DPSC articula agendas em Curitiba e Maceió para fortalecer o MROSC e aproximar parcerias sociais
Com o objetivo central de descentralizar parcerias, intensificar o diálogo nos territórios e promover o fortalecimento do Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (MROSC), a Diretoria de Parcerias com a Sociedade Civil (DPSC) realizaram, ao longo deste mês de maio, agendas estratégicas por meio do programa Governo do Brasil na Rua, nas cidades de Curitiba (PR) e Maceió (AL). A primeira atividade ocorreu no dia 8 de maio, na capital paranaense, tendo como cenário a sede do Coletivo Soy Loco Por Ti. O encontro reuniu cerca de 30 representantes de Organizações da Sociedade Civil em um ambiente de debate técnico e qualificado, onde as entidades demonstraram forte articulação ao apresentarem demandas voltadas a áreas como imigração, assistência social e cultura, além de pleitearem maior espaço de representação no Conselho de Fomento e Colaboração (Confoco). O diálogo foi conduzido por Eduardo Brasileiro, Diretor de Parcerias com a Sociedade Civil da DPSC, com a participação de Raimundo Vieira Bonfim, Diretor de Participação Social da SNPS, e de Thelma Alves de Oliveira, representante do Complexo Pequeno Príncipe no Confoco Nacional. Como encaminhamento prático dessa primeira agenda, ficou deliberado que o Município de Curitiba será oficialmente oficiado a respeito das diretrizes da Lei nº 13.019 e sobre a importância da implantação do Confoco em âmbito local. Dando continuidade à mobilização territorial, no dia 15 de maio a comitiva federal reuniu-se em Maceió, no IFAL – Campus Benedito Bentes. Diferente do cenário paranaense, a atividade em Alagoas deparou-se com organizações da sociedade civil que atuam de forma mais insulada, o que transformou o encontro em um espaço fundamental para a formação de redes, troca de experiências e fomento de parcerias em nível local. Diante dessa realidade, o principal encaminhamento pactuado no território alagoano foi o agendamento de uma nova reunião com as organizações de Maceió, com o propósito de aprofundar o debate sobre parcerias e estruturar formalmente a rede local de cooperação. Fonte: Secretaria-Geral
Pesquisas sobre endometriose, dor pélvica e saúde menstrual no Brasil terão investimento de R$ 60 milhões
A pesquisa científica e o desenvolvimento de tecnologias em saúde menstrual, dor pélvica e endometriose no Brasil vão receber um incentivo de R$ 60 milhões. Desses, R$ 50 milhões serão do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), via Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), para soluções aplicáveis ao Sistema Único de Saúde (SUS). As propostas serão selecionadas por chamada pública do CNPq. O Instituto Alana destinará R$ 10 milhões a uma iniciativa complementar, cujo objetivo é criar uma rede nacional estruturante de pesquisa em endometriose, dor pélvica e saúde menstrual — formada a partir dos projetos selecionados pela pasta, que contarão com uma infraestrutura compartilhada de comunicação científica, implementação de ciência cidadã, apoio ao pesquisador, educação e formação. O anúncio do investimento ocorreu nesta terça-feira (9), na sede do MCTI, em Brasília (DF). “Estamos anunciando o maior investimento já feito pelo MCTI em pesquisas sobre a saúde da mulher”, disse a ministra Luciana Santos. De acordo com Ministério da Saúde, a endometriose e as dores pélvicas afetam milhões de brasileiras, impactam a qualidade de vida, a permanência na escola, a produtividade no trabalho e a saúde mental. “Quando uma menina falta à escola por causa da dor ou uma mulher leva anos para receber um diagnóstico, estamos diante de um problema de saúde pública que exige resposta do Estado. Esse investimento demonstra o compromisso do Governo do Brasil com a ciência como instrumento de cuidado, inclusão e promoção da qualidade de vida das mulheres brasileiras”, afirmou Luciana. A primeira-dama do Brasil, Janja Lula da Silva, participou do anúncio no MCTI e chamou a atenção para o fato de que, por muito tempo, questões relacionadas à saúde da mulher foram tratadas com invisibilidade ou minimizadas. “Muitas mulheres convivem com dores intensas sem receber