidatos ficticios, de tal manera el ciudadano pueda acudir a las urnas el Día D, con total confianza. TSJE explica cómo votar y despeja dudas sobre las máquinas electorales. Foto: Gentileza Lugares para practicar La responsable del CIDEE mencionó que la Justicia Electoral dispuso de dos mecanismos para que los ciudadanos se familiaricen con el sistema, accediendo al simulador de votación. Estas son a través de la página web de la Justicia Electoral donde encontrará el simulador. También en el portal web podrá encontrar el punto más cercano y fijo donde están las máquinas. “Es importante que la ciudadanía conozca la máquina, sobre todo para ejercer su derecho al voto. Las máquinas tienen un uso muy sencillo, es muy sociable, no se tarda más de dos minutos en hacer su elección y es una máquina tan segura porque uno puede verificar en el cuarto oscuro antes de salir a depositar su voto que lo que está impreso en el boletín está guardado en el chip”, expresó. Remarcó que todos los electores tienen la seguridad de ser el propio controlador de que su voto está resguardado. Mencionó que no encuentra un error como tal al momento de votar, ya que mientras que no se imprima en las papeletas, el ciudadano puede cambiar su elección las veces que considere necesario. “Una de las grandes ventajas de la pantalla táctil es que el voto no es definitivo hasta que se imprime. Si selecciona a los miembros de la Junta Municipal y se da cuenta de que apretó la opción incorrecta, tiene dos caminos en la pantalla; presionar el botón Atrás o Modificar para cambiar ese candidato en específico. O bien, presionar el botón Reiniciar todo el proceso, el cual borra las selecciones anteriores y vuelve a la pantalla inicial (candidatos a intendente) para empezar de cero”, explicó. Mitos sobre la privacidad Por otra parte, Pereyra recalcó que el voto de las personas, ni sus identidades, quedan guardados en las máquinas de votación. Al respecto, fue tajante al asegurar que “la máquina no guarda ningún dato, ya que solo funciona como una impresora”, enfatizó. Explicó que al ingresar al cuarto oscuro se entrega un boletín en blanco (sin nombres ni códigos personales). La selección que se realiza en la pantalla se graba única y exclusivamente en el chip magnético que viene integrado en ese papel en el momento exacto en que se presiona “Imprimir”. “Una vez que la máquina imprime el boletín, la pantalla mostrará un resumen. Para una total tranquilidad, antes de doblar el papel, se puede acercar el chip del boletín al lector integrado de la máquina. La pantalla mostrará digitalmente lo que está grabado dentro del chip; así la persona comprueba que lo impreso en el papel coincide exactamente con la información electrónica”, acoto. Pereyra remarcó que el voto asistido tiene límites legales y que los miembros de mesa deben evitar voto inducido. Foto: Archivo Voto asistido: límites legales La directora Pereyra también recordó que el voto es secreto y personal, pero refirió que la ley en el Código Electoral contempla una excepción rigurosa para quienes requieran asistencia para ejercer su derecho al voto. Señaló que esta excepción es exclusiva para aquellas personas con discapacidad visual o con una imposibilidad motora severa en las extremidades superiores que les impida físicamente interactuar con la máquina o marcar el boletín. “El elector puede elegir de forma libre a una persona de su estricta confianza. Nadie puede ser impuesto. Para las personas con discapacidad visual, las máquinas cuentan con un modo de accesibilidad. Se le coloca un auricular conectado a la máquina (que les va dictando los candidatos por audio) y una plantilla acrílica con formato de teclado en Braille, permitiéndoles votar de forma totalmente autónoma y secreta en el cuarto oscuro sin necesidad de un acompañante”, precisó. No obstante, remarcó que los miembros de mesa son la máxima autoridad, durante la jornada de votación y tienen la obligación legal de controlar que el voto asistido no sea utilizado como una herramienta de coacción o voto inducido por parte de terceros. Fonte: La Nacion