FICCO/MG combate tráfico de drogas, associação para o tráfico e crimes violentos
Governador Valadares/MG. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Minas Gerais (FICCO/MG) deflagrou, nesta quarta-feira (10/6), a Operação Fim da Linha, com o objetivo de desarticular organização criminosa atuante em Governador Valadares e voltada ao tráfico de drogas, à associação para o tráfico e a outros crimes correlatos. Trata-se de um desdobramento da Operação Impacto Final, que teve origem na apreensão de, aproximadamente, 18 kg de cocaína, além de dinheiro, veículos, balanças de precisão e dispositivos eletrônicos. As investigações revelaram a organização do grupo, que utilizava linguagem codificada, intermediários e imóveis para ocultar as atividades. Com o avanço das diligências, novos envolvidos foram identificados, motivando a representação por medidas cautelares que resultaram na expedição, pelo Poder Judiciário, de 12 mandados de prisão temporária e de 11 de busca e apreensão. Além disso, foram apreendidos drogas, dinheiro em espécie, petrechos e insumos para a fabricação de drogas. A intervenção, que integra o âmbito da Operação Cerco Fechado, visa aprofundar a coleta de provas e interromper de forma definitiva as atividades do grupo criminoso. A FICCO/MG é coordenada pela Polícia Federal e composta pelas Polícias Civil (PCMG), Militar (PMMG), Penal (DEPEN/MG) e pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN), atuando de forma descentralizada em todo o estado de Minas Gerais no enfrentamento ao crime organizado. Comunicação Social da Polícia Federal em Minas Gerais cs.srmg@pf.gov.br (31) 3168-6342 Fonte: Polícia Federal
Com dívidas superiores a R$ 1,3 trilhão, agro busca solução antes do início da safra 26/27
Com o fim do vazio sanitário se aproximando e o plantio da soja previsto para começar a partir de setembro nas principais regiões produtoras, o endividamento rural voltou ao centro das preocupações do agronegócio brasileiro. Estimativas do setor apontam que o passivo total da agropecuária brasileira já supera R$ 1,3 trilhão, dos quais aproximadamente R$ 188 bilhões correspondem a dívidas financeiras diretas dos produtores. Diante desse cenário, a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) intensificou as articulações para acelerar a votação do Projeto de Lei 5.122/2023, considerado uma das principais apostas para permitir a renegociação de débitos e recuperar a capacidade de investimento no campo. A preocupação cresce justamente no momento em que agricultores começam a planejar a safra 2026/27, negociando sementes, fertilizantes, defensivos e operações de custeio. Após anos de custos elevados, juros altos e sucessivas adversidades climáticas, muitos produtores chegam ao novo ciclo com margens reduzidas e dificuldades para acessar novas linhas de crédito. O problema ganhou dimensão nacional principalmente entre os produtores de soja, principal cultura agrícola do país. Apesar de o Brasil caminhar para colher mais de 180 milhões de toneladas da oleaginosa, a rentabilidade das propriedades sofreu forte pressão nos últimos anos. Em algumas regiões, as margens brutas recuaram mais de 30%, reflexo da combinação entre queda nos preços internacionais, valorização dos insumos e aumento dos custos financeiros. Os reflexos desse cenário já aparecem nos indicadores do setor. Em 2025, o agronegócio registrou recorde de pedidos de recuperação judicial, enquanto a inadimplência rural avançou em diversas regiões produtoras. O ambiente mais desafiador levou instituições financeiras a endurecer critérios de concessão de crédito e exigir garantias adicionais, reduzindo a capacidade de financiamento de parte dos produtores. Nesse contexto, ganhou força no Congresso Nacional o Projeto de Lei 5.122/2023. Embora tenha sido apresentado pelo deputado Domingos Neto, a proposta passou a ser uma das prioridades da Frente Parlamentar da Agropecuária, que atua para viabilizar instrumentos de renegociação de passivos, alongamento de prazos e recuperação da capacidade