diagnóstico ou acolhimento adequados, e a endometriose é um exemplo dessa realidade. Por isso, essa iniciativa do MCTI é tão importante, ela direciona atenção e investimentos para pesquisas sobre uma condição que afeta milhões de brasileiras”, afirmou Janja. Para a chamada pública do CNPq, as propostas deverão se encaixar em um dos cinco eixos temáticos: causa e prevenção; diagnóstico; tratamento; biorrepositório (reservatório de materiais biológicos, utilizado em pesquisas específicas); e impacto social. As pesquisas deverão contribuir para reduzir lacunas de conhecimento sobre a endometriose, doença crônica ainda subdiagnosticada, que afeta cerca de uma em cada dez meninas e mulheres e pode levar anos para ser identificada. “O Ministério da Saúde está muito satisfeito com essa parceria porque vamos tratar de um tema pouco debatido, inclusive no Sistema Único de Saúde. Nós temos o compromisso de construir uma política pública robusta para as mulheres”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante o anúncio do investimento. “Certamente esse edital vai mobilizar muitos pesquisadores no País para trazer mais soluções tecnológicas para o SUS e cuidar das mulheres brasileiras”, completou. “O Alana complementa o investimento federal para estruturar uma rede de pesquisa que envolva e estimule a participação da sociedade civil e de meninas e mulheres afetadas diretamente pelo tema. A proposta é fortalecer a produção de evidências e criar condições para que o conhecimento científico se traduza em prevenção, diminuição de tempo de diagnóstico e cuidado desde a menarca”, disse a CEO do Alana, Flavia Doria. A primeira cooperação entre o MCTI e o Alana ocorreu em 2024, com a criação da Rede Buriti para pesquisa, desenvolvimento e inovação em Síndrome de Down. Agora, eles se unem novamente para atuar nos temas de saúde menstrual e endometriose. Para a secretária de Políticas e Programas Estratégicos (Seppe) do MCTI, Andrea Latgé, a construção de uma rede nacional de pesquisa é fundamental para ampliar o conhecimento sobre a doença, apoiar o desenvolvimento e acelerar soluções para a saúde das mulheres. “Estamos fortalecendo uma agenda de pesquisa que pode transformar a vida de milhões de mulheres, aproximando a produção científica das necessidades reais da sociedade. É fundamental avançarmos nessa pauta”, disse. Segundo ela, existe um potencial muito grande de pesquisadores que trarão resultados de impacto para que o Brasil avance em diagnósticos e tratamentos da endometriose. Desafio Os dados ajudam a dimensionar o desafio que a iniciativa busca enfrentar. Estima-se que 8 milhões de brasileiras em idade reprodutiva convivam com endometriose — entre elas, há 2 milhões de adolescentes. Apesar da alta prevalência, a condição permanece subdiagnosticada e subtratada, com atraso médio de 7 anos para o diagnóstico. A naturalização da dor menstrual desde a primeira menstruação contribui para esse cenário. Dados inéditos divulgados pelo Alana e pelo Instituto Equidade.info mostram que seis em cada dez estudantes dos ensinos fundamental e médio que menstruam relatam ter cólicas fortes ou moderadas, que atrapalham a rotina e exigem uso de medicação. Mais do que um desconforto, a dor menstrual tem impacto direto na vida escolar: quatro em cada dez alunas faltam às aulas mensalmente por esse motivo. Os efeitos também se estendem à vida adulta. Além dos prejuízos à saúde física e mental, as cólicas fortes — principal sintoma da endometriose — podem levar mulheres a perder até 10,8 horas de trabalho por semana. Ainda assim, dores menstruais e pélvicas permanecem pouco visíveis nos registros oficiais de saúde. Análise de dados de 469 mil meninas e mulheres do Recife (PE) mostrou que apenas 0,5% delas tinham registro formal de dor menstrual ou pélvica. Ao interpretar os textos escritos por profissionais de saúde nos prontuários, porém, foram identificados mais de 41 mil casos relacionados a essas dores, o equivalente a 9% da base analisada. A pesquisa foi feita pela Vital Strategies Brasil, em parceria com o Laboratório FrameNet Brasil da Universidade Federal de Juiz de Fora, com financiamento do Alana. “Há muito tempo, a dor menstrual é tratada como algo normal, o que contribui para invisibilizar doenças como a endometriose e atrasar o acesso ao diagnóstico e ao cuidado. Quando a ciência olha para esse tema, ela também ajuda a reconhecer experiências que impactam a escola, o trabalho, a saúde mental e o desenvolvimento pleno de milhões de meninas e mulheres”, afirma Flavia Doria. Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação
Ciência nuclear brasileira combate poluição por microplásticos

Você já viu uma Unidade Móvel de Demonstração Tecnológica equipada com um acelerador de elétrons de última geração? Sabe para o que ela serve? Esse caminhão utiliza eletricidade para gerar energia capaz de quebrar moléculas de poluentes presentes na água, como o microplástico. O líquido contaminado passa pelo feixe de elétrons em alta velocidade e esse bombardeio de energia quebra as moléculas de resíduos químicos. Os materiais são fragmentados em partes tão pequenas e alteradas que perdem sua característica tóxica original, facilitando a limpeza da água antes que ela seja devolvida para a natureza. Esta é uma grande inovação para o setor produtivo na luta pela redução do impacto da poluição. Por ser uma unidade móvel, a solução chega com facilidade e de forma direta a indústrias e estações de tratamento, demonstrando a eficácia do processo em diferentes locais. O caminhão está em operação e tem capacidade para tratar até 1 milhão de litros por dia. Foto: Ascom/MCTI Esse tipo de solução apresenta três grandes vantagens, a começar pela possibilidade de reutilização da água. O processo é puramente físico, o que dispensa o uso de reagentes oxidantes e produtos químicos. E, além disso, a eficiência industrial é comprovada, pois a tecnologia já alcançou o nível de prontidão TRL 7/8, ou seja, já foi testada e aprovada em ambiente operacional real. A tecnologia foi desenvolvida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por meio do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), da Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen). Essa parceria também rendeu frutos para o desenvolvimento de pesquisas: cientistas utilizam substâncias chamadas traçadores isotópicos, que funcionam como uma etiqueta invisível colocada nas amostras de água. Isso permite que os pesquisadores saibam exatamente de onde o plástico veio, como ele se move nas correntes marítimas e o local em que se acumula. Esse processo permite ao Ipen analisar amostras de água que cruzam oceanos, ajudando a criar um mapa global da poluição. Diferentemente do que muitos imaginam, a tecnologia nuclear nesse campo não envolve riscos de radiação para o meio ambiente ou para as pessoas. Ela é utilizada como uma ferramenta de alta precisão nos dois processos. O Brasil hoje opera infraestruturas de ponta que combinam o monitoramento global de microplásticos com a capacidade móvel de descontaminação de águas residuais. Microplásticos são um desafio para a saúde e a economia Os microplásticos são partículas de polímeros sintéticos menores que 5 milímetros, que não são retidas pelos sistemas comuns de tratamento de esgoto. O investimento do Governo do Brasil em tecnologia nuclear para combatê-los justifica-se por três riscos principais: Presença na cadeia alimentar: por serem minúsculas, as partículas entram na base da cadeia alimentar (consumidas por pequenos peixes e crustáceos) e progridem até chegarem ao consumo humano, o que impacta a segurança alimentar e as exportações de pescado Atração de poluentes: na água, essas partículas funcionam como suportes que acumulam substâncias tóxicas, como pesticidas e metais pesados, que aderem a sua superfície. Ao serem ingeridos, os microplásticos transportam esses contaminantes para dentro dos organismos vivos Riscos biológicos: além dos danos físicos aos tecidos animais, o plástico pode transportar bactérias e outros microrganismos nocivos para novos ecossistemas Foto: Ascom/MCTI Monitoramento global em tempo real: Nutec O Brasil também consolidou sua atuação prática na rede global Nutec (Nuclear Technology for Controlling Plastic Pollution), coordenada pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA). Atualmente, a Cnen, por meio do Ipen, monitora sistematicamente microplásticos em áreas críticas. O trabalho consiste na coleta e análise de amostras para identificar a procedência desses poluentes por meio de traçadores isotópicos. Esses dados práticos são compartilhados com uma rede internacional de laboratórios, auxiliando o Brasil a formular políticas públicas baseadas em evidências científicas sólidas. Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação
FICCO/CE prende dois suspeitos em flagrante em Fortaleza/CE
Fortaleza/CE. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Ceará (FICCO/CE), realizou a prisão em flagrante de dois indivíduos suspeitos de participação em um roubo ocorrido em uma clínica localizada no bairro Parangaba, em Fortaleza/CE. A ocorrência teve início após informações repassadas pela Coordenadoria Integrada de Operações de Segurança (CIOPS), indicando que um homem, utilizando uma motocicleta, teria praticado o crime de roubo. Os suspeitos foram conduzidos ao 30º Distrito Policial, onde foram adotadas as providências cabíveis. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Ceará (FICCO/CE) é composta pela Polícia Federal (PF), Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE), Polícia Militar do Ceará (PMCE), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce), Secretaria da Administração Penitenciária e Ressocialização do Ceará (SAP), Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS-CE) e Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN). Comunicação Social da Polícia Federal no CearáContato: (85) 3392-4867 / (85) 9972-0534E-mail: cs.srce@pf.gov.br Fonte: Polícia Federal
Manaus adere ao Programa Município Mais Seguro e recebe mais de R$ 1,3 milhão para fortalecer a segurança pública
Manaus, 9/6/26 – A cidade de Manaus (AM) formalizou adesão ao Programa Município Mais Seguro, iniciativa da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), voltada ao fortalecimento da segurança pública municipal e à valorização das guardas civis municipais como integrantes do Sistema Único de Segurança Pública (Susp). A pactuação foi oficializada, nesta terça-feira (9), durante solenidade que reuniu representantes do Governo Federal e da administração municipal para a assinatura do Termo de Adesão à iniciativa. O ato consolida uma parceria estratégica entre a União e o município para ampliar a capacidade de atuação da Guarda Municipal, fortalecer ações preventivas e promover maior integração entre as instituições de segurança pública. Como parte das ações previstas, Manaus receberá mais de R$ 1,3 milhão em investimentos destinados à modernização da estrutura operacional da Guarda Municipal. Os recursos contemplam a doação de 300 kits de armas de incapacitação neuromuscular (Taser), além de 600 espargidores de menor potencial ofensivo. Durante a cerimônia de adesão, o coordenador-geral de Políticas de Prevenção à Violência e à Criminalidade da Diretoria do Sistema Único de Segurança Pública (Susp), Leandro Arbogast, destacou a importância dos municípios para o fortalecimento das políticas de segurança pública. “Esse programa nasceu justamente para reforçar o vínculo das cidades com o Governo Federal. Para reduzir os índices de criminalidade, é fundamental o estreitamento dessa relação, assim como a valorização dos guardas municipais”, afirmou. Para o secretário de segurança pública municipal, Alberto Siqueira Neto, a iniciativa representa uma grande mudança na forma de organizar a segurança pública de Manaus. “Por meio dessa aproximação com as políticas públicas federais, vamos impulsionar o trabalho das guardas municipais, uma corporação fundamental para a proteção da população e da cidadania”, disse. Como funciona o Programa Município Mais Seguro O Programa Município Mais Seguro foi criado para apoiar os municípios na implementação de políticas públicas alinhadas às diretrizes do Susp. Entre seus principais objetivos estão o aprimoramento das capacidades institucionais para o planejamento e a gestão da segurança pública, o apoio a ações de prevenção e enfrentamento da violência em territórios vulneráveis, a qualificação do uso da força, a valorização dos profissionais das guardas municipais e o estímulo à cooperação entre os diferentes órgãos de segurança pública. Além dos investimentos em equipamentos, a iniciativa prevê a oferta de formações presenciais e integradas voltadas aos profissionais da área. As capacitações incluem o curso de Operador de Polícia Comunitária Aplicada, direcionado à atuação preventiva em comunidades; o curso para Atuação nas Patrulhas Maria da Penha, com foco no atendimento especializado de mulheres em situação de violência; e o curso Nacional de Operador de Uso Diferenciado da Força, que promove a padronização de procedimentos operacionais com base em parâmetros técnicos, éticos e legais. A adesão de Manaus representa mais um passo na consolidação de uma política nacional voltada ao fortalecimento da segurança pública local, ampliando a capacidade de resposta dos municípios e contribuindo para a construção de cidades mais seguras para a população. Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública
Decretos regulamentam conselhos nacionais das polícias civis, polícias militares e corpos de bombeiros militares
Brasília, 9/6/26 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) avançou no fortalecimento da governança do Sistema Único de Segurança Pública (Susp) com a publicação dos Decretos nº 12.996, nº 12.997 e nº 12.998, de 8 de junho de 2026, que regulamentam, respectivamente, o Conselho Nacional da Polícia Civil, o Conselho Nacional de Comandantes-Gerais de Polícia Militar e o Conselho Nacional de Comandantes-Gerais de Bombeiros Militares. As medidas consolidam estruturas previstas nas leis orgânicas nacionais das corporações e representam um marco para a integração federativa, a coordenação institucional e o aperfeiçoamento das políticas de segurança em todo o País. Os novos colegiados terão caráter consultivo e deliberativo e reunirão os dirigentes máximos das corporações dos estados e do Distrito Federal para formular diretrizes, propor ações de padronização, promover o intercâmbio de boas práticas e contribuir para o aperfeiçoamento das ações desenvolvidas no âmbito do Susp. Além de fortalecer a articulação entre as corporações e o Governo Federal, os conselhos passam a atuar na formulação de propostas relacionadas à formação profissional, à produção de indicadores, ao desenvolvimento institucional, à integração operacional e ao aperfeiçoamento da gestão das corporações. Governança e integração O secretário-executivo do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Ademar Borges, destacou que a regulamentação dos conselhos representa um importante avanço para a consolidação do Sistema Único de Segurança Pública e para o fortalecimento da cooperação federativa. “Os decretos materializam importantes avanços previstos nas leis orgânicas nacionais das instituições de segurança pública e aprimoram os mecanismos de governança, coordenação e cooperação entre a União, os estados e o Distrito Federal. Trata-se de uma iniciativa que amplia a participação das instituições na formulação de políticas públicas, valoriza o diálogo federativo e contribui para a construção de soluções cada vez mais integradas e eficientes para a segurança da população brasileira.” O presidente do Conselho Nacional dos Chefes de Polícia Civil (CONCPC), delegado-geral Márcio Rodrigo Gutierrez Rocha, enfatizou a relevância da regulamentação para o fortalecimento institucional das polícias civis e para a ampliação da participação das corporações na construção das políticas públicas de segurança. “A criação do Conselho representa um marco para o fortalecimento institucional das polícias civis em todo o território nacional, consolidando um espaço permanente de articulação, planejamento e aprimoramento das estratégias institucionais de segurança pública.” De acordo com o presidente do Conselho Nacional de Comandantes-Gerais de Polícia Militar, coronel Renato dos Anjos Garnes, a regulamentação do colegiado é resultado de um processo construído por meio do diálogo e da cooperação institucional. “A regulamentação representa importante conquista institucional para as Polícias Militares do Brasil e é resultado de um processo construído por meio do diálogo, da cooperação e do