produtiva dos agricultores. A avaliação de lideranças do setor é que a solução para o endividamento precisa ser definida antes do avanço do calendário agrícola. Isso porque grande parte da produtividade é construída antes mesmo do plantio, por meio de investimentos em correção de solo, fertilização, escolha de sementes e proteção fitossanitária. Sem acesso a crédito ou condições adequadas de renegociação, produtores podem reduzir aportes justamente em áreas que influenciam diretamente o desempenho da lavoura. Leia Também: Setor produtivo reage e pede retirada da MP que amplia tributos sobre crédito e consumo O debate vai além das propriedades rurais. O Brasil é líder mundial na produção e exportação de soja, cadeia que movimenta centenas de bilhões de reais anualmente e sustenta segmentos como biodiesel, proteína animal, logística, armazenagem e agroindústria. Por isso, especialistas alertam que a recuperação financeira dos produtores será decisiva não apenas para a safra 2026/27, mas para a manutenção da competitividade do agronegócio brasileiro nos próximos anos. Enquanto aguardam uma definição em Brasília, agricultores seguem fazendo contas e ajustando o planejamento da próxima temporada. No campo, a percepção é de que o crédito poderá ser tão importante quanto o clima para determinar os resultados da próxima safra. Fonte: Pensar Agro
Soja responde por 84% das exportações e consolida força do agronegócio
A soja segue sustentando o protagonismo do agronegócio no Piauí. Em maio, a oleaginosa respondeu por 83,9% de todas as exportações realizadas pelo estado, movimentando aproximadamente R$ 460,5 milhões e confirmando a importância do Cerrado piauiense como uma das fronteiras agrícolas mais dinâmicas do Brasil. No total, o estado exportou cerca de R$ 549 milhões no período e manteve saldo positivo na balança comercial, mesmo diante de uma desaceleração dos embarques em relação ao ano passado. O desempenho reforça o peso crescente do agro na economia estadual. Atualmente, as lavouras de soja ocupam cerca de 1,2 milhão de hectares no Piauí, concentradas principalmente na região sul do estado, integrante do Matopiba — fronteira agrícola que reúne áreas do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. A expansão da cultura transformou o Cerrado piauiense em uma das principais regiões produtoras de grãos do país. A produção está fortemente concentrada em municípios que se destacam nacionalmente pela produtividade e escala de cultivo. Uruçuí, Baixa Grande do Ribeiro, Ribeiro Gonçalves, Bom Jesus e Santa Filomena respondem por cerca de 75% da produção estadual de soja. Alguns deles figuram entre os maiores produtores brasileiros de grãos, impulsionados pela adoção de tecnologia, mecanização e agricultura de precisão. Apesar da retração de 15,7% nas exportações em comparação com maio de 2025, o agronegócio manteve sua capacidade de geração de divisas. O resultado foi favorecido também pela queda expressiva das importações, que recuaram 75% no período, contribuindo para um superávit comercial próximo de R$ 496 milhões no mês. Além da soja em grão, a pauta exportadora do estado inclui produtos de maior valor agregado, como farelo de soja, óleos vegetais, mel natural e derivados agroindustriais. Esse movimento demonstra uma gradual diversificação da produção e amplia as oportunidades de geração de renda dentro da própria cadeia produtiva. A China continua sendo o principal destino dos produtos piauienses, absorvendo cerca de dois terços das exportações realizadas em maio. Espanha, Turquia, Eslovênia e Egito também figuram entre os principais compradores, evidenciando a inserção crescente do estado em mercados estratégicos para o agronegócio mundial. O avanço da produção agrícola no Cerrado piauiense tem sido acompanhado por investimentos em armazenagem, logística, infraestrutura e tecnologia. Esses fatores vêm permitindo ganhos de competitividade e consolidando a região como uma das áreas mais promissoras para a expansão sustentável da produção de grãos no país. Leia Também: Arroba do boi gordo se estabiliza e a previsão para o fim de ano é de alta no consumo de carne Com mais de um milhão de hectares cultivados e participação dominante na pauta exportadora estadual, a soja permanece como a principal fonte de geração de riqueza do agronegócio piauiense. O desempenho da cultura reforça o papel do estado no abastecimento dos mercados internacionais e amplia a importância do Matopiba na produção brasileira de alimentos, fibras e energia. Fonte: Pensar Agro