respeito entre as instituições”, disse. A interlocução permanente com o MJSP, especialmente por intermédio da Secretaria Nacional de Segurança Pública, foi fundamental para a construção desse entendimento, ao promover a aproximação entre o Governo Federal e os comandantes-gerais das polícias militares e fortalecer o diálogo voltado à busca de soluções para os desafios da segurança pública brasileira. Esse reconhecimento fortalece a participação das polícias militares na construção das políticas públicas do setor e aproxima ainda mais a tomada de decisões da realidade vivenciada diariamente pelos policiais militares que estão na linha de frente da proteção da sociedade. O presidente do Conselho Nacional de Comandantes-Gerais dos Corpos de Bombeiros Militares do Brasil, coronel Fabiano de Souza, pontuou que a regulamentação do colegiado amplia sua participação na construção das políticas públicas de segurança e proteção da população. “O texto fortalece a integração entre as corporações, contribui para o aperfeiçoamento do Susp e amplia a capacidade de coordenação nacional em temas estratégicos para a proteção da população. Trata-se de uma ação que valoriza cada vez mais a atuação dos corpos de bombeiros militares e da segurança pública brasileira.” A regulamentação dos conselhos representa mais uma etapa da implementação das leis orgânicas nacionais das instituições de segurança pública, ampliando mecanismos permanentes de cooperação. A iniciativa reforça a participação das corporações nos processos de formulação, acompanhamento e avaliação das políticas públicas de segurança e contribui para a consolidação do Susp como instrumento de integração, coordenação e desenvolvimento institucional em todo o território nacional. Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública
Bem posicionado nas discussões geoeconômicas mundiais, MS cria ambiente positivo de negócios

O governador Eduardo Riedel participou nesta terça-feira (9) de seminário sobre a Nova Geoeconomia Mundial, em São Paulo. Durante o evento destacou que Mato Grosso do Sul está no coração das principais discussões internacionais, entre elas segurança alimentar, sustentabilidade e transição energética. Bem posicionado e com ambiente positivo de negócios, consegue atrair grandes investimentos privados, que geram empregos, aumento de renda e novas oportunidades à população. “Mato Grosso do Sul está no coração desta discussão. Tudo que estamos vendo aqui sobre geopolítica e comércio, estamos bem organizados. Gerando prosperidade, com um crescimento extremamente vigoroso, que depende das relações internacionais entre os mercados para continuarmos atraindo investimento, gerando oportunidades de empregos e renda”, descreveu. Riedel ponderou que para criar este ambiente positivo de desenvolvimento o Estado está fazendo sua parte, com investimentos públicos em educação, preparação e qualificação profissional, assim como na infraestrutura e logística. “Desta forma seremos mais competitivos. Importante participar destas discussões diretamente com quem está realizando estes negócios, sentando com as grandes empresas presentes no Estado, ou com aquelas que querem vir para cá. Excelente oportunidade, colocando toda (discussão) geopolítica na mesa e assim sabermos como a gente se posiciona”. Governador Eduardo Riedel participou de seminário em São Paulo sobre geoeconomia O governador ainda lembrou que o foco da gestão estadual é promover discussões e desenvolver projetos que possam trazer resultados diretos às pessoas. “Muitos estão atrás de oportunidades de qualidade. Nossas políticas públicas precisamos entregar resultados à sociedade. Precisamos agir de forma estratégica e com equilíbrio em busca de desenvolvimento”. Ainda citou que a segurança pública do Estado é fator determinante para atração de novos investimentos. “Sempre fomos intolerantes ao crime organizado e ainda atuamos como escudo do Brasil na entrada de ilícitos como armas e drogas. Fazemos este combate de forma efetiva para manter a segurança e a ordem”. Seminário O governador participou deste debate (geoeconomia) no o primeiro encontro da trilha “Diálogos em Movimento”, promovido pelo instituto Diálogos. O evento reuniu autoridades, analistas internacionais, empresários e formadores de opinião para discutir cenários econômicos, transações comerciais e realinhamentos geopolíticos que influenciam o Brasil e a Ásia, EUA e blocos regionais. Leonardo Rocha, Comunicação do Governo de MS Fotos: Bruno Chaves/Secom-MS Fonte: Governo MS
Mapa reconhece servidores e iniciativas de destaque no Prêmio Ouv+ Integridade 2026
Nesta terça-feira (9), o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) realizou a cerimônia de entrega do Prêmio Ouv+ Integridade – Edição 2026, na sede da Pasta, em Brasília. A premiação integra o conjunto de ações estratégicas do plano de integridade do Mapa e reflete o compromisso institucional com a escuta ativa, a transparência, a resolutividade e a melhoria contínua dos serviços públicos. “Hoje estamos reconhecendo servidores e iniciativas que compreenderam que a excelência no serviço público não é um conceito abstrato; ela se materializa no atendimento prestado, na qualidade da informação disponibilizada, na agilidade das respostas, na capacidade de resolver problemas e na busca permanente por inovação e melhoria dos serviços”, destacou a chefe de gabinete, Adriana Toledo, que representou o ministro André de Paula na cerimônia. Adriana também enfatizou a missão do Mapa e seu impacto direto na vida dos brasileiros, por meio de agendas relacionadas à produção agropecuária, à segurança alimentar, à defesa agropecuária e à abertura de mercados. Segundo ela, há igualmente o compromisso de oferecer serviços públicos de qualidade aos cidadãos. O prêmio foi instituído pela Portaria nº 781, de 13 de março de 2025, com o objetivo de reconhecer e valorizar agentes públicos e unidades que se destacaram na promoção da excelência no atendimento aos usuários, no tratamento de manifestações registradas na plataforma Fala.BR, da Controladoria-Geral da União (CGU), na melhoria dos serviços públicos e na gestão da Carta de Serviços ao Usuário. Durante a cerimônia, a ouvidora do Mapa, Graças Salles, apresentou dados extraídos de relatórios do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), que apontam indicadores positivos da Ouvidoria em 2025. No período, foram respondidas 7.426 manifestações, com tempo médio de resposta de nove dias e índice de resolutividade de 98,27%. “É importante destacar que a Ouvidoria do Mapa conseguiu manter um padrão de atendimento superior em relação aos prazos, com agilidade, eficiência e resolutividade. Mais do que um canal de atendimento, a Ouvidoria é um instrumento de escuta institucional e um observatório permanente da experiência do cidadão. Além disso, atua como mecanismo de monitoramento da qualidade dos serviços públicos prestados e como importante fonte de inteligência para subsidiar a tomada de decisões pela alta administração”, comemorou Salles. Também participaram da cerimônia o secretário-executivo adjunto do Mapa, Fábio Rodrigues; a ouvidora-geral da União, Valdirene Medeiros; e o coordenador-geral de Relacionamento e Parcerias da Secretaria de Governo Digital do MGI, Walid Ghazale. PREMIADOS E HOMENAGEADOS A criação do prêmio é uma homenagem ao comprometimento e à dedicação dos servidores que contribuem para o aperfeiçoamento contínuo dos serviços públicos, promovendo uma cultura de escuta ativa, transparência e integridade institucional. A premiação é dividida em quatro categorias: Atuação dos Agentes Públicos; Agilidade e Eficiência no Atendimento; Destaques da Carta de Serviço; e Melhoria dos Serviços Públicos. Na categoria Atuação dos Agentes Públicos, que reúne elogios registrados pelos próprios cidadãos na plataforma Fala.BR, 11 servidores foram reconhecidos pelo atendimento prestado e pela qualidade dos serviços oferecidos à sociedade. Na categoria Agilidade e Eficiência no Atendimento, foram reconhecidos o Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal (Dipov), o Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa), ambos da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA), e o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Os agraciados na categoria Destaques da Carta de Serviços foram os serviços: “Obter certificado para exportação de bebidas, fermentados acéticos, vinhos e derivados da uva e do vinho”; “Obter certificado de registro de produto inoculante, biofertilizante e remineralizador”; e “Obter registro de produtos de origem animal”. Por fim, na categoria Melhoria dos Serviços Públicos, foram reconhecidas e premiadas as seguintes iniciativas: “Programa e-Monitora – Monitoramento e Combate ao Comércio Eletrônico de Produtos Agropecuários Irregulares”, da Coordenação-Geral de Operações Especializadas; “Inovação no atendimento ao usuário do Sisa-São Paulo – Proposta de transformação digital”, do Serviço de Fiscalização de Insumos e Saúde Animal da SFA/SP; e “As caravanas de educação como método de atuação do Programa Nacional de Educação Sanitária em Defesa Agropecuária”, da Coordenação-Geral do Suasa. Informações à imprensaimprensa@agro.gov.br Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária
Mapa apresenta avanços regulatórios dos bioinsumos na GreenTech Amsterdam 2026
O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) apresentou, nesta terça-feira (9), os avanços do Brasil no marco regulatório dos bioinsumos durante a GreenTech Amsterdam 2026, na Holanda. A participação brasileira destacou as medidas adotadas para ampliar a oferta de tecnologias sustentáveis, estimular a inovação e fortalecer a competitividade da agropecuária nacional. Representando o Mapa, o secretário de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart, participou da abertura oficial da feira e integrou o painel Bio Inputs and Sustainability in Brazilian Agriculture, dedicado à discussão sobre o papel dos bioinsumos na promoção de sistemas produtivos mais sustentáveis. Durante sua apresentação, Goulart destacou a evolução do marco regulatório brasileiro e a contribuição dos bioinsumos para a sustentabilidade, a resiliência e a competitividade da produção agropecuária. O secretário ressaltou ainda que o Brasil tem avançado na construção de um ambiente regulatório capaz de oferecer maior segurança jurídica ao setor e incentivar o desenvolvimento de novas tecnologias.. A agenda contou ainda com a participação do coordenador de Cooperação Internacional do Departamento de Promoção do Agronegócio, da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI), Francisco Sadi Santos Pontes; da diretora do Departamento de Serviços Técnicos da SDA, Graciane Castro; e da diretora do Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas, Edilene Cambraia. Além da participação no painel, a delegação brasileira realizou interlocuções com representantes de empresas, pesquisadores e integrantes do setor produtivo. As reuniões permitiram apresentar o potencial do mercado brasileiro de bioinsumos, discutir oportunidades de cooperação e intercâmbio tecnológico e ampliar a visibilidade das políticas públicas voltadas ao desenvolvimento de soluções biológicas para a agricultura. A participação do Mapa na GreenTech reforça a presença do Brasil nos debates internacionais sobre inovação agrícola e sustentabilidade, além de ampliar o diálogo com parceiros estratégicos para o desenvolvimento do setor de bioinsumos. Realizada entre os dias 9 e 11 de junho, em Amsterdã, a GreenTech reúne profissionais, empresas, pesquisadores e representantes governamentais de diversos países para apresentar soluções inovadoras voltadas à produção vegetal, com foco em tecnologias limpas, uso inteligente de dados e práticas sustentáveis para a horticultura. Informações à imprensaimprensa@agro.gov.br Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária
Quase uma tonelada de maconha é apreendida em uma Ford/Ranger
Ao parar o veículo o motorista desceu e confessou que transportava drogas na caminhonete. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 858 quilos de maconha, nesta segunda-feira (8), em Maracaju (MS). Durante fiscalizações na BR-267 os policiais deram ordem de parada a uma Ford/Ranger. Ao parar o veículo o motorista desceu e confessou que transportava drogas na caminhonete. Após vistoria foram encontrados os tabletes do ilícito na carroceria do veículo. O condutor foi preso e encaminhado à Polícia Civil em Maracaju (MS), juntamente com a droga. Fonte: PRF MS