Etanol e agroindústria impulsionam protagonismo do milho
Com uma produção estimada em 11,88 milhões de toneladas na safra 2025/26, Goiás se mantém entre os gigantes do milho brasileiro e consolida sua posição como um dos principais motores da produção nacional de grãos. O volume projetado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) coloca o estado na terceira posição entre os maiores produtores do país e confirma a força de uma cadeia que vai muito além da porteira, movimentando indústrias de etanol, proteína animal e alimentos. A projeção considera uma área cultivada de 1,89 milhão de hectares e produtividade média de 6.255 quilos por hectare. Embora fique abaixo do recorde histórico de 14,26 milhões de toneladas registrado na safra anterior, o resultado permanece em patamar elevado e supera o volume colhido em 2023/24, quando a produção alcançou 11,33 milhões de toneladas. O desempenho reforça a capacidade dos produtores goianos de manter altos índices de produtividade mesmo diante dos desafios climáticos e das oscilações de mercado. O milho ocupa posição estratégica na economia estadual. Além de abastecer a cadeia de proteínas animais, especialmente aves, suínos e bovinos confinados, o cereal tornou-se peça fundamental para a expansão da indústria de biocombustíveis. Nos últimos anos, Goiás consolidou-se como um dos principais polos brasileiros de etanol de milho, agregando valor à produção e ampliando a demanda interna pelo grão. Os números mostram a dimensão dessa transformação. A produção de etanol de milho no estado saltou de 190,8 milhões de litros na safra 2018/19 para uma estimativa de 782,5 milhões de litros em 2025/26. O crescimento superior a 300% em apenas sete anos evidencia a integração cada vez maior entre agricultura, energia renovável e pecuária, fortalecendo a competitividade do agronegócio goiano. A industrialização da cadeia também vem ampliando a participação de Goiás no mercado internacional. Entre janeiro e abril deste ano, as exportações de derivados de milho alcançaram aproximadamente R$ 75,5 milhões, considerando uma cotação média de R$ 5 por dólar. No mesmo período de 2025, o valor havia sido de cerca de R$ 41,5 milhões. O crescimento de mais de 80% demonstra o avanço da agroindústria local e a crescente demanda externa por produtos de maior valor agregado. O volume exportado também apresentou forte expansão, passando de 8,7 mil para 14,9 mil toneladas nos primeiros quatro meses do ano. Entre os principais produtos embarcados estão amido, óleo e farinha de milho, além de outros derivados utilizados pelas indústrias alimentícia, química e de nutrição animal. Leia Também: Estado cria fundo de R$ 800 milhões para impulsionar agroenergia A força da cadeia produtiva pode ser observada também nos municípios líderes da produção. Rio Verde e Jataí figuram entre os maiores polos produtores de milho do Brasil, impulsionados pela adoção de tecnologias, elevado nível de mecanização e integração com importantes complexos agroindustriais instalados no estado. No mercado físico, os preços seguem relativamente estáveis. A saca de 60 quilos é negociada entre R$ 52 e R$ 54 nas principais regiões produtoras, com variações de acordo com a logística e a disponibilidade local do produto. Em Rio Verde e Jataí, as cotações giram em torno de R$ 54 por saca. Mais do que produzir grandes volumes, Goiás vem se destacando pela capacidade de transformar milho em energia, proteína animal e produtos industrializados. Esse movimento amplia a geração de renda dentro do estado, fortalece a agroindústria e consolida o protagonismo goiano em uma das cadeias mais importantes do agronegócio brasileiro. Fonte: Pensar Agro
Medo do El Niño pode reduzir em mais de 30% área de cevada
A possibilidade de retorno do fenômeno El Niño já começa a influenciar as decisões de plantio no Sul do país. Principal produtor nacional de cevada, o Rio Grande do Sul deverá registrar uma redução superior a 30% na área cultivada com a cultura na safra 2026, segundo projeções da Emater/RS-Ascar. O movimento preocupa produtores e a indústria de malte, uma vez que o estado responde pela maior parte da produção brasileira destinada à fabricação de cerveja. A retração ocorre mesmo diante da oferta de contratos de integração e comercialização por parte das maltarias. O receio dos agricultores está concentrado nos possíveis impactos climáticos sobre a produtividade e, principalmente, sobre a qualidade dos grãos. Em anos influenciados pelo El Niño, o excesso de chuvas durante fases críticas do desenvolvimento da cevada pode comprometer características exigidas pela indústria, reduzindo o valor comercial da produção. Os números mostram a dimensão da preocupação do setor. Na safra passada, o Rio Grande do Sul cultivou 32.010 hectares de cevada e alcançou produtividade média de 3.622 quilos por hectare. Caso a redução projetada se confirme, a área poderá ficar próxima de 22 mil hectares, representando uma das maiores retrações dos últimos anos para a cultura no estado. A região de Erechim, considerada o principal polo produtor de cevada do Rio Grande do Sul, deverá liderar a queda. As estimativas apontam que a área plantada ficará abaixo de 6 mil hectares, redução superior a 35% em relação ao ciclo anterior. A decisão dos produtores reflete uma combinação de fatores, incluindo custos de produção, previsões climáticas e avaliação de risco econômico para a safra. Apesar das incertezas, as lavouras já implantadas apresentam bom desenvolvimento inicial. Segundo a Emater/RS-Ascar, a emergência das plantas ocorreu dentro do esperado e as condições vegetativas são consideradas satisfatórias. O comportamento do clima nos próximos meses, no entanto, será determinante para definir o potencial produtivo da safra. A cevada ocupa uma posição estratégica no agronegócio brasileiro por abastecer a indústria nacional de malte, matéria-prima essencial para a fabricação de cerveja. Embora o Brasil tenha ampliado sua produção nos últimos anos, o país ainda depende de importações para atender toda a demanda da indústria. Por isso, oscilações na safra gaúcha costumam ser acompanhadas de perto por cooperativas, cerealistas e maltarias. Leia Também: Colheita do trigo e plantio do arroz se aproximam do encerramento No mercado, os preços permanecem relativamente estáveis. Na região de Erechim, a saca de 60 quilos está cotada em torno de R$ 80, segundo levantamento da Emater. O comportamento das cotações ao longo da temporada dependerá diretamente da área efetivamente cultivada, das condições climáticas e da qualidade dos grãos obtidos na colheita. Com a semeadura ainda em andamento, produtores, cooperativas e indústrias mantêm atenção redobrada às previsões meteorológicas. Caso o El Niño se confirme e provoque volumes elevados de chuva durante o ciclo da cultura, os impactos poderão ir além da redução de área, atingindo também a produtividade e a qualidade da cevada produzida no principal estado produtor do país. Fonte: Pensar Agro
Ibañez e Paquetá fazem treino específico e podem ser titulares na estreia da Copa
Ancelotti começa a definir Brasil da estreia contra o Marrocos; veja provável escalação. O técnico Carlo Ancelotti começou a definir no treino desta terça-feira (9) o time do Brasil que irá enfrentar o Marrocos no próximo sábado (13), pela primeira rodada do Grupo C da Copa do Mundo. Com o corte de Wesley, o treinador tem que escolher um novo lateral-direito, além de definir o sistema de jogo e quem irá começar no ataque. Nos poucos minutos que a imprensa teve acesso na atividade realizada no fim da manhã desta terça, os jogadores fizeram uma dinâmica de troca de passes em um perímetro curto do campo. E, sempre que eles conseguiam dar dez passes sem que a bola fosse roubada, ganhavam o direito de seguir a jogada para um cruzamento da direita à grande área. Pois os escolhidos para fazer esse cruzamento foram Lucas Paquetá e Ibañez. Os dois foram escolhidos para iniciar a partida na vitória do Brasil por 2 a 1 sobre o Egito. Na ocasião, Ibañez formou a zaga ao lado de Marquinhos; agora, está sendo testado para atuar na lateral-direita. Apesar de a escalação para a estreia diante do Marrocos, no sábado, seguir em aberto, a tendência é que o Brasil entre em campo com Alisson; Ibañez (ou Danilo), Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Vinícius Júnior, Raphinha e Matheus Cunha. E o Neymar? O atacante Neymar, mais uma vez, não foi visto na área externa do CT da Seleção durante o período em que a imprensa teve acesso. O jogador passou por exame de ressonância magnética na segunda-feira (8), para que os médicos da seleção avaliem a evolução do tratamento da lesão de grau 2 na panturrilha da perna direita. Em nota, a CBF informou que ele apresentou evolução, mas que seguiria o protocolo de tratamento com os médicos e fisioterapeutas. Ou seja, dificilmente ele voltará a trabalhar com bola com o restante dos jogadores esta semana. Fonte: R7
Lula tem 39% das intenções de voto no primeiro turno, e Flávio, 29%, aponta Quaest
Levantamento, efetuado entre sexta e segunda-feira, teve 2.004 participantes; margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais. Uma nova pesquisa da Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (10), mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente do senador e Flávio Bolsonaro (PL) em intenções de voto para o primeiro turno das eleições presidenciais deste ano. Na pesquisa estimulada — quando o entrevistado é apresentado a uma lista de pré-candidatos como opções —, Lula aparece com 39% das intenções de voto, enquanto Flávio tem 29%. Confira os resultados: Luiz Inácio Lula da Silva (PT) — 39% Flávio Bolsonaro (PL) — 29% Indecisos — 10% Branco/Nulo/Não vai votar — 9% Renan Santos (Missão) — 3% Ronaldo Caiado (PSD) — 3% Aécio Neves (PSDB) — 2% Romeu Zema (Novo) — 2% Augusto Cury (Avante) — 1% Joaquim Barbosa (DC) — 1% Samamra Martins (UP) — 1% Cabo Daciolo (Mobiliza) — 0% Edmilson Costa (PCB) — 0% Heró Bezerra (PRTB) — 0% Na modalidade espontânea — quando os entrevistados podem responder livremente à pergunta —, a maioria (56%) afirmou ainda não saber em quem votar. Após os indecisos, os dois primeiros nomes mencionados são os de Lula (23%) e Flávio Bolsonaro (17%), seguidos por “Outros” (3%) e por Jair Bolsonaro (PL), com 1%. Em um eventual segundo turno entre ambos, o atual presidente também fica na liderança, com 44% das intenções de voto, contra 38% do senador. No levantamento anterior da Genial/Quaest, os dois estavam tecnicamente empatados: o petista tinha 42%, e o parlamentar, 41%. A pesquisa avaliou, ainda, outros três cenários, com os seguintes pré-candidatos na disputa com Lula: Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão). Em todos eles, o petista lidera com 45% das intenções de voto. Confira: Lula (45%) x Romeu Zema (35%) Lula (45%) x Ronaldo Caiado (35%) Lula (45%) x Renan Santos (31%) A pesquisa ouviu eleitores dias depois da divulgação de notícias recentes de repercussão nacional, como a da classificação de facções criminosas brasileiras como terroristas pelos Estados Unidos; a do novo tarifaço proposto pelo país norte-americano; e a dos áudios de Flávio Bolsonaro com pedido de dinheiro ao banqueiro Daniel Vorcaro. Avaliação do governo Outro ponto que o levantamento mostra é a parcela do eleitorado que aprova ou desaprova o governo Lula. O resultado apresentou empate técnico, pois 48% disseram desaprovar e 47%, aprovar a gestão do petista. Em relação à avaliação do governo, 38% dos entrevistados consideram a gestão atual negativa; 34% dizem ser positiva; e 26% a classificaram como “neutra”. A pesquisa Quaest, encomendada pela Genial Investimentos, ouviu 2.004 pessoas, entre sexta (5) e segunda-feira (8). A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o levantamento tem nível de confiança de 95%. A sondagem está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o código BR-07661/2026. Fonte: R7
Gabriely Miranda homenageia Endrick com nail art inspirada na Copa do Mundo 2026

Às vésperas da Copa do Mundo de 2026, Gabriely Miranda já mostrou que está no clima do torneio também quando o assunto é beleza. A influenciadora compartilhou nas redes sociais uma nail art temática inspirada no Mundial e chamou a atenção dos seguidores pelos detalhes cheios de significado. Nas imagens publicadas, Gabriely exibiu unhas decoradas com as cores verde, amarelo e azul, em referência à Seleção Brasileira. O visual foi pensado para celebrar a expectativa em torno da competição e reforçar o apoio ao futebol brasileiro em um dos momentos mais aguardados pelos torcedores. Monique Amin celebra reta final da gravidez com pintura especial na barriga: ‘Demais’ O grande destaque da produção ficou por conta do número 19 estampado em uma das unhas, uma homenagem especial ao marido, o atacante Endrick. A decoração ainda ganhou emojis de coração azul e trevo de quatro folhas, símbolos que remetem ao carinho, à sorte e à torcida pelo jogador na caminhada rumo ao Mundial. Confira: Gustavo Marsengo e Laís Caldas anunciam nascimento da primeira filha: ‘Bem-vinda’ Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por GABRIELY (@gabriely) Fonte: TOP FAMOSOS
PF apura irregularidades na gestão de fundo previdenciário em Pernambuco
Recife/PE. A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira, 10/6, a Operação Take Over, destinada a investigar irregularidades na gestão de recursos de fundo previdenciário dos servidores públicos municipais em Paulista/PE. As apurações indicam que valores superiores a R$ 3 milhões teriam sido direcionados a investimentos com grau de risco por meio de decisões em desacordo com as normas legais e com os procedimentos de governança exigidos para a administração de recursos previdenciários. Há de que decisões estratégicas teriam sido tomadas de forma isolada, sem a devida observância dos critérios de segurança, liquidez e transparência. A investigação busca esclarecer se a conduta caracteriza gestão temerária ou fraudulenta e apurar eventual prática de crimes contra a administração pública e o sistema financeiro. As diligências também pretendem verificar o recebimento de vantagens indevidas pelos gestores do fundo. Comunicação Social da Polícia Federal em Pernambuco Contato: (81) 2137-4076 E-mail: cs.srpe@pf.gov.br Fonte: Polícia Federal
PF cumpre mandado em operação de combate ao abuso sexual infantojuvenil
Três Lagoas/MS. A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (10/6), a operação Escudo de São Miguel Iv, com o objetivo de identificar e prender criminosos envolvidos em crimes de abuso sexual infantojuvenil praticados pela internet. O início das investigações ocorreu após a identificação de que determinado indivíduo estaria disponibilizando e armazenando imagens e vídeos de abuso sexual de crianças e adolescentes em seus dispositivos eletrônicos. Nomenclatura e alerta Embora o termo “pornografia” ainda conste no Estatuto da Criança e do Adolescente, a comunidade internacional adota, preferencialmente, as expressões “abuso sexual de crianças e adolescentes” ou “violência sexual contra crianças e adolescentes”, por refletirem com maior precisão a gravidade desses crimes. A Polícia Federal reforça a importância da prevenção e orienta pais e responsáveis a acompanharem o uso da internet por crianças e adolescentes, como forma de reduzir riscos e proteger possíveis vítimas. O diálogo aberto sobre segurança no ambiente digital e a orientação para que crianças e adolescentes comuniquem situações suspeitas também são medidas importantes de proteção. Comunicação Social da Polícia Federal em Mato Grosso do Sulcs.srms@pf.gov.br Fonte: Polícia